Minha relação com meu pai havia mudado. O fato de que eu sabia da parte mais secreta da sua vida fez ele se soltar mais. E acho que aos poucos eu também. Como era bom descobrir o prazer, depois de anos convivendo com ele.
O sexo com meu pai tinha sido como uma aventura de descobertas desde o começo. Eu o chupava bastante, para nossa satisfação mútua. E eu adoro chupá-lo. Logo que se deu a primeira vez, acho que fiquei viciado. Adoro aquele pau grosso e grande pulsando e ejaculando no fundo da minha garganta. O aroma almiscarado do meu rosto pressionado contra a virilha dele, a maciez aveludada da cabeça lisa do seu pau na minha língua, a pulsação quando ele está prestes a gozar, ouvindo a sua respiração acelerada.
A liberdade entre nós tornou-se algo natural, como a nudez. Agora vivíamos praticamente nus o tempo todo em casa. E naquele dia, tomando banho junto com ele e o meu avô, a nossa liberdade atingiu sua plenitude.
Depois de nos secarmos, quando voltamos pro quarto, os três completamente nus, era como se não houvesse diferença entre nós, nem de idade, nem de laços de sangue. Éramos apenas três homens héteros abertos ao prazer uns com os outros.
Nenhum de nós era gay, mas todos sabíamos como a sociedade rotula tais relações. Um homem ter prazer em chupar um pau, para a maioria das pessoas, pode pôr em cheque sua masculinidade. Mas isso nem nos ocorria.
Na cama, meu pai não perdeu tempo e já estava mamando na rola enorme do meu avô. Suas costas peludas formavam um arco, num movimento sinuoso que fazia enquanto subia e descia, com a boca cheia da sua ereção.
Meio sem fôlego, ele tirou seu pau encharcado de saliva da garganta. Fios de saliva pendiam do seu queixo, enquanto ele lambia com a língua em volta da boca. Ele sorriu pra mim. Sua boca exibia um sorriso de pura excitação. E eu não resisti a me juntar a ele.
A cumplicidade deles, bem na minha frente, me deixava com inveja... e inegavelmente excitado. Embora não totalmente recobrado, meu pau endureceu e engrossou de imediato, vendo aquela cena.
Ignorei todas as minhas hesitações e me deitei do outro lado, chupando meu avô junto com meu pai. Na verdade, estava ansioso por uma boa mamada novamente.
Meu pai agarrou meu pau pra me puxar mais pra perto, me masturbando enquanto conduzia a minha boca pra engolir a rola do meu avô.
Por mais que eu justificasse totalmente meu prazer em chupar um pau, ainda havia lá no fundo algo do antigo cara que eu fui. Momentos como esses ainda pareciam como um sonho, e eu tinha que acordar pra realidade que agora vivia. Mas aos poucos estava aprendendo a aceitar isso como parte da minha vida sexual.
"Você o ensinou bem", disse o meu avô pro meu pai, enquanto movia os quadris, acariciando o meu cabelo.
Tão rápido quanto meu avô se entregava ao prazer de ser chupado, ele também queria o mesmo. Então ele agarrou o meu pau e o guiou à boca do meu pai, até que os dois começaram a me chupar. E quando eu me dei conta, os dois estavam dividindo a minha ereção, cada um de um lado.
Esse, aliás, era o maior prazer de estar na cama a três, como meu pai disse: poder dividi-lo uns com os outros... ao mesmo tempo.
E, ingenuamente, eu só fui entender o que ele quis dizer quando vi meu avô se deitar na cama, com seu pau apontando pra cima. Depois meu pai se ajeitou em cima dele, se deixando penetrar. E, pra minha surpresa, ele se virou, sorrindo e me chamando pra me juntar aos dois.
Eu nem sabia o que fazer, e ele foi me guiando e me dizendo como me posicionar atrás dele. E mesmo com seu cu completamente preenchido com o pau do meu avô, lá estava eu tentando meter nele. Depois de uma ou duas tentativas, consegui penetrá-lo, enfiando meu pau mais um pouco. Até que estava fodendo ele junto com meu avô.
Mal podia acreditar que estávamos os três ali numa dupla penetração, minha primeira dupla penetração. E era incrível como meu pai gemia, não sei se de prazer ou de dor, com dois paus dentro dele ao mesmo tempo. Mas parecia que ele já tinha feito aquilo antes, pelo jeito como subia e descia sobre o meu avô, ao mesmo tempo em que apreciava cada estocada minha.
Só fico imaginando com quem mais os dois transaram. Talvez algum amigo da faixa de idade deles, ou quem sabe o filho dele. Até podia imaginar dois coroas safados seduzindo um garoto pra uma sacanagenzinha a três, e uma dupla penetração. E eu fui descobrindo aos poucos que dos dois, meu avô era o mais safado.
Então, quando chegou a sua vez de se ajeitar sobre o meu pai, com seu cu se abrindo e engolindo o seu pau, eu ainda fiquei ali parado, vendo os dois. Até que meu avô se virou, me convidando a também meter nele.
Ainda meio inseguro, eu me ajeitei atrás dele e fui tentando enfiar nele devagar. Mas, pra minha surpresa, foi bem mais fácil penetrá-lo. De repente, o seu cu foi se abrindo, recebendo o meu pau e pressionando levemente em volta. Por baixo, meu pai também metia nele, e a cabeça do seu pau roçava na minha.
Era estranho a sensação de estar fodendo alguém tão mais velho que eu. Mas acho que meu avô tinha muito a me ensinar, e eu começava a pegar o jeito. Queria muito aprender com os dois, e descobrir tudo sobre o mundo secreto deles. Na verdade, mal podia esperar pra estar no meio dos dois, e experimentar a mesma coisa.
É claro que meu pai resistiu um pouco, achando que eu ainda não estava pronto. Mas eu insisti, e ele acabou cedendo.
Ele me guiou para que pudéssemos fazer, e assim eu fui me ajeitando sobre o meu avô. Eu me ajoelho na cama, com as pernas abertas e a bunda aos poucos sendo empalada pelo seu pauzão. Ao me virar eu vejo o pau duro do meu pai e me preparo para recebê-lo no cu — exatamente como eu havia imaginado como seria. Me sinto tão nu quanto vulnerável, e ao mesmo tempo tão depravado.
Sinto os seus dedos deslizando pelas minhas nádegas até o ponto de penetração. Isso me tira um gemido incontido, enquanto a cabeça do seu pau roça em mim, encaixando-se perfeitamente.
Ele então começa a me penetrar e eu sinto a pulsação lá no fundo do meu cu. Posso senti-lo vibrar e se contrair dentro de mim. E então estou ali, sendo fodido pelos dois ao mesmo tempo. Minha sensação é de estar sendo literalmente arrombado, e acho que nesse instante devo ter perdido minhas últimas pregas.
Não demora e o quarto se enche do som de gemidos e da luxúria incestuosa que nos domina. Cada estocada me deixa meio mole, fazendo com que me entregue aos dois sem resistir. No abraço que me envolve, meu avô me sorri, e minha boca encontra a sua, num beijo quente e demorado. Sua língua está na minha boca, ao mesmo tempo em que sinto a do meu pai deslizar pelo meu pescoço.
Por um instante prendo a respiração e me tensiono, cerrando os dentes ao sentir o calor da cabeça do seu pau percorrendo o sulco das minhas nádegas. E então a pressão firme e insistente na entrada do meu ânus vai se intensificando.
Depois de uma pequena resistência inicial e alguns movimentos desajeitados, assim que a glande roxa força a entrada, os primeiros centímetros deslizam surpreendentemente fácil — depois dele já ter me fodido aquela noite —, e então ele entra completamente!
Era uma noite quente e sensual, que me deixava mais excitado. Mas não era a umidade a responsável pelas gotas brilhantes de suor nas minhas costas nuas e arqueadas. Por mais que se entregue a alguma fantasia no meio da noite, nada o prepara para a sensação de dois paus deslizando para dentro de você.
Me deixa sem fôlego; é uma sensação estranhamente peculiar. Sinto o calor dele preso dentro de mim. A pressão, depois da dor inicial. Mas, uma vez que ele enfia o pau em mim, não há a menor chance de eu deixá-lo parar. Eu quero tudo.
Me contorço e gemo um pouco enquanto eles começam a me foder. Devo ter uma careta contorcida de prazer no meio dos dois. É como se meus músculos anais reagissem instintivamente, apertando e contraindo o pau deles dentro de mim, resistindo a cada estocada profunda. O jeito como meu pai mete faz meus testículos balançarem, e o som de carne contra carne é divino.
Meu pau duro começa a pingar um pouco de liquido pré-ejaculatório, enquanto ele se move dentro de mim. Solto todos os gemidos e grunhidos que já ouvi em vídeos pornôs, e não são só para efeito. Eu gosto de ver meu pau e meus testículos balançando, depois se mexendo e dando pulos enquanto experimento minha primeira dupla penetração.
E aos poucos eu passo a seguir o ritmo deles, enquanto me fodem com estocadas longas, um pouco mais fundo a cada vez. Então, meu pai se detém, ainda mantendo seu pau dentro de mim, e depois volta a meter com força. Seus testículos pressionam contra mim, então sei que recebi tudo. Ele está todo dentro de mim.
Estou delirando de prazer. Estou gemendo e ofegando, mordendo o lábio e incentivando as suas investidas. Até que aos poucos vou relaxando, de olhos fechados e me deliciando em ser fodido por dois paus ao mesmo tempo.
Não quero gozar ainda, tentando prolongar o prazer, diminuindo o ritmo. Meu avô segura minhas coxas e mete até onde pode. Meu pai, por sua vez, mantém seu pau bem fundo, antes de me foder novamente, penetrando com mais força.
Não sei de qual dos dois, mas de repente sinto o jato quente de esperma jorrando dentro de mim. Mesmo assim eles continuam a me foder sem parar. Na verdade, sinto que a penetração tornou-se mais fácil, fazendo os dois paus deslizarem feito música.
Alguns instantes mais e de repente é a vez do meu avô gozar. Seus olhos estão fechados em um esforço, e ele não pára de ejacular em mim. Seu pau está pressionando para dentro. Eu me preparo, me seguro, relaxo meus músculos o máximo que posso, e sinto a sua glande deslizando para dentro de mim.
A pressão do meu pai facilita a saída do meu avô. Agora tenho o comprimento duro e familiar dentro do meu cu e ele me preenche, me fazendo gemer de prazer saciado. Sou o centro de um sanduíche humano, espremido contra a carne quente e úmida que me preenche. Sinto meu pau duro e meus testículos pressionados com excitação contra a barriga ondulante do meu avô.
A foda continua por um tempo, o estalo de carne contra carne, estocadas curtas e rápidas alternando com estocadas longas e profundas que fazem meus dedos dos pés se contraírem. Até que finalmente meu pai solta um gemido e mergulha fundo em mim, gozando e enchendo o meu cu de esperma.
Então ambos começamos a gemer e gozamos quase que ao mesmo tempo. É maravilhoso sentir o seu esperma quente dentro de mim, enquanto ele acaricia o meu corpo.
Só agora eu percebo a quantidade de porra que eu gozei sobre o meu avô. Sua barriga está toda coberta de esperma. E ele não resiste a passar o dedo e levar à boca para provar do meu gozo.
Depois de termos gozado e ele ter saído de dentro de mim, eu disse aos dois:
"Isso foi incrível!", eu suspirava ofegante.
E meu avô me sorri.
"Você é que foi incrível".
Senti um alívio enorme e uma liberdade imensa. Tudo o que eu queria era que eles me fodessem de novo... o que, no devido tempo, aconteceria. Ficamos deitados juntos, suados e sem fôlego, mas eu me virei de um jeito que, sem hesitar, consegui chupar o pau do meu avô, que estava amolecendo, e senti o gosto do esperma.
Depois, nós três ficamos deitados juntos, totalmente entrelaçados, por um longo e refrescante momento. Meu avô me beija na testa enquanto me acaricia. Quando finalmente nos separamos, nunca vi tanto esperma, fios escorrendo por nossas barrigas e em teias desordenadas conectando nossos genitais.
É uma sensação maravilhosa. Respiro fundo, com dificuldade. Estou pronto para mais sexo, mas eles apenas se deitam na cama, ainda se recuperando. Eu me agacho entre eles e começo a me masturbar, usando o esperma como lubrificante.
Eu me masturbo com prazer enquanto espero que eles se recuperem, pra uma nova rodada.
Fiquei pensando no que tínhamos acabado de fazer. Se eu tinha mudado? Bem... acho que mudei para sempre. Depois de ser fodido, você nunca mais é o mesmo... imagina então por dois ao mesmo tempo?
E depois, uma vez que fizemos isso, uma vez que ultrapassamos essa barreira, eu mal podia esperar para fazer de novo, e de novo... e quanto mais eles me fodessem, mais eu iria querer.
Continua...