Assalto fascinante

Um conto erótico de Hero
Categoria: Gay
Contém 1888 palavras
Data: 04/05/2026 02:02:28

O ASSALTO FASCINANTE.

Me chamo Eduardo, 28 anos, 100% hétero, casado, mas naquele dia a patroa trabalhava e a mulher do Rafa viajou. A ideia era beber, botar o som pra tocar e cheirar umas linhas pra ficar doidão.

Peguei o Rafa e no caminho avistei o velho, Reginaldo, 51 anos, gaúcho puro sangue, sério, conservador, todo pilchado de bombacha, bota e lenço vermelho, saindo do clube após jogar bocha.

— Pai! Deixa eu te levar! — gritei do carro.

— Nem pensar! Vocês dois já tão cheirando a cachaça, vão me matar! Espero o ônibus! — recusou, desconfiado.

Insisti muito, o frio era de matar, e ele acabou cedendo. No caminho reclamava da direção, do som alto, mas nós só ríamos. Ninguém desconfiava, mas éramos os maiores safados da cidade. O velho inclusive já se aventurava com a Luciana, mulher do Rafa, e eu ficava escondido vendo tudo.

Chegamos na casa simples, afastada. Descemos e resolvi entrar primeiro:

— Espera aí, vou mijar rapidinho antes de ir embora.

— Eu também tô apertado! Vamos pai, abre a porta! — emendou o Rafa.

Mal pisamos na sala, quatro vultos armados saltaram do corredor:

— PARADO! MÃO NA CABEÇA!

Fomos jogados no chão e no sofá. Arma apontada no peito do velho:

— Fica quieto!

— Não temos dinheiro rapazes, é só eu aqui... — gaguejou o velho.

— Cala a boca! A gente procura!

A ordem veio seca e cruel:

— TIREM A ROUPA TODA! AGORA!

— ISSO É UMA VERGONHA! SOMOS HOMENS! — protestou Reginaldo, rosto em brasa.

— OU TIROU OU ENCHO DE BALA!

Sem escolha, nos despimos. Tremíamos de frio e vergonha. Eu nunca tinha visto ele pelado na vida, nem o Rafa. Ficamos nus, tentando nos cobrir com as mãos.

— OLHA SÓ ESSAS FERRAMENTAS! — gritaram os bandidos, rindo. — OLHA ESSE MONSTRO AQUI! CARALHO, VELHO, QUE PAU É ESSE?!

Era verdade. Mesmo mole, media impressionantes 19,5cm, muito grosso, roxo, cabeçudo. O meu tinha uns 16, o do Rafa uns 17. O clima estranho, o medo, e aos poucos a excitação ia subindo sem querer.

— VIRAM O CORPO!

Vasculharam tudo e voltaram bravos:

— PORRA! QUE CASA POBRE! NÃO TEM NADA DE VALOR!

— Eu avisei... sou aposentado... — murmurou.

— POIS A CONTA VAI SER PAGA DE OUTRO JEITO!

Avistaram o armário de bebidas. Whiskies caros e cachaça forte.

— ANIMEM A FESTA! BEBAM TUDO!

— NÃO! EU NÃO BEBO ISSO! É MUITO FORTE! — recusou o velho.

— BEBE LOGO OU LEVA PORRADA!

Com medo, ele virou o copo de whisky puro misturado com cachaça de uma vez só.

— AAAAAH! ARDE TUDO! QUE GOSTO HORRÍVEL! — tossia, fazendo careta.

Encheram pra mim e pro Rafa. Bebemos copo atrás copo. O velho, sem costume, ficou tonto rápido. Olhos vermelhos, cabeça pesada, ria sem motivo, e já não tapava mais o membro, que começava a inchar, endurecendo, roxear.

— OLHA O COROA! JÁ TA DURO KKKK!

Reviraram nossos casacos e gritaram:

— O QUE É ISSO? PEDRA BOA!

— ISSO VOCÊS VÃO USAR AGORA!

Fizeram linhas gigantes na mesa de vidro.

— NÃO! ISSO É DROGA! EU NÃO USO! — tentou fugir.

— CHEIRA LOGO! OU TEM TRÊS CACETES ESPERANDO VOCÊ CHUPAR! DECIDE!

— TÁ BOM... MAS ME ENSINA A USAR... NUNCA FIZ ISSO...

— É FÁCIL! RESPIRA FORTE E PUXA TUDO!

Cheiramos. A droga bateu com força total, misturada ao álcool. Corpo formigou, energia explodiu, nossos paus ficaram duros como pedra.

O velho mudou na hora. Olhar vidrado, brilhante, respiração ofegante. Passava as mãos pelo corpo forte, olhava pra nós com desejo puro. Aquele pau monstro inchou ainda mais, latejando, apontando pro teto, 19,5cm de pura testosterona. O ar ficou pesado, sufocante de tesão.

— NOSSA... QUE BESTA... — admiraram os bandidos.

— Já que não tem dinheiro... vão dar um show! UM COME O OUTRO!

Olhamo-nos, assustados mas com o pau doendo.

— VOCÊS DOIS PRIMEIRO! VÃO! SE COMAM!

Não teve como fugir. Agarrei o Rafa, virei de quatro no colchão, encaixei meu pau de 16cm naquele cuzinho apertado e meti com vontade.

— Aaaah... Edu... que delícia... — gemeu ele, se abrindo todo pra mim.

Fodi forte, socando fundo, mostrando pro velho como é que se faz.

Reginaldo ficou encostado na parede, assistindo tudo, hipnotizado. O pau dele latejava, pulsando. Seus olhos não saiam da minha bunda, do meu cuzinho, com uma cara de quem queria comer muito, mas o orgulho de macho Alpha, de pai, segurava. Ele nunca deixava ninguém tocar nele, muito menos filho. Ele era o dominante, o rei.

— CHEGA! AGORA É A VEZ DO CHEFE! VEI COROA, CHEGA AÍ!

Puxaram ele pra perto. Ele vinha cambaleando, chapado, possuído, com aquela arma gigante na frente.

— META ESSE PAUZÃO NELLES! ENCHE ELES DE PORRA!

Olhou pra mim, depois virou pro Rafa, voz grossa e rouca saindo da garganta:

— VOCÊ VEM AQUI... BRINQUEDO DE HOJE...

Agarrou pelos cabelos, puxou com força.

— VEM SEU VIADINHO... HOJE VOCÊ VAI SENTIR O QUE É PAU DE HOMEM DE VERDADE...

Deitou o Rafa, abriu as pernas com brutalidade, sem dó. A cabeça grossa e roxa encostou na entrada e... METEU DE UMA VEZ SÓ, FORTE, TUDO DE UMA VEZ!

— AAAH!!! NOSSA SENHORA!!! É MUITO GRANDE!!! VAI RASGAR TUDO!!! PAI!!! — gritou desesperado.

— CALA A BOCA E AGUENTA! — rugiu o velho, começando a socar com raiva e tesão. — TOMA TUDO NO CU SEU PUTINHO!

TAPA! TAPA! TAPA!

As estocadas eram violentas, fundas, fazendo o corpo do Rafa quicar. A pele batia com som seco. Reginaldo dava tapas fortes na bunda, deixando marcas vermelhas da mão grande.

— ISSO! TOMA NO CU! GOSTA DE SENTIR ENCHENDO TUDO, NÉ? — rosnava, suor escorrendo pelo peito peludo.

— Aaaah... sim senhor... muito grande... enche tudo... — chorava de prazer.

O velho puxava os cabelos, fazia ele olhar pra cima, e depois começou a bater o pau grosso e latejante na cara dele, no rosto, na boca aberta, molhando tudo.

— OLHA PRA MIM! OLHA QUEM É TEU DONO! — gritava, encaixando de novo e socando até o talo. — ESSE PAU É TEU AGORA! VAI VICIAR NESSA BURRADA!

Era animal, selvagem. O cuzinho foi abrindo, se acostumando com o tamanho monstro, e o Rafa já não queria mais parar.

— OLHA SÓ... QUE BUNDINHA GOSTOSA DESSES CARINHAS! — gritavam os bandidos. — PÔ MEU... QUE DELÍCIA... MAS OLHA O VELHO! QUE CACETE ENORME!

— VÃO TOMAR NO CU! — esbravejou Reginaldo.

— Hahaha é brabo mesmo! Ei você! Qual o nome? Rafael! Então Rafael, vai dar o gostinho pro velho! Chupa ele agora!

— BEM CAPAZ! NÃO SOMOS GAYS! — defendeu o pai.

— CALA A BOCA, VELHO! TÁ ME IRRITANDO!

— Ei pai... fica na boa... obedece... — sussurrei.

— TÁ! RAFAEL, CHUPA LOGO O COROA! VAI LOGO!

Rafa se ajoelhou e começou a chupar com vontade.

— EI FILHO DO COROA, VEM AQUI TAMBÉM! AGORA OS DOIS JUNTOS!

— NÃO FAZ ISSO FILHO... POR FAVOR... É ERRADO...

— ELES VÃO NOS MATAR PAI... EU TENHO QUE FAZER...

— TÁ ENTÃO... VAI... FAZ LOGO...

Enquanto o Rafa chupava as bolas, eu envolvi a cabeça gigante na boca. O pau que estava meio mole começou a inchar na hora, crescendo, endurecendo, enchendo minha boca.

— OLHA AÍ VELHO! QUEREMOS VER GOZAR NA BOCA DELES!

— HÁ NÃO! ISSO NÃO! NÃO GOZO NA BOCA DE FILHO!

— ENTÃO VAI CHUPAR O NOSSO! ESCOLHE!

— TÁ BOM... TUDO BEM...

— OLHA AQUI VELHO... ACHO QUE TU QUER MESMO É CHUPAR TODO MUNDO... MAIS UMA RECLAMAÇÃO E VOCÊ CHUPA A GENTE TODOS!

Nós dois chupávamos ele ao mesmo tempo, um de cada lado.

— VELHO! GOZA LOGO! ENCHE A BOCA DELES!

O corpo dele travou, as costas arquearam, um rugido forte saiu da garganta:

— VOU GOZAR, PORRA! VOU ENCHER VOCÊS DE LEITE!

PUFF! PUFF! PUFF!

Jorros enormes de porra quente dispararam. Encheu a boca do Rafa, encheu a minha boca, escorreu pelo queixo.

Mas o velho não parou. Ainda com o pau duro, começou a bater com a cabeça grossa e pesada no rosto dos dois, de um lado pro outro.

TACA! TACA! TACA!

— OLHA A MERDA QUE VOCÊS FIZERAM! SENTE O GOSTO DO PAU DO SEU PAI!

— AGORA VOCÊS DOIS... BEIJEM-SE! MOSTREM COMO É BOM GOSTAR DA PORRA DO VELHO! BEIJEM COM A BOCA CHEIA!

Nossas bocas se juntaram, num beijo molhado, babado, trocando a porra quente e salgada na boca, lambendo um ao outro.

— ISSO! AGORA... ENGOLAM TUDO! NÃO PODE SOBRAR NADA!

Engolimos tudo com vontade, sentindo o gosto forte descer.

A FODA SEM FIM

— AGORA OS DOIS DE QUATRO! — gritaram os bandidos, empurrando nós dois pra ficar lado a lado, bundas pra cima. — TU VAI FUDER OS DOIS JUNTOS, VELHO! VAI ENCHER ESSES DOIS CUS!

— NÃO PRECISA FAZER ISSO CARA! ISSO JÁ É MUITO! — protestou ele.

— VEM AQUI SEU VELHO ARROGANTE! OLHA SÓ PRA ESSAS CARAS... TU TÁ SE DIVERTINDO PACARAI! NÃO FINJA! AGORA VAI LÁ E FODA OS DOIS!

— TÁ BOM... TUDO BEM... VOU FAZER O QUE VOCÊS QUEREM... — rugiu ele, cedendo de vez.

— HAHAHAHA! ISSO AÍ! NÓS QUEREMOS VER MESMO, SAFADO!

Reginaldo se posicionou atrás de nós. Encaixou o pau monstruoso no cuzinho do Rafa e ao mesmo tempo encaixou no meu. ELE COMEÇOU A FUDER OS DOIS AO MESMO TEMPO!

E foi assim... por QUASE UMA HORA INTEIRA SEM PARAR!

Ele não deu descanso. Socava forte, fundo, alternava entre o meu cu e o do Rafa, dava tapas, puxava cabelos, gritava ordens. O som de pele batendo, gemidos, gritos de prazer enchia a sala. Ele usava nossos corpos como queria, mostrando porque era o Alpha máximo. Nós dois ficamos molhados, vermelhos, totalmente dominados, viciados naquele pau gigante.

Enquanto ele nos fodia pelos costas, os bandidos não ficaram de fora. Vieram pra cima de nós, agarraram nossas cabeças e meteram seus paus grossos nas nossas bocas.

FOI UMA LOUCURA TOTAL!

Nós dois ali, de quatro, tomando pau do meu pai no cu enquanto engolíamos o pau dos bandidos na boca! Uma mistura de gostos, de vozes, de prazer extremo.

— ISSO! MAMA BEM ENQUANTO O COROA TE FODE! — gritavam eles, enfiando fundo na garganta.

O Reginaldo socava mais forte ainda, sentindo a gente gemer com os paus cheios na boca.

— TOMA TUDO! SEUS PUTINHOS! AGUENTA A FODA E A CHUPADA! HOJE VOCÊS VÃO SAIR CHEIOS DE PORRA DE TODO LADO!

O FINAL PERFEITO

Quando finalmente pararam, estávamos todos exaustos, molhados de suor e porra, jogados no chão. Os bandidos riram, pegaram o pouco que tinham e foram embora, deixando nós três ali, nus, destroçados mas realizados.

O silêncio voltou, mas nada seria como antes. O segredo estava exposto, o tabu quebrado de vez. O velho Reginaldo, o machão conservador, tinha dado o melhor show da sua vida. Seu pau gigante, mesmo depois de tanto foder e gozar, ainda latejava, meio duro, cheio de si.

Ele olhou pra mim, olhou pro Rafa, limpou a cabeça melada na minha cara e falou baixo, com voz rouca e autoritária:

— Ninguém nunca pode saber disso... isso fica aqui, selado com a minha porra e com o meu respeito. Vocês são meus, agora e sempre.

A VIDA SEGUINTE...

Depois daquela noite, as coisas mudaram de uma forma estranha. Ele nunca mais tocou em mim daquela forma, nunca mais me comeu de novo. Mas eu sentia uma falta danada daquela sensação, daquela dor gostosa, de ser dominado por ele. Eu tinha muita, muita vontade de pedir mais, de ajoelhar de novo pra ele, mas o respeito e o medo eram maiores. Ele era o pai, o chefe, e se ele não quis mais, eu tinha que aceitar.

Mas a fome não passou. Eu e o Rafa descobrimos um jeito de matar a vontade sem quebrar as regras. Começamos a espiar ele.

Sempre

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Foto de perfil de  Gipsy sexy Gipsy sexyContos: 117Seguidores: 236Seguindo: 23Mensagem Casado, 45 anos, branco, hetero, tenho boa criatividade, tenho um filho gay, não tenho problema de escrever nem um tipo de conto..

Comentários

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Muito muito excitante erótico sedutor bem escrito enredo perfeito, desenvolvimento fascinante,nada grosseiro perfeito mesmo, parabéns novamente ótimo

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