Castelo de areia. Temporada 1 Capítulo 1.6 - final Mágoas, ressentimentos e a perda forçada da inocência.

Um conto erótico de Manfi
Categoria: Grupal
Contém 5645 palavras
Data: 05/05/2026 08:20:09

Capítulo 1.6 - final da temporada.

Mágoas, ressentimentos e a perda forçada da inocência.

(Carlos)

Durante o caminho, comecei a ligar os pontos — não porque eu queria, mas porque parecia impossível não fazer isso.

Minha mente não parava. Era automático, insistente, quase agressivo. Cada pensamento puxava outro, cada conclusão abria mais uma ferida, e quanto mais eu tentava organizar aquilo de forma lógica, mais tudo parecia se encaixar de um jeito errado demais pra ser ignorado.

Meu maxilar estava travado sem que eu percebesse, os dentes pressionados com força, como se eu estivesse tentando segurar alguma coisa dentro de mim… mas não adiantava. Nada adiantava.

Provavelmente, Luana tinha um relacionamento parecido com meus pais e Verônica. Mas se fosse apenas isso, por que não me falar? Não abrir o jogo? Por que eu tinha que ser usado daquela forma?

Usado.

A palavra veio sem pedir licença, e eu tentei rejeitar na hora — tentei mesmo — mas ela voltou mais forte, mais precisa.

Usado.

Tati. Tauane. Os nomes começaram a se repetir na minha cabeça, um atrás do outro, sem pausa, como se meu próprio pensamento estivesse me pressionando a encarar aquilo de frente.

Uma delas ou as duas. Talvez as duas. Talvez… talvez fosse ainda pior. Talvez Verônica também estivesse no meio.

E foi nesse ponto que eu senti o ar falhar por um segundo, como se o peito tivesse esquecido como funcionava.

Porque aquilo já não parecia mais uma suposição. Parecia um padrão. Um roteiro.

Algo que estava acontecendo sem que eu percebesse desde o começo.

Tati, Tauane ou ambas — talvez até com a própria Verônica — combinaram com Luana para ser minha namorada de mentira… só não consegui entender o porquê. E isso era o que mais me destruía. Não era só ter sido feito de idiota… era não saber nem o motivo.

Não saber o que eu era naquela história.

Um teste? Uma piada? Um passatempo?

Minha mão passou pelo rosto devagar, tentando aliviar alguma coisa que nem eu sabia explicar, mas a sensação continuava ali, presa.

Quanto mais eu tentava jogar a culpa nelas, mais uma parte de mim puxava de volta. Não deixava. Não deixava eu fugir.

De qualquer jeito, a minha inocência, a minha necessidade de atenção, afeto… essa foi a verdadeira causa do que aconteceu. E aquilo me deu um tipo de nojo… não delas, mas de mim.

Porque não era só sobre ter sido enganado. Era sobre o quanto eu quis acreditar. O quanto eu precisei daquilo. O quanto eu aceitei qualquer coisa que parecesse, mesmo que minimamente, ser real.

Engoli seco, mas não ajudou. Nada parecia descer.

Isso me fez quebrar.

Como posso ser tão fraco e otário?

A pergunta veio carregada, pesada… mas o pior foi a resposta que veio logo depois, sem esforço nenhum: porque eu quis. Porque eu precisei. Porque foi confortável acreditar, mesmo quando, no fundo, alguma coisa eu já devia saber.

Algumas pessoas nascem para serem pisadas, humilhadas. No fundo eu mereço, por que eu não fiz nada. Apenas aceitei, apenas fui conivente. Fui o tipo de pessoa que sempre fui, que talvez nasci para ser. Um lixo, alguém sem valor…pequeno, frágil, insignificante.

O carro continuava andando, mas parecia rápido demais. Eu precisava de mais tempo. Mais alguns minutos pra tentar juntar os pedaços antes de chegar lá. Porque do jeito que eu estava… eu já sabia que não dava. Eu não estava pronto. Não estava inteiro. E isso só piorava quando o pensamento seguinte vinha.

Verônica.

Só o nome já mudou tudo dentro de mim.

O que eu ia fazer? Como eu ia agir? O que eu ia dizer olhando pra ela sem parecer exatamente o que eu estava me sentindo agora?

Vou chegar na casa de Verônica e falar o quê? Mostrar fraqueza? Me humilhar?

A imagem veio pronta: eu parado na frente dela, travado, sem conseguir sustentar o olhar, sentindo ela me ler inteiro, desmontando qualquer tentativa minha de parecer no controle. E isso apertou meu peito de um jeito que fez minha respiração falhar de novo, mais curta, mais pesada.

Não.

Não, não dava.

A reação veio quase bruta, como se eu precisasse cortar aquilo antes que piorasse.

Não…Serei o dono da minha vida como tio Teixeira me alertou diversas vezes.

A frase apareceu forte na minha cabeça, firme… mas, dessa vez, diferente. Não veio como certeza. Veio como esforço. Como algo que eu estava tentando segurar, não algo que realmente já fosse meu.

Sem vitimismo. Sem drama.

Repeti internamente, uma vez… duas… três.

Como se aquilo fosse suficiente. Como se repetir fosse o mesmo que sentir. Mas não era. Porque, enquanto eu dizia isso pra mim mesmo, meu corpo continuava tenso, minha cabeça continuava girando, e aquela sensação de estar sendo pequeno não ia embora.

Eu não estava no controle. Eu só estava tentando parecer que estava.

E, mesmo assim, eu precisava chegar lá como se estivesse.

Por alguns segundos, eu até consegui sustentar essa ideia. Consegui imaginar uma versão minha mais firme, mais fria, mais distante de tudo aquilo.

Uma versão que não se abalaria, que não deixaria espaço pra ninguém entrar… que não se deixaria levar de novo.

Mas aquilo não durou.

Porque no fundo, bem no fundo, eu sabia que bastava um olhar errado, uma palavra atravessada… pra tudo desmoronar de novo.

……..

(Tauane)

O amanhecer naquela merda de casa tinha sido horrível — não daquele tipo comum de manhã pesada, mas de um jeito que parecia que o ar ainda estava contaminado pelo que tinha acontecido na noite anterior, como se nada ali tivesse realmente terminado.

Luana e o namorado já tinham ido embora, cedo demais, silenciosos demais… como se fugir fosse parte do plano desde o começo.

Hugo deu uma desculpa qualquer e também se mandou, sem nem tentar sustentar presença, sem olhar pra trás. Único problema é que viemos com o carro do filho da puta.

Aquilo por si só já me irritava de um jeito desproporcional, como se fosse mais uma prova de que eu tinha perdido o controle de tudo, até das coisas mais básicas.

Que dedo para escolha de homem eu tenho. Puta que pariu.

A frase veio automática, ácida, mas não aliviou nada.

Era só mais uma forma de desviar do que realmente importava.

Nunca mais vi o idiota, graças a Deus — e mesmo assim aquilo não trazia paz nenhuma, porque o problema nunca foi só ele.

Na mesa do café, o silêncio era estranho, pesado, como se qualquer som pudesse quebrar alguma coisa que já estava no limite.

Tati me olhava com os olhos avermelhados, fundos, cansados… um rosto que denunciava uma noite inteira sem descanso. As olheiras estavam ali, evidentes, mas no caso dela os motivos foram o que causaram tudo isso — e isso tornava tudo ainda mais difícil de ignorar.

— Tau… eu acho que o Carlos… ele ouviu quando o namorado da Luana falou algo do tipo: “estava com saudades de mim” e também “você se comportou?? Deixou o nerd apenas na vontade como mandei?”

As palavras bateram em mim com força. Não pelo conteúdo em si — que já era suficiente — mas pela confirmação. Pelo peso de saber que aquilo não tinha ficado escondido.

Não consegui disfarçar o ódio que estava sentindo. Dela, deles… mas principalmente de mim mesma. Era isso que mais incomodava. Era isso que mais doía.

Não quis papo num primeiro momento. Não tinha espaço dentro de mim pra isso. Respirei fundo e me levantei, deixando ela no silêncio — não como punição, mas como defesa. Se eu abrisse a boca naquele momento, ia piorar.

Tati pareceu não se importar. Ou talvez estivesse desesperada demais pra respeitar aquilo. Tentou mais uma vez.

— Tau… podemos conversar?

Tati falou, parando na minha frente. A voz baixa, contida, quase como se tivesse medo de ser ouvida… até por mim.

Ela não conseguia parar de apertar as próprias mãos, os dedos se entrelaçando, se pressionando com força, como se aquilo fosse a única coisa mantendo ela inteira. O corpo inteiro tenso, rígido, travado — e aquilo me irritava mais do que deveria, porque deixava tudo mais real.

— Não sei se quero conversar agora. Vamos esperar a mamãe chegar.

Respondi quase no automático. Firme. Direta. Sem dar espaço. Sem dar abertura.

Como se aquela resposta já estivesse pronta antes mesmo dela falar, como se eu já soubesse que esse momento viria… e quisesse evitar a qualquer custo.

Ela ficou ali. Parada. Me olhando.

Segundos que se esticaram, desconfortáveis demais.

Então ela se aproximou devagar, com cuidado, como quem se aproxima de algo que pode quebrar ou explodir a qualquer momento. Pegou na minha mão.

— Por favor. Olha pra mim.

O toque dela me atravessou de um jeito ruim. Não foi carinho. Foi incômodo. Foi invasivo. Arranquei minha mão de volta, de forma brusca, mais forte do que precisava.

Puxei o ar fundo, tentando segurar o que já subia pelo peito, mas quando olhei pra ela… acabou.

— Eu não acredito que você fez isso com ele. Além de ficar a semana inteira ignorando o que ele sentia, você ainda trouxe o namorado dela…

As palavras saíram carregadas, mais pesadas do que eu tinha planejado — e talvez mais honestas também.

Ela reagiu na hora.

Travou. Hesitou. Desviou o olhar por um segundo — e aquilo já dizia tudo.

— Eu… eu… ela prometeu que o Carlos já tinha praticamente terminado com ela. Ele não falava nada, parecia que ele queria apenas ficar perto de você.

Aquilo me irritou — não pela justificativa, mas pela tentativa de justificar. Pela necessidade de aliviar o próprio peso jogando a responsabilidade em outro lugar.

— Não!! Não me venha com esse papinho. Eu não sou idiota, e a mamãe muito menos.

Minha voz saiu mais alta, mais dura, cortando o ar entre a gente.

Ela se aproximou de novo, com mais cuidado ainda, como se agora estivesse lidando com algo realmente perigoso. Me puxou pra sentar com ela no sofá.

— Por favor. Eu vou falar tudo. Juro.

E tinha algo ali… algo diferente. Não era só medo. Era urgência. Era necessidade de ser ouvida antes que fosse tarde.

Eu sentei.

Mais por curiosidade… ou talvez porque, no fundo, eu já sabia que aquilo precisava acontecer.

Fiquei esperando. Ela demorou.

Os olhos inquietos, o corpo inquieto, a respiração curta — como se cada palavra custasse mais do que deveria.

E eu conhecia minha irmã. Conhecia o suficiente pra saber que aquilo ali não era atuação. Ela estava sofrendo. De verdade.

Respirei fundo. Soltei o ar devagar. Relaxei um pouco a expressão, mesmo sem querer realmente fazer isso.

Peguei na mão dela — dessa vez sem afastar.

— Pode falar. Seja o que for que aconteceu, vou estar com você. Só não tente mentir pra mim, por favor.

Ela se agarrou ao meu braço na hora, como se aquilo fosse o mínimo que ela precisava pra continuar.

— Quando eu falei com você em aproximar a Luana e o Carlos, eu juro que foi a melhor das intenções.

A voz saiu baixa, envergonhada.

— Ela me chamou de canto um dia e disse que achava ele bonito. Pediu pra eu apresentar. Eu mal conhecia ela, mas sabia que você a conhecia, por causa do time de vôlei.

Eu respirei mais fundo. Lento. Pesado.

Talvez ali tivesse sido o começo de tudo.

— Eu sabia que os meninos estavam pegando no pé dele. Aquelas brincadeiras não paravam de aumentar. Se outra menina começasse a falar com ele, o ciúme do Antônio e tudo aquilo pelo menos diminuiria.

Não consegui segurar.

— Você sabia do namorado dela?? Quando você soube?

Ela travou. Um segundo inteiro. Um silêncio que pesou mais do que qualquer resposta.

— Naquele momento, não! Na verdade, eu só soube do namoro dela porque ouvi as meninas comentando…

Ela puxou o ar, se preparando.

— Antes disso, ela começou a ficar mais próxima… começou a me elogiar, a me mostrar fotos sensuais, a pedir também essas fotos…

Ela foi falando, e o desconforto foi crescendo. O ambiente parecia menor. Mais apertado.

— Teve um dia que ela me abraçou um pouco mais forte… foi aí que comecei a perceber… ficava molhada lá embaixo quando a gente ficava juntas. Começamos a sair mais, fazer compras, trocar de roupa na frente uma da outra…a voz dela no meu ouvido, o modo como ela me olhava.

Ela parou. O silêncio veio carregado. O rosto vermelho, a vergonha evidente.

— Ela me explicou que um menino como Carlos tinha que desejar… tinha que implorar. Ela nunca chegou perto de fazer sexo com ele, falava que dava a desculpa da virgindade.

A voz começou a falhar.

— Eu sei que isso não era legal. Mas eu lembrei de você e do Antônio. Lembrei que mamãe falava que amava o papai mas que não conseguia ter um prazer completo só com ele. Eu…eu achei que isso era o normal. Eu não pensei que fosse fazer mal para ele, juro.

Aquilo apertou meu peito de um jeito estranho.

Interrompi.

— Tati, olha pra mim.

Ela levantou o rosto devagar.

— O que ela fez com ele, seja com você, seja com o namorado, não é igual ao que aconteceu comigo e o Antônio. E muito menos entre o papai e a mamãe.

Me aproximei mais. Abracei. Segurei.

— Você enganar uma pessoa… você fazer coisas sem a outra saber… não é normal. Não é legal.

Ela desabou.

— Eu sei…no fundo eu sabia. Isso nunca tinha acontecido, apesar de tudo que eu sentia. Nunca passamos de beijos e carícias até a viagem. Quando entramos no quarto naquele dia, ela me puxou e já me beijou. Ela colocou minha mão dentro da bermuda dela. Dentro da calcinha mostrando o quanto estava encharcada. Ela me falou que pensou em mim a viagem toda. Os beijos continuaram. Quando eu vi a gente estava na cama. Ela foi com a boca lá…eu…eu…nunca senti o que senti.

O choro veio forte.

Sem controle.

— No banho, eu falei sobre o Carlos. Ela me disse que o namorado iria pra praia. Que o Carlos provavelmente não iria continuar o namoro.

Minha cabeça travou em outro ponto.

— Me conta direito sobre esse namorado. Eu nunca entendi essa história.

Ela desviou o olhar.

Pensou.

— Eu ouvi as meninas comentarem com ela, rindo. Eu continuei na rodinha mas não entendi nada. Depois ela me chamou para conversar. Disse que tinha um namorado e que começou a sair com o Carlos por causa de uma aposta com uns meninos da turma dela. Aposta era que ela não conseguiria segurar ele por um ano todo sem transar com ele.

Aquilo me deu um nó.

Uma raiva forte subiu.

— Ela me falou isso me beijando. Me fazendo carinho, me fazendo esquecer de como isso era grave. Eu não consegui reagi. Eu acho que me apaixonei. Eu não sei…eu nunca senti isso…eu só sei que eu sempre pensava motivos para acreditar que aquilo não era nada demais. Eu nunca achei que o namorado dela fosse aparecer. Ele estava viajando, num intercâmbio.

Ela parou.

Me olhou. Dessa vez mais firme.

— Na verdade, eu comecei a sentir até ciúmes dela com o Carlos…a desejar…a gente se beijava, tocava no corpo uma da outra, mas ficava apenas nisso. Quando finalmente aconteceu quando chegamos. Eu não consegui pensar no Carlos. Não consegui e não queria parar.

Ela me puxou.

Me abraçou mais forte.

— Eu sabia que era errado. Eu falei com você sobre o namorado dela. Não falei sobre esse negócio de aposta e nem sobre como ela estava deixando ele na vontade, mas…eu falei com você. Quando vi que você não falou nada, eu…eu…

— Pode parar! Eu falei que isso era errado. Eu falei que ela não estava sendo legal com ele. Eu não falei com ele por que…por que, por que…

Eu não consegui continuar.

A dor veio de uma vez.

Pesada.

Sufocante.

Minha respiração falhou. O corpo cedeu. A pressão caiu.

Se eu estivesse em pé, teria caído.

Ela percebeu na hora. Me abraçou forte.

Muito forte.

E ficamos assim.

Tempo suficiente para o silêncio dizer tudo que a gente não conseguia.

Até que a conversa voltou. Mais leve.

— Sabe…eu gostei de sentir um menino também. Doeu, mas eu gostei.

Eu ainda estava tentando me recompor.

— Foi com aquele amigo dele?? Aquele dia que vocês sumiram?

Ela me olhou com um meio sorriso.

— Foi com os dois. Mas não ao mesmo tempo igual a Luana. E eu…eu gostei mais do amigo dele. Mesmo ele sendo um pouco menor.

Eu ri. Sem querer.

— Os homens se preocupam com isso muito mais do que deveriam. Não é isso, ou só isso, que faz um cara ser bom de cama.

Ela se virou mais pra mim.

Interessada.

— o Miguel até agora foi o melhor. Mesmo ele sendo um pouco afoito. O Hugo no início me impressionou porque se esforçou para me satisfazer, mas depois fez o que todos fazem. Pensam que somos um objetivo, que não sentimos, que não gozamos.

— O Miguel é muito bom, né?

— Ele é ótimo. Ele sabe comandar. Mas sabe ouvir. Minha primeira vez atrás foi com ele.

— Eu..você me falou. Bem no dia que o Carlos foi para casa.

— Isso. Depois continuamos transando, nunca sem que o Antônio soubesse, ouviu??

Falei com uma entonação leve.

Mas firme.

— Ele além de meter bem, ainda sabe ouvir. Em pouco tempo ele melhorou muito. Eu não deixava ninguém ir atrás, apenas ele.

Ela sorriu. Seus olhos brilharam. Algo permaneceu dessa conversa, mesmo sem eu entender direito naquele momento.

O cansaço e a exaustão emocional venceram

A conversa se dissolveu.

Sem conclusão.

Sem resolução.

Fomos para a cama de casal.

E dormimos.

…………..

Por volta das 09 horas, mamãe chegou.

A porta abriu com força demais para ser normal. O som ecoou pela casa antes mesmo da voz vir, já carregada, já quebrada.

— Tauane… Tatiane… cadê vocês???

O desespero na voz dela não deixou espaço para dúvida. Levantamos no pulo, quase ao mesmo tempo, o corpo reagindo antes da cabeça, e nos colocamos de pé segundos antes dela abrir a porta do quarto.

— cadê os meninos?? Carlos… cadê o Carlos??

Senti meu corpo enrijecer na hora. Não foi um susto simples… foi como se algo frio atravessasse por dentro, cortando, descendo rápido demais. Por um momento, nenhuma de nós conseguiu responder. O silêncio que veio foi pior do que qualquer palavra.

Tati — não sei de onde tirou força — conseguiu se mover. Pediu para ela se acalmar, conduziu mamãe até a cama, fez ela sentar.

Eu permaneci em pé, ao lado, mas me sentia menor, como se estivesse encolhendo por dentro.

E então Tati começou.

Ela contou tudo.

Sem esconder.

Sem poupar.

Cada palavra parecia pior do que a anterior, e eu conseguia sentir o ambiente ficando mais pesado a cada detalhe.

A aposta idiota da Luana com os amigos. O modo como ela se aproximou. Como foi entrando, se infiltrando, conquistando espaço. A forma como seduziu Tati… como transformou aquilo em algo que parecia natural, aceitável.

Eu via o rosto da mamãe mudar.

Devagar.

Não era explosão. Era pior.

Era queda.

A relação entre Tati e Luana. O envolvimento. O namorado. Como ele entrou. Como tudo foi acontecendo sem freio… sem limite… sem ninguém parar.

A perda da virgindade.

A perda da inocência.

As palavras ficaram no ar por alguns segundos depois que ela terminou, como se ainda não tivessem terminado de cair.

Então foi a minha vez.

Eu falei.

Contei o que aconteceu quando chegamos. Como o Hugo tratava o Carlos. Como eu via. Como eu percebia. Como eu entendia… e mesmo assim não fiz nada.

E foi ali que eu senti o peso real.

Porque dizer em voz alta tirava qualquer desculpa.

Mamãe permaneceu calada.

Mas o silêncio dela não era vazio.

Era cheio.

Cheio de tudo.

Eu nunca tinha visto os olhos dela daquele jeito. O brilho… simplesmente não estava mais lá. No lugar, tinha algo opaco, pesado. Decepção. Clara. Escancarada.

E aquilo machucava mais do que qualquer grito.

Então ela começou a falar.

O rosto sério. A voz instável. Quase chorosa… mas ainda controlada.

“Eu errei com vocês, principalmente com você, Tati.

As pessoas de um modo geral… o Carlos… eles não entendem o sexo como eu entendo e como tentei passar para vocês.

Os pais dele eram mais certinhos. E não conversavam com ele sobre essas coisas.

Pelo jeito dele, ele dificilmente conseguiria ter uma relação com alguma garota tão cedo. Os meninos normalmente amadurecem depois, isso é científico.

Pessoas como o Carlos têm a maturidade, entre elas a sexual, ainda mais atrasada.

Eu já expliquei para vocês. Vocês são testemunhas, basta olhar como ele se relaciona com as pessoas na escola.

Eu errei em tentar mudar isso… na verdade, eu queria que ele apenas não sofresse mais do que deveria, mais do que eu mesma estava sofrendo.”

Cada frase vinha carregada, mas não alta. E talvez fosse isso que tornava tudo pior.

Não tinha explosão. Tinha consciência.

Tinha dor.

“Eu estou completamente decepcionada com vocês. Você, Tauane, a mais velha… já tinha uma experiência de vida que nenhum dos dois tinha.

Tanto que ajudou a colocar minhoca na cabeça da sua irmã.

Mas eu tinha um orgulho danado de você. Em como você conseguia se impor, conseguia ser uma garota dominante, conseguia reinar num mundo feito para as mulheres servirem.

Mas é tudo mentira?? Você é uma mentira? Esse sentimento que você sente por ele é mentira?”

Senti aquilo entrar direto.

Sem filtro.

Sem defesa.

Meu corpo reagiu antes de qualquer pensamento. Minha respiração travou, e eu precisei forçar o ar a entrar de novo.

“Como alguém que diz amar uma pessoa consegue ver essa pessoa ser humilhada por um filho da puta qualquer que entrou na sua vida há poucas semanas atrás?? Como você quer que eu confie? Que ele confie?

Você não sabia da relação delas, mas ficou sabendo, porque é mais atenta, é mais experiente, mais vivida, e o que você fez??? Nada!!!

Você é pura decepção para mim.”

Aquilo não bateu. Aquilo afundou.

Sem impacto. Só descendo.

“Você sabia que tinha um namorado no jogo. Sua irmã, mesmo confusa, te contou, e você o que fez?? Se omitiu?? Pior ainda, deixou sua irmã mais nova, que você deveria proteger, continuar se relacionando com essas duas pessoas.

Aprendam… se relacionar com pessoas ruins, com pessoas desonestas, com pessoas mau-caráter sempre tende a dar merda! A não ser que vocês também sejam pessoas ruins… pessoas mau-caráter.

É isso que vocês são?? Foi pra isso que eu criei vocês?? Foi isso que vocês aprenderam comigo?? Com seu pai…”

O silêncio depois disso não foi silêncio.

Foi quebra.

O choro veio.

Não de uma vez só.

Mas quando começou… não parou.

Cada uma no seu canto.

Cada uma com o próprio peso.

Eu não conseguia olhar pra nenhuma das duas. Nem pra Tati. Nem pra mamãe. Nem pra mim mesma.

O tempo passou estranho. Lento… e rápido ao mesmo tempo.

Até que mamãe voltou.

A voz ainda abalada… mas mais firme.

“Tati… chegando em casa, nós vamos chamar o Carlos para conversar e você vai falar tudo. Se tentar omitir alguma coisa eu não deixaria e nunca mais falarei com você.

A vergonha que sinto por sua causa é imensa. Mas eu até te entendo, você é jovem, teve a sua primeira experiência, já bem movimentada inclusive.

Mas eu não vou aceitar esse tipo de pessoa como filha.

Eu nunca, nunca trairia alguém que eu amo. E eu sei que o seu amor pelo Carlos é como o de uma irmã.

Eu espero que você nunca pense em ficar ou se deixar seduzir por um namorado da sua irmã, ou um “amigo” meu, ainda mais fazendo isso de forma escondida.

Por que você acha que é normal, que é correto fazer isso com o Carlos?

Um dia eu já falei isso para sua irmã, e agora eu falo para você. Antes de agir, antes de fazer qualquer coisa, se coloque no lugar da outra pessoa.

Como você acha que ele está se sentindo agora? Como ele vai voltar a acreditar em alguém na vida dele?

Você, eu, a Tau, somos a família dele. Você entende isso???

Ele só tem a nós.

Imagina você viver num mundo em que, de uma hora para outra, todos se vão, e você é obrigado a viver e conviver com estranhos. Ainda mais para ele, que tem todo esse problema de relacionamento interpessoal.

Você fazer isso com qualquer pessoa é errado, muito errado. Você fazer isso com o Carlos, dessa forma tão dissimulada. Traindo, mentindo, ajudando a manipular.

Isso é crueldade. Psicopatas não agem como você agiu.

É isso que você virou, uma psicopata? Uma pessoa cruel? Sem nenhuma empatia?”

Tati não aguentou.

Se jogou no colo dela, abraçando com força.

E aquilo quebrou o pouco que ainda restava em mim.

Eu estava destruída.

Mas, mesmo assim… parecia pouco.

Muito pouco.

Perto do que a gente fez o Carlos passar.

A imagem dele veio sem pedir.

E ficou.

Fui até a cozinha buscar água. As mãos tremiam tanto que segurar o copo parecia mais difícil do que deveria. Tudo que mamãe falou continuava rodando na minha cabeça, repetindo, encaixando… fazendo mais sentido do que eu queria admitir.

Porque olhando de fora… era simples.

Era óbvio.

Era feio.

Mas vivendo… a gente sempre acha um jeito de justificar.

De minimizar.

De empurrar.

E isso não muda nada.

Não apaga nada.

E uma coisa eu sabia.

O tipo de pessoa que eu não queria ser. Mas que não tinha como negar que era. Pelo menos até aquele dia.

Depois de um tempo, mamãe me chamou.

Era hora de ir embora.

No carro, o silêncio voltou — mas diferente. Mais pesado. Mais definitivo.

Ela avisou que, se o Carlos saísse de casa, ambas teríamos que rever a vida… e iríamos para o colégio interno ultra tradicional onde ela estudou.

Aquilo não soou como ameaça.

Soou como consequência.

Paramos na farmácia. Ela comprou uma pílula do dia seguinte e a mesma pílula que usei até ter idade suficiente para colocar o DIU para Tati.

— Vou marcar ginecologista para você, a mesma que eu e a Tauane vamos. Após os 18 anos você terá direito de continuar com ela ou procurar uma do seu agrado. Até colocar o DIU, irá usar a pílula, sem desculpa.

Saímos da farmácia.

Voltamos para o carro.

E, quando chegamos em casa…

Graças a Deus…

Carlos estava no quarto.

Pelo menos…

não tinha ido embora.

………

(Carlos)

Decidi simplesmente ignorar as meninas e a Verônica.

Não foi algo impulsivo, não teve explosão nem cena — foi mais silencioso do que isso, mais frio, como se a decisão tivesse amadurecido sozinha dentro de mim até não sobrar mais espaço para dúvida.

Uma a uma, todas vieram tentar falar comigo, começando pela mãe, depois Tauane, depois Tati.

Sempre com o mesmo cuidado calculado, a mesma urgência contida, o mesmo jeito de quem já sabia exatamente o que dizer. Parecia ensaiado demais, cirúrgico demais para não ser algo combinado.

Talvez mais uma tramoia.

Eu já fui feito de otário muitas vezes por elas. Dessa vez não seria tão fácil. Eu não ia discutir, não ia levantar a voz, não ia dar explicação, não ia dar esse gostinho.

Eu realmente decidi não fazer cena, não criar drama, não alimentar nada daquilo.

Minha vida seguiu normalmente. Do jeito que deveria ser — ou, pelo menos, era isso que eu repetia pra mim mesmo.

Voltei a ocupar meu lugar no mundo, voltei a ser apenas eu… eu e meus estudos, meus objetivos, minha rotina.

Foquei ainda mais nos estudos, apenas nos estudos, como se aquilo pudesse reorganizar o resto.

Mas não podia.

Tinha algo ali, um incômodo que não se resolvia, o modo como eu me senti pequeno. Não só emocionalmente mas fisicamente.

A lembrança do Hugo voltava com frequência demais, o tamanho, a presença, o jeito como ele ocupava o espaço… e como eu desaparecia dentro dele. E junto disso vieram as risadas, os comentários, as “brincadeiras” que nunca foram só brincadeiras, o bullying, tudo voltando como se nunca tivesse ido embora.

Só que, dessa vez, aquilo não ficou só na minha cabeça — virou decisão. Procurei uma academia voltada para defesa pessoal. Não queria estética, queria resposta, queria controle, queria não me sentir vulnerável daquele jeito nunca mais.

Contratei um personal trainer e fiz uma promessa simples, quase infantil de tão direta: nunca mais me sentir menor do que ninguém.

Naquela época achei que isso fosse o suficiente. Não era. Mas era o que eu tinha.

Após uma ou duas semanas de tanto ouvir as súplicas delas por uma conversa — sempre insistentes, sempre presentes — resolvi aceitar.

Não por elas. Por mim. Pra resolver, pra encerrar, pra seguir em frente.

Chamei Tati e Tauane para conversar no escritório. Elas demoraram um segundo pra acreditar, mas não hesitaram, entraram juntas, e foi ali que começou.

O show de horrores.

Eu ouvi tudo calado, sem interromper, sem reagir, deixando cada palavra cair exatamente como vinha, e quanto mais eu ouvia, mais aquilo deixava de ser suspeita e virava confirmação.

Tati falou mais, sobre a aposta — absurda demais pra ser verdade… e ainda assim fazendo sentido. E foi isso que mais me incomodou: fazia sentido.

Porque eu tinha ouvido. Porque eu estava lá. Porque eu vi.

Ouvi sobre como a Luana seduziu a Tati debaixo dos olhos de todo mundo, como as coisas foram simplesmente acontecendo, como ninguém parou, como ninguém questionou, como ninguém pensou em mim.

Ouvi sobre como todo mundo parecia saber mais do que eu, como a Tauane sabia, como percebeu, como entendeu… e como não fez nada.

Ou não quis fazer.

Ou não se importou.

Ouvi até sobre o pedido de apoio da Verônica para as filhas e, nesse ponto, algo encaixou de vez. A viagem. As conversas. As entrelinhas. Era sobre a Tauane. Sempre foi. E, ali, a conclusão veio inteira, limpa, cruel: a escola inteira sabia de tudo, menos eu.

Aquilo não me deixou com raiva. Me deixou menor. Muito menor.

Que tipo de pessoa eu era? Que tipo de pessoa eles achavam que eu era?

E a resposta veio fácil demais: eu era essa pessoa, eu era esse cara, patético, fraco, indefeso.

Todos viam isso.

Os meninos não estavam errados quando me atacavam, quando me zuavam, quando me diminuíam.

Era aquilo que eu era.

E aquilo só tinha deixado de acontecer porque alguém decidiu interferir, porque alguém resolveu mexer os próprios pauzinhos.

Mas a realidade… a realidade sempre esteve ali.

Não dá pra colocar em palavras tudo que senti naquele momento, só sei que alguma coisa dentro de mim desligou.

Fiquei fora do ar. O som ao redor começou a ficar distante, como se viesse de longe demais, os rostos na minha frente perderam definição por um instante, como se eu não conseguisse focar direito.

Minhas mãos começaram a formigar, meu coração acelerou de um jeito descompassado, forte demais, meu corpo começou a tremer sem que eu conseguisse controlar.

Eu tentava puxar o ar, mas ele vinha curto, incompleto.

Na hora eu não entendi. Hoje eu entendo.

Minha terapeuta chama isso de crise de ansiedade, eu chamo de choque da realidade.

O silêncio que ficou no escritório era sufocante, ninguém falava, ninguém se mexia, como se qualquer movimento pudesse quebrar algo que já estava por um fio — e talvez já tivesse quebrado.

Foi aí que eu resolvi agir.

Sem pensar muito, levantei, saí do escritório e chamei Verônica para participar da conversa. Ela parecia prever, como se já estivesse esperando, chegou rápido demais. Pedi que ela se sentasse na poltrona.

Esperei alguns segundos. Respirei fundo. Precisava falar tudo de uma vez, sem hesitar.

— As meninas me contaram tudo. Inclusive o seu pedido para…

Ela não deixou eu terminar. Levantou rápido, veio até mim.

— Carlos…eu…

Foi só isso.

E então ela chorou. Mas não foi um choro qualquer — foi desorganizado, intenso, como se tivesse escapado sem controle, e aquilo me atingiu de um jeito que eu não queria sentir naquele momento. Por um segundo eu tentei manter a postura. Tentei mesmo.

Mas não consegui.

Na verdade, eu falhei.

Aproximei.

Abracei.

Sem pensar. Como naquele dia. E olhei nos olhos dela.

— Obrigado…obrigado…eu apenas posso agradecer por tudo. Você me salvou, você me tirou daquela sala naquele dia, você me trouxe para sua casa, para dentro da sua família. Obrigado por tudo.

Ficamos assim por alguns segundos, talvez mais. Eu não sei. O tempo ali não fazia sentido.

Olhei novamente nos olhos dela.

— Obrigado pelo bem que você fez aos meus pais. A felicidade que sempre esteve presente na vida deles, na nossa vida, se deve em boa parte a você também.

Minha voz quase falhou, mas eu segurei.

Respirei fundo.

Soltei ela.

Dei um passo para trás. Me reposicionei. Endireitei o corpo. Cruzei os braços. O momento tinha acabado.

— Eu quero deixar claro para todas. O Carlos fraco, indefeso, que precisava ser cuidado morreu. Eu não irei aceitar mais que vocês interfiram na minha vida. Não haverá contatos e interações desnecessários, tentativas de amizades forçadas, por que alguém achou que era necessário, ou por interesses pessoais. Eu prefiro não ter amigos, do que ter amizades superficiais, que não tenham motivos reais para existir.

O silêncio depois disso foi imediato, pesado, como se o ar tivesse ficado mais denso.

Parei por um segundo apenas para recuperar o ar e finalizei.

— O Carlos inocente morreu!

Atrás de mim, alguém começou a dizer meu nome.

Eu ouvi. Claro que ouvi.

Mas não parei.

Não virei.

Não respondi.

Não tinha mais nada ali pra mim.

Virei o corpo, abri a porta e saí sem olhar para trás.

Fim da primeira temporada.

Nota do autor: esse é o capítulo final da temporada, mas terá um outro, extra. Quando nosso menininho virara homem. Kkkk...

Obrigado por todos que comentaram, criticando ou elogiando. Desse jeito eu me motivo a escrever sempre.

Só tenho até agradecer.

Abraço

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Comentários

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Meu amigo Manfi, até agora foi brilhante, com muita imaginação e perspicácia, teremos a continuação? Caso tenha e possa, por favor me informe ok aosoriorj1950@gmail.com obrigado

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caralho.... manfito!

que capítulo espetacular.

denso, mas não cansativo.

detalhista não só no sentido psicologico, mas também nas construções da narrativa.

dá para imaginar perfeitamente as cenas pela narração.

namoral dá muito gosto ler seus contos.

tava a semana toda querendo ler, mas tava preso com questões de trabalho e pessoais, mas finalmente consegui um tempinho para me maravilhar essa joia de conto.

********************

"De qualquer jeito, a minha inocência, a minha necessidade de atenção, afeto… essa foi a verdadeira causa do que aconteceu. E aquilo me deu um tipo de nojo… não delas, mas de mim."

"Porque não era só sobre ter sido enganado. Era sobre o quanto eu quis acreditar.

Como posso ser tão fraco e otário?

Algumas pessoas nascem para serem pisadas, humilhadas. No fundo eu mereço, por que eu não fiz nada.

"

"E a resposta veio fácil demais: eu era essa pessoa, eu era esse cara, patético, fraco, indefeso.

Todos viam isso.

Os meninos não estavam errados quando me atacavam, quando me zuavam, quando me diminuíam.

Era aquilo que eu era.

"

caras essas lógicos circulando, indo e voltando na cabeça dele.

eu passava muito por isso...

na verdade pega até hoje, mas com o tempo de vida a gente começa a se policiar melhor.

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Cara, me identifico demais com o Carlos. Na minha adolescência e começo da fase adulta, eu também passava por vários pensamentos andando em círculos pela minha cabeça. Tive muitos problemas de rejeição, tantos que me acostumei hoje em dia. Hoje, nem sou tão rejeitado assim, mas muitas vezes, eu fico agindo como se ainda fosse.

Você foi feliz na frase: a gente se policia melhor.

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ééé... ainda carrego esse problema.

cara.. ele não sai e fica martelando..

nunca consegui devenvolver aquela sensação de ficar a vontade totalmente.

mas te contar, talvez não seja errados sermos assim. o mundo tá cheio de pessoas mal intencionados e essas são as mais sedutoras.

eu encaro essa minha neurose como escudo.

mas é aquilo.... temos que policiá-lo se não prejudica mais que protege.

na trabalho mesmo... meus colegas gostam muito de mim, elas fazem questão de estarem comigo o tempo todo, mas o tempo todo em minha cabeça eu fico imaginando se eles estão sendo sincero...

e apensar da verossilhança ainda assim fico me perguntando do porquê gostarem de mim...quais saus reais intenções...

cara é exasustivo...

é simplesmemte não conseguir acreditar que as pessoas só te apreciam como pessoa.

não se consegue aproveitar do momento.

aaah isso é... muito bulling quando jovem. muita rejeição por ser aquela pessoa fora do padrão social.

no meu caso, comecei a mudar justamente quando comecei a fazer artes marciais.

me deu mais confiança e os bullings pararam de encher o saco.

e focar no meu proprio jeito sem me importar e querer agradar os outros, mas claro.. nunca deixando de ser cortez e civilizado, pelo menos para quem merece.

diante disso as coisas começaram a fluir naturamente...

as pessoas boas começam a se aproximar.

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Comentando agora amigo, capitulo mágico, pra entrar para historia dessa casa. Estou muito confiante na evolução do Carlos pois ele descobriu algo muito importante que ele só pode e deve confiar e contar somente com ele mesmo. Acredito que agora as outras peças terão de se ajustar a ele e estou curioso para ver esse desenvolvimento

3.000.000.000 de estrelas ainda é pouco

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O Carlos tem vários problemas psicológicos mas pode dar a volta por cima fazendo esportes principalmente lutas e quanto a experiência sexual pode aprender muitos com a mãe das meninas podendo se tornar um grande dominador e colocar essas meninas no

eixo. Alias quando vao colocar a proxima temporada. Ate mais obg

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Não sei se Verônica vê a possibilidade de ter uma relação sexual com Carlos. Ela, apesar de sensual, vê o Carlos apenas como filho. Pelo menos é o que eu acho.

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O Carlos tem vários problemas psicológicos mas pode dar a volta por cima fazendo esportes principalmente lutas e quanto a

experiência sexual pode aprender muito com

as mãe das meninas pode se tornar um grande dominador e colocar essas meninas no eixo.

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O Carlos tem vários problemas psicológico mas pode dar a volta por cima fazendo esportes principalmente lutas e quando a experiência sexual pode aprender muitos com as mães da meninas pode se tornar um grande dominador e colocar essas meninas no eixo. Alias quando vao colocar a proxima temporada. Ate mais obg

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Há um fato nessa história: ele casou com a Tau.

Seria meio estranho ele ter aprendido sobre sexo com a mãe da Tau e depois casado com a mesma Tau.

Ok, pode acontecer, mas seria muito estranho.

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Que capítulo, meu amigo! De altíssimo nível psicológico. Profundo. Prometeu e entregou bastante. Ficou claro a inconsequencia das meninas, a inexperiencia de Veronica ao lidar com essa situação e o basta que o Carlos quis dar nisso tudo. Ás vezes, é preciso um choque de realidade (tá no texto) pra pessoa se mexer e dar uma guinada na própria vida.

Tô muito curioso para saber o novo Carlos que estará se formando.

Tô mais curioso ainda para saber como Tau conseguiu fisgar esse homem.

E o Miguel hein? Apareceu. Tau falando bem dele. Falando que algo ficou para Tati. Eu não queria mas... só penso em pistas do que é que a Tau fez para meu xará pedir divórcio.

Parabéns, Manfi! Nota 10 pelo capítulo e três estrelas como sempre!

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Obrigado meu amigo...

Pq o novo Carlos seria melhor do que o de agora??? Ele foi quebrado...

A nova Tau precisará ser melhor, bem melhor, sendo a giz me mata...kkkk...

Falando sério...as consequências aparecerão...e fico feliz por seu otimismo...mostra a ótima pessoa que vc é...tem personagens como o Carlos que são humilhados dentro das histórias e nos chats...e não há ninguém que defenda eles mais que eu.

Sobre o Miguel...o tempo dirá...

Sobre os outros coadjuvantes... esqueça...já cumpriram o papel...

Muito obrigado pelo comentário e os elogios, vindo do melhor autor da melhor história da atualidade no Cdc.. so tenho que agradecer...

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Enquanto estava dirigindo, fiquei pensando nessa humilhação que o Carlos teve na casa de praia e da sensação de que ele passará por mais humilhações.

Projeto que o vetor dessas humilhações será Tau, principalmente, e Tati. Presumo que elas não farã isso conscientemente e, depois de ocorrer, elas automaticamente se sentiram culpadas e arrependidas. O problema é que isso já terá destroçado meu mano Carlos.

Assim como Carlos, elas também são fracas. O que mais me pega na Tau, especificamente, é que ela parece ter uma aura de submissa. E por mais que ame o Carlos, ele não será um dominador dela. Não faz parte do perfil dele. Não é o jeito que ele é. Não tem como ser, também. Sua experiência de vida meio que determina isso. Há exceções, eu entendo, mas não acho que será o caso do Carlos.

Então, nessa submissão da Tau que prevejo meu xará sofrendo uma terrível humilhação. Muito mais do que uma traição. E quem estará por trás disso será o Miguel, que terá um prazer imenso de mostrar o quanto é mais homem na cama que o Carlos.

E isso que é foda porque, de fato, realmente acredito que o Miguel é simplesmente melhor. Infelizmente a vida tem dessas. Há pessoas melhores que nós em qualquer coisa que fazemos. E no caso do Carlos, encontrou o Miguel que simplesmente é melhor do que ele para saber comer e tratar como putinha alguém como a Tau.

E isso, meus amigos, envolvendo a mulher que você ama, é uma das maiores humilhações que um homem pode ter.

E tô usando "que um homem pode ter", mas o inverso também acontece na vida. Ser humilhado é algo que qualquer pessoa pode passar, independente do sexo.

Esses pensamentos me deram uma certa depressão e mostra o quanto os contos podem nos fazer refletir, entender sobre a vida e aprender sobre nós mesmo.

Sobre o conto, os comentários e os elogios são merecidos, meu amigo. Quando ainda tinha poucos comentários, eu te disse que a história era boa e ia pegar. Sei que você tem um roteiro pronto para essa história. Só mantenha (meu conselho) e deixe que a gente viaje pela história e pelos personagens que você criou.

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Lembrando que o Miguel é melhor realmente que o Carlos, mas por um motivo, a ausência de qualquer experiência do Carlos, ele têm dezesseis anos e é virgem, então até eu sou melhor que ele kkkk, você tá projetando um único futuro plausível meu Amigo Carlos, considere as palavras do Carlos que está no texto, ele pode consiguir cumpri-las com determinação e sabedoria adquirida com o tempo:

- Eu quero deixar claro para todas. O Carlos fraco, indefeso, que precisava ser cuidado morreu. Eu não irei aceitar mais que vocês interfiram na minha vida. Não haverá contatos e interações desnecessários, tentativas de amizades forçadas, por que alguém achou que era necessário, ou por interesses pessoais. Eu prefiro não ter amigos, do que ter amizades superficiais, que não tenham motivos reais para existir.

Sábias palavras para alguém tão novo e abalado emocionalmente, então é passível que ele se transforme naquilo que ele acredita que pode ser.

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Eu acho que Carlos vai surpreender! A primeira coisa que ele fez foi aprender artes marcias e contratar um personal trainer. A terapeuta

não sabemos se ele começa ja jovem ou adulto.

Vou totalmente divergente da visão do carlos_leonardo. Sobre o Miguel ta dando um pouco de rolo falar dele (continuo com minha visão sobre ele no futuro).

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Na realidade, na minha opinião, a mudança do Carlos, começou efetivamente quando ele tomou a iniciativa de sair da casa de praia, não fugindo acuado, mas se retirando estrategicamente, pois em suas reflexões, ele chegou a uma sábia ponderação, que tudo aconteceu com a permissividade dele, que ele teve culpa em ter deixado as coisas acontecerem e não ter partido para um confronto claro para saber o que estava acontecendo, já que ele percebeu a trama desde o início, foi muito bom quando ele se afastou e chegou a essa conclusão e agora tomou a decisão que fará de tudo para não ser mais dependente emocional de ninguém, já é uma virada e tanto, pois ele poderia fugir agindo e pensando como um coitadinho, gostei do pensamento dele, mesmo que ele não consiga a virada total e efetiva, mas que morra tentando.

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Ele tem uma mente profundamente analítica e um senso de auto analíse poderoso para sua idade e traumas.

Acho que a frase que mais me impressionou no capitulo todo foi essa:

"Eu prefiro não ter amigos, do que ter amizades superficiais, que não tenham motivos reais para existir."

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Frase de Homem maduro quenfoi forjado no sofrimento

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Frase que se ancaia na vida de qualquer pessoa que tenha um minimo de amor próprio.

Serviu para eu relembrar o que importa na minha vida.

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se aplica*

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isso é importante nesses contos a retificação ou a retificação de nossos conceitos de vida, isso é muito legal

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Onde na vida eu iria imaginar que eu teria esse tipo de aprendizado em um site de contos eróticos!! É surreal!

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isso realmente é incrível pois a grande maioria das pessoas pensam que aqui só tem pervertidos e putaria.

Neste mesmo sentido eu adoro levar minha esposa a baladas liberais as famosas casas de swing pois lá minha esposa se sente segura e respeitada porque o não é não e ponto final, nunca vi brigas e nenhum homem tentando desafiar outro homem como acontece nas baladas normais da cidade.

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Ja fui casado, me separei, não tive filhos e estou "solteiro". Quando casado, tivemos uma terceira pessoa conosco algumas vezes, uma mulher nossa amiga. Foi muito legal essa experiencia, foi legal para nosso casamento. Mas nunca fui num casa de swing, tenho curiosidade.

E antes que perguntem, nunca rolou com outro homem pois não surgiu a oportunidade, por mim não teria problema na época.

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Igual qualquer balada, um bar com música e muita gente bonita, mas com um algo a mais pois tem outras dependencias que todos podem usar mas o entrosamento entre as pessoas tem de ser de comum acordo e como falei o não é respeitado. não é porque uma mulher resolver ficar seminua que todos vão agarrar e se servir dela, não funciona assim. nestes lugares as mulheres se exibem sem medo de serem julgadas ou constrangidas de alguma forma

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Assim como Carlos vai evoluir, Miguel também vai. E assim, não sei se vai ser o caso do Carlos e Miguel, mas sempre há pessoas que são melhores que nós em determinada coisa.

E depois de ler esse capítulo (e dos comentários do Manfi), acho que o ponto que vai pegar é esse:

Miguel simplesmente é melhor que o Carlos no sexo com Tau, apesar do coração da Tau ser do Carlos.

Isso cria uma situação complexa. Nesse cenário hipotética, por que Tau estaria com Miguel mesmo casada com Carlos? Fraqueza da Tau ou erros do Carlos?

Uma traição (???) não surge do mais absoluto nada (embora os contos do CDC queira nos vender isso).

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Calmaaa Carlos!!!

Tem 20 anos para rolar na wstoryainda!!

Carlos pode se tornar um baita de homão¡

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Sim, pode se tornar, mas 20 anos depois, já temos um norte do que vai acontecer (vide capitulo 1).

É nisso que estou baseando meu comentário.

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Mas veja bem, Tau diz que ela precisa contar o lado dela da estória para a única pessoa que interessa, Carlos.

Teoria Maluca 2...Tati e Miguel armam uma rede de intrigas violenta.

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A Tau admite que fez coisas horríveis nos últimos meses, que não quer dizer que seja traição, pode ser deslealdade sem infidelidade, já pensaram nisso?

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Sim e essa é uma possibilidade fortíssima, ainda mais por causa da tag traição com interrogações. Ainda assim, acho que o Miguel terá muito impacto nisso. Por isso ainda fico com minha teoria.

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Tenho quase certeza que gira em torno disso, uma possível deslealdade com um agravante de uma falsa traição montada com participação do Miguel, há muito tempo, tenho essa teoria estava guardando, mas vocês ficam estimulando eu abrir o bico kkkkkkkk já não gosto kkkkkkkk

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Entendo, mas a traição, se houver, não é necessariamente por ordem sexual, ou seja, uma superioridade sexual percebida pela Tau por parte do Miguel sobre o Carlos, só se impõe após uma traição consumada .

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Exatamente, vamos pensar com clareza nos atendo aos fatos,

Carlos no começinho diz que os principais personagens do caos entram na vida dele na época de menino.

Tau exige a construção desse diario judicialmente, ela diz ter sim feito coisas horriveis, mas que não é bem assim.

Tau ja nos da uns glimpses da personalidade de tati, que na época ela não enxergava "comportamentos" da irmã, que ela vem a entender mais tarde.

Finalizando esse post....Não arredo o pé de que Tati e Miguel serão os pivôs do caos.

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Alguns desses questionamentos são válidos, mas o critério com certeza absoluta de que Miguel será melhor no sexo que o Carlos do futuro pode não ser tão correto, até porque, para se ter essa análise por parte da Tau, ela teria que ter mantido um relacionamento com Miguel e Carlos concomitantemente ou ela traiu o Carlos por motivos extra sexuais como carência e nostalgia e descobriu que o Miguel ainda se mantinha melhor de cama que o Carlos, pois passado tanto tempo, não se pode afirmar com certeza que o desempenho sexual de alguém se manteve igual ou melhor, pode piorar também, por diversos fatores emocionais, comportamentais e até fisiológicos.

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Uma coisa que pensei para te responder, amigo Sensatez, foi o seguinte:

Eu estou lendo e degustando dessa história da seguinte forma, imaginando o seguinte: Tau e Carlos estão de frente para o terapeuta e cada qual está contando sua versão dos fatos. Isso é parcialmente verdade, pois basta ler os primeiros parágrafos do capítulo 1. Se estão de frente ao outro ou em sessões separados, não muda o que vou dizer.

Então, a Tau de 40 anos está relatando o que aconteceu desde a adolêscencia. E a Tau de 40 anos disse o seguinte:

- Estava com Miguel — esse desgraçado que vocês vão conhecer bem (...)

- A penetração em si? Nada memorável. Miguel ainda tinha muito o que aprender sobre sexo anal naquela época. E, olha… ele aprendeu, viu? Virou especialista. Infelizmente, tenho que reconhecer… (...)

A Tau de 40 anos falou isso. Ela disse que ele não era especialista, mas aprendeu a certo. E reconheceu isso. Como que alguém reconhece isso se não for experimentando?

Então, concluo que o Miguel também evoluiu e não apenas o Carlos.

E pela raiva que a Tau de 40 anos fala do Miguel - desgraçado - eu tenho certeza de que ele é o "culpado" pelo processo de divórcio de Tau e Carlos.

Agora resta saber os motivos. Não comento isso no preto no branco. Talvez, no fim das contas, seja tudo culpa do Carlos. Vai saber. Só sei que essa situação realmente mexeu comigo, provocou gatilhos em mim (eu no lugar do Carlos).

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Continuo achando que é cedo demais para esse tipo de suposição.

Mas com a licença de Manfi...Teoria Maluca!!

Acho que Tati estará intimamente ligada a todos os problemas futuros, inclusive e intimamente com Miguel.

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Os contos quando são bons c9mo estes, nos transformam em mãe Diná kkkkk passamos a prever o futuro

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Essa é a melhor parte, po. Disparado kkkk

Eu na minha persona de escritor adora quando criam teorias nas minhas histórias.

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Sou suspeito de falar, o autor para me aturar tem que ser meio maluco também, senão dá certo não kkkkkkkkkkkkkkkk

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E eu estou me tornando o rei das teorias do CDC!! hahahaha

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Bem vindo ao clube, se for em um espaço permitido, é delicioso ou não é?????

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Muitoo delicioso!! Empolgante, pareço criança.hahahaha

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Vocês iam pirar no conto do Gui.21. Eu nunca vi um conto tão fértil para teorias malucas. Esse foi insuperável. Pena que ele deletou a conta.

Ps: o conto tinha incesto (que eu não gosto), mas valia a pena pelo mistério que o autor criou.

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É o Nacho o personagem principal né.

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Eu indico fortemente tudo do Cialis...delicioso!!!

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Já li contos de incesto, mas não comento, pois a maioria das vezes e com traição, muitas vezes com o Filho transformando a Mãe em vadia, então na maioria das vezes eu abandono a leitura além de não comentar, então o prazer se perde, passando a não fazer sentido para mim, na realidade só teve um conto que lu até o final, mas nele foi um amor lindo que foi muito bem construído, mas é raro.

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Não gosto de incesto, mas as melhores comédias estão nesses contos

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Como escrevi acima, se vc não conhece o Cialis . Leve, divertido e muito louco!

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Conheço e já até li diversos contos de incesto, inclusive li alguns do Cialis, mas meu problema com contos de incesto não é o ato sexual incestuoso com a mãe, que por si só é meio chocante, mas é a banalização do "Sagrado Feminino" onde a maternidade é um elemento preponderante, esse conto mesmo que você citou que tem o personagem Nacho, estava indo de uma maneira sensual e criando uma atmosfera de transgressão do sagrado por amor, mas aparece o Nacho e transforma tudo em Putaria, Vadiagem e Submissão, jogando o amor capaz de romper o "Sagrado Feminino" no lixo, e de quebra ainda subverte o Muleke, perdi toda a vontade de ler, exemplo clássico daquilo que eu não quero ler, então não leio, mesmo que seja muito bom.

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Eu não li o conto do Nacho, não consegui passar do Ep 1. Não gosto de contos de incesto, muito menos de Sadomasoquismo. Respeito pq devo respeitar o gosto de cada um, de como cada um vive sua vida tbm, mas acho pura degradação. Mas as melhores comédias que li aqui eram de incesto.

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O conto do Gui.21 não é o mesmo do Nacho, mas é baseado. O do Nacho foi feito pelo joslira (eu acho) e aqui no CDC foi republicado traduzido pelo in6, mas tá incompleto.

O do Gui.21 é uma história própria que, acredito eu, começou baseada na do Nacho, mas lá pelo cap 3 ou 4, jã tinha mudado completamente de direção.

E o protagonista também é diferente. No do Gui.21 era o Guilherme.

E tirando a questão do incesto, a história do Gui.21 era palco para muitas teorias. E isso, meus amigos, conhecendo vocês (Ramses e Sensatez), é exatamente o que a gente gosta kkkkkk

Teorias da conspiração!

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Verdade carlos...in6, li em um comentário que parece que o in6 faleceu na pandemia. Me lembro do Gui21 vagamente!

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Putz, não sabia dessa do in6. Que pena! Se for verdade, que Deus o tenha!

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Gostei muito. Não vejo a hora do capítulo extra e a segunda temporada. Vai demorar?

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Capítulo extra sai na quinta a segunda temporada vai saindo.

Obrigado pelo elogio.

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Engraçado, parece mesa redonda de futebol….Tres debatedores, e mais ninquem.

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De sua opinião...critique se quiser...mas argumente pq adoro argumentar.

Obrigado pelo comentário

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Estou começando a achar que o Manfi é do meu circulo pessoal e não sei quem. Kkkkkkkkkkkkk

Primeiro os olhos, após os dedos. Tati é nova talvez ainda dê tempo de evitar as consequências…

Isso é auto mutilação de um jeito que não atrai pena, não deixa marcas não chama atenção, mas em uma década, se ela não parar quando for fazer raio-x da mão descobrirá que se condenou a conviver com dores nos dedos, que ela continuará escondendo.

Mas todos os ossos dos dedos das duas mãos terão micro-fraturas mal curadas. As vezes a auto mutilação é simplesmente silenciosa porque você se acostumou a não chamar atenção.

Tau pagou por sua passividade e submissão causada por traumas continuados não tratados.

Tati pagou por sua inocência fora de idade possivelmente com uma origem muito parecida com a da irmã.

Veronica pagou por sua presunção de querer alterar um panorama social cruel, mas que ela não sabia nada sobre…

As três erraram as três pagaram, não vou mais defender nem uma delas até o panorama mudar…

Nem vou falar da Luana… Jovem, imatura, burra, como eu também já fui, só espero que acorde antes que se machuque de verdade.

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O problema da Tati e Luana é que uma adolescente, não tem o direito de ser imatura, inocente ou burra… Meninas amadurecem cedo é um consenso.

Não tem defesa.

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Desculpa giz, mas eu não concordo com isso!! Até por princípio religioso, que alguns tanto detestam.

O perdão é um dever de todos! Agora, para que isso ocorra é necessário que haja o reconhecimento do que fez e assim o arrependimento verdadeiro.

Se não há arrependimento, não há perdão. E eu não consigo ver que elas não se arrependeram. Pelo o que foi escrito...não estou fechando questão e nem adiantando nada. Pelo o que está escrito, parece que elas sentiram o que fizeram e se arrependeram.

E o que eu discordo totalmente é no que você disse, e tenho certeza que no fundo vice pensa o contrário...todo mundo está sujeito a erros durante o seu processo de amadurecimento...na verdade, provavelmente uma pessoa como Tau e Tati, erraram muito mais que o Carlos, justamente por que são mais maduras e com isso arriscam mais.

Uma pessoa imatura não consegue lidar com os problemas fantasmas internos...eles estão lidando com eles mesmos enquanto os outros estão lidando com o mundo.

E vc matou a charada sobre o comportamento de Tati. Há algo errado aí...que precisa ser cuidado, e que normalmente não é... justamente por que pessoas "normais", pessoas certinhas demais não demonstram o que de fato precisam, e vai se acumulando. Sem falar toda a pressão social por ter que ser perfeita o tempo todo. Isso é mais problematico e comum do que parece.

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Ironia meu caro, a Giz exerceu o direito sagrado de utilizar uma figura de linguagem de pensamento.

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Eu sei e você mesmo admitiu que eu penso o contrário do que escrevi como o Sensatez disse uma opinião irônica.

Mas baseada principalmente no fato de que eu não tenho como defender elas… Agora é esperar o desenrolar…

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Tenho alguem para admirar, a Verônica é uma mulher humana, como tal pode até errar, mas é um ser humano maravilhoso, se ela não fosse como que é, não sei se o Carlos conseguiria se reerguer, quanto as meninas, a favor, somente por serem jovens, então terão a oportunidade de se espelhar na Mãe e apagar essa página medonha da vida delas, moldando positivamente suas personalidades, mas a nódoa desse episódio estará sempre lá num território que jamais deveria ser acessado novamente.

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Bom dia Sensa!

Tbm gostei muito da Veronica, me passou ser uma pessoa com um caráter integro.

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Mas Sensatez, concordo com sua visão da Veronica. Uma mulher sensacional. Mas não é ela que mantem Carlos na casa. Quando ele as chama para a conversa, aí sim ele se desarma com Veronica, a agradecendo por te-lo ajudado e por ter feito aos bem aos pais dele. E quem aparece de novo é o Tio Teixeira.

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Foi ease tio 1ue chamou o nome dele no final?

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Tio Teixeira foi o braço direito do seu pai. Carlos esteve com ele logo após o velório. Quem chamou o nome dele foi uma das três.

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obrigado, tinha deletado isso da minha vaga memória rsrsrs

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Temos a informação se esse Tio já morreu?

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Temos a informação que Carlos nunca mais o veria. Não tenho certeza ele morre após 2 ou 3 anos após o encontro dos 2.

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No texto, tem a informação que eles não se vêem mais, então ele deve continuar na casa da Tau. Ansioso para ver a mudança dentro do mesmo ambiente, será interessante.

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Pessoal...o tio dele viajou para ficar com a família. Ele tinha uma doença terminal.

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Deve continuar sim, também tô ansioso pq Manfi diz que veremos ele virar homem no ep extra. Homem adulto ou vai virar macho?!?

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Por aí. Teixeira diz que tem uma doença terminal e vai morar com os filhos para morrer com sua família nos USA.

Carlos receberá a informação da morte por e-mail e isso é tudo o que sabemos

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Não sei classificar a atitude de Verônica, quando ofereceu vantagens pessoais a Tau, para se aproximar e proteger o Carlos, talvez tenha sido excesso de zelo, ou uma forçada de barra não pensada, não planejada, sem até aquele momento conhecer realmente o caráter das filhas, mas acredito que Verônica aprendeu a lição e, deixou a impressão que não agiu de má fé. Quanto as filhas, não sei dizer qual das duas foi mais mal caráter, uma que agiu por interesses pessoais, ou a outra por interesses sexuais. Em fim vamos aguardar a segunda parte, e agradecer ao autor por tão envolvente conto.

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Cara, na boa...eu entendo o pé atrás com a Tati...mas olha como a Tau reagiu e olha como a verônica reagiu.

Vc acha questionar o caráter da Verônica depois desse capítulo...único erro dela foi tentar ajudar o Carlos...vc pode falar que fez errado, que não era o ideal...mas vc questionar o caráter dela!!! Ela tem culpa das atitudes da filha???

Olha a parte que ele fala sobre a Tauane, a imagem que ela tinha da filha, e da decepção dela depois que soube o que aconteceu...vc como pai, iria fazer o que, matar sua filha??? Mandar embora de casa?? Ou assumir seu erro, pq talvez tenha errado na criação deles, e jogar na cara tudo que precisava...

Ela questionou o caráter das filhas, chamou a Tati de psicopata...questionou o sentimento que a tau dizia sentir pelo Carlos, depois de ver ser humilhado...um pai ou uma mãe tem o dever de tentar educar os filhos, e isso acontece atravéz de exemplos, de maneira, clara, objetiva e honesta. Ela não passou a mão na cabeça de ninguém...colocou a culpa da tau, por ser meus velha e mais eclética acima da irmã, mas não deixou de apontar de maneira dura o que precisava ser apontado.

P mim a fase que a tau fala que sabia quem não queria ser, mas que era exatamente o que estava sendo, a coisa mais madura que ela poderia pensar, sentir...

Não sabemos o que a Tati pensou...mas é difícil que ela tenha sido cem porcento falsa...se for isso, ela realmente é uma psicopata.

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Nossa...é muita coisa para absorver, vou precisar rele várias vezes!

Manfi...sem palavras...FANTASTICO!!

Minha empatia por Carlos só cresce!

Salta a meus olhos pequenos detalhes sobre Tati que Tau nos passa, pequenos mesmo, mas muito importantes! Creio que ela tem no mínimo um caráter duvidoso.

Muito ansioso para ver a nova postura de Carlos e de Tau também, não desgosto dela, nem um pouco.

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Bom dia Ramsés, principalmente continuo não confiando na Tau, como a Mãe disse, ela deixou uma menina quase inocente continuar nesse jogo fútil de uma quadrilha Pós Mirim, estou curioso em saber quem era o namorado da Luana, mas tem uma luz no fim colocada pela Verônica que tem pulso firme e influência com as filhas, então agora tenho esperança, mas já estou aliviado em ter a Verônica nessa estória.

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Bom dia de novo Sensatez!

Como disse no meu primeiro comentário, preciso reler, no momento estou bem focado nas partes do Carlos. Mas toda essa estória da Luana e da Tati, da aposta, do namorado, pode ser impressão minha, mas Tati foi bem inocente em tudo isso (acho que ela não é inocente nem aqui e nem na China). Sobre Tau vou esperando as discussões evoluirem. Mas não sei porque gosto dela!

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Acho que preciso melhorar meu comentario. Tati praticamente joga toda a culpa em Luana, Ela se coloca como uma vitima, e ela não é uma vitima!

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Para mim essa passagem é mais uma Redflag no papel de Tati no futuro...uma parte da conversa de sobre o Miguel:

"— Ele além de meter bem, ainda sabe ouvir. Em pouco tempo ele melhorou muito. Eu não deixava ninguém ir atrás, apenas ele.

Ela sorriu. Seus olhos brilharam. Algo permaneceu dessa conversa, mesmo sem eu entender direito naquele momento."

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A favor da Tati é que ela é muito novinha, 16 se não me engano, era virgem, criação com pensamento de liberdade que é válido, mas tem que ser acompanhado com o dobro de orientação, mas o que ela fez dou grave, mas como ela frisou, ela contou para a irmã mais velha e confidente, que se omitiu, não disse sim nem não, então a Tati de deixou envolver com sensações que ela ainda não entendia, mas sabia que era errado, mas um errado tão bom de sentir kkkk

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Essa "inocência" da Tati não ta colando para mim. Nem no caso da Luana e nem na personalidade dela. Tau ja descreveu ela como uma pessoa que gosta de ter controle e que, diferente de Tau, ela consegue esconder melhor essa faceta dela. Então, ela ter entrado nessa barca furada, mesmo sendo novinha não cola.

E me repito....algumas vezes Tau diz que só irá entender algumas situações do comportamento de Tati no futuro.

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Será que a Tati é o Rick do Manfi?!? hahaha

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Kkk vou evitar falar do Rick, mas da Tati, como eu disse, ela sabia que estava fazendo errado, a favor dela somente a idade e a Mãe que dá bons conselhos e de forma vigorosa, quando ainda é "Muda em broto é mais fácil endireitar o Talo" , assim dizia minha vó. Kkkkkkkkkkk

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Mas...."Pau que nasce torto, nunca se endireita". Mudando para o Carlos...que personagem fantastico Manfi esta construindo hein!!

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Está errado esse ditado aí, pau que nasceu torto mija fora da bacia. Kkkkk

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Kkkkkkkkkkkk que expressão chula, mijar na bacia é anti higiênico, kkkkkkkkkkkkkkkmmmmmmmm

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Mamonas assassinas meu jovem kkkkkkkk um clássico musical kkkk

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Já até falei sobre isso, mas não custa repetir, por enquanto o Carlos está até me surpreendendo positivamente, com a idade dele, ele fazendo uma autoanalise criteriosa das necessidades dele, que o levaram, até certo ponto, às coisas negativas que lhe aconteceram, não por culpa dele, mas por confiança, necessidade e carência genuínos, mas acho que ele foi até um grau acima do que deveria em sua autoavaliação negativa, pois ele não levou em conta o momento de fragilidade emocional pela perda dos pais, na situação dele há uma tendência extremamente forte da carência emotiva tomar o racional, condição no qual em estado normal ele é totalmente racional, dito isso tenho muito medo que esses eventos traumáticos, o afastem de um equilíbrio necessário entre o emocional e o racional, deixando-o insensível e parcialmente impedido de sentir empatia, processo muito comum nestes casos e que causam sérios problemas interpessoais, principalmente em relacionamentos íntimos. Mas até agora Sensacional o comportamento desse personagem, inclusive ele teve a sapiência de separar o joio do trigo em relação a Verônica, pois na condição emocional extrema que ele estava, poderia explanar tudo, por isso essa personagem Verônica está sendo a Estrela do Sul da trama, pois inclusive é um farol dando auto segurança extra para o Carlos.

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Sabe o que eu acabei de me tocar. Estamos vendo dois jovenzinhos na visão de um homem de 39 anos e de uma mulher de 40. Eles nos contam ja fazendo auto análises. Acho que é por isso que tenho uma mente aberta para a Tau!

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Você tem razão quanto a isso, o conto é relatado em primeira pessoa, mas como um diário, por isso os relatos são confiáveis, mas as indagações em pensamento, reflexões e divagações são projetadas como se fosse uma retrospectiva de vida. Pelo menos entendi assim.

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Exatamente, reflexões e indagações gerando uma retrospectiva. Aí que ta o grande X da questão para mim. Lidar com os outros personagens através da visão dos dois. Será que me fiz entender?

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O leitor tem que equacionar as narrativas com as ações dos personagens que não são narradores realmente, não que as narrativas não sejam intencionalmente confiáveis, mas pode surgir discrepâncias de intensidade, por exemplo, a visão das ações da Tati, são vistas de quatro formas diferentes, da Tau , do Carlos, como a Mãe vê as ações da Tati pela visão da Tau e como a Mãe da Tati vê essas ações pela visão do Carlos, ou seja as visões distintas da Tau e do Carlos não são e não devem ser iguais em relação a outros personagens, inclusive sobre eles mesmos, é complexo.

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Bingo!! Complexidade total!! Um desafio delicioso!

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Parece que a Tati se faz de morta pra comer o coveiro...

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O jeito que os olhos dela brilharam quando a Tau falou e elogiou o Miguel...

Rapaz...

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E só foi entender esse brilho no futuro

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Essa Tati mesmo sendo novinha ela pra mim não é flor que se cheira, mas a Tauane realmente errou por negligência, tanto com a irmã quanto com o Carlos

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Será que o Miguel vai pegar as duas? Lembre-se que a Tau falou no primeiro capítulo que o Miguel era inexperiente, mas aprendeu direitinho e sabia fazer bem, muito bem.

Talvez o Miguel não seja tão filho da puta assim, mas só o cara que sabe comer mulher melhor que o Carlos.

E o pior, depois do que foi falado do ex-marido da Verônica e do jeito certinho dos pais do Carlos, não duvido mais disso, viu?

Meu mano Carlos tá com cara que será humilhado pela perícia do Miguel.

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Olha, segundo o capítulo não resta dúvidas que Tau e Miguel ainda vão se relacionar sexualmente no futuro. E já sinto pelo seu mano Carlos!!!

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Ou alguém com as mesmas características, o que me faz lembrar, quem é o namorado da Luana?

Minha curiosidade se justifica, pois no texto, sua identidade foi deliberadamente ocultada, ainda digo que a Tau, fez questão de esclarecer que nunca mais vou o Hugo, mas o casal de Delinquentes Juvenis ela não frisou isso na oportunidade da evasão covarde da Quadrilha Sem Noção.

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Eu achava que o namorado da Luana era o Miguel. Até pela forma como falou do Carlos. Porém, ele (o namorado) tinha voltado de viagem, não pode ser ele.

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Por isso minha curiosidade nesse Calhorda Dominante, acho que ele que trará o Caos.

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Eu já canto essa pedra faz vários capítulos, mas o Manfi deu a entender que estamos dando importância demais ao Miguel, então, não sei...

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Não é do Miguel que tô falando, eu acho que Miguel e Hugo viraram pó, me refiro ao Proxeneta de Adolescente, vulgo namorado da Luana, que a meu ver, teve a identidade estrategicamente ocultada, geralmente um autor só esconde a identidade de um personagem quando ele não tem a menor importância, relevância zero ou quando ele tem vital importância, aposto na segunda hipótese.

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Bem típico de leitor do Cdc...eu pensaria a mesma coisa.

Mas o autor TB é 100 porcento honestos...não há ou haverá tramas mirabolantes.

Como falei acima...uns coadjuvantes vao continuar mencionados...aí pq veremos...já outros nem nome tem ..

Há lógica e honestidade por trás...parem de ir taoooo longe!!! Kkkk

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Se não for tão longe não tem graça teorizar, essa é a grande sacada, podemos falar qualquer abobrinha que tá tudo certo, você que é o Senhor da Razão do seu Universo, somos reles mortais tentando entender suas ações, através de suas criaturas literárias, esse que é o grande barato desse fórum, não importa se acerta ou erra, o importante é teorizar, trocar idéias, falar besteira e antes de mais nada se divertir, dou cada gargalhada que ecoa noite adentro kkkkkkkkk desopila o fígado.

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Realmente... principalmente p autor que não se preocupa em ficar defendendo o indefensável que escreveu, lê os comentários é a melhor parte...kkk

Da agonia qd alguém lança alguma coisa completamente distante e você todos indo atrás. Kkkk

Eu só sou um velho pastor tentando deixar suas ovelhas juntas e seguras...kkk...e indo na direção que precisam....

Da p pegar um atalho, ou um caminho mais longo? Até da...mas ficar andando em círculos é que não quero que aconteça

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Acho que toda autora e todo autor já se sentiram assim, mas como diz minha esposa... "O Texto Publicado" Não mais te pertence, pertence as imaginações de quem ler, deixa as pessoas comentarem e teorizarem e se surpreenderem, estando certas ou erradas.

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Giz,

Concordo totalmente com vc! Não preciso me alongar.

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Não coloque palavras na minha boca. .sobre o Miguel há silêncio da minha parte ...kkkk

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Eu tenho a impressão Sensatez, que Luana já cumpriu o papel dela no conto. O namorado cumpriu um papel secundário. Mas Miguel já disse que sempre estaria por perto, sempre!

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Palavras dele, podem se concretizar ou não, como eu disse num comentário anterior, se a Tau se reaproximar do Miguel, não tem desculpa para o erro, pois ela já sabe do domínio nocivo dele sobre ela, então já deveria ter mecanismos de defesa contra ele.

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Pode parecer piegas, mas fico muito triste de imaginar que Tau possa trair o Carlos no futuro, principalmente com Miguel. Tô ficando muito envolvido nessa estória. Tô te falando isso Sensa pq sei que sua passionalidade ébrm parecida com a minha.

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Se tá totalmente certo, uso o racional para frear a passionalidade e não ao contrário, interessante e certeira sua observação, por isso eu queria que ela não se envolvesse mais com o Miguel, seria consciente, então muito mais culposo o erro.

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Luana é da mesma turma mesmo ano que Carlos e Tati.

Sem dúvida houveram, haveram conversas desconfortáveis ainda envolvendo esse assunto.

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Amigo sensatez...repare que esse personagem nem nome tem... é ainda mais irrelevante para o futuro da história do que o Hugo, que pelo menos teve um homem.

Não precisa ir tão longe...os coadjuvantes são coadjuvantes das temporadas...diferente dos que são mencionados mais vezes...

Pronto...viajar com essa informação é melhor do que continuar viajando com um personagem que nem nome tem...

Eu sou bonzinho...poderia deixar vcs se estrangular nessa corda que estão esticando...kkkk

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No meu comentário cito isso, é uma diferença sutil entre nem ter nome e a identidade ser estrategicamente ocultada, mas obrigado.

Então por coerência e raciocínio lógico por sua declaração, o Miguel retornará com força, até pela fascinação demonstrada por ele na conversa entre irmãs rsrsrsrs

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Ai vc que está falando...mas ele não será um Hugo...kkk

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Nossa!!! Tanta certeza!!! Kkkk

Talvez esse elogio foi pq o nível de caras que ela teve até agora...apenas Antônio, os meninos da escola (incluindo Miguel)e o idiotao do Hugo!!

E outra coisa que agora posso falar, ela continuou dando pro Miguel por um tempo, entre o negócio do vestiário, ou o que aconteceu com os pais de Carlos, e a festa...passou meses de diferença. E ela disse que ele sabe ouvir e por isso passou a fazer gostoso atrás...

Não precisa ter nada tão p futuro...

Vejam...apenas o que já foi escrito...não há nada que aponte p isso, até a mente viciada de leitores do Cdc...e pra vc ter tanta ctz ainda...kkkk

E só uma coisa, estou mediando e provocando o chat...não tem essa opinião errada...

No conto das meninas do ménage literário eu cansei de dar opiniões que se mostraram verdadeiras e era confrontado no chat, pelas autoras e seus amigos mais íntimos...e 97 porcento do que eu falava de fato acontecia....qts e qts vezes eu fiquei sozinho sustentando argumentos nos contos do Leon e o chat inteiro me "batendo".

Se tem opinião, opine...e argumente...foda é falar algo pq sim...e não sustentar na primeira argumentação contrária...

Aqui a opinião e5livre...mas o autor gosta de textao e de argumentação...então se prepare...kkkk

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O Celo não foi transformado em Corno Manso não...

Por sinal, no balanço ele cresceu muito mais que a Mary, inclusive em conquistas amorosas, um conto com viés feminino, pois foi escrito por meninas muito talentosas com você sempre deixou claro, mesmo assim o Celo foi um personagem masculino com um crescimento pessoal extraordinário, foi uma das maiores transformações positivamente elaboradas do CDC, a mudança não foi só academia e uma gostosa não, foi uma mudança dolorida, de auto conhecimento e confirmação de uma autoestima perdida, num processo lento e árduo de tentativas e erros.

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Com ctz e foi dolorosamente gostoso participar dessa transformação.

Eu dei apenas um exemplo p nosso amigo Ramsés, pq ele falou sobre estar errado no que pensou....em aguardar os outros para depois opinar e etc.

Quem puxava sempre favorável aí celo no chat lá era eu...a maioria, falava inclusive que ele mereceu e merecia ficar em segundo plano para que um cara como paul aproveitasse.

Entre outras coisas.. é uma história complexa...mas só deu um exemplo...

Assim qd tentava entender os contos do Leon, e tentava trazer um pouco de sensibilidade para os "corninhos", como as mulheres chamam carinhosamente seus companheiros naquelas histórias.

Há outras...muitas pessoas devem ter raiva de mim justamente pq falo o que penso, seja crítica ou elogio...as vezes chegamos num consenso, dialogando e etc...e normalmente vou relevando e etc...mas dá a opinião é essencial.

Viver num lugar em que não se pode opinar...ou em que a opinião contrária é agressivamente combatida e etc, todo mundo sabe o que significa.

Não quer ser criticado não publique...se publicar não espere apenas confeites.

Veja que eu estão rebatendo alguns comentários para que haja discussão.... contraditório...

Só não é intenção que vcs desvuej muito do que importa p mim que seja discutido...poderia dar um nome p namorado da Luana, entrar na onda e etc...mas aí a coisa importante que estou querendo passar se perderia e teria até uma frustração por parte de vcs. Que poderiam comprar trama e não drama.

Ótima noite

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Manfi, bom dia Meu Amigo, eu posso até falar um segredo, eu por exemplo, não tento acertar o que vai acontecer, meu objetivo é criar um cenário possível e plausível de acontecer de acordo com a personalidade criada e dada aos personagens pelo autor, e trocar impressões com os amigos do fórum, ver qual será a impressão deles, para mim é muito mais gratificante que somente adivinhar o que vai acontecer, isso quer dizer que não NUNCA ficarei frustrado com a obra e muito menos com o autor por ter ficado decepcionado ou contrariado, que é sua preocupação, muito altruísta e legítima, o máximo que pode acontecer é ficar contrariado com as atitudes de um personagem, como já foi citado, o Mark criou uma personagem que achei magnífica, a Helena, mas as ações dela realmente me decepcionaram bastante, mas tô ansioso pela segunda temporada, falei com o Amigo Ramsés também, que neste fórum podemos errar, falando a verdade que vem do coração ou simplesmente chutando uma teoria sem sentido, o importante É FOGO NO PARQUINHO, havendo respeito mútuo, que mal tem. Como na maioria das vezes acontece, a Giz está certa, assim como você está certo em ser o pastor, em dar spoilers retificando rumo, dar um spoiler ambíguo que pode distanciar de uma situação que queira guardar segredo para manter o impacto da revelação, neste fórum é para comentaristas que leram o conto, no meu ver Autor pode se comportar como tal, por que não???????

Na sua valida teoria, o certo seria então só se comentar sobre as ações dos personagens ao final do conto, quando tudo estiver revelado, teoria defendida pelo Leon, mas a galera que invadiu o seu Fórum, criou um estilo diferente de comentar, é como aquela resenha de amigos fazendo fofoca da novela, o que passou no jornal no dia anterior, qual amigo tá Talaricando o outro, mas em vez de ser na vida real, é na real vida que você criou no Universo do seu conto. É um estilo novo de lidar com a Literatura Erótica, como se fosse uma novela de rádio, só que podemos interagir amplamente em um único fórum, ao invés de fofocar com a vizinha, a modernidade da comunicação nos permite isso em tempo real e se o autor desejar, participa do processo que levaria meses, encare esse espaço como um pequeno mas criativo laboratório literário

Simples Assim.

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Bom dia Manfi,

Esse comentário apareceu no meu e-mail como uma resposta a um comentario meu, então acredito que eu possa dialogar contigo um pouco.

Só não entendi a sua colocação "as mentes viciadas de leitores do CDC". Realmente não entendi. Da minha parte estou realmente adorando seu conto, como gostei muito dos seus anteriores. Esse conto aqui é bem diferente para nós, pois nos permite justamnet fugir dos "vícios" que temos, e acredito que estamos conseguindo manter um nivel de discussão bastante elevado.

Com relação a se Tau transou com Miguel no intervalo entre o vestiario e a festa eu não sei, se foi nesse intervalo que ele aperfeicoou suas tecnicas, tambem não sei pois ela não nos disse, mas vc é o "pai" dela, então acredito em vc.

No mais fique sempre com meu respeito e apreço!

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Eu falei sobre as mentes viciadas me colocando também no meio.

Vou tentar explicar, já falei sobre isso, mas vou tentar explicar.

A imensa maioria dos contos da casa são formados por clichê...dotado comedor - esposa ou namorada puta - marido/ namorado feito de idiota e humilhado de alguma forma. Utilizam -se motivos TB manjados para vangloriar as traições...ou o cara é broxa, ou tem pênis pequeno, ou não é bom de cama...tem características, esteriótipos que justifiquem para os outros manter eles nesse lugar.

Há a questão religiosa, ou a questão de serem trabalhadores e deixarem a esposa ou namorada sozinha e etc. Esse é a maioria...o que muda é quem é o dotado comedor...o chefe, parente, amigo, cachorro...kkkk...

E há os autores que fazem história e colocam sexo. Neste caso, normalmente há muita trama envolvida, em que, novamente, a mulher age p enganar o homem e etc...utilizam-se "perfumaria" para isso...ou seja criasse todo uma história mirabolante para que as atitudes dos personagens ocorram...eu falei isso no conto do Mark por exemplo, nos comentários, utilizando exatamente esse termo... perfumaria...

Por isso que falei em "mentes viciadas dos leitores" do site...a busca por sempre tentar pensar em tramas mirabolantes, motivos que acham que estão nas entrelinhas e etc...

E nesse caso, eu sempre deixei claro...a minha intenção não é numa história mirabolante, com tramas e motivos obscuros vindo a tona apenas no final...e, mesmo assim, essas questões aparecem nos comentários...pq? Pq estamos condicionados a achar esse tipo de coisa nas histórias do site.

Foi isso que quis fazer, de forma generalizada, e não pessoal.

Não foi nem minha intenção falar pessoalmente, a não ser p te incentivar a comentar e ter suas opiniões, apenas isso.

Espero que tenha ficado claro.

Abraço

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Ficou clarissimo, entendi e corroboro seu ponto de vista sobre os vicios dos contos e os viciados por esse tipo de conto.

De nenhuma maneira levei para o pessoal pois sei que não o foi!!

Vamos em frente com mais capítulos para nosso deleite!!

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Sou um viciado em tramas mirabolantes e teorias da conspiração e não quero me curar, nem vem com Terapia e Clozapina que eu não quero me estabilizar não kkkkkkkk

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As vezes eu enrolo...enrolo...enrolo mas vai lá...TAMBEM SOU VICIADO EM TEORIAS MALUCAS!!!

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Pra mim, essa é a melhor parte em ser comentarista de conto kkkk

Eu adoro teorizar, cara. É bom demais. E não só teorizar sobre o que aconteceu, mas projetar o futuro. É um exercicio gostoso demais e, sei lá, sempre acho que me ajuda como escritor porque estimula nossa criatividade hehe

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Na verdade existem muitos outros clichês que não envolvem traição, geralmente a garota é só uma viciada em sexo.

Um ponto que me incomoda nos contos de traição escritos por homens, é que geralmente tudo termina em uma vingança exemplar e devastadora, destruindo completamente a vida da mulher antes do homem traído seguir com sua vida e final feliz.

Algo que serve de base para a crítica de Inocência.

Da mesma forma minha personagem que mais traiu o namorado nem é vista como traidora e ela traiu e traiu muito.

Que foi a Sabrina de Mente Quebrada. Mas o “namorado” é tão moralmente condenável que ninguém nem parece perceber o tanto de chifre que ele leva do segundo até o último capítulo.

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Mas Sabrina é no mínimo adoravel!!

Uma personagem que eu senti muita empatia e traia muito foi a Vic (depois virou Mandinha) ela tinha um prblema serio, que tenho certeza que foi crucificada aqui (eu li depois de terminado).

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Eles sempre são bem crucificadas…

Por isso estou até evitando comprar briga por causa da Tau, Tati e Lu.

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Eu gosto da Tau, realmente gosto. Gosto do Carlos tambem. Quando eles se machucarem (pois pode vir de Carlos tambem alguns erros com ela) vou sentir!

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Eu gosto muito dos dois.

Mas meu coração diz para ter cuidado.

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A Tau é uma personagem incrível. Complexa, paradoxal, controversa e apaixonante. Mais do que o Carlos, eu quero entender tudo dela até os dias atuais.

Para mim, ela está nível Aoi e Mariana no meu interesse.

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É minha primeira interação com o Manfi como autor e eu sempre digo que sou uma lebre assustada

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Entendo e precisamos ter muito respeito por ele, vc e demias autores de qualidade. Vcs gastam uma energia enorme para nos proporcionar esses contos. Vcs muitas vezes veem suas obras e suas "crias" atacadas sordidamente aqui. Não é facil!

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São muito jovens e erraram feio realmente. mas será que esses erros definem quem elas são ou serão no futuro?

Penso que todos podemos aprender e evoluir e isso vai depender muito do que fazemos com os nossos erros.

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Eu também acho que são jovens e aprenderam bastante…

Mas…

Elas sempre serão julgadas por isso.

Como dizia minha avó. Um homem faz isso e no bar seguinte ele é um novo homem.

Uma garota que faz algo assim, mesmo uma adolescente, será julgada pelo resto da vida por quem souber.

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A diferença é que o homem também é julgado, mas o Homem é um ser com sérios problemas, ele geralmente não se importa em ser julgado de maneira alguma, mulherengo, traidor, sem noção, sem empatia, insensível, tanto faz para a maioria, quando você fala para um "Homem Espécie" que ele tem que ter mais empatia, geralmente ele responde que quem tem que ter empatia é a mulher do pato e que ele não é pato, então que se foda, por isso eu não quero que as mulheres se equivalham aos erros masculinos desta natureza, não é minimizando erros que se faz um ser humano melhor, seja de qual gênero ele for. A Mulher não tem que pensar e agir como homem, a grande mudança será quando o homem pensar e agir como a mulher, reservada a diferença básica de gênero e orientação sexual é claro, a minha questão é tratarmos todos os seres humanos como seres humanos, esse é o verdadeiro desafio, mas como eu já disse Giz, "Solta o Aço" que o caminho é longo e árduo, sendo o único caminho para se chegar ao objetivo.

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"quem tem que ter empatia é a mulher do pato e que ele não é pato"

kkkkkkkkkkk....excelente meu amigo!!! Não conhecia essa!!

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Mas no conto da Sabrina é uma situação inusitada, por certo a Adorável Sabrina traiu, mas traiu somente a ela mesma, ela estava num relacionamento abusivo que nasceu errado e se mantinha por motivos nefastos e já estava morto, só faltava a certidão de óbito para enterrar, então a situação é diferente, não é dizer que concordo com as traições dela, mas ela estava tão sistematicamente quebrada por abusos desde a tenra idade que os atenuantes são de praticamente plenitude dela ficar eximida culpa.

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Isso você tem um ponto…

Mas algumas mulheres são quebradas e ninguém vê.

Como o Manfi já disse algumas vezes sobre esse conto.

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Concordo, mas assim como tem homens quebrados também, o problema é que o poder é masculino, então os homens quebrados abusam desse poder para tentar disfarçar suas fraquezas emocionais, de todas as formas abusivas possíveis, por isso que eu falo que sua bandeira é legítima e é urgente, mas o poder feminino tem que se equiparar ao masculino, por exemplo, aqui neste site, é inegável que é um espaço com a maioria com uma visão que coloca a mulher em segundo plano, que é uma maioria masculina misógina ou muito perto disso, já parou para pensar por que as mulheres com uma cabeça aberta não se posicionam mais nos comentários, por que mulheres com o dom de escrever, não aproveitam o anonimato do site para expôr suas idéias igualitárias para o poder entre os gêneros, o poder quantitativo está com os homens, isso tem que ser uma questão coletiva para as mulheres, pois quem escreve sobre essas mulheres quebradas as descreve para o leitor ver a essência de uma mulher, ou só criam situações no qual seus atos são hediondos demais para serem relativados em análise a uma seus emotivos quebrados?

Na minha opinião, o problema não está nas opiniões e sim na quantidade de Contos citando mulheres com caráter duvidoso, tanto que nem leio noventa por cento do que é postado, até porque a postagem é Livre, mas eu leio somente o que me agrada.

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Você tem muita razão…

A maioria já desistiu..

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Belíssimo comentário, meu amigo. Inclusive, estou refletindo bastante. Como eu disse, os comentários são sempre a melhor parte e sempre uma fonte de aprendizado e principalmente de reflexão.

Uma coisa que percebi nos contos desse site é que os homens/protagonistas são quase sempre infalíveis.

Vi um conto certa vez do cara, casado, comendo A, B ou C e geral elogiando.

Aí vi um conto parecido de uma mulher, casada, dando pra A, B ou C e geral criticando.

Ué...

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O problema é que a postagens estão com controle do poder masculino, simples assim

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mas não por imposição

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Exatamente, por isso meu questionamento de onde estão os contos de empoderamento feminino, escrito por mulheres, até onde eu saiba o site não impõe distinção de gênero.

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Problema que elas são muito intimidadas nos contos dela. É triste demais.

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Esse jogo só mudaria se houvesse uma proliferação de contos de empoderamento feminino escrito por mulheres, só consigo ver essa solução neste espaço.

Deixo uma pergunta, por que mulheres com pensamento aberto e progressista não utilizam esse espaço em abundância?

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Por que essas mulheres escrevem muito em espaços onde a maioria do publico é feminino.

Eu já escrevi lá…

Mas não me sinto a altura do nivel de dedicação que Rosas tem.

Inclusive muitas amigas e a minha esposa que escrevem exclusivamente em inglês.

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Vamos fazer um intercâmbio, não conheço esse espaço, é nos mesmos moldes que o CDC?

Ou seja é de acesso livre e gratuito?

Only English or in Portuguese too?

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Gratuitos..

Whatpadd tem muita autora feminina.

Mas o fanfiction.net…

Reúne escritores do mundo todo em várias línguas, embora maioria em inglês e é lá que a maioria das mulheres que eu sou fã da sua escrita e com contos de universo pessoal e fanfics estão.

Inclusive minha esposa.

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Tenho alguma dificuldade com inglês que não é da minha área, mas adora prestigiar vocês lá. Já li muito conto no wattpad e spirits, mas não conheço o fanfiction. Vou ver como é.

Giz, que mal eu te pergunte, até acho que já perguntei isso, que tipo de contos sua esposa publica?

E você, o que publica nesses outros sites? Contos eróticos também? Ou aborda outros temas?

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Carlos, li não sei em qual conto um comentario seu que sugeriu ou iria sugerir ao administrador do site criar uma seção de autores de séries. Seria muito bom isso hein!!

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Sim e não… Ela escreve Yaoi/slash fanfic, embrião real não sei se ia curtir.

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