Eu cheguei à casa da Laura no final da tarde, com as pernas trêmulas e o coração disparado. Minha sogra abriu a porta com aquele sorriso calmo e confiante, usando um vestido leve que marcava suas curvas generosas. Aos 52 anos, ela ainda era uma mulher impressionante: seios pesados, quadris largos, pele macia e um olhar que parecia ler meus pensamentos.
Sentamos no sofá da sala com uma taça de vinho. Depois de alguns minutos de conversa fiada, respirei fundo e soltei:
— Laura… o Marcos me contou uma fantasia dele. Ele quer trazer mais uma mulher pra cama com a gente. Eu amo ele, mas… eu nunca fiquei com uma mulher na vida. Fiquei perdida, sem saber como tocar, como me mexer, como dar prazer. Vim te pedir dicas. Você é a única pessoa em quem confio pra isso.
Laura me olhou em silêncio por alguns segundos. Um sorriso lento e perigoso surgiu em seus lábios carnudos. Seus olhos desceram pelo meu corpo, parando nos meus seios pequenos sob a blusa fina.
— Dicas? — murmurou, aproximando-se até nossos joelhos se tocarem. — Posso te dar algo muito melhor, querida. Posso te ensinar na prática… bem devagar.
Senti um calor subir pelo meu ventre. Não recuei.
Ela colocou a taça na mesa e tocou meu rosto com dedos quentes.
— Uma mulher sabe exatamente onde outra gosta de ser tocada — sussurrou, roçando o polegar no meu lábio inferior. — Começa com o olhar… — Seus olhos fixaram-se na minha boca. — Depois vem a voz. — Inclinou-se e falou bem no meu ouvido, a voz rouca: — Imagina eu descendo a boca pelo seu pescoço enquanto o Marcos assiste… lambendo devagar, chupando seus mamilos…
Estremeci. Laura continuou:
— Ele quer ver duas bocetas molhadas se esfregando. Eu posso te mostrar como rebolar, como gozar esfregando o clitóris no meu… Quer aprender comigo?
— Quero… — respondi, quase sem voz.
Laura me puxou para mais perto e me beijou. Primeiro suave, só os lábios. Depois sua língua invadiu minha boca com calma, explorando, dominando. Suas mãos grandes subiram por baixo da minha blusa e apertaram meus seios, girando os mamilos entre os dedos. Gemi contra sua boca.
— Tira a blusa — ordenou baixinho.
Obedeci. Ela tirou a dela também, revelando um sutiã preto que mal continha aqueles seios fartos. Pressionou o corpo contra o meu e começou a esfregar os seios pesados contra os meus menores. O atrito dos mamilos endurecidos era delicioso.
— Sente isso? — murmurou. — Agora rebola contra mim.
Segurei sua cintura e comecei a mover o corpo, esfregando meus seios contra os dela em movimentos circulares. O calor da pele dela era incrível.
Laura me deitou no sofá largo, tirou minha saia e subiu sobre mim. Abriu minhas pernas com os joelhos e pressionou sua coxa grossa e macia contra minha boceta, ainda por cima da calcinha. Começou a mover a perna em círculos lentos, pressionando exatamente no meu clitóris.
— Assim… usa minha coxa como se fosse o pau do Marcos — sussurrou enquanto eu rebolava, molhando a pele dela.
Depois ela inverteu: deitou de lado e me puxou para cima. Fiz minha boceta deslizar pela barriga macia e quente dela. Suas mãos apertavam minha bunda, guiando o ritmo, me fazendo esfregar mais forte. Eu gemia, sentindo o suor começar a se misturar aos meus sucos.
Estávamos completamente nuas. Laura abriu minhas pernas e se posicionou por cima de mim. Senti sua boceta madura, quente e molhada encostar na minha. O contato direto dos lábios inchados e dos clitóris foi eletrizante.
— Olha pra gente… — gemeu ela. — Duas bucetinhas se esfregando. É isso que o Marcos quer ver.
Começamos devagar, só roçando. Depois o ritmo aumentou. Laura rebolava com maestria, pressionando forte, alternando movimentos para cima e para baixo e circulares. Nossos clitóris se beijavam a cada estocada molhada. Segurei seus seios pesados, apertando os mamilos enquanto ela me fodia com a boceta.
Trocamos de posição. Fui eu por cima, cavalgando sua coxa e sua boceta, rebolando desesperada. Depois ela me virou de lado, colou o corpo atrás de mim e esfregou a boceta contra minha bunda enquanto uma mão deslizava entre minhas pernas, ajudando no atrito.
O som molhado, obsceno, enchia a sala. Ela sussurrava no meu ouvido:
— Amanhã você volta pra mais aula… e depois traz o Marcos. Vou sentar na sua cara enquanto você chupa ele… e depois vamos tribbar assim na frente dele até gozarmos juntas.
Eu não aguentei mais. O orgasmo me acertou forte — pernas tremendo, boceta pulsando contra a dela enquanto eu gemia alto, esfregando-me desesperadamente. Laura gozou logo depois, apertando-me contra si com força, gemendo rouco no meu pescoço.
Ficamos abraçadas, suadas, ofegantes, bocetas ainda pulsando uma contra a outra.
Laura beijou meu ombro e sussurrou:
— Você aprendeu rapidinho, nora… Mas ainda tem muito pra te ensinar.
Sorri, ainda arrepiada, sabendo que voltaria no dia seguinte. E que em breve o Marcos veria exatamente o que sua mãe tinha me ensinado.