Aquela rapidinha no trabalho

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 380 palavras
Data: 03/05/2026 23:19:41

Após o expediente na Spark Agency, em uma quinta-feira abafada de Curitiba, Vanessa e Marcelo ficaram para "revisar planilhas" na sala de reuniões vazia. O happy hour do fim de semana passado ainda queimava nas memórias — coca, orgia, gozos coletivos —, e o tesão acumulado da semana explodiu num olhar faminto trocado sobre a mesa de vidro.

Vanessa trancou a porta com um clique, saia lápis subindo nas coxas grossas e macias enquanto se aproximava de Marcelo, perfume de baunilha invadindo o ar condicionado. "Rápido, amor... meu marido me busca em 15 minutos", sussurrou ela, olhos verdes úmidos devorando a barriguinha macia e braços fortes dele. Marcelo, colônia amadeirada exalando, puxou-a pela nuca barbada: "Tudo sob controle... mas aguenta quietinha". Ele a encostou na mesa, mãos calejadas rasgando a blusa justa para expor peitos médios firmes e empinados, chupando mamilos duros voraz enquanto ela abria sua calça social.

Sem calcinha — como sempre no trabalho pós-orgia —, Vanessa abriu as coxas generosas, bumbum redondo empinado na borda da mesa. Marcelo libertou o pau grosso e veiado, cabeçona latejante, e a penetrou fundo de uma vez, estocadas brutas e ritmadas fazendo suas curvas balançarem: pele clara sardenta suando, cabelos platinados ondulados chicoteando. "Me fode sem dó, mas goza na boca... não quero sujeira pra ir pra casa", implorou ela rouca, unhas cravando nos bíceps dele, buceta apertada engolindo cada centímetro com squish molhado. Ele grunhia grave, barba roçando os seios: "Essas coxas gritam pra isso... aguenta essa pica, vadia".

Estocadas ferozes duraram minutos — mesa rangendo, peitos clapando, coxas grossas tremendo —, Vanessa mordendo o lábio para abafar gemidos, imaginando o marido esperando no carro.

Marcelo acelerou, bolas pesadas batendo na bunda empinada dela: "Vou encher tua boca gulosa". Ela escorregou da mesa, ajoelhando-se rápida — joelhos na carpete, olhos esmeralda fixos nele —, engolindo o pau veiado até a garganta com vácuo experto, língua rodopiando veias pulsantes, mãos maçando a base grossa. "Goza tudo, me enche de porra quente", suplicou entre engasgos, seios balançando livres. Ele explodiu em jatos grossos e salgados, enchendo a boca dela até transbordar pelos cantos dos lábios carnudos — Vanessa engoliu voraz, lambendo cada gota, sorriso safado enquanto limpava com o dedo: "Perfeito... sem sujeira". Eles se recompuseram em segundos, selando a rapidinha com um beijo porreiro, já planejando o próximo happy hour.

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