COMO O VALENTÃO QUE FEZ BULLYING COM MEU FILHO ME TRANSFORMOU EM PUTA pt 7 primeiro anal e conhecendo o chefe

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Grupal
Contém 3145 palavras
Data: 04/05/2026 17:16:51

Acordei cedo na manhã seguinte, o corpo ainda marcado e dolorido da maratona do dia anterior. Fui à academia, fiz meu treino pesado, especialmente os exercícios de glúteo, sentindo o plug pressionar meu cuzinho a cada agachamento. Voltei para casa, tomei um banho demorado e almocei algo leve.

À tarde, enquanto descansava no sofá, meu celular tocou. Era Rafaela.

— Amanda, escuta. Eu tenho um plano pra pegar o Richard e o chefe dele. Mas preciso de tempo pra preparar tudo. Enquanto isso, continua fazendo tudo o que o Richard mandar. Não levanta suspeita.

Suspirei fundo e respondi:

— Tá bom… eu vou continuar. Mas Rafaela, você tem que ser mais rápida. Eu não aguento mais isso por muito tempo.

Desliguei o telefone ansiosa. Poucos minutos depois, chegou uma mensagem de Richard:

“Daqui a pouco tô aí na sua casa. Hoje finalmente vou comer esse cuzinho gostoso, rainha. Se prepara pra mim.”

Meu coração acelerou. Subi pro quarto, tirei a roupa e me deitei na cama. Abri as pernas e comecei a me masturbar devagar, passando os dedos na buceta molhada enquanto mexia o plug no cu com a outra mão. Gozei gemendo baixinho, imaginando o pau enorme dele me arrombando.

Estava me recuperando quando Bruno me ligou por videochamada.

— Mãe! Saudade de você… Tá tudo bem aí? Posso voltar pra casa esse fim de semana?

— Oi meu amor… também tô com saudade. Mas agora não é um bom momento não, filho. A mamãe tá resolvendo umas coisas aqui em casa. Daqui uns dias a gente conversa melhor, tá?

Nessa hora a campainha tocou forte. Senti minha buceta latejar e meu cuzinho piscar involuntariamente em volta do plug.

— Amor, a mãe vai atender a campainha… deve ser uma entrega. Depois te ligo.

Desliguei rapidamente, o coração disparado.

Abri a porta e lá estava Richard, sem camisa, short preto, o corpo tatuado e o volume já marcando na frente. Ele entrou, fechou a porta e me prensou contra a parede, apertando minha bunda com as duas mãos.

— Hoje eu vou te fazer gozar dando o cu, rainha — rosnou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Prepara esse rabo pra mim.

Richard me virou de costas e levantou meu vestido fino, expondo minha bunda grande e arrebitada. Puxou o plug anal devagar, fazendo meu cuzinho piscar aberto por alguns segundos. Ele cuspiu direto no meu buraco e enfiou dois dedos grossos de uma vez.

— Aaaaiii… devagar! — gemi, sentindo os dedos me abrindo.

Ele não obedeceu. Começou a girar e enfiar os dedos fundo, abrindo meu cu em tesoura, preparando o caminho para sua rola grossa. Logo colocou um terceiro dedo, metendo com força, fazendo um barulho molhado enquanto eu me apoiava na parede, gemendo alto.

— Isso… relaxa esse cuzinho virgem. Hoje ele vai engolir minha cobra inteira — rosnou Richard no meu ouvido.

Depois de alguns minutos me dedando com força, ele me carregou até o sofá, me colocou de quatro e cuspiu bastante no meu cu já aberto. Segurou o pau de 25cm pela base e encostou a cabeça grossa no meu orifício.

— Relaxa… — ordenou.

Empurrou devagar. A cabeça entrou com dificuldade e eu senti uma dor forte, ardida.

— Aaaahhh! Dói… tá muito grande! — reclamei, apertando o sofá.

Richard segurou meus quadris com força e continuou empurrando. Centímetro por centímetro, seu pau grosso ia abrindo meu cuzinho virgem. A dor era intensa, queimando, fazendo meus olhos lacrimejarem.

— Porra… como é apertado! — grunhiu ele, metendo mais fundo.

Metade do pau já estava dentro quando eu comecei a tremer. A dor misturava com um prazer estranho e proibido. Richard começou a estocar devagar, tirando quase tudo e enfiando novamente, cada vez mais fundo.

— Ahhh… ahhh… tá doendo… mas… continua… — gemi, confusa.

Ele acelerou aos poucos. A dor foi diminuindo e dando lugar a um prazer avassalador. Meu cuzinho se acostumava com o tamanho dele e eu comecei a empinar a bunda pra trás, pedindo mais.

— Isso… vai… me fode no cu… mais forte! — implorei, gemendo feito uma puta.

Richard perdeu o controle. Segurou meus cabelos e começou a meter com força, estocadas profundas e brutais. O barulho da sua pelve batendo na minha bunda grande enchia a sala. Meu cu estava completamente arrombado pelo pau dele.

— Tá gostando, né vadia? Olha como seu cu tá engolindo minha rola! — ele ria, metendo sem piedade.

Eu gozei absurdamente forte, só com o pau no cu. Meu corpo inteiro convulsionou, buceta pingando no sofá, gritando de prazer:

— Aaaahhhhhh! Tô gozando no cuuu! Não para… me fode mais!

Richard meteu mais algumas vezes e gozou fundo dentro do meu intestino, enchendo meu cuzinho de porra quente e grossa.

Ele puxou o pau devagar, admirando meu cu arrombado piscando e escorrendo esperma.

— Agora sim você é minha puta completa, rainha.

Richard puxou o pau do meu cu arrombado com um plop molhado, deixando porra escorrer pelo meu cuzinho aberto. Sem me dar tempo de recuperar, ele me virou de costas no sofá, abriu minhas pernas e enfiou o pau grosso direto na minha buceta encharcada.

— Aaaahhh porra! — gemi alto, sentindo ele me encher completamente.

Ele começou a me foder com estocadas fortes e profundas, segurando minhas coxas grossas e batendo fundo. Minha buceta fazia barulhos obscenos enquanto ele metia sem parar.

— Essa buceta tá ainda mais molhada depois de levar no cu… que vadia safada — rosnou ele, acelerando o ritmo.

Depois de alguns minutos me comendo com força, Richard sentou no sofá e me puxou:

— Vem. Quica no meu pau.

Montei nele em cowgirl, segurei o pau latejando e desci tudo de uma vez, gemendo enquanto ele me invadia. Comecei a quicar com vontade, subindo e descendo minha bunda grande, rebolando no pau dele. Meus seios pulavam no rosto dele enquanto eu cavalgava cada vez mais rápido.

— Isso! Quica gostoso, rainha! — ele ordenou, dando tapas fortes na minha bunda que estalavam alto.

Eu quicava desesperada, rebolando o quadril, sentindo o pau dele bater bem no fundo da minha buceta. Gozei forte montada nele, tremendo inteira e apertando o pau com minha buceta.

Richard me tirou de cima, me colocou de quatro novamente e cuspiu no meu cu ainda aberto. Enfiou o pau de volta no meu cuzinho sem aviso, metendo fundo de uma vez.

— Aaaaiii! — gritei, sentindo a mistura de dor e prazer novamente.

Ele segurou meus cabelos como rédea e começou a me foder o cu com força, dando tapas pesados na minha bunda que deixavam marcas vermelhas.

— Toma no cu, puta! Empina essa bunda pra mim! — rosnava, estocando cada vez mais forte.

Eu estava completamente entregue. Empinava o rabo pra ele, rebolando enquanto levava no cu.

— Me fode… me fode o cu… mais forte, Richard! — implorava entre gemidos.

Ele metia com brutalidade, o som da sua pelve batendo na minha bunda grande ecoando pela sala. Deu vários tapas seguidos, apertando minha cintura com força. Eu gozei novamente, dessa vez só com o pau no cu, gritando de prazer enquanto minha buceta pingava no sofá.

Richard acelerou ainda mais, deu um tapa final bem forte e gozou fundo dentro do meu intestino, enchendo meu cu de mais porra quente.

Ele puxou o pau devagar, admirando meu cuzinho destruído piscando e escorrendo esperma branco.

— Agora você é oficialmente minha puta ,rainha

Richard ficou alguns minutos admirando o estrago que havia feito. Meu cu piscava lentamente, vermelho e escorrendo porra grossa dele. Ele deu um último tapa forte na minha bunda e se levantou, puxando o short para cima.

— Hoje às 21 horas eu venho te buscar de carro. Vamos encontrar uns clientes especiais.

Ainda ofegante, de quatro no sofá, perguntei:

— Quem são esses clientes especiais?

Richard soltou uma risada baixa e debochada. Segurou meu queixo com a mão e me olhou nos olhos:

— Você é só a puta aqui. Não merece saber de porra nenhuma. Mas vou te falar… é o meu chefe. O cara que seu filhinho e aquela vadia da Rafaela roubaram. Ele ficou puto pra caralho quando descobriu. E agora ele faz questão de te foder pessoalmente. Quer usar a mãe do moleque que tentou passar ele pra trás.

Senti um frio na espinha. Meu corpo ainda tremia dos orgasmos, mas a realidade bateu forte.

Richard sorriu ao ver minha expressão, passou o polegar na minha boca e completou:

— Então se arruma bem puta hoje. O homem quer te ver destruída. E eu quero ver você implorando pra ele enquanto eu assisto.

Ele me deu um beijo bruto, mordeu meu lábio inferior e saiu da minha casa como se nada tivesse acontecido.

Fiquei sozinha, nua no sofá, com porra escorrendo do cu e da buceta, o coração acelerado de medo, vergonha… e uma excitação doentia que eu já não conseguia mais controlar.

Depois que Richard saiu, tomei um banho longo, tentando organizar os pensamentos. Meu cu ainda latejava, aberto e sensível. Passei pomada, me arrumei com capricho: vestido preto curto, tomara-que-caia, bem justo, que mal cobria minha bunda grande e marcava meus seios com piercings. Coloquei o plug anal de volta, caprichei na maquiagem e no perfume. Às 20h50, já estava pronta, ansiosa e molhada.

Richard chegou pontualmente. Buzinou uma vez. Entrei no carro e ele já passou a mão na minha coxa, apertando forte.

— Tá gostosa pra caralho. O chefe vai aprovar.

Seguimos em direção a uma casa grande com piscina nos fundos, em um bairro nobre. Quando chegamos, Júnior e Big já estavam esperando do lado de fora. Os mesmos dois do pagode. Eles sorriram ao me ver.

— Entra no banco de trás com a puta — ordenou Júnior para Richard. — Eu dirijo agora.

Richard reclamou, mas obedeceu. Júnior assumiu o volante e Big sentou no banco do passageiro. Durante o caminho, Big virava para trás e enfiava a mão por baixo do meu vestido, mexendo no plug e dedando minha buceta.

— O local que eu fui informado era aquele — disse Richard, irritado.

Júnior riu:

— Reclama com o chefe então.

Mudamos de rota e seguimos por quase uma hora até um sítio distante, isolado, cercado de mata. Entramos na propriedade e Richard me levou pela mão até a casa principal.

Lá dentro o cheiro era forte: maconha, cigarro e pó. Havia pacotes de droga espalhados sobre a mesa, garrafas de whisky e um clima pesado. Dois jovens negros, fortes e tatuados, fumavam um baseado no sofá.

Então ele apareceu.

Tinga. Negro, alto (quase 1,95m), corpo forte e definido, 32 anos, cara séria e imponente. Ao lado dele, para minha surpresa, estava Rafaela, vestida de forma bem safada.

Tinga se aproximou devagar, me olhando de cima a baixo com frieza. Parou bem na minha frente e disse com voz grave:

— Então você é a mãe do moleque que me roubou…

Richard viu Rafaela e franziu a testa:

— Que porra essa safada tá fazendo aqui? Foi ela que roubou você! O filho da Amanda só ajudou!

Tinga olhou para Richard com autoridade e falou seco:

— Rafaela ficou com os 75 mil. Mas agora ela é protegida minha… e minha esposa. Cala a boca, Richard. Aqui quem manda sou eu.

Era a primeira vez que eu via Richard sem controle da situação. Ele ficou quieto, visivelmente contrariado.

Tinga voltou o olhar para mim, passando a mão no meu queixo e descendo até apertar um dos meus seios por cima do vestido. Um sorriso perigoso surgiu em seu rosto:

— Hoje nós vamos te foder, puta.

Tinga não esperou. Segurou meu pescoço com firmeza e me empurrou contra a mesa cheia de pacotes de droga. Levantou meu vestido até a cintura, puxou o plug do meu cu com um movimento brusco e cuspiu na mão. Enfiou dois dedos grossos no meu cuzinho ainda sensível do sexo com Richard e, em seguida, encostou a cabeça do seu pau grosso de 22cm na entrada da minha buceta.

— Vamos ver se essa puta vale o prejuízo — rosnou.

Empurrou tudo de uma vez. Soltei um grito agudo quando senti ele me abrir inteira. Tinga era grosso, veiado e muito duro. Começou a meter com força, segurando minha cintura, fazendo meus seios pularem para fora do tomara-que-caia.

— Aaaahhh porra… tá muito grande! — gemi, apoiando as mãos na mesa.

Ele metia fundo, batendo forte, enquanto os outros assistiam. Depois de alguns minutos, Júnior e Big se aproximaram. Júnior enfiou o pau na minha boca, fodendo minha garganta, enquanto Big apertava meus seios e beliscava os piercings. Os dois jovens negros também entraram na roda.

Richard observava com o pau na mão, mas logo se juntou. Me colocaram de quatro no chão. Tinga voltou a foder minha buceta com força bruta, Júnior metia no meu cu já arrombado, Big enfiava o pau na minha boca e os outros dois jovens me masturbavam e davam tapas nas minhas coxas e bunda.

Eu estava completamente preenchida. Gemendo como uma vadia desesperada:

— Aaaahhh… me fode… me fode todinha… mais forte!

Trocaram várias vezes. Em um momento eu estava cavalgando Tinga, quicando minha bunda grande no pau dele enquanto chupava Richard. Em outro, estava de lado sendo duplamente penetrada por Júnior e Big, enquanto um dos jovens gozava na minha cara.

Tinga então puxou Rafaela. Colocou-a de quatro ao meu lado e começou a foder a loira com estocadas brutais. Rafaela gemia alto, olhando pra mim enquanto levava rola.

Enquanto isso, os outros quatro se concentraram em mim. Richard meteu no meu cu, Júnior na buceta, Big na boca e os dois jovens se revezavam entre meus seios e mãos. Eu estava sendo usada como um objeto, suada, babando, com porra escorrendo pelos buracos e pelo corpo.

— Isso… fode essa puta corna! — gritava Tinga, estocando Rafaela enquanto me olhava.

Gozei várias vezes seguidas, o corpo convulsionando, a mente completamente dominada pelo prazer. Eles gozaram um atrás do outro: no meu rosto, dentro da buceta, dentro do cu, nos seios e na boca. Eu engolia, recebia e ainda pedia mais, gemendo feito uma puta completamente quebrada.

Tinga gozou por último, enchendo o cu de Rafaela e puxando meu cabelo para trás:

— Bem-vinda ao time, Amanda. Isso aqui é só o começo.

Após a intensa foda , Tinga, Richard e os outros homens se levantaram, arrumaram as roupas e foram para os fundos do sítio discutir negócios. Rafaela e eu fomos deixadas no sofá da sala, suadas, marcadas e com porra escorrendo pelos nossos corpos.

Eu ainda tentava recuperar o fôlego quando me virei para Rafaela e falei baixo:

— Você não disse que tinha um plano pra acabar com o Richard e com o chefe dele, que é seu marido agora? Que porra foi essa?

Rafaela virou o rosto para mim, com um sorriso cansado e debochado, ainda com esperma escorrendo do canto da boca.

— Cala a boca, Amanda. Eu vi hoje como você gozava feito uma puta desesperada. Você adora isso. Para de fingir que é vítima. Eu já disse que tenho um plano… e tudo isso faz parte dele. Agora fica quieta.

Antes que eu pudesse responder, Júnior e Big voltaram para a sala sorrindo. Big trouxe um baseado bem grosso aceso.

— Fumem, vadias. Relaxem um pouco — ordenou Júnior, passando o baseado primeiro para mim.

Eu dei duas tragadas profundas. A maconha bateu rápido, deixando minha cabeça leve e meu corpo ainda mais sensível. Rafaela também fumou, os olhos dela ficando vermelhos e vidrados.

Não demorou muito para os dois ficarem excitados novamente.

Júnior me puxou para o colo dele no sofá e Big fez o mesmo com Rafaela. Júnior enfiou o pau grosso na minha buceta ainda melada e começou a me foder sentado, segurando minha bunda e me fazendo quicar. Ao mesmo tempo, Big colocou Rafaela de quatro no chão e meteu nela com força.

— Aaaahh… porra… — gemi, rebolando no pau de Júnior enquanto a maconha aumentava meu tesão.

Júnior deu tapas fortes na minha bunda enquanto eu cavalgava ele, meus seios pulando no rosto dele. Ele chupava meus piercings com fome, mordendo os mamilos.

Do lado, Big fodia Rafaela com estocadas brutais, puxando os cabelos loiros dela como rédea.

— Troca — disse Júnior depois de um tempo.

Eles nos colocaram lado a lado, de quatro no sofá. Júnior meteu na minha buceta enquanto Big enfiava na buceta de Rafaela. Depois trocaram: Júnior foi pra Rafaela e Big veio pra mim, metendo fundo no meu cu ainda arrombado.

Eu gemia alto, completamente dopada e excitada:

— Isso… me fode… mete fundo no meu cu!

Big segurou minha cintura e estocou com força, fazendo minha bunda grande balançar. Júnior fazia o mesmo com Rafaela ao meu lado. Os dois nos fodiam como animais, trocando de buraco e de mulher várias vezes.

No final, Júnior gozou dentro da minha buceta e Big gozou no rosto de Rafaela e depois na minha boca, nos fazendo engolir e lamber o resto.

Nós duas caímos no sofá, exaustas, destruídas e cheias de porra.

Depois da foda intensa com Júnior e Big, eu e Rafaela estávamos jogadas no sofá, exaustas, suadas e cobertas de porra. Foi quando Tinga e Richard voltaram para a sala.

Tinga se aproximou, ainda com aquela cara séria e imponente. Olhou para mim de cima a baixo e disse com voz grave:

— Amanda, sua dívida acaba agora. Mas antes, daqui a exatamente uma semana, eu tenho um último trabalho pra você. Vou me reunir com alguns amigos importantes… e você e a Rafaela vão ser a diversão da noite. Vão servir todos nós.

Ele colocou a mão pesada no ombro de Richard e continuou:

— Depois disso, esse aqui não deve mais te chamar pra nenhum trabalho. Se eu souber que ele te procurou, eu acabo com ele.

Richard ficou tenso, mas respondeu sério, olhando nos olhos de Tinga:

— Não se ela vier atrás de mim.

Tinga sorriu de forma perigosa, como quem já esperava a resposta, e mandou me levarem embora.

No caminho de volta, Richard dirigia em silêncio por alguns minutos. De repente, ele colocou a mão na minha coxa e apertou, falando baixo:

— Daqui a uma semana eu te deixo em paz… mas eu sei que sua buceta e esse seu corpo gostoso já não vivem sem minha cobra preta te arrombando todo dia.

Fiquei séria, olhando para a estrada, disfarçando o que sentia. Depois de um tempo, perguntei:

— E a Rafaela? Você não odeia ela? Ela te roubou, quase fez o Tinga te matar… e você vai deixar ela em paz?

Richard soltou uma risada seca e respondeu sem tirar os olhos da rua:

— Cala a boca. Ela é mulher do chefe agora. Tá intocável.

Ele me deixou em frente à minha casa. Desci do carro sem falar mais nada. Assim que entrei, subi direto para o banheiro e me olhei no espelho.

Meu reflexo era de uma mulher completamente fodida: cabelo desgrenhado, rímel borrado, marcas de chupões e tapas pelo corpo, porra seca nos seios, na barriga e escorrendo ainda do cu e da buceta. Toquei meus piercings e respirei fundo.

“Falta pouco… falta muito pouco pra tudo isso acabar”, pensei, tentando acreditar nas minhas próprias palavras.

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