O preço da salvação (ou quase)

Um conto erótico de Heitor
Categoria: Heterossexual
Contém 2762 palavras
Data: 03/05/2026 20:28:22

Meu nome é Heitor. Tenho 22 anos e cuido da minha avó, dona Célia, uma mulher de fé inabalável que passou a vida distribuindo sopa na igreja e caridade na porta de casa. Foi assim que conhecemos a Andressa. Ela apareceu um dia, magra, com os olhos fundos, mas com um sorriso que ainda tentava ser doce, pedindo um prato de comida. Tinha uns 28, 29 anos, mas a vida nas ruas e o vício a faziam parecer mais velha e mais nova ao mesmo tempo. Era impossível não notar o corpo dela: mesmo magra, tinha curvas que a roupa suja e larga não conseguia esconder. Peitos fartos, cintura fina, um quadril largo – uma gostosa que a droga ainda não tinha levado por completo.

A vó Célia, santa como sempre, não só deu comida como tentou "salvar aquela ovelha perdida". Levou-a para a igreja, arrumou roupas, dava conselhos. Andressa era doce com ela, respeitosa, e nunca – nunca mesmo – tentou roubar nada ou causar problema. Era uma usuária de crack e cocaína com um código de honra estranho. Ela tinha dois filhos, que viviam com a irmã, e falava deles com uma luz nos olhos que só aparecia nesses momentos. Eu, por minha vez, sempre mantive distância. Sentia pena, sim, mas também sentia um tesão sujo e inconfessável por aquela mulher degradada, mas ainda tão gostosa. Meu pau, que não é pequeno – 20cm bem medidos, grosso –, sempre ficava duro quando ela aparecia, curvada sobre o prato de comida, a blusa caindo e mostrando a parte de dentro dos seios.

Então Andressa sumiu por umas semanas. Soubemos depois que foi presa tentando furtar em uma farmácia. Quando voltou, estava pior. Mais magra, os olhos mais assustados, a noite parecia grudada nela. A vó Célia, com o coração partido, me pegou de lado.

"Heitor, filho, você é homem, jovem. Tenta conversar com ela, dar uns conselhos, ver se a gente consegue colocar ela em uma clínica. Eu pago, com a minha aposentadoria. Mas você tem que conquistar a confiança dela."

A ideia da vó era pura. A minha, nunca foi.

Encontrei Andressa no beco atrás do mercado, fumando o que provavelmente não era cigarro. O cheiro ácido do crack impregnava o ar.

"Andressa," chamei.

Ela se assustou, escondendo a pedra rapidamente. "Heitor… Oi. Tudo bem? A dona Célia tá bem?"

"Tá preocupada com você. Eu vim te oferecer ajuda."

Seus olhos, vermelhos e vidrados, brilharam com uma esperança miserável. "Ajuda? Que tipo de ajuda?"

"A gente tem uma cesta básica em casa. Roupa limpa. A vó quer pagar uma clínica."

Ela mordeu o lábio, quase chorando. "Eu… eu preciso mesmo. Eu tô muito mal, Heitor. Meus filhos…"

Foi então que dei o primeiro passo no meu inferno pessoal. Me aproximei, baixei a voz. "Eu te ajudo, Andressa. Mas ajuda tem que vir dos dois lados."

Ela olhou confusa. "Como assim?"

Olhei em volta, garantindo que estávamos sozinhos. "Eu tenho umas necessidades. Você é uma mulher muito gostosa. Eu te dou a cesta, te ajudo com a roupa, te levo pra tomar um banho quente em casa quando a vó não estiver… em troca de umas coisas."

As feições dela se fecharam. Ela entendeu perfeitamente. "Coisas? Que coisas?"

"Começa simples. Uma mamada. Só isso. Eu gozo na sua boca, você engole, e você sai daqui com comida pra semana toda."

O olhar dela se transformou de esperança para revolta. "Você tá maluco? Eu não sou puta, Heitor! Eu tenho filhos! Sou mãe! Vaza, seu nojento!"

Ela cuspiu no chão perto dos meus pés e saiu cambaleando, a dignidade ferida sendo a última coisa que a droga não tinha conseguido tirar dela.

Fiquei com o pau duro na calça, frustrado, mas uma parte de mim admirou a resistência dela. Não durou uma semana.

Uma noite de chuva, ela apareceu na porta dos fundos de casa. A vó já tinha ido dormir. Andressa estava encharcada, tremendo, os dentes batendo. O cheiro de rua, de suor e de fumaça barata vinha dela em ondas.

"Heitor… por favor," a voz dela era um fio. "Eu não aguento mais. Tô com fome, com frio. Os caras lá vão me matar se eu não pagar o que devo. Me ajuda. Por favor."

Abri a porta e a deixei entrar pela cozinha, na lavanderia, o chão é de cimento, um cimento frio. Fechei a porta.

- Eu ajudo, disse, cruzando os braços. Mas você sabe as condições.

Ela olhou para o chão, os ombros curvados sob o peso da derrota. As gotas de chuva escorriam pelo seu pescoço, até sumirem na entrada dos seios molhados. Ela respirou fundo, um soluço preso na garganta.

"É só… é só mamada?" ela perguntou, sem levantar os olhos.

"Por hoje, sim."

Ela concordou com a cabeça, um movimento quase imperceptível. Aquele "sim" foi a porta do inferno se abrindo.

- Então mostra o que você tem aí por baixo, eu ordenei, minha voz saindo mais grossa do que eu pretendia.

Com mãos trêmulas – do frio, da abstinência, do nojo de si mesma –, ela abriu os botões da blusa molhada. Não usava sutiã. Seus peitos caíram, pesados, cheios, com mamilos escuros e eretos pelo frio. Eram lindos, uma ofensa à condição dela. Ela desceu o zíper da calça jeans surrada e a empurrou para baixo dos quadris, junto com a calcinha suja. A buceta dela estava à mostra, com muitos pelos, uma penugem castanha desalinhada. Ela estava magra, mas a buceta era carnuda, inchada.

Vem, eu disse, desabotoando meus jeans. Meu pau já estava latejante, pulsando contra a cueca. Quando o liberei, ele saltou para fora, imponente, os 20cm de pura carne dura e veiada apontando diretamente para ela, ela é até grande, mas a principal virtude é a grossura, parece uma madeira com veias.

Andressa prendeu a respiração ao ver o tamanho. "Ele é muito grande", disse ela. Um misto de medo e uma curiosidade perversa passou por seus olhos vidrados.

Mas parecia satisfeita, pela minha peça, como se valesse o sacrifício.

"Na sua altura, puta," eu disse.

Ela se ajoelhou no cimento frio da lavanderia. O contraste era obsceno: eu, limpo, de casa; ela, a drogada noiada, ajoelhada na sua miséria, prestes a servi-lo. Ela se inclinou para frente e, com uma hesitação que me excitou ainda mais, abriu a boca.

O primeiro contato foi elétrico. A boca dela era quente, incrivelmente quente, e úmida. Ela colocou apenas a cabeça dentro, seus lábios se esticando em volta da minha glande inchada. Um gemido baixo escapou da minha garganta.

"Enfia tudo, sua vagabunda. Até o fundo."

Ela tentou. Empurrou a cabeça para frente, tentando engolir meu pau inteiro. Ela engasgou, tossiu, mas eu não dei mole. Coloquei minha mão em sua nuca e empurrei. Senti a cabeça do meu pau bater na parte de trás da garganta dela, e então forçar a passagem.

"Não engasga. Relaxa a garganta, sua noiada de merda."

Ela tentou, olhos cheios de lágrimas, enquanto eu começava a bombear minha pica para dentro e para fora daquela boca quente e apertada. Era um boquete ruim, desajeitado, de amadora, mas o contexto – a humilhação, o poder, o fato de ser a Andressa, a noiada que a vó tentava salvar – tornava tudo incrivelmente excitante.

Eu fodi a boca dela com força, segurando seus cabelos sujos e amarrados. Ela fazia sons de engasgo, saliva escorria pelo queixo, misturando-se às lágrimas. Eu olhava para baixo, vendo meu pau desaparecer e reaparecer entre aqueles lábios grossos.

"Tá vendo? Você é puta, sim. A melhor puta noiada da quebrada. Agora chupa direito, se quiser a porra da cesta."

Ela pegou o ritmo, suas mãos subindo para segurar minhas coxas. A boca dela começou a trabalhar melhor, a língua lambendo as veias do meu pau enquanto ela me chupava. A sensação era animal. Eu estava prestes a gozar.

"Vou gozar, sua vagabunda. Abre a boca, quero ver você engolir."

Eu puxei meu pau para fora da boca dela, que ficou aberta, ofegante, a língua para fora. Eu me masturbei rapidamente, com a cabeça do meu pau a centímetros dos lábios dela.

"Cumpre o trato. Engole o leite que você tá pedindo."

Com um grunhido final, jorrei. Acertou em cheio a língua dela, escorreu pelos lábios, pingou no queixo. A segunda e terceira jatada foram direto para dentro da boca. Andressa fechou os olhos e engoliou, com um tremor percorrendo seu corpo.

"Limpa," ordenei, empurrando meu pau ainda pulsante contra seus lábios.

Ela limpou com a boca, chupando até a última gota. Quando ela se afastou, estava marcada. Meu gozo estava no rosto dela, na boca, era minha marca.

Eu entreguei um saco com mantimentos, um cobertor velho e 150 reais a ela.

"Volta na quinta. A vó não vai estar, estará na igreja. O banho quente e mais comida… têm um preço maior."

Ela pegou as coisas, nem olhou nos meus olhos, e saiu pela porta dos fundos, esperou a chuva passar e saiu. Eu fiquei com o pau mole e uma satisfação negra no peito. Era só o começo.

Quinta-feira - Da mesma semana

Ela voltou. Mais limpinha, mas com aquele olhar vazio, necessitado. Eu a levei para o banheiro de visitas.

"Tira a roupa e entra," disse, enquanto ajustava a água quente.

Dessa vez, ela não hesitou tanto. A fome e o desespero falavam mais alto. Ela se despiu, e eu a observei entrar no box. Era a primeira vez que a via totalmente nua, sob a luz boa. A droga não tinha levado seu corpo ainda: seios perfeitos, cintura fina, quadril largo, uma buceta carnuda e um cu apertado. Ela era uma delícia.

Entrei no box com ela, já nu, meu pau semi-ereto.

"Vira de frente para a parede," ordenei.

Ela obedeceu. Passei sabonete nela, nas costas, nos seios, fingindo um cuidado que não existia. Minhas mãos apertaram seus peitos, meus dedos beliscaram seus mamilos até ela gemer. Desci com as mãos ensaboadas até sua buceta e comecei a esfregar.

"Tá gostando, é? A putinha gosta de ser lavada pelo macho que dá comida?"

Ela não respondeu, apenas arquou as costas, empurrando sua buceta contra minha mão.

"Quer ajuda mesmo? Então hoje é na buceta. Você me dá essa buceta, e eu te dou o dinheiro pra sua pedra e uma marmita quente."

Ela virou o rosto, olhando para mim sobre o ombro. Seus olhos estavam cheios de conflito, mas o vício venceu. "Pode… pode ser por trás?"

"Como eu quiser," eu disse.

Saí do box, sequei-me rapidamente. Ela saiu atrás, ainda pingando. Joguei uma toalha velha para ela.

"De quatro. Na cama do hóspede."

Deitei uma toalha sobre o colchão. Ela se ajoelhou na cama, na posição que eu queria, sua bunda magnífica para o ar, sua buceta preta/rosada e entreaberta completamente exposta. Me aproximei, meu pau agora completamente duro, pulsando. Cuspi na minha mão e esfreguei a cabeça do meu pau na entrada dela. Ela estava seca, mas o cuspe ajudou um pouco.

"Relaxa, puta. Vai doer só no começo."

Ela gritou – um grito abafado pelo travesseiro no qual ela enterrou o rosto. Eu entrei até a metade, sentindo a resistência dela. Ela era apertada, incrivelmente apertada, como se ninguém tivesse fodido ela há muito tempo.

"Heitor… por favor, vai devagar…" ela gemeu.

"Devagar nada, sua vagabunda. Você aguenta."

Empurrei o resto do caminho, enterrando minha pica até as bolas dentro da buceta quente e apertada dela. Ela gritou novamente, mas seus quadris começaram a se mover para trás, me encontrando. Comecei a foder ela, devagar, depois cada vez mais rápido. O som da nossa pele batendo, dos meus ovos batendo contra seu clitóris, encheu o quarto. Eu agarrei seus quadris com força, cavando meus dedos na carne dela, marcando-a.

"Essa buceta é minha agora, entendeu? Você vem aqui e abre ela pra mim quando eu quiser."

"Sim! É sua! Me fode!" ela gritou, perdendo completamente qualquer vergonha e raiva, no tesão ou a necessidade estava a dominando, rs.

Fodi ela com força por um tempo, até sentir o orgasmo se aproximando. Tirei minha pica, ordenei "Vira. Quero gozar nesses peitos."

Ela se virou, deitada de costas, os seios balançando. Seus olhos estavam vidrados, mas agora de prazer. Eu me masturbei rapidamente sobre ela e jorrei meu gozo quente sobre seus mamilos e no vale entre seus seios. Ela ficou lá, ofegante, coberta por mim.

Cumpri a promessa. Dei o dinheiro da droga, 300 reais, e a marmita. Ela saiu com o andar manco de quem tinha acabado de ser fodida sem piedade. Eu sabia que ela voltaria. E ja sabia o que ia pedir na próxima. Sempre paguei bem a ela, nunca quis prejudicar, mas queria algo em troca, não é justo ganhar sem fazer nada.

A Semana Seguinte - Ela apareceu na quarta, mas eu disse que não tinha como porque a vó estava em casa.

Na quinta-feira, ela voltou antes do que eu esperava. A mão trêmula, o suor frio. Ela precisava de mais. A dose tinha aumentado.

"Heitor… aquele dinheiro… não deu. Eles tão me pressionando. Preciso de mais. Eu faço qualquer coisa."

Eu estava sentado na cadeira da cozinha. Meu pau já endurecia só de vê-la naquela situação.

"Qualquer coisa?" perguntei, erguendo uma sobrancelha.

"Qualquer coisa," ela repetiu, o olhar suplicante, mas já sem luz.

"Então hoje é o cu. Você me dá esse cu de drogada, e eu te dou dinheiro pra semana toda. E umas roupas pros seus filhos."

O rosto dela se contraiu. Medo genuíno. O cu era um limite.

"Heitor… eu nunca…"

"Tem uma primeira vez pra tudo, puta. Ou você acha que sua buceta já valeu tudo? Não vale. O cu vale mais."

Ela engoliu seco, olhou para a porta, como se calculasse suas opções. Não havia opções. Ela concordou com a cabeça.

Dessa vez, foi no meu quarto. Eu tinha comprado lubrificante. Não por bondade, mas para não estragar a brincadeira cedo demais.

"Toma um banho e vem pro quarto, puta"

"De quatro, na cama. Igual da última vez."

Ela obedeceu, trêmula. Espalhei uma boa quantidade de lubrificante no seu cu apertado e na minha pica. A entrada era minúscula, marromzinho, se contraindo de medo.

"Relaxa, se não vai doer pra caralho," eu disse, não com gentileza, mas com pragmatismo.

Pressionei a cabeça do meu pau contra o anel apertado. E empurrei. Ela gritou, um grito agudo de dor pura. Parou no meio caminho. Eu não dei trégua. Segurei seus quadris com força e continuei a empurrar, sentindo o músculo se render centímetro por centímetro, até que minha pica inteira desapareceu dentro do cu dela. Ela estava chorando, soluçando no travesseiro.

"Para de chorar, sua puta. Agora aguenta."

Comecei a me mover. A sensação era inacreditável. Apertado, quente, proibitivo. Foder o cu da Andressa, a noiada que minha avó tentava salvar, era o ápice da minha depravação. E eu amava cada segundo.

O ritmo foi lento no início, mas logo aumentou. A dor dela pareceu se transformar em algo mais, um êxtase perverso. Ela começou a gemer de uma maneira diferente, a empurrar o cu para trás contra minhas investidas.

"É isso, sua vagabunda. Admita, você gosta de ter o cu arrombado por quem te dá o pão."

"Não, Heitor! É pra ajudar meus filhos, goza logo" ela gritava, completamente perdida.

Fodi o cu dela até eu não aguentar mais. Tirei e gozei nas suas costas, nos fios de cabelo soltos na sua nuca. Ela desabou na cama, chorando e ofegante.

Eu joguei as notas na cama, 700 reais, ao lado do corpo dela.

"Você é minha agora. Toda. Buceta e cu. Você vem quando eu chamar. E se você contar pra minha vó… bem, você sabe que ninguém vai acreditar numa noiada contra mim. E seus filhos vão saber que a mãe é uma puta que vende o cu por crack."

Ela pegou o dinheiro com dedos trêmulos, sem olhar para mim. Vestiu-se com dificuldade, a dor visível em cada movimento.

"Obrigada," ela sussurrou, o mais baixo e mais triste "obrigada" que já ouvi.

E saiu. Eu sabia que quanto mais dinheiro eu desse, mas ela voltaria. Eu me sentei na cama, ainda com o cheiro dela e do sexo no ar. A satisfação era negra, completa. A santa da minha avó tentava salvar a alma dela. Eu apenas possuía o corpo, cada vez mais fundo, e cada vez por um preço mais caro. A Andressa não era mais a mulher que pedia comida. Era minha propriedade. E eu, o neto da caridosoa dona Célia, era o seu dono, seu traficante particular de humilhação e prazer sujo. E isso, eu sabia, eram só os primeiros capítulos.

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Foto de perfil genéricaByHeitorContos: 2Seguidores: 5Seguindo: 0Mensagem Sou homem, com imaginação fértil e um tesão de 20,5cm. Espero agradar muito vocês com meus contos.

Comentários

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Nossa, muito bom. Gozei 2 vezes, na parte do boquete e do cuzinho. Continue... Parabéns!!

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Ainda que você é milionário, pra pagar 700 por um cu de cracuda .

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Irmão, ela não é apenas uma noiada é amiga da vó. Já paguei mais em PG.

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Conto completamente horrível. Pois, qualquer ser que aproveita-se da degradação alheia em benefício próprio é totalmente indigno de ser chamado humano.

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Ela é adulta. Deu e recebeu muito bem serviço e me procura até hoje querendo mais. Chora não!

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