Sogrinha

Um conto erótico de lobomau
Categoria: Heterossexual
Contém 2037 palavras
Data: 04/05/2026 22:37:56

Quando eu tinha 21 comecei a namorar uma moça muito bonita de 19 anos chamada Clara, cabelos castanhos, baixinha, branquinha e muito simpática. Quando completamos um mês de namoro ela me levou até sua casa para conhecer sua mãe, uma mulher de 53 anos que já era viúva, seu nome era Kátia.

Então naquele dia eu cheguei na sua casa com ela e ela me apresentou a sua mãe, sua mãe havia preparado pizzas para me receber, elas já estavam montadas e prontas para serem assadas. Enquanto esperávamos ela havia preparado uns petiscos, que nós fomos beliscando e conversando melhor. Ela me perguntou o que eu fazia da vida, eu respondi que estudava e ficamos mais ou menos nesse interrogatório de sogra tentando conhecer melhor o genro.

Dali algum tempo ela disse que iria colocar a pizza para assar e que havia esquecido de comprar os refrigerantes e pediu minha namorada para ir até o mercadinho mais próximo e comprar rapidinho e que eu ficaria ali com ela para me conhecer melhor. Minha namorada foi até o mercado comprar os refrigerantes, me deixando sozinho com a mãe dela, que começou a me elogiar bastante.

- Nossa, que bom que minha filha arranjou um rapaz tão bacana, inteligente, bonito educado que nem você.

- Obrigado dona Kátia, fico feliz que a senhora tenha gostado de mim.

- Não me chame de senhora, pode me chamar de você. Até porque eu acho que eu ainda dou um caldo.

Fiquei meio sem reação, então permaneci em silêncio quando ela disse aquilo, mas ela não se contentou com meu silêncio e então perguntou diretamente:

- Você não acha?

- Acho o que?

- Não acha que eu ainda dou um certo caldo?

- Claro que sim, a senhora... Desculpa, você ainda tá inteirona! Dá pra ver de onde vem a beleza da sua filha.

Depois dessa interação um tanto quanto inusitada, ouvimos o barulho do portão batendo, minha namorada havia voltado com os refrigerantes. A partir desse momento, comemos, conversamos mais um pouco, até que chegou o momento de eu ir embora e me despedi das duas. Quando eu disse que estava indo embora, minha sogra pediu meu número de telefone para me adicionar no grupo da família, e eu passei.

Ela de fato me adicionou no grupo da família, mas com o passar dos dias eu pude perceber qual era de fato sua intenção ao pedir meu número, afinal ela não parou de dar em cima de mim no whatsApp durante todo o decorrer da semana. Ela me mandava mensagens do tipo:

- Se você quiser se aventurar com alguém mais interessante que minha filha eu estou aqui.

- Não paro de fantasiar com você desde a primeira vez em que eu te vi.

- Tô peladinha aqui em casa pensando em você.

Eu ignorava essas mensagens dela, mas já sabendo que eu ia comer ela. Vou ser bem sincero aqui, ela não era grandes coisas, usava óculos, tinha os cabelos castanhos mais ou menos na altura dos ombros, bundinha pra dentro, pelo menos os peito eram grandes. Mas eu sempre gostei de mulher mais velha, sou homem e não ia rejeitar uma mulher que tava implorando pra eu comer ela. Além do fato de que a ideia de comer minha sogra me excitava muito.

Um certo dia, minha namorada me convidou para ir em um churrasco de família que aconteceria na sua casa. Estaria toda a sua família lá: tios, primos, avós e claro minha sogrinha. O churrasco foi bastante animado, sua família gostava bastante de um goró, e entornou até naquele dia, o churrasco começou na hora do almoço e foi até altas horas da noite.

Em um certo momento, eu fui até a cozinha pegar mais refrigerante para os primos mais novos a pedido da minha namorada, minha sogra estava lá lavando alguma coisa na pia e nem me deu moral, acho que por eu estar ignorando as mensagens dela, ela considerou que não aconteceria nada entre nós.

Foi aí que eu ataquei então, coloquei as mãos na cintura dela por trás e dei alguns beijos em seu pescoço, ela me empurrou e disse que ali não era um lugar apropriado naquele momento, que nós poderíamos ser vistos, mas sua cara denunciava sua satisfação com o que havia acontecido, então eu peguei o refrigerante, mandei um beijo pra ela e saí da cozinha.

A festa foi se desenrolando até a minha namorada, que estava aprendendo a beber ficar bem baqueada de bebida, já tarde da noite eu tive que levar ela até seu quarto para que ela dormir e ver se melhorava do goró. A essa altura poucas pessoas restavam no churrasco, só alguns tios e primos mais animados, então minha sogra disse que ela ia se recolher e que eles podiam ficar lá, então eles ficaram jogando sinuca e bebendo e minha sogra subiu pro seu quarto.

Eu marquei uma meia hora e subi também atrás da minha sogra, entrei no seu quarto sorrateiramente e subi em sua cama até encoxá-la por trás, fui beijando em seu pescoço até que ela se virou e disse:

- Agora não, tem gente lá em baixo ainda, imagina se pegamos a gente aqui.

- Relaxa, eles não vão vir aqui, eles estão se divertindo lá embaixo, só falta a gente se divertir aqui em cima agora.

Então eu a agarrei e tanques um beijão nela, que foi o suficiente para ela se entregar, começamos a nos pegar então e meu pau já estava duro que nem pedra, então eu retirei o short de pijama que ela estava usando e comecei a chupá-la. Ela começou a gemer enlouquecidamente e dentro de alguns minutos ela gozou na minha boca pela primeira vez, pude sentir o seu gosto pela primeira vez e lembrava muito o gosto da minha namorada.

Quando ela gozou ela afastou minha cabeça da sua buceta e disse que era a vez dela de sentir meu gosto, então ela veio até mim e começou a me chupar. Ela começou um boquete não muito habilidoso, parecia não ter muita prática, mas eu fui guiando ela e aos poucos ela foi pegando o jeito. Falei com ela que era questão de jeito, pra ser carinhosa e dar umas lambidinhas no freio e assim ela aprimorou sua técnica.

Então eu comecei a aproveitar aquele boquete que foi melhorando durante o curso da transa até que finalmente gozei, ela engoliu minha porra, subiu em cima de mim e me beijou, logo depois se afastou e deu um sorriso safado. Então voltamos a nos beijar, eu estava dando leves mordiscadas em seu lábio quando de repente escutamos uma batida na porta, meu coração quase saiu pela boca e ficamos os dois nos escarando com os olhos arregalados. Então, quem bateu na porta quebrou o silêncio:

- Filha, sou eu! Posso usar o banheiro do seu quarto, o lá de baixo está ocupado.

Era a mãe de minha sogra, queria usar o banheiro do quarto dela, que se tratava de uma suíte, nem tinha visto que os pais da minha sogra ainda estavam por lá. Eu rapidamente peguei minhas roupas e me enfiei debaixo da cama e minha sogra que estava só sem as parte de baixo se cobriu e autorizou a entrada da mãe.

A mãe da minha sogra então entrou, usou o banheiro e logo saiu. Ao sair virou-se pra minha sogra e perguntou:

- Onde está seu genro, dei uma passada no quarto da Clara e ele não está com ela e também não está lá embaixo.

- Não sei mãe, deve ter saído pra dar uma volta.

- Hm, deve ser...

Então a mãe da minha sogra saiu do quarto e eu logo saí debaixo da cama pronto para continuar no rala e rola. Mas minha sogra disse que era melhor não, nós já quase havíamos sido pegos e era melhor continuar com aquilo depois.

Não discuti com ela, me vesti e saí do quarto. Ao sair do quarto dou de cara com a mãe da minha sogra no corredor, me pegando no flagra. Fiquei extremamente assustado quando me deparei com ela pensando que eu estava fodido. Então, ela se virou pra mim e disse:

- Sabia que vocês estavam aprontando.

- Não dona Ana, eu posso explicar!

- Não precisa, eu já entendi! Só saiba que eu quero ser a próxima.

Naquela hora eu pensei: "Puta que pariu, em que ninho de cobras eu fui me meter?"

Estava extremamente excitado e tive que interromper minha trepada com minha sogra então fui até o banheiro para me aliviar. Já que não ia trepar mais naquela noite fui até o quarto da minha namorada para dormir ao lado dela.

Quando acordei no dia seguinte, estava sozinho na cama, então desci para tomar café, minha sogra estava na cozinha passando o café e disse que Clara havia saído pra comprar pão a pedido dela, então me eproximei dela por trás e disse em seu ouvido:

- Você me deixou na mão ontem hein, tive que ir pro banheiro bater uma punhetinha.

Então ela se virou e começamos a nos beijar enquanto a água do café esquentava. Comecei a apalpar a bundinha pra dentro dela enquanto beijava seu pescoço e roçava meu pau na sua buceta, ela começou a soltar pequenos gemidos e quando as coisas estavam engatando escutamos o barulho do portão batendo, anunciando que minha namorada havia voltado da padaria. Não via a hora de comer a minha sogrinha e toda hora nós éramos interrompidos.

Fomos tomar café juntos: Minha sogra, minha namorada e eu. Minha sogra e eu ficamos nos provocando debaixo da mesa, passando um a perna no outro, aquele joguinho de provocação estava extremamente excitante.

Passaram-se alguns dias até a próxima sexta quando de tarde minha namorada me enviou uma mensagem dizendo que sairia com algumas amigas de noite, logo conclui que minha sogra estaria sozinha e carente, precisando do meu consolo.

Saí do serviço naquele dia e esperei o tempo da minha namorada sair de casa e me encaminhei para lá. Estacionei o carro e apertei a campainha, minha sogra atendeu e disse que minha namorada não estava, respondi que sabia disso, mas que não estava lá por ela. Minha sogra então já foi me puxando para dentro, fomos nós beijando do portão até entrar de fato na sua casa e cairmos juntos no sofá.

Me sentei no sofá enquanto a beijava e minha sogra se sentou no meu colo, fui a beijando e levemente descendo meus beijos pelo seu pescoço, a despi da parte de cima do pijama que ela estava usando e retirei seu sutiã, fiquei ali diante daqueles peitos enormes e meio caídos e lógico que minha atitude não poderia ser outra diferente de cair de boca neles.

Minha sogra fez menção de se encaminhar para me chupar, mas eu a puxei de volta e disse que queria pular o que já havíamos feito, pois faziam dias que eu queria meter naquela bucetinha, desde que sua mãe havia nos interrompido pela primeira vez.

Fomos direto pros finalmente então, subimos pro quarto dela enquanto tirávamos nossa roupa pelo caminho, deitamos em sua cama, a coloquei de costas pra mim e dei leves pinceladas em sua buceta antes de penetrá-la definitivamente.

Fiquei nessa posição metendo nela enquanto segurava seus seios e revezavam entre leves mordiscadas em sua orelha e chupões bem dados em seu pescoço. Depois de algum tempo trocamos de posição e eu fiquei por cima dela enquanto segurava suas mãos por cima da sua cabeça, fui metendo nela desse jeito enquanto a baijava.

Ela gemia muito alto enquanto eu metia nela dessa forma, seguimos metendo desse jeito até eu gozar dentro dela pela primeira vez. Então caímos de exaustão um ao lado do outro respirando fundo e recuperando nossas forças.

Nos beijamos de forma um pouco na cama após aquela ótima trepada, então eu vesti e fui embora antes que minha namorada retornasse da noite com as amigas. Nos dias seguintes ao ocorrido eu pude ver várias vezes a minha namorada zoando a mãe falando das marcas de chupão no pescoço sem sequer imaginar quem era o responsável por elas.

Eu sou de BH e sou louco com coroas, se tiver alguma interessada lendo e quiser entrar em contato meu e-mail é lobomau2654@gmail.com

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Comentários

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Larga a namorada carente na mão pra meter numa velha??? Não entendi sua escolha, a sua namorada não te dá tesão? Vc a rejeita e despreza pra ficar com a mãe dela? Por que?

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Não existe a menor possibilidade de uma coroa querer me dar e eu não comer meu camarada. Fora que se eu podia comer as duas, pq não?

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