Trepei com meu sobrinho novinho - Parte 4 (final)

Um conto erótico de Rosana
Categoria: Heterossexual
Contém 3483 palavras
Data: 31/05/2026 20:05:50
Última revisão: 31/05/2026 21:17:15

Foram meses maravilhosos de muito sexo, fetiches e sentimentos. Eu e o Pedro experimentamos cada desejo que tínhamos, e depois muito prazer um ou outro. Cada dia era como se fosse a primeira vez, tia e sobrinho entregues aos seus desejos mais íntimos.

Infelizmente, as coisas mudaram um pouco. Atualmente ele está fazendo faculdade na capital, então está morando lá. Também está namorando com uma menina que conheceu lá na faculdade. Não fico triste por ele, na verdade estou feliz, sei que ele tem que seguir a vida, e apesar de tudo que temos juntos, um relacionamento "normal" nunca foi o objetivo. O que temos é puramente carnal, sexual. Apenas dois corpos que se desejam incontrolavelmente e se entregam um ao outro.

Enfim, hoje vou terminar de contar essa série de histórias com meu sobrinho, narrando o que planejamos para ser nossa "última noite" juntos. Digo planejamos, porque não deu certo, mesmo com ele namorando, sempre que vem aqui para a cidade a gente dá um jeito de se pegar e foder bem gostoso. Mas enfim, o que aconteceu foi o seguinte:

Ele foi para Salvador, pois os estudos iam começar. Sua rotina era puxada, estudos, fazia uns bicos de trabalho no tempo que dava. Ficava caro demais vir para o interior todo fim de semana, então o planejado foi pelo menos uma vez por mês, passar o fim de semana por aqui e então voltar à capital. Durante esse meio tempo, sempre conversávamos bastante. Muitas mensagens picantes, troca de fotos e chamadas de vídeo. Nós dois sempre com muito tesão!

- "E aí meu sobrinho, como foi a primeira semana?"

- "As coisas estão se organizando tia, tô tentando me adaptar..."

- "A rotina aí vai ser puxada, se prepara! Saudades de vc, acha que vem mesmo no fim do mês?"

- "Eu queria muito, mas acho que vai demorar um pouco mais, pelo menos nesse início aqui. Também tô com saudade da minha tia gostosa!"

- "Nossa Pedro, quando você voltar vou estar subindo pelas paredes de tesão! Quero foder com você um dia inteiro! rsrs"

- "Hmm nós vamos sim! Já tô louco foder esse seu rabão de 4 novamente!"

- "Hmmm delícia! Vou estar te esperando aqui bem assim olha..."

Mandei uma foto de 4, empinada com o bundão aberto pra ele, usando uma calcinha fio dental que estava quase toda engolida, socada em minha buceta!

- "Puta que partiu tia! Tá me deixando de pau duro no meio da aula!"

- "Tô louca pra sentar nesse seu pauzão!"

Nossas conversas ficavam cada vez mais picantes e safadas. Eu precisava do meu sobrinho comigo de novo! Não via a hora de trepar gostoso com ele.

Numa dessas conversas, ainda com poucos dias que ele estava lá, o Pedro disse que queria tentar algo diferente quando viesse. Geralmente eu sou dominadora na cama, adoro ficar por cima, sentar na cara, cavalgar, etc. Gosto da sensação de poder sobre o homem!

Mas o Pedro falou que quando viesse, queria dominar dessa vez. Disse que ia me colocar pra ser a putinha dele, que ia me foder como nunca e usar meu corpo inteiro.

Eu topei, claro. Sou uma louca por sexo, e gosto de aventuras. Não é o tipo de coisa que eu aceitaria com qualquer um, mas vindo do Pedro, isso me deixava excitada, queria saber qual era a sensação dele me dominar e me fazer de puta (mais do que o normal rsrs).

- "Vou ser toda sua Pedro, vou deixar você fazer o que quiser comigo. Mas com uma condição: até você voltar, você não vai gozar. Eu vou te provocar, você pode bater punheta, mas não pode gozar. Você vai deixar seu leitinho todo pra sua tia entendeu? Quero muito leite de pica em mim! Se até lá você aguentar e deixar essas bolas bem cheias de porra pra mim, vou ser sua putinha pra você fazer o que quiser!"

- "Combinado então tia! Vou guardar tudinho pra você!"

E assim ficamos combinados. Quase todo dia a gente se falava. Eu provocava ele, mandava fotos, ligava, tocava siririca pra ele ver, gozava bem gostoso imaginando meu sobrinho. Ele assistia, batia uma mas se segurava. Tava mesmo comprometido a dominar sua tia, enquanto eu, de certa forma ainda controlava toda a situação, o que também me excitava.

Eu contava os dias, precisava do meu sobrinho perto de mim de novo, precisava daquele pauzão me torando!

52 logos dias, esse foi o tempo. O Pedro chegou em um sábado pela manhã para passar o fim de semana. Nesse dia, nossa família fez uma festa pra ele numa fazenda aqui perto. Churrasco, cerveja e piscina. Atrevida que sou, fui com um biquíni preto bem safado, fio dental que minha bunda engolia todinho. A parte de cima mal aguentava meus dois melões grandes e pesados. Como de costume tive que ouvir um desaforo da minha irmã, Rita, mãe do Pedro.

- "Creeem! Não tem vergonha de usar isso Rosana? Uma gorda igual você tem que se cobrir! Anda parecendo uma vadia por aí!"

- "Nossa Rita! Oi pra você também!! Eu em, tá mal comida mulher?? O maridão não tá te fodendo não pra estar nesse mal humor todo???"

- "Rosana sai pra lá com essa sua boca suja! Senhor! Só fala besteira!"

A Rita era um ano mais nova, e somos até parecidas fisicamente, mas ela é mais baixa. Mas a semelhança era só essa. Ela era uma mulher da igreja, usava sempre roupa longa, toda recatada. O Cláudio, seu marido (que não é o pai do Pedro) é pastor na igreja. Mas sei que nas escondidas ele não passa de um safado, trai a esposa com putas por aí, e desconfio que a Rita sabe disso mas tenta passar a imagem de "família certinha". Ele sempre fica me olhando, já me deu uns elogios, mesmo quando eu ainda era casada, sei bem o que ele quer. Mas nunca fui muito com a cara dele, então nunca dei corda.

Enfim, durante o dia bebi muito, aproveitei a piscina, mas não tive muito contato com o Pedro, pois era muita gente, zero privacidade. Mas sempre via ele me olhando, me secando. Eu tava louquinha pra a gente poder ficar a sós.

Aproveitei um momento, depois do almoço e chamei ele para passar protetor em mim. Nessa hora a galera estava, em maioria, perto da mesa, que ficava em um lado da casa, já a piscina era em formato de "L" e a área com cadeiras para tomar sol ficava do outro lado. Aproveitei isso e deitei lá de barriga para baixo "

- "Tia, a senhora tá querendo me matar de tesão com esse biquíni!"

- "Gostou dele? Pode tirar e pegar pra você rsrs"

Falei isso apoiando os joelhos na espreguiçadeira e levantando o bumbum pra cima. Já estava meio bebada, mais louquinha que o normal.

- "Tia! Alguém pode ver a gente aqui!!"

- "Aaah Pedrinho! Deixa de ser bobo, ninguém tá vendo a gente não! Sua tia tá louca pra dar pra você! rsrsrs"

- "E seu sobrinho tá louco pra te comer! Mas agora não dá! Tem muita gente aqui!"

Ele então começou a passar o protetor em mim. Sua mãos firmes deslizavam por todo o meu corpo. Meu pescoço, costas, bumbum... quando ele desceu para as pernas eu senti minha buceta se molhar toda! Que tesão que eu tava!

Dava pra ver que o Pedro também tava excitado enquanto me massageava lentamente! Ainda tentei pregar no seu pau duro por cima do short mesmo, mas umas pessoas começaram a se aproximar e tivemos que parar.

No fim da tarde, a maioria já estava se ajeitando para ir embora. A Rita e Cláudio resolveram dormir na fazenda mesmo. O Pedro disse que preferia ir pra casa, o quarto dele era mais confortável e ele tava cansado, queria dormir bem. Mentira descarada, me toquei logo no que ele tava planejando!

Pedi a ele pra me dar uma carona pra casa então.

- "Não quer ficar por aqui Rosana? Tem quarto pra você, aproveita"

- "Não mana, obrigada! Vou deixar vocês a sós, assim os pombinhos podem ter uma noite romântica!"

- "Você não tem jeito viu! Então tá bom, o Pedro te leva em casa. Vê se não fica com essa boca suja perto do meu filho em! Não vai ficar ensinando coisa errada pra ele!"

- "Seu filho já é bem crescido Rita, tenho mais nada pra ensinar a ele não!"

Mas sabia ela que eu e o filhinho dela já trepamos dezenas de vezes! Inclusive em algumas horas íamos repetir isso!

Fomos então pra casa. Na estrada, já não estávamos aguentando de tesão. Ele passou a mão em minha coxa, fazia carinho. Eu usava só uma saída de praia e por baixo o biquini. Estava com a buceta molhada só pro estar ali no carro com meu sobrinho.

- "E aí gostosão, como vai ser? Disse que queria dominar, então a partir de agora sou toda sua!"

- "Então tia... começa engolindo meu pau aqui que to cheio de tesão! Chupa seu sobrinho vai!"

Abri o zíper do short dele e tirei aquele pau enorme e veiudo para fora! Que delícia, estava com água na boca! Engoli ele inteiro de uma vez, dei algumas engasgadas mas comecei a chupar ele com vontade! Eu Alternava entre punhetar, lamber, chupar cada pedaço daquele cassete. Lambi suas bolas, coloquei elas na boca, depois voltei á cabeça do pau, e lambi até deixar bem babado. Já estava entrando na cidade mas eu não tava nem aí, continuava naquele boquete gostoso!

- "Nossa tia como vc ta fogosa hoje!! Ta doida pra dar pra seu sobrinho né??"

- "Tô doidinha! Quero você me comendo de todo jeito hoje!"

Chegando em frente da minha casa, paramos e carro, ja estava escuro. Ele começou a tirar minha roupa, com fogo e desespero, puxou minha saída de praia me deixando só de biquini. Pegou meus seios, apertou, abaixou o biquini e caiu de boca! Eu revirei os olhos! Que delícia meu sobrinho mamando em meus peitões! Enquanto mamava, colocou a mão em minha calcinha e meteu dois dedos em minha buceta, começando um movimento que estava me deixando louca!

Depois das preliminares e mãos bobas, me cobri de novo e entramos rápido em casa. Fomos direto para o quarto, ambos não aguentavam mais esperar um minuto! Já entramos lá tirando nossas roupas e nos beijando loucamente. Ele me empurrou na cama:

- "Tia você é minha puta hoje! Vai levar vara a noite toda! Guardei porra o mês inteiro pra despejar em você! Deita aí que quero foder sua cara agora!"

Ele estava fora de sí! Forte, macho, dominante! Era uma sensação diferente para mim mas estava gostando, estava toda molhadinha louca pra ter aquele pau me fodendo! O Pedro me posicionou deitada de barriga para cima, com a cabeça para fora da cama, quase de cabeça para baixo. Minha cama era bem alta, a posição ficou perfeita para o que ele queria fazer.

A minha visão de cabeça para baixo era ver aquele cassete enorme dele batendo em meu rosto com força, depois enfiando em minha boca até a garganta. Eu já estava aquecida depois do boquete no carro então ja aguentava tudo. O Pedro louco de tesão segurava meus dois peitões enquanto metia a rola em minha boca. Fez esse movimento por alguns minutos, tirava o pau só um pouco para eu poder respirar e voltava a enfiar, gemendo de tesão! Eu dava o máximo de mim, sentia aquele caralho grande entrar em minha boca, deslizar pela minha língua, chegar até minha garganta, onde eu sentia uma dor com o preenchimento. Minha baba escorria pelo rosto, eu chorava mas ele não parava!

Apertava meus seios com força e aumentava o rítmo metendo cada vez mais forte, suas bolas batiam em minha cara e eu me afogava com aquela rola já quase sem aguentar!

- "AAAAAAHHH VADIA! PUTA GOSTOSA! ENGOLE TUDO VAI SUA PUTA GORDA!"

Disse isso e metendo com muita força, segura o pau no fundo da minha garganta e explode uma quantitade enorme de porra! Nunca recebi uma gozada tão grande assim! Foi tão forte que saiu pelos cantos da boca e até pelo meu nariz! Engasguei e quase vomito quanto ele tirou o pau, mas aguentei como uma boa puta e engoli o máximo que consegui!

Eu estava copletamente dominada, fodida! Cabelo molhado, maquiagem borrada, rosto com lágrimas, baba e cheio de porra!

- "Aaaaa tia que vontade que eu tava de fazer isso! Gostou da porra quente do seu sobrinho?"

- "Hmmm sim, delícia! Você acabou com a garganta da tia!"

- "Se prepara que quero foder inteira!"

Aquilo só estava começando.

O Pedro se afastou um pouco, ainda ofegante, observando meu estado: completamente desarrumada, o rosto molhado de baba e porra, os olhos vermelhos de tanto chorar com a pressão daquela rola grossa na minha garganta. Mas eu estava excitada pra caralho. Minha buceta latejava, pulsava, implorando por atenção.

- "Agora é a vez da minha tia" — ele disse, com um sorriso malicioso, recuperando o fôlego. — "Quero sentir esse seu gosto. Sobe aqui."

Ele se deitou na cama, aquele pau ainda meio mole mas já começando a endurecer novamente, e me puxou por cima dele. Eu sabia exatamente o que ele queria. Posicionei meus joelhos ao lado da cabeça dele, abrindo minhas pernas, oferecendo minha buceta inchada e molhada bem acima da boca dele.

- "Olha essa xana gostosa!" — ele murmurou, passando a língua pelos lábios. — "Desce aqui, tia. Senta na cara do seu sobrinho."

Obedientemente, fui descendo, até sentir sua língua quente tocando minha entrada. Um arrepio percorreu minha espinha. Ele começou a lamber com vontade, circulando meu clitóris, sugando os lábios vaginais, metendo a língua fundo dentro de mim. Eu gemi alto, segurando na cabeceira da cama para me equilibrar.

- "Aaah, Pedro... que delícia, meu amor..."

- "Vira" — ele ordenou, batendo na minha coxa. — "Quero sentir sua boca também enquanto chupo essa bucetona!"

Não precisou dizer duas vezes. Me virei de costas para ele, posicionando minha buceta bem na boca dele enquanto me debruçava sobre seu corpo, pegando aquele pau que já estava duro como pedra novamente. O 69 perfeito. Ele me puxou pelas coxas, enterrando o rosto entre minhas pernas, enquanto eu engolia sua rola de novo, dessa vez mais devagar, saboreando, lambendo a cabeça onde ainda restava um pouco de porra.

A sensação era indescritível. Chupar aquele pau grosso enquanto ele me chupava com aquela língua ágil e insaciável. Ele metia dois dedos dentro de mim, massageando meu ponto G, enquanto sugava meu clitóris com força. Eu rebolava na cara dele, esfregando minha buceta em sua boca, usando o rosto do meu sobrinho para me masturbar.

- "Isso, tia... rebola em minha cara" — ele gemia, a voz abafada por minha carne.

Eu aumentei o ritmo, sentindo a pressão subir. Ele agarrou meus glúteos com força, puxando-me para baixo, metendo a língua o mais fundo possível dentro de mim. A sensação de ser completamente preenchida, de ter controle e ao mesmo tempo ser dominada por aquela boca faminta, me levava ao delírio.

- "Vou gozar, Pedro... vou gozar na sua boca, meu amor!"

- "Goza, tia... goza tudo..."

E eu gozei. Forte, violentamente, contraí minha buceta na cara dele, jorrando meu líquido em sua língua, em seu queixo. Consegui fazer squirt pela primeira vez! Ele lambeu tudo, bebeu meu orgasmo, não parou de chupar nem quando eu tentei me afastar por ser muito sensível. Ele me segurou firme, obrigando-me a suportar aquela língua insaciável até eu ficar completamente derretida, sem forças.

Quando finalmente consegui me recompor, caí de lado na cama, ofegante. Mas ele não me deu descanso. Sentou-se rapidamente, e eu vi aquele pau duro apontando para o teto, pulsando, pronto para mais.

- "Deita de costas" — ele ordenou, já se posicionando. — "Quero ver esses peitões balançando enquanto te fodo."

Me virei de barriga para cima e ele me puxou para a beirada da cama. Levantou minhas pernas, dobrando meus joelhos até que meus pés ficassem perto das minhas orelhas, abrindo meu corpo completamente para ele. A posição do frango assado. Meus seios pesados caíam de lado, os mamilos ainda duros.

- "Olha essa buceta aberta" — ele disse, guiando a cabeça do pau para minha entrada.

Ele entrou de uma vez só. Eu gritei. Ainda estava molhada do orgasmo, mas a penetração profunda, naquele ângulo, atingia pontos que eu nem sabia que existiam. Ele segurou minhas coxas, empurrando-as para baixo, abrindo-me ainda mais, enquanto começava a meter com força.

- "Aaaah, tia... que buceta apertada, porra!"

Ele metia e eu sentia cada centímetro daquele cassete entrando e saindo. Meus peitos balançavam violentamente com cada estocada, batendo um no outro. Ele olhava para eles, hipnotizado, enquanto aumentava o ritmo. A cama rangia, batia na parede. O som de pele batendo em pele ecoava no quarto.

- "Isso, seu puto... me fode! Mete essa pica toda!"

- "Toma, tia! Toma essa rola sua puta safada!"

Ele acelerou, virou uma máquina, metendo sem piedade. Eu sentia o prazer subindo de novo, aquela sensação de ser completamente dominada, usada para o prazer dele, me excitava demais. Meus peitos balançavam descontroladamente, ele segurava minhas pernas abertas, olhando para meu rosto contorcido de prazer.

- "Vou gozar de novo, Pedro... porra, vou gozar! AAAAAHHH DELIIIICIA!"

- "Goza na minha pica, tia... goza, sua puta!"

Eu gozei, apertando ele dentro de mim, contraíndo em espasmos violentos. Ele não parou, continuou metendo através do meu orgasmo, prolongando minha dor e meu prazer até eu ficar completamente desfeita.

Mas ele ainda não tinha gozado. Me soltou, respirando pesado, o pau pulsante.

- "De quatro" — ele ordenou, puxando-me pelo braço. — "Agora eu quero esse rabo.""

- "Você quer matar sua tia porra! Nossa!! Sua tia não aguenta tanto!"

Me virei de bruços, ofegante, ainda tremendo dos orgasmos anteriores. Ele me puxou para a beirada da cama, posicionando minha bunda na altura perfeita. Eu apoiei os cotovelos na cama, arqueando as costas, oferecendo minha buceta e meu cu para ele.

Ele começou metendo na buceta, molhando o pau com meus fluidos. Entrou fácil, ainda estava bem lubrificada. Mas ele queria mais. Pegou meus cabelos, puxou minha cabeça para trás, fazendo-me curvar ainda mais as costas.

- "Agora vou arrombar esse cuzinho, tia" — ele avisou, saindo da minha buceta e posicionando na minha entrada traseira.

- "Aaah, devagar, meu amor..."

- "Não tem devagar hoje."

Ele empurrou. A dor foi intensa, aquela sensação de ardência, de esticamento, de ser rasgada na parte mais íntima. Eu gritei, mas ele não parou. Meteu até o fundo, sentindo minha carne quente e apertada ao redor dele.

- "Que cu gostoso, porra! Olha o tamanho dessa bunda!"

Ele começou a meter com força, puxando meus cabelos, fazendo-me sentir cada centímetro daquela penetração violenta. Eu gemia, misturando dor e prazer, sentindo aquela sensação de ser completamente possuída, dominada, usada pelo meu sobrinho.

- "Toma, tia! Toma no cu! Sua puta do caralho!"

- "Isso, Pedro... me fode... me fode o cu todo! Rasga sua tia vai!!"

Ele acelerou o ritmo, batendo na minha bunda com a mão livre, puxando meus cabelos com força, metendo sem piedade. Eu sentia o pau dele entrando e saindo, sentia minha carne sendo esticada, sentia a proximidade do orgasmo final se aproximando.

- "Vou gozar, tia... vou encher esse cu de porra!"

- "Goza, meu amor... goza dentro... por favor, goza no meu cu!"

- "Aaaaaaaah!"

Ele explodiu. Senti o jato quente de porra enchendo meu cu, escorrendo para fora enquanto ele continuava metendo, esvaziando as bolas dentro de mim. A sensação me fez gozar junto, contraíndo meu ânus ao redor dele, sugando cada gota dele, gemendo sem controle, desabando na cama sob o peso dele.

Ele caiu sobre mim, ainda dentro, ofegante, suado, nos dois completamente exaustos. Senti seu pau amolecer dentro do meu cu, senti a porra quente escorrendo para fora quando ele finalmente saiu.

Ficamos ali, um tempo, sem falar, apenas respirando, recuperando os sentidos. Ele me abraçou por trás, beijou minha nuca.

- "Tia... porra... isso foi incrível."

- "Foi, meu amor" — eu sussurrei, ainda tremendo. — "Você me destruiu, sua tia ta toda fodida!"

Ficamos ali um tempo, tomamos banho, deitamos juntos e ele passou a noite lá. Nessa noite ele me contou que conheceu uma menina na faculdade e iria começar a namorar com ela. Mas que eu seria sempre sua tia favorita, tinha um espaço especial dentro do coração dele.

Eu sorri, sabendo que mesmo com a faculdade, mesmo com a namorada, sempre que ele voltasse, eu seria dele. E ele seria meu. Aquela noite foi apenas mais um capítulo de uma história que, eu sabia, ainda teria muitos outros.

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Quero agradecer a todos pelo feedback que me mandaram! Se gostarem da série não esqueçam de deixar as estrelinhas!

Acho que do que passei com meu sobrinho está bom, contei tudo que queria. Aconteceram mais coisas, mas acho que o principal está aí. Talvez eu volte a escrever mais contos fictícios, ou outras aventuras reais que me aconteceram esse ano.

Quem tiver alguma sugestão, ou quiser conhecer melhor a tia Rosana, meu e-mail é esse: 69rosana@proton.me

Beijos!!

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