A Tela Molhada – Um Ano de Sexo Virtual

Um conto erótico de CasalBisexPA
Categoria: Grupal
Contém 4456 palavras
Data: 03/05/2026 22:48:36

Chovia no aeroporto quando ela entrou no embarque. Eu segurei a mão dela até o último segundo, sentindo os dedos frios, o anel de compromisso que tinha comprado no mês anterior. O intercâmbio na França ia durar um ano. Um ano longe da sua cama, do seu cheiro, do seu gemido.

— Vou morrer sem você – eu disse.

— Não vai. A gente vai dar um jeito.

— Que jeito?

Ela me beijou rápido, molhou meus lábios com a língua.

— A gente vai aprender a transar pela tela.

Eu não sabia o que isso significava naquele momento. Aprendi.

Os primeiros dias foram só mensagens. "Bom dia, amor. Saudade." "Estou com saudade do seu pau." "Mostra." Eu comecei tímido, mandava fotos do rosto, do peito. Ela mandava fotos da comida, do pão com queijo, da Torre Eiffel. Nada sexual.

Até que numa noite, ela mandou um áudio.

— Estou na cama. Acabei de chegar da aula. Estou cansada... e com tesão.

A voz dela estava diferente. Mais grave. Mais íntima.

— Tira a roupa – eu respondi, em áudio também.

— Já estou sem calcinha.

Meu pau endureceu na hora.

— Mostra.

Ela demorou uns segundos. Depois a foto chegou – a buceta dela, molhada, os grandes lábios abertos, o grelinho saltado. O quarto escuro, apenas a luz do abajur. O dedo dela pressionando a entrada.

— Isso é para você – ela escreveu. – Sonha com isso.

Eu sonhei. E me masturbei. E gozei pensando no cheiro dela.

A primeira chamada de vídeo foi estranha. Ela estava com o cabelo preso, sem maquiagem, uma camiseta velha do curso de francês. Eu estava deitado na cama, de cueca.

— E aí? – eu disse, sem jeito.

— E aí, seu bobo. – ela riu. – Você está de pau duro?

— Você nem mostrou nada ainda...

— Não precisa mostrar. Eu sei que você está. Eu conheço o seu olhar.

Ela tirou a camiseta. Os seios dela – médios, os mamilos claros, duros – apareceram na tela.

— Isso é para você – ela disse.

— É pouco.

— Calma. A gente tem um ano inteiro.

Ela desceu a mão. Os dedos percorreram a barriga, o umbigo, a calcinha. A calcinha de renda preta – a mesma que eu gostava de ver nela ao vivo.

— Lembra dessa calcinha?

— Lembro. Você usou na primeira vez que a gente transou.

— Usei. Você rasgou ela.

— Você gostou que eu rasguei.

— Gostei. Por isso que eu comprei outra igual.

Ela baixou a calcinha devagar, de propósito. O tecido desceu pelas coxas, pelos joelhos, caiu no chão. A buceta dela apareceu na tela – lisa, rosada, molhada.

— Abre as pernas – eu pedi.

Ela abriu. Apoiou o celular no travesseiro, de lado, para eu ter a visão perfeita. A luz do abajur iluminava a entrada, os lábios, o grelinho.

— Tira a cueca – ela mandou.

Tirei. Meu pau pulou para fora – duro, a cabeça roxa, o pré-gozo escorrendo.

— Mostra – ela pediu.

Mostrei. Apontei a câmera para o meu pau.

— Bate uma para mim.

— Bate você primeiro.

Ela enfiou o dedo médio na buceta. Molhou bem. Depois passou o dedo no grelinho.

— Assim? – ela perguntou.

— Assim.

— Devagar?

— Devagar.

Ela massageava o grelinho em círculos lentos. Os dedos dela brilhavam. A buceta começou a escorrer – um líquido claro, grosso, descendo pela bunda, pelo lençol.

— Você está me vendo? – ela perguntou.

— Estou. E você está linda.

— Estou molhada para você.

— Estou duro para você.

Ela acelerou. Comecei a me masturbar também. Os movimentos sincronizados olhando para a tela, um para o outro.

— Vou gozar – ela disse.

— Ainda não. Espera.

— Não consigo.

Ela gozou. O corpo tremeu, a buceta contraiu, o líquido escorreu. Eu vi o espasmo, vi os olhos dela fecharem, vi a boca dela abrir.

— Agora você – ela pediu, ofegante.

Gozei. O esperma jorrou na minha barriga, no peito, no celular (eu tinha esquecido de tirar da mão). Limpei a lente com a camiseta.

— Te amo – ela disse.

— Te amo.

— Até amanhã?

— Até amanhã.

Foi a primeira de muitas.

Com o tempo, a timidez foi embora.

Ela passou a me mandar vídeos longos dela se masturbando – a buceta de perto, os dedos entrando e saindo, o vibrador que ela comprou numa sex shop em Paris. Eu mandava vídeos gozando, gemendo o nome dela.

Ela descobriu que gostava de ser filmada de quatro. Que gostava de ver o próprio cu na tela enquanto o dedo entrava.

— Você está ficando pervertida – eu disse.

— Você que me deixou assim.

Ela começou a me contar as fantasias que tinha durante o dia. "Hoje, na aula de história da arte, eu fiquei olhando para um quadro e pensei: 'queria estar pelada em cima dessa mesa, com você me comendo.'" Eu ficava duro ouvindo. Me masturbava imaginando a cena.

— E se eu colocasse um vibrador na calcinha e fosse para a aula?

— Você faria isso?

— Se você pedisse.

— Estou pedindo.

No dia seguinte, ela mandou um áudio no meio da manhã. A voz falhando, gemidos abafados.

— Está ligado – ela sussurrou. – Estou na biblioteca. O vibrador está ligado. Eu estou sentada na cadeira, tentando não gemer.

— Sente o que?

— Sinto a vibração. Sinto a minha buceta molhando a calcinha. Sinto o olhar do rapaz na mesa ao lado.

— Ele está te olhando?

— Ele está. Ele não sabe o que eu estou fazendo. Mas eu sei.

— Vai gozar?

— Vou. Agora.

Eu ouvi o gemido abafado dela no áudio, a respiração ofegante, o som do vibrador sendo desligado.

— Gozei – ela disse. – Pensei em você.

— Pensa em mim hoje à noite também.

— Vou pensar. Vou filmar.

E filmou. Naquela noite, recebi um vídeo de quinze minutos. Ela começou só com os dedos, depois vibrador, depois os dedos de novo, depois gozou. O gemido dela ecoava no quarto pequeno, nas paredes finas do apartamento alugado.

— Você é uma atriz pornô – eu disse.

— Sou a sua atriz pornô.

— Só minha.

— Só sua.

Depois de três meses, ela teve a ideia do vibrador controlado pelo celular. Ela comprou um. Instalou o aplicativo. Me mandou o acesso.

— Agora você controla a minha buceta daí. Do outro lado do mundo.

— Quando?

— Agora.

Ela estava no quarto. Ligou a câmera. Eu abri o aplicativo. Aumentei a vibração.

Na tela, vi o corpo dela se contrair. Os seios balançando. A boca aberta.

— Assim? – eu perguntei.

— Mais.

Aumentei.

— Mais.

Aumentei.

— ISSO!

Ela gozou. Mas eu não desliguei. Continuei vibrando. Ela gemeu mais alto.

— PARA! – ela gritou.

— Por quê?

— Está sensível. Não aguento.

Desliguei.

— Você é sádico – ela disse, ofegante.

— Você gosta.

— Gosto.

Passei a controlar o vibrador dela no meio do dia, sem aviso. No supermercado, no metrô, na fila do pão. Ela mandava áudios gemendo baixo, dizendo que eu era um safado, que estava molhando a calcinha, que as pessoas estavam olhando.

— Deixa olhar – eu respondia. – Elas não sabem o que você está sentindo.

— Elas não sabem que eu estou gozando para você.

— É segredo nosso.

Numa dessas, ela estava no museu do Louvre. Na frente da Mona Lisa.

— Estou na fila – ela sussurrou no áudio. – Estou com o vibrador ligado. A irmã da minha colega de quarto está do meu lado.

— Ela sabe?

— Não. Ela acha que é cólica.

Aumentei a vibração. Ela mandou outro áudio – um gemido longo, disfarçado de tosse.

— Vou gozar – ela disse, a voz falhando.

— Goza. Na frente da Mona Lisa.

Ela gozou. Mijou um pouco na calcinha.

— A Mona Lisa está sorrindo para mim – ela disse depois.

— Ela está sorrindo porque sabe o que você fez.

— Ela está sorrindo porque tem inveja.

Ela nunca tinha gostado de sexo anal. Dizia que doía, que não era pra ela. Eu respeitava.

Mas a distância muda as pessoas.

Numa sexta-feira à noite, ela me mandou uma mensagem diferente. "Hoje eu quero tentar uma coisa."

— O quê?

— Eu comprei um plug. Pequeno. De silicone.

— Você vai usar?

— Quero que você veja.

Entramos na chamada de vídeo. Ela estava deitada de bruços, o plug sobre o travesseiro. Pequeno, rosa, brilhando de lubrificante.

— Passa na câmera – eu pedi.

Ela pegou o plug. Mostrou. O lubrificante escorria.

— Agora enfia.

Ela levou o plug ao cu. A ponta tocou o ânus. Hesitou.

— Relaxa – eu disse.

— Estou tensa.

— Pensa em mim. Pensa no meu pau.

Ela empurrou. A cabeça entrou. Ela gemeu.

— Isso, amor. Mais um pouco.

Ela empurrou mais. O plug inteiro entrou. O cu dela se contraiu em volta da base.

— Está dentro? – perguntei.

— Está. Está tudo dentro.

— Sente o quê?

— Sinto uma pressão. Uma coisa diferente. Não é dor. É... plenitude.

— Mexe.

Ela moveu o plug devagar. O cu dela abria e fechava.

— Isso – ela gemia. – Eu estou mexendo o cu para você.

— Você está linda.

— Estou com vontade de chupar o seu pau.

— Chupa o vibrador.

Ela pegou o vibrador (o de controle remoto) e enfiou na boca. Chupei? Não, ela chupou. Colocou ele inteiro na boca, babou, engasgou. Em quanto, o plug ainda estava no cu dela.

— Você é uma puta – eu disse.

— Sua puta. Sua puta de cu.

— Vai gozar?

— Vou. Com o plug no cu e o vibrador na boca. Vou gozar para você.

Ela gozou. O plug quase escapou. Ela segurou com a mão.

— Isso foi o melhor orgasmo da minha vida – ela disse.

— Melhor do que comigo?

— Quase.

— Quase não é melhor.

— Quando você voltar, vai ser melhor. Eu vou te dar o meu cu. Você vai ser o primeiro homem a comer ele.

— Promete?

— Prometo.

Ela começou a se interessar por brinquedos maiores. Comprou um consolo de 20 centímetros.

— Para você usar em mim quando voltar – ela disse.

— Você vai usar nele antes?

— Vou. Quero estar preparada.

Numa noite, ela tirou a roupa, deitou de costas, e enfiou o consolo na buceta. Enfiou tudo. Gemia.

— Isso, amor – eu dizia, me masturbando. – Enfia tudo.

— Está muito grosso.

— Aguenta.

Ela aguentou. O consolo entrava e saía, entrava e saía. O som molhado chegava pelo áudio do celular.

— Agora eu quero você – ela disse.

— Como?

— Pega o seu vibrador. Eu quero ver você enfiando no seu cu.

Eu nunca tinha feito nada assim. Nunca tinha mostrado. Mas naquele momento, com a saudade, com o tesão, com a tela, eu fiz.

Peguei um vibrador pequeno. Passei lubrificante. Enfiei.

— Isso – ela disse, vendo na tela. – Você está sentindo o quê?

— Uma vergonha gostosa.

— Vergonha de quê?

— De estar mostrando o meu cu para você.

— É o meu cu. Não tenha vergonha.

— É seu?

— É meu. Eu sou sua dona. A dona do seu cu.

Ela falou com uma voz diferente – mais grave, mais firme. Eu senti meu pau pulsar.

— Agora me come – ela disse. – Com o consolo.

Eu comecei a meter o vibrador no meu cu no mesmo ritmo que ela metia o consolo na buceta dela. Olhando um para o outro na tela.

— Isso, amor – ela gemia. – A gente está transando mesmo longe.

— A gente está transando. E é gostoso.

Gozamos juntos. Eu gozei no peito, na barriga. Ela gozou no consolo.

— Eu te amo – ela disse.

— Eu te amo. Mesmo com o vibrador no cu.

— Se você não tivesse, eu não te amaria.

— Por quê?

— Porque eu quero um homem que não tenha vergonha de ser feliz.

— Eu não tenho vergonha. Só de você.

— Então está tudo certo.

Com o tempo, as coisas foram ficando mais ousadas. Ela sugeriu o menage.

— Como? – perguntei. – Estamos longe.

— A gente convida alguém para a chamada. Alguém que a gente confie.

— Tipo quem?

— A Valéria. Minha amiga brasileira. Ela é doida para te conhecer.

— Doida para me conhecer como?

— Ela já viu as suas fotos. Ela pediu para ver o seu pau. Eu mostrei.

— Você mostrou o meu pau para a sua amiga?

— Mostrei. Ela amou.

A Valéria entrou na chamada. Era bonita – cabelo preto, pele morena, seios grandes. Riu quando me viu.

— Então você é o namorado da minha amiga? – ela disse.

— Sou.

— Ela fala muito de você. Do seu pau. Do seu jeito.

— Ela fala de mim para você?

— Ela fala. E eu mostro a minha buceta para ela. A gente se masturba junto às vezes.

— Sem eu saber?

— Sem você saber. Mas agora você sabe.

Elas se beijaram na tela. Eu vi as línguas se encontrando, as mãos se apertando.

— Tira a roupa – eu mandei.

Elas tiraram. As duas nuas. A buceta da minha namorada – lisa, rosada. A buceta da Valéria – peluda, os pentelhos pretos.

— Agora se masturbem.

Elas se masturbaram. Uma olhando para a outra, uma gemendo para a outra.

— Isso – eu dizia, me masturbando. – Se toquem. Se chupem.

Elas não podiam se chupar pela tela, mas fingiam. A língua da Valéria passava nos lábios, os dedos da minha namorada entravam na própria buceta.

— Quero ver vocês duas gozando – eu disse.

Elas gozaram. A minha namorada primeiro. A Valéria depois.

— Na próxima, a gente faz de verdade – Valéria disse.

— De verdade como?

— Quando você voltar. A gente se encontra. Você, eu e ela. Os três na mesma cama.

— Eu topo – eu disse.

— Eu também – minha namorada disse.

— Então combinado.

O ano passou. Entre chamadas de vídeo, vibradores controlados, plugues e consolos, a saudade foi ficando menor. O tesão, maior.

No aeroporto, ela desembarcou. Cabelo mais claro, um bronze novo, os olhos brilhando. Correu para me abraçar.

— Você está cheirosa – eu disse.

— Você está suado.

— Suado de saudade.

No carro, ela já foi passando a mão na minha calça. O pau duro.

— Calma – eu disse. – Vamos chegar em casa.

— Não quero esperar.

Ela abaixou o zíper. Tirou o pau para fora. Enfiou na boca. Chupou ali mesmo, no estacionamento do aeroporto, com os carros passando. A língua dela quente, molhada, rodando na cabeça do meu pau. O som molhado, os gemidos abafados.

— Sdds do seu gosto – ela disse.

— Sdds da sua boca.

Ela continuou chupando, engoliu fundo até a base, engasgou, tirou, lambeu as bolas, voltou para a cabeça. Eu gozei em dois minutos. O esperma jorrou na boca dela. Ela engoliu, lambeu os lábios.

— Você ficou sensível – ela disse.

— Você ficou tarada.

— Você me deixou assim.

No carro, a caminho de casa, ela não parou de falar. Contou sobre a França, sobre a comida, sobre os museus, sobre as noites frias. Mas eu sentia que tinha algo mais. Uma coisa que ela não estava contando.

Chegamos em casa. Jantamos. Abrimos um vinho. Depois do segundo copo, ela ficou em silêncio.

— O que foi? – perguntei.

— Eu preciso te contar uma coisa.

Meu coração apertou.

— Fala.

— Durante o intercâmbio... eu fiquei com outras pessoas.

O silêncio pesou. Ela continuou:

— Dois. Um francês. E um alemão.

— Quando?

— O francês foi no segundo mês. A gente se conheceu num bar perto da Sorbonne. Ele era alto, magro, tinha um jeito meio tímido. Me convidou para tomar um vinho. Eu aceitei. A gente conversou até tarde. Depois ele me beijou. Eu pensei em você na hora. Mas não parei.

— E o alemão?

— O alemão foi no sexto mês. Eu já estava mais sozinha, mais carente. Ele era diferente – mais bruto, mais direto. A gente transou na primeira noite.

— Você transou com os dois ao mesmo tempo?

Ela respirou fundo.

— Sim. Uma vez. Eles eram amigos. O francês me apresentou o alemão. A gente foi para o apartamento do francês. Bebemos. A conversa foi ficando quente. Depois... os dois me comeram.

— Dupla penetração?

— Sim. O francês na minha buceta. O alemão no meu cu. Eu nunca tinha feito. Doeu no começo. Depois ficou bom. Muito bom.

Eu fiquei em silêncio. Meu pau estava duro. O ciúme e o tesão brigavam no meu corpo.

— Por que você está me contando isso agora?

— Porque eu quero que você saiba. E porque eu quero que a gente faça junto também.

— Fazer o quê?

— Um menage. Com a Valéria. Como a gente combinou.

— Você já fez menage com ela?

— Não ainda. Mas a gente se masturbou juntas. A gente se beijou. A gente se tocou. Eu quero ir até o fim. Com você.

Depois da conversa, não dava mais para ficar parado. Ela tirou a calça. A calcinha de algodão branca estava molhada – uma mancha escura no centro.

— Você está molhada de falar dos outros caras?

— Estou molhada de falar para você.

Ela tirou a calcinha. A buceta estava vermelha.

— Estou menstruada – ela disse. – É o último dia. O sangue está escuro. Você vai ter nojo?

— Não.

Ela se ajoelhou na minha frente. Levantou a camiseta. Mostrou as axilas – suadas do voo, do nervosismo, do tesão.

— Cheira.

Enfiei o rosto na axila dela. O cheiro forte – sal, avião, estresse, desejo. O cheiro do corpo dela depois de horas sem banho.

— Lambe.

Lambi. O gosto salgado, puro, dela. Ela gemeu.

— Você sentiu falta do meu cheiro?

— Senti. Todas as noites.

— E do meu gosto?

— Mais do que do cheiro.

Ela me empurrou na cama. Tirou minha cueca. Meu pau estava duro, a cabeça roxa, escorrendo pré-gozo. Ela enfiou na boca. Chupou com vontade, com raiva, com saudade.

— Eu quero você sentindo o cheiro da minha buceta – ela disse, tirando a boca do meu pau.

Ela sentou no meu rosto. A buceta menstruada desceu na minha boca. O cheiro de sangue – cobre, ferro, útero – subiu. O gosto forte, metálico, quente. Ela esfregou a buceta no meu nariz, na minha boca, no meu queixo.

— Isso, amor – ela gemia. – Lambe o sangue da sua puta.

— A puta que deu para dois caras.

— A puta que vai dar para você também.

Ela desceu. Esfregou a buceta no meu pau. O sangue escorreu pela cabeça, pela haste, pelas bolas.

— Agora me come – ela pediu.

Enfiei o pau na buceta menstruada dela. O sangue lubrificou a entrada. Escorregou fácil. Ela gritou – não de dor, de prazer.

— Porra, amor... sdds do seu pau...

— Sdds da sua buceta...

Comecei a meter. Forte, rápido. O som era molhado, vermelho. O sangue escorria pela minha base, pelas coxas dela, pelo lençol.

— Fala dos outros – eu pedi. – Fala do francês.

— Ele tinha pau médio. Fino. Ele me comeu de ladinho. Foi gostoso.

— E do alemão?

— Pau grosso. Grande. Não tanto quanto o seu. Mas grosso. Ele me comeu de quatro. Me chamou de puta.

— Ele gozou dentro de você?

— Gozou. No meu cu.

— Você deixou?

— Deixei. Pensei em você.

Eu acelerei. Ela gozou. O sangue escorreu mais forte. Eu gozei dentro da buceta menstruada dela.

— Agora me come – eu disse.

Ela olhou para mim.

— Você quer?

— Quero. Com o consolo.

Ela pegou o consolo de 20 centímetros na gaveta – o mesmo que ela usava nas chamadas de vídeo. Passou lubrificante. Me virou de bruços.

— Fica de quatro.

Fiquei. Ela enfiou a cabeça. Doeu – doeu gostoso.

— Isso, meu viadinho – ela disse, metendo devagar. – Agora você sabe o que eu senti com o alemão.

— Você gostou?

— Gostei. E você?

— Estou gostando.

Ela acelerou. O consolo entrava e saía do meu cu. Ela metia com força, com raiva, com tesão.

— Agora lambe o meu suor enquanto eu te como.

Ela se inclinou para frente. A axila suada encostou no meu rosto. Lambi. O gosto salgado, forte, dela.

— Você é minha puta – ela disse.

— Sou sua puta.

— Minha puta de cu.

— Sua puta de cu.

Ela gozou. Eu gozei – sem ninguém tocar no meu pau. A porra jorrou no lençol.

No dia seguinte, Valéria veio almoçar. Ela chegou com um vinho e um sorriso safado.

— Então vocês dois estão prontos? – ela perguntou.

— Prontos para quê? – eu perguntei.

— Para o menage. A gente já falou disso.

— Eu contei para ele – minha namorada disse.

— Contou tudo?

— Quase tudo.

— Falta contar o quê? – perguntei.

Minha namorada ficou vermelha.

— Falta contar que... eu e a Valéria... a gente já ficou.

— Quando?

— No intercâmbio. Ela foi me visitar. A gente transou.

— Transaram?

— Transamos. Ela me chupou. Eu chupei ela. Usei o vibrador nela. Ela usou em mim.

— E o francês e o alemão?

Valéria riu.

— O francês e o alemão comemos juntos. Os três. Com a sua namorada. Dupla penetração. Eu comi ela com o consolo enquanto o francês comia a buceta dela. Depois o alemão comeu o cu dela enquanto eu chupava o pau dele.

— Você chupou o pau do alemão?

— Chupei. E engoli.

Meu pau endureceu na calça.

— E você gostou?

— Amei. Tanto que quero repetir. Agora com você.

Elas se beijaram na minha frente. A língua grossa, molhada, exploradora. As mãos de Valéria apertavam os seios da minha namorada. As mãos da minha namorada desciam pela barriga de Valéria, entravam na calcinha.

— Tira a roupa – eu mandei.

Elas tiraram. As duas nuas. A buceta da minha namorada – lisa, rosada, ainda com um resto de sangue (ela ainda estava menstruada, o último dia). A buceta de Valéria – lisa também, mas com pentelhos loiros ralos, molhada de tesão.

— Senta no meu rosto – eu disse para minha namorada.

Ela sentou. A buceta menstruada desceu na minha boca. O gosto de sangue, de ferro, de útero. Lambi. Ela gemeu.

— Agora você, Valéria.

Valéria montou no meu pau. A buceta dela apertada, quente, molhada. Ela cavalgou devagar.

— Isso, Valéria – eu gemia. – Cavalga no pau do seu amigo.

— Seu pau é maior do que eu imaginava – ela disse.

— Você imaginava?

— Vi nas fotos. A sua namorada me mostrou.

— Ela mostrou tudo?

— Mostrou tudo. Incluindo você com o vibrador no cu.

Eu fiquei vermelho. Ela riu.

— Não tenha vergonha. Eu também uso. Todo mundo usa.

Ela acelerou. Enquanto eu comia a buceta menstruada da minha namorada e era cavalgado por Valéria, a minha namorada começou a beijar Valéria. As línguas se encontraram por cima de mim. As mãos dela apertavam os seios de Valéria.

— Agora troca – minha namorada disse.

Valéria tirou o pau da buceta. Ficou de quatro na cama. Minha namorada sentou no pau de Valéria? Não, Valéria não tem pau. Minha namorada enfiou o consolo de 20 centímetros no cu de Valéria.

— Isso – Valéria gemia. – Me come com esse consolo.

— Enquanto eu como você – eu disse.

Enfiei o pau na buceta de Valéria. Ela estava sendo fodida nos dois buracos – o consolo no cu, o meu pau na buceta.

Minha namorada, vendo a cena, se ajoelhou na minha frente. Enfiou o meu pau na boca – o mesmo pau que tinha acabado de sair da buceta de Valéria.

— Você está com gosto dela – minha namorada disse.

— Gosto da sua amiga.

— Eu gosto.

Ela chupou até eu gozar. Gozei na boca dela. Ela engoliu.

— Agora você – ela disse para Valéria.

Valéria gozou. O consolo escorreu do cu dela.

— Agora você – ela disse para minha namorada.

Minha namorada deitou de costas. Abriu as pernas. A buceta menstruada, os pentelhos brancos aparecendo entre o sangue.

— Valéria, lambe a minha buceta.

Valéria lambeu. O sangue. O grelinho. A entrada.

— Isso – minha namorada gemia. – Lambe o sangue da sua amiga.

— Lambe o sangue da puta que deu para dois caras.

— Lambe o sangue da puta que vai dar para você.

Valéria lambeu até ela gozar.

— Agora você – Valéria disse, apontando para mim.

— Eu?

— Você. Fica de quatro.

Fiquei. Ela enfiou o consolo no meu cu. O mesmo consolo de 20 centímetros.

— Você gosta de ser comido, amor? – minha namorada perguntou.

— Gosto.

— Gosta de ser a puta da sua namorada?

— Gosto.

— Gosta de ser a puta da minha amiga?

— Gosto.

Valéria metia fundo. O consolo entrava e saía. Minha namorada se ajoelhou na minha frente. Enfiou a buceta menstruada no meu rosto.

— Cheira – ela disse.

Cheirei. O sangue, o suor, o tesão.

— Lambe.

Lambi.

— Isso, amor – ela gemia. – Você é o meu cachorro. Meu cachorro de cheiro forte.

Ela gozou no meu rosto. Valéria gozou no meu cu. Eu gozei no lençol.

Os três caímos na cama. Suados. Fedidos. Felizes.

Depois do sexo, na cama, as duas fumaram um cigarro. Eu só respirava.

— Quem mais? – perguntei.

— Mais o quê? – minha namorada respondeu.

— Além do francês e do alemão.

Silêncio.

— Mais um. Um italiano. No quarto mês. A gente ficou só uma noite. Ele não foi tão bom. Pau torto.

— E mais?

— Mais ninguém. Juro.

— E você, Valéria?

— Eu já transei com todo mundo. Inclusive com o francês e o alemão. E com o italiano também. A gente fez um quatro.

— Um quatro?

— Eu, sua namorada, o francês e o alemão. Eu comi ela com o consolo enquanto o francês comia o cu dela e o alemão enfiava o pau na minha boca.

— Você é uma puta.

— Sou. E você está com uma puta. E está feliz.

— Estou feliz.

— Então não reclama.

Minha namorada me beijou. O gosto de cigarro, de sexo, de sangue.

— Eu te amo – ela disse.

— Eu te amo. Mesmo sabendo de tudo.

— Mesmo sabendo que eu dei para dois caras?

— Mesmo sabendo.

— E que eu fiz dupla penetração?

— Isso me deixou com mais tesão.

— Você é doente.

— Doente de amor.

— E de tesão.

— E de tesão.

No dia seguinte, acordamos os três na mesma cama. Minha namorada no meio. Valéria de um lado. Eu do outro.

— Eu não vou tomar banho – minha namorada disse.

— Nem eu – Valéria disse.

— Nem eu – eu disse.

— Quero sentir o cheiro dessa noite até amanhã.

— O cheiro da putaria.

— O cheiro da amizade.

— O cheiro do amor.

Valéria foi embora no início da tarde.

— Até a próxima – ela disse.

— Quando? – perguntei.

— Sábado que vem. Vou trazer uma amiga.

— Outra?

— Outra. Ela é trans.

— Pau grande?

— Pau grande. 22 centímetros. Grosso.

Minha namorada me olhou.

— Você vai aguentar?

— Vou.

— Vai chorar?

— Vou. De tesão.

Valéria beijou minha namorada na boca. Depois me beijou. A língua dela.

— Até sábado – ela disse.

— Até sábado.

A porta fechou. Ficamos só nós dois.

— E aí? – ela perguntou.

— E aí o quê?

— Você está com ciúmes?

— Estou. Mas estou com tesão também.

— Tesão de quê?

— Tesão de saber que você é uma puta.

— E você é um corno.

— Um corno de pau duro.

— Então me come.

— Agora?

— Agora.

Ela me puxou pela mão. Fomos para o chuveiro. A água quente caiu nos nossos corpos sujos.

— Lava o meu cu – ela pediu.

Lavei. Passei a mão, o sabonete, os dedos.

— Agora come.

Enfiei o pau no cu dela. A água escorria. Ela gemia.

— Isso, amor – ela dizia. – Me come. Me fode. Me faz de puta.

— Sua puta.

— Sua puta de cu. Sua puta que deu para dois caras.

— Para dois caras e uma mulher.

— Para o mundo inteiro. Só que você não sabe.

— Sei. E quero saber mais.

— Vou te contar tudo. Mas agora goza.

Gozei dentro do cu dela. Ela gozou no meu pau.

Ficamos debaixo da água até ficar morna.

— Eu te amo – ela disse.

— Eu te amo. E obrigado.

— Pelo quê?

— Por ter voltado. Por ter contado a verdade. Por não ter vergonha de ser quem você é.

— Eu não tenho vergonha. Só de você.

— Então está tudo certo.

— Está tudo certo.

Saímos do chuveiro. Não nos enxugamos. Deitamos na cama molhados.

— Amanhã tem mais? – ela perguntou.

— Amanhã tem mais.

— E depois de amanhã?

— Depois de amanhã também.

— E sábado, com a trans?

— Sábado vai ser inesquecível.

— Vai. Vai doer.

— Vai doer gostoso.

— Então me promete uma coisa?

— O quê?

— Não me deixa esquecer o cheiro dessa noite.

— Nunca vou deixar. Nunca.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive CasalBiSexPa a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários