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Guilherme chegou mais cedo da faculdade naquele dia. A aula de tarde tinha sido cancelada e ele só queria tomar um banho e jogar um pouco antes do pai chegar. Mas quando empurrou o portão da casa, ouviu os gemidos abafados vindo do quintal dos fundos.
Ele franziu a testa. A obra ainda estava rolando — os pedreiros tinham terminado o muro lateral na semana anterior. Caminhou devagar, o coração acelerando sem motivo aparente, e parou atrás da pilha de tijolos e sacos de cimento. A porta de vidro da área de serviço estava entreaberta.
E então ele viu.
Mauro, seu pai, estava completamente nu, curvado sobre a bancada de ferramentas improvisada, as mãos grandes agarrando a madeira. O corpo musculoso, resultado de anos de academia e pose de macho alfa, brilhava de suor. As costas largas, a bunda redonda e firme empinada, as pernas abertas. E atrás dele, metendo com força, estava Flávio — o pedreiro novinho, preto, corpo definido pelo trabalho pesado, provavelmente uns 19 ou 20 anos.
A pica de Flávio era grossa, preta, venosa, brilhando com lubrificante e suor. Entrava e saía do cu do pai de Guilherme com estocadas profundas e ritmadas.
— Porra, seu baitola gostoso… tá sentindo essa rola preta toda? — Flávio ria, a voz baixa e arrogante, uma mão segurando o quadril de Mauro enquanto a outra dava tapas firmes na bunda dele.
Mauro gemeu alto, a voz rouca, completamente diferente do tom autoritário que usava em casa:
— Ai, caralho… vai fundo, porra… me fode… me fode esse cu…
Guilherme sentiu o mundo girar. Raiva e tesão bateram ao mesmo tempo no peito. Aquele era o mesmo homem que o humilhava desde criança, que o obrigava a ir pra academia, que falava mal de “viadinhos”, de “pretos preguiçosos”, que vivia falando em “ser homem de verdade”. E agora estava ali, gemendo como uma vadia no cio enquanto tomava uma pica preta bem mais grossa que a dele.
Flávio segurou o cabelo curto de Mauro e puxou a cabeça dele pra trás, forçando-o a arquear as costas.
— Fala o que você é, Mauro. Fala alto.
— Eu… eu sou uma vadia… — Mauro respondeu, a voz embargada de prazer. — Sou uma puta do caralho pro teu pau preto…
— Isso. E olha esse pauzinho ridículo balançando aí — Flávio debochou, dando um tapa no pau mole e pequeno de Mauro, que mal balançava. — Isso aí nem é pau, porra. É um clitóris de viadinho. O teu macho de verdade tá aqui — ele meteu fundo, até as bolas, arrancando um gemido agudo do pai de Guilherme.
Guilherme estava paralisado, o pau duro latejando dentro da calça. Ele não conseguia tirar os olhos. Via cada detalhe: a forma como o cu do pai se abria todo pra receber aquela rola grossa, o jeito como as bolas pesadas de Flávio batiam contra a bunda de Mauro, o suor escorrendo pelos músculos das costas do pai.
Flávio acelerou, metendo cada vez mais forte, o som molhado de carne contra carne enchendo o quintal.
— Tá gostando né, seu preconceituoso filho da puta? Todo dia falando merda de preto, e agora tá levando rola preta no cu como uma cadela no cio.
— Sim… porra… acaba comigo… eu mereço… — Mauro delirava, empinando mais a bunda, rebolando contra o pau do garoto. — Me usa… me fode… eu sou teu macho putinho…
Guilherme sentiu as pernas tremerem. Ele abriu o botão da calça sem nem perceber, mas não tocou no próprio pau. Não precisava. Só de ver o pai — o grande Mauro, o exemplo de masculinidade tóxica — sendo completamente destruído, sendo chamado de vadia, de viadinha, levando uma pica preta bem mais grossa e dominante que a dele… era demais.
Flávio deu um tapa forte na nuca de Mauro e rosnou:
— Goza pro teu dono, porra.
Mauro soltou um gemido longo e patético, o corpo tremendo inteiro. O pauzinho minúsculo dele soltou uns jatos fracos no chão de cimento, sem nem estar totalmente duro.
Foi o suficiente pra Guilherme.
Ele gozou ali mesmo, de pé, escondido atrás dos tijolos. Um orgasmo violento, sem tocar no pau nenhuma vez. O sêmen quente encheu a cueca enquanto ele mordia o próprio braço pra não fazer barulho, os olhos ainda fixos no pai sendo arrombado pelo pedreiro.
Flávio puxou a rola pra fora e gozou forte nas costas largas de Mauro, pintando a pele bronzeada com porra grossa e branca.
Guilherme ficou ali mais um minuto, respirando pesado, a cueca melada, o coração disparado.
Ele não sabia se queria matar o pai… ou se queria ver aquilo de novo. Talvez as duas coisas.