As aventuras de Daniel: O segurança meteu a rola no modelo
No dia seguinte, o clima de Gramado parecia querer congelar tudo, menos o que eu sentia. Era nosso último dia de folga antes do caos do evento. Saímos, tomamos vinho, rimos... mas às 17h a organizadora ligou e o mundo real voltou. Reunião longa, chata, que se estendeu até a madrugada. No hotel, eu e Diego estávamos tão moídos que nem o tesão deu conta; caímos no sono antes do primeiro beijo.
A rotina do desfile foi uma correria insana. Eu na passarela, ele cuidando dos modelos. Mal nos víamos. No terceiro dia, o desfile começaria mais tarde e fomos almoçar. O frio cortava a pele, mas a conversa que veio cortou mais fundo.
Diego — Daniel... o que nós somos? — com os olhos fixos nos meus.
O nó na garganta apertou. Eu sabia o que sentia, mas o medo de me prender falou mais alto.
Eu — Eu não devo explicações para ninguém, Diego... mas não tô pronto para nada sério agora.
Diego — Ainda bem que você pensa assim — ele disse, e cada palavra foi como uma facada. — Eu não quero que a gente acabe, mas ainda quero sair com outras pessoas.
Eu senti meu chão sumir por um segundo, mas mantive a pose de patrão evoluído.
Eu — Claro, A gente tá ficando, mas você é livre. Se quiser ser ativo com outros caras, ou pegar mulheres, vai fundo. Eu não sou dono de ninguém.
Para disfarçar o aperto no coração, joguei a isca:
Eu — O tal do Miguel, o modelo ruivo... vi ele te secando no camarim. O cara é um gostoso do caralho. vi ele trocando de roupa no camarim, 1,80m, musculoso, bunda grande, peitoral definido, barba ruiva, voz grossa... se ele te der mole, não perde a chance.
Diego — Ele pediu meu número — Diego confessou, e eu senti um gosto amargo na boca. — Mas você me trouxe aqui, pagou tudo... eu seria um cuzão se saísse com outro.
Eu — Nada a ver, Diego! — minha voz tremeu, mas continuei. — Deixa o cara provar essa sua pica deliciosa. Se permita viver, caralho!
Mais tarde, o Diego veio me avisar que ia comer pizza com o Miguel. Eu dei o sinal verde, sorrindo por fora e morrendo por dentro. Tinha que deixar ele foder outras pessoas, Eu fui para o hotel, tomei um banho e tentei dormir, mas o pensamento do Diego enterrando o pau no ruivo não saía da minha cabeça. Apaguei de exaustão. De madrugada, ouvi o barulho do chuveiro. Diego saiu do banho, exalando cheiro de sabonete e sexo, e deitou comigo. Nos demos um selinho e dormimos abraçados, mas o fantasma do Miguel estava ali entre nós.
(Leitores. Agora vou mudar a perspetiva da narrativa, pondo agora o ponto de vista do personagem Diego, voltando para aquele mesmo dia.)
A Perspectiva de Diego: O Retorno do Ativo
Eu acordei com a cabeça a mil. O Daniel é foda, o sexo com ele me faz ver estrelas, mas ser passivo o tempo todo estava me deixando com sede de dominar de novo. Quando o Miguel, aquele modelo ruivo gostoso pra caralho, me chamou para comer pizza, meu pau deu um solavanco que quase rasgou a farda. Falei com o Daniel e, para minha surpresa, o cara foi super firme. Me incentivou a foder aquele ruivo.
Depois de deixar todos no hotel, Miguel me levou para uma pizzaria, mas a fome não era de comida. O jeito que ele me olhava, devorando meus ombros largos, me deixava de pau duro sob a mesa.
Miguel — Você tem um corpo do caralho, segurança... quer dizer Diego — Miguel sussurrou, a voz grave me arrepiando.
Eu — E você é um monumento, Miguel, deve fazer inveja a muito homem com esse corpo.
Fomos para o hotel em que estava hospedado, Assim que a porta fechou, o ruivo me prensou e me beijou com uma fome agressiva. Tirei a camisa, revelando meus músculos de lutador, e ele quase babou. Ficou de joelhos, tirou meu pau para fora e soltou um "Puta que pariu!" quando viu o tamanho do ferro.
Eu — Chupa, Miguel... engole essa porra toda! —comandei, enterrando a mão no cabelo ruivo dele e socando minha rola na garganta dele, até ele lacrimejar.
Nos jogamos na cama, paus se esfregando, suor brotando. O cheiro de testosterona no quarto estava pesado, Miguel pegou a camisinha e o lubrificante, deitou de quatro e empinou aquela bunda branca e durinha.
Miguel — Fode logo esse cu, meu segurança... me arromba!
Enfiei a cabeça da pica. O cu dele era quente, vibrante. Fui entrando devagar, sentindo cada prega ceder, até que minhas bolas bateram na bunda dele com um estalo seco.
Miguel — Isso, porra! Vai! Mete com vontade! — Miguel gritava, a cara enterrada no travesseiro.
Eu comecei a bombar com uma fúria que estava guardada há dias. Cada estocada era um impacto bruto, o som das bolas batendo em sua bunda ecoando no quarto de luxo.
Eu — Era isso que você queria, modelo safado? A rola do segurança gigante rasgando o teu cu? — eu rosnava no ouvido dele, puxando o cabelo ruivo com força.
Miguel — Isso, caralho! Me fode! Me destrói com essa pica!
Virei ele de frente, na posição de frango assado, e recomecei dando estocadas naquele cu. Eu via a rola dele pulsando de prazer enquanto eu invadia o fundo do rabo dele. Ele batia uma punheta, gemia, urrava. Tapei a boca dele com a mão:
Eu — Grita baixo, porra! Quer que o hotel inteiro saiba que o segurança tá te arrombando?
As estocadas ficaram mais rápidas, violentas. O suor escorria do meu peito e pingava na cara dele. Eu estava perto. Comecei a bater uma punheta frenética para Miguel enquanto socava o rabo dele sem dó. O cu dele apertou, o pau dele inchou e ele começou a gozar jatos de porra que sujaram a cama toda. No mesmo instante, eu urrei, dei as últimas três socadas mais profundas e jorrei tudo dentro da camisinha, sentindo minha rola pulsar dentro dele.
Saí de dentro dele e desabei. A cama estava encharcada de suor e porra. O cheiro de sexo era tão forte naquele quarto de hotel.
Miguel — Puta que pariu, Diego... que socada foi essa? — Miguel perguntou, sem fôlego, com o cu todo escancarado e pulsando.
Eu ri, me vesti na pressa. Eu estava exausto, cheirando a Miguel e a sacanagem. Voltei para o meu quarto, vi o Daniel dormindo feito um anjo e só consegui pensar: "Eu te fodi, Miguel, mas é o cheiro do Daniel que eu quero sentir agora". Tomei um banho rápido e apaguei nos braços do meu patrão.