(CONTINUAÇÃO)
Depois do banho, fizemos um bom lanche bom e deitamos no quarto com o ar ligado. Eram 19h e ele dormiu rápido, relaxado! O combinado foi dele acordar às 22:30h para ir trabalhar. Acordei e olhei seu pauzão, desses que mesmo mole é grande e grosso, e comecei a lamber do saco até a cabeça. Repeti algumas vezes e já estava duro como vidro. Comecei a mamar gostoso. Coloquei só a cabeça na boca e suguei levemente, saboreando seu meladinho. Emerson já gemia com o sorriso safado, que me deixava louco! Lambi embaixo do saco, subi a virilha e passei meu rosto nos pentelhos. Voltei a colocar na boca e masturbar! Com as pernas esticadas e os pés contraídos, eu já tinha percebido que ele ia gozar. Chupei mais e veio o primeiro jato, e outros em seguida. Escorreu porra da minha boca nos pentelhos e eu limpei tudo, já estava adorando o gosto salgado da porra grossa e super branca! Ficamos um tempinho. Ele se levantou e foi para o banho enquanto eu peguei as roupas dele já lavadas na lavadora/secadora e coloquei comida para ele jantar.
- Poxa, Mateus, obrigado mesmo, adorei! Dei uma descansada boa e agora vou rodar, hoje vai ter movimento bom! Valeu! - disse saindo.
- Que isso, foi muito bom… aparece aí! - falei. O clima ficou meio estranho e ele saiu, sem mais despedidas e sem trocar contato! Fiquei um pouco triste, ele nem me beijou, devia ser desses caras que só curtem a foda. E também não senti seu pau dentro de mim! Queria muito que tivesse outra vez, mas será que eu aguentaria aquele cacetão?
Voltei para o quarto e toquei uma, sentindo seu cheiro na fronha. Eu nunca ia imaginar que aquilo ia acontecer da maneira que foi! Fui dormir, já estava tarde para qualquer coisa! Acordei com o barulho do interfone e tomei um susto. Eram 4h da manhã!
- Sr Mateus, o Sr Emerson está aqui. - falou o vigia. Fiquei aceso na hora, ele tinha voltado!
- Obrigado, fala para ele entrar com o carro e parar na minha vaga e subir, por favor! - e logo depois, escutei a campainha. Emerson estava com pacotes de compras.
- Você disse para eu aparecer… desculpe a hora, mas… apareci! - falou com aquele sorriso safado.
- Não ia imaginar! Como foi o movimento? - perguntei.
- Foi ótimo, melhor do que imaginei… aí, na volta para casa… ao invés de ir pelo Maracanã, resolvi vir por aqui, é menos perigoso… trouxe umas coisas para a gente tomar café quando acordar… pode ser? - perguntou meio nervoso e tímido. Eu não sabia o que pensar, mas estava adorando! Achei que tinha sido somente uma gozada e que nunca mais o veria!
- Que bom que você voltou, cara! Mesmo a essa hora! - falei rindo.
- Eu não peguei seu contato… aí… - ele não terminou de falar e me deu um beijo, me segurando pela cintura e pela nuca. Eu achava que era um sonho e ele parecia ansioso!
O beijo era molhado, com a língua invadindo minha boca e o cavanhaque me arranhando deliciosamente. Puxei ele para o quarto, tirei sua roupa e caímos na cama, não queria pensar em nada, só em foder com ele! O beijo que não teve mais cedo estava sendo compensado! Fui percebendo que ele não era só um cara que curtia uma sacanagem ou “hetero-flexível”, seu desempenho no beijo estava além da expectativa!
Um beijei seu corpo todo, sua pele morena e quente, seus poucos pelos e sua boca bonita. Emerson gemia baixo, falava meu nome e retribuía. Ficamos de joelhos na cama, ele atrás de mim, lambeu da nuca até minha bunda. Deitei e me abri para ele. A língua rápida e grande, queria entrar em mim! Fizemos um meia nove e pude sentir e chupar melhor. Ele chegava a dobrar as pernas de tesão! Mudamos de posição e ele deitou por cima de mim. Abracei seu corpo, alisei suas costas e não podia deixar de segurar sua bunda, gostosa demais! Passei o dedo em seu rego suado e ele parou de me beijar e riu.
- Faz o que quiser, só não curto que enfie nada, Mateus, mas… a língua… - ele falou já sentindo minha intenção. Não pensei duas vezes, saí de baixo dele. Olhei seu corpo deitado de bruços, as pernas bonitas, as costas largas e a bunda linda e linda e linda! Beijei suas costas até chegar onde queria. Abri devagar as nádegas e devagar passei a língua em seu rego pouco peludo. Seu cu quente estava delicioso. Lambi, chupei e tirei gemidos daquele macho que mexia a bunda na minha cara. Dei uma lambida do saco até o final da coluna e ia passar o dedo e ele segurou minha mão. Rindo, falou que eu estava precisando de outra coisa. E estava mesmo, não via a hora de sentir seu pau dentro de mim. Fiquei de quatro e Emerson me lambeu, cuspiu e me preparou para recebê-lo. Encostou a ponta em mim, deslizando seu pau de cima para baixo. Eu pedi que penetrasse, não aguentei mais!
O moreno levantou e se apoiou nos pés, facilitando a penetração. Para ele, porque para mim já começava a doer! Ele enfiou a cabeça e parou, Ficamos uns instantes, relaxei e ele voltou a meter. Quando senti seu saco no meu, respirei fundo, tudo dentro, o pau grande e gostoso me preenchia todo. A dor inicial se transformava em prazer, e ele começou os movimentos. Eu sentia deslizar dentro de mim, bater no fundo, me alargar! Emerson sabia foder gostoso. Mudamos de posição algumas vezes. Sentei no seu pau e olhava para ele, que, com os olhos cerrados, me elogiava sem parar! Continuei cavalgando mais rápido e ele a socar de baixo para cima. Apoiado em seu peito, eu senti que ia gozar e falei para ele. O moreno olhou nos meus olhos e fez sinal com a cabeça. Senti seu pau pulsar mais. Ele franziu a testa, apertou os lábios e prendeu o gemido. A veia do pescoço dele parecia que ia estourar! Começamos a gozar juntos. Emerson segurou meu corpo enquanto estava todo dentro de mim. Parados, sentia só a pulsação do seu pau despejando seu leite em mim. Gozei em seu abdômen e senti que queria mais! E ele também! O moreno me abraçou e viramos na cama, sem tirar o pau de dentro. Agora ele estava deitado sobre mim. Minhas pernas muito abertas e dobradas, facilitaram para ele permanecer dentro, eu apertava seu pau com meu cu.
Respiramos profundamente! Sentia meu esperma entre nós. Seu rosto estava no meu pescoço, seu peito no meu e seus pentelhos roçando em mim. Comecei a apertar mais ele e ele foi voltando a movimentar, com o cuidado para o pau não sair. ele metia fundo e tirava até quase a cabeça sair, e metia de novo. Eu sentia seu esperma espumando dentro de mim e aumentamos o ritmo, com nossos corpo colados. Meus braços deslizavam nas suas costas suadas, seu corpo deslizava no meu. Eu sentia cada veia pulsando dentro de mim. De maneira meio brusca, Emerson passou a meter mais forte.
- Mateus, vou gozar de novo, cara, você é muito gostoso, esse cu quente e apertado, estou sentindo minha porra dentro de você, você me apertando… tesão da porra, que homem gostoso que tu é, caralhoooo! - eu ouvia a senti mais tesão, mandei ele meter mais, gozar por cima do leite dele, espumar dentro de mim, porque eu também ia gozar de novo!
A gente parecia dois bichos, sem entender, sem querer parar, obedecendo o desejo e o instinto. Ele deu uma estocada forte, e outra e outra, estava gozando de novo, e eu também, meu pau entre nossas barrigas, despejava outro gozo. Senti ele me encher mais e cada vez que o pau voltava, sentia seu esperma espumando dentro, foi uma sensação que nunca tinha vivido. Com o rosto, terminamos o gozo em um beijo quente e molhado, só nossos lábios juntos, nossa saliva e nossas respirações. Fomos parando aos poucos. O pau grande dava sinais que ia amolecer. Ele se levantou ainda com o pau dentro. Olhou nossos corpos melados e suados. Deu um sorriso de cansaço e satisfação. Eu estava em êxtase! O pau foi saindo devagar, prendi para segurar mais um pouco. Ele gemeu baixinho.
- Cara, preciso me levantar, não tenho como ignorar duas gozadas dentro de mim, preciso ir ao banheiro!
Levantamos. Emerson na minha frente, o pau meia bomba, branco de porra batida, vermelho, pingando prazer. Meu cu ardia e tentei segurar. Tomamos banho e trocamos a roupa de cama. Ligamos o ar (devíamos ter feito antes!) e conversamos um pouco, apesar de todo o cansaço!
Emerson tinha vinte e oito anos e tinha um filho de oito anos! E disse que queria namorar comigo! Há muito tempo eu não ouvia coisa desse tipo, pedir em namoro! Perguntei se ele gostaria de namorar um cara de quarenta anos, que trabalhava muito e que tinha muita história para contar.
Ele sorriu, balançou a cabeça dizendo que sim e me beijou. Dormimos agarradinhos.
***
Não sei se foram felizes para sempre, mas devem ter feito muitas coisas juntos!
Este é o perfil dos relatos: possibilidades, o dia a dia, o inesperado e sempre a fantasia e o desejo realizado!
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