Tem duas coisas nessa vida que eu sou viciado, cafés dos mais variados tipos e conversar sem ter hora para acabar com pessoas interessantes,.e aqui temos problema, a falta de pessoas interessantes e instigantes nos dias de hoje.
Achava que meus dias como Daddy estavam acabados eu teria que me conformar com o fato de que simplesmente não existia mais uma mulher educada, eloquente, gentil, antenada e principalmente, que buscava desenvolvimento pessoal, intelectual e profissional com a ajuda de um homem mais experiente e com mais recursos. Tenho 36 anos, aliás faço 37 hoje e já consegui um certo conforto graças ao meu trabalho. Conheci sim muita mulheres, mas até então, aquela pessoa que iria mexer comigo, nada. Me perguntava sempre "será que dê fato já me apaixonei? Será que já amei?" Não sei a leitora me entende, mas eu buscava algo além do comum e do padrão, até por isso virei Daddy e nos últimos 3 anos conheci muitas Babies, lindas, gostosas, mas.... Conteúdo limitado e pra mim de nada serve.
Eis que, no final de 2025, recebi em meu telegram não um oi, e sim um verdadeiro "textao" e no final o nome "Millie Calloway" lembrei na hora de uma série literária que li. Achei curioso e nem precisou de foto, respondi na hora. Ficamos conversando das 10 da manhã até 13h.
Descobrimos que nossas cidades eram vizinhas, Campinas - Limeira, além disso, o fato de nossa idade não ser tão distante ajudava, ela tinha 29. Era uma publicitária recém formada que sonhava em passar em concurso público, filha única, solteira, nunca casou, apaixonada por moda, música, cinema e principalmente falar da vida e ouvir. Detalhe, eu não tinha visto nenhuma foto, não.precisava pois a conversa havia me ganhado.
Uma semana depois, aconteceu o primeiro encontro, a essa altura, o tesão se misturava com o mistério e admiração mútua, a essa altura, só de pensar nela, meu pau ficava de lado na calça de moletom que eu sempre vestia em casa, a essa altura, ela já usava uma camiseta minha para dormir sem calcinha e tocava sua buceta sentindo meu cheiro enquanto gozava comigo.
Duas, três semanas, restaurantes, shopping, passeios, fim de semana na praia fodendo, se provocando. Como Sugar Daddy, já havia presenteado com vários mimos, pois já sabia seus gostos, livros, perfumes, roupas, cursos. O sexo era o melhor para ambos.
Eu adoro fazer oral, adoro tocar, masturbar, começar lentamente falando bobagens romântica e depois me tornar um tarado abusar fodendo forte para gozar marcando meu território e depois conversar pensando na próxima. Colocava ela de bruços, fazia uma massagem lenta, masturbando até foder intensamente com ela deitada.
Um mês, dois, já não éramos mais um Sugar Daddy e uma Sugar Baby, e aqui eu confesso que me perdi, me apaixonei,.cometi o único erro que um Daddy não pode cometer. Decidi me afastar, não poderia me dar a esse luxo, um Daddy apaixonado por sua baby, poderia se tornar uma relação que eu não queria naquele momento, não teve despedida, foi uma conversa madura e um ponto final em uma história de 3 meses de tesão, desejo e paixão.
Hoje, penso que talvez existam pessoas com as características que mencionei, por outro lado, a futilidade e curiosidade as vezes ganham da vontade de viver algo intenso enquanto dure. Tem quem prefira uma relação comum, uma relação tóxica, ciúmes, controle. Eu prefiro a liberdade e oportunidade de conhecer uma pessoa tão intensa quanto eu.
Se você sentiu algo lendo esse texto, me chama no telegram e vamos conversar de forma leve, sem rótulos.. só me chamar no @ abaixo no telegram
@Burrows80