COMO O VALENTÃO QUE FEZ BULLYING COM MEU FILHO ME TRANSFORMOU EM PUTA pt 8 o retorno de Bruno

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 2833 palavras
Data: 05/05/2026 15:44:40

dias se passaram desde aquela noite no sítio. Eu tentava voltar à rotina normal, mas era quase impossível. Meu corpo ainda carregava as marcas: o cu e a buceta sensíveis, hematomas leves nas coxas e bunda, os piercings nos seios que latejavam quando eu me movimentava e o plug que Richard insistia que eu continuasse usando “até o último trabalho”.

Naquela tarde, eu estava na cozinha preparando um almoço quando ouvi o portão automático abrir. Meu coração deu um salto. Bruno havia chegado de surpresa.

Ele entrou carregando a mochila grande, com 18 anos, branco, pele clara, olhos castanhos iguais aos meus, 1,78m de altura, magro mas com boa postura. O mesmo menino que eu tentei proteger a todo custo… e que, sem saber, me jogou nesse mundo de putaria.

— Mãe! — exclamou ele, abrindo um sorriso grande e me abraçando forte.

Eu o apertei de volta, sentindo uma mistura enorme de amor, culpa e medo. Tentei disfarçar o desconforto quando ele apertou minha cintura — meus seios ainda estavam sensíveis por causa dos piercings.

— Meu filho! Que saudade… você não avisou que vinha hoje! — falei, forçando um sorriso.

— Quis fazer surpresa. A tia Flávia me trouxe até a cidade. Tá tudo bem aqui? Você parece… diferente.

Senti um frio na barriga. Bruno me olhou por alguns segundos a mais, analisando meu rosto. Eu estava mais maquiada que o normal, com um vestido solto para esconder as marcas no corpo.

— Diferente como, amor? — perguntei, virando-me rapidamente para o fogão para ele não ver meu rosto.

— Não sei… você tá mais… arrumada. E parece cansada também. Tá acontecendo alguma coisa?

Tentei rir, disfarçando.

— É só saudade de você, meu bem. E esse tempo todo sozinha em casa… Acabei me cuidando mais, indo na academia, no salão… Coisas de mulher.

Bruno assentiu, mas eu vi que ele não ficou totalmente convencido. Ele deixou a mochila no quarto e voltou para a cozinha, me ajudando a arrumar a mesa. Enquanto comíamos, ele me contou sobre os dias na casa da tia Flávia, como estava se dando bem no interior e que sentiu muita falta de casa.

Eu ouvia atentamente, mas minha mente não parava. Pensava nos piercings escondidos pelo sutiã, no plug ainda enfiado no meu cu, nas porras que tinha engolido nos últimos dias e no “último trabalho” com Tinga e seus amigos que aconteceria em breve.

À noite, depois que Bruno foi dormir, me tranquei no banheiro, tirei o vestido e me olhei no espelho novamente. As marcas ainda estavam lá. Toquei meu corpo e senti um arrepio — parte de vergonha, parte de um tesão que eu já não conseguia mais controlar.

“Falta pouco… só mais uma semana e isso tudo acaba”, repeti para mim mesma.

Mas no fundo, eu já não tinha certeza se queria que acabasse completamente.

Naquela mesma noite, depois do jantar, Bruno ficou quieto por um tempo, mexendo no prato. De repente, ele levantou o olhar com os olhos castanhos cheios de culpa.

— Mãe… eu me sinto muito culpado por tudo que causei. Se eu não tivesse me metido com aquelas coisas, nada disso teria acontecido. Eu liguei pro pai ontem e pedi desculpas por tudo. Contei que fui burro, que me envolvi com gente errada… Ele ficou bravo, mas disse que me perdoa. Eu só queria te proteger, mãe. Desculpa por ter te colocado nessa situação.

Senti um aperto enorme no peito. Abracei meu filho com força, tentando segurar as lágrimas. Se ele soubesse a real extensão do que eu estava fazendo para “protegê-lo”…

No dia seguinte, Richard me mandou mensagem exigindo um encontro. Inventei uma desculpa para Bruno:

— Amor, vou ao supermercado e depois passar no salão. Qualquer coisa me liga, tá?

Bruno assentiu, ainda com cara de culpado.

Encontrei Richard no mesmo lugar de sempre, a casa velha no morro. Assim que entrei, ele me prensou contra a parede, apertando minha bunda por baixo do vestido.

— Até o último serviço com o Tinga, você continua sendo minha puta. Entendeu? — rosnou no meu ouvido. — E soube que seu filhinho voltou pra casa, né? Bom saber… vou ter que te foder com mais cuidado agora.

Richard pegou um baseado já enrolado, acendeu, deu duas tragadas longas e passou pra mim.

— Fuma.

Eu obedeci. Traguei fundo. A maconha subiu rápido, deixando meu corpo quente e a cabeça leve. Em poucos minutos eu já estava molhada.

Richard me jogou no sofá, tirou meu vestido e abriu minhas pernas. Enfiou o pau grosso de 25cm na minha buceta já encharcada de uma vez só.

— Aaaahhh! — gemi alto.

Ele começou a me foder com força, estocadas brutais, segurando minhas coxas grossas e batendo fundo. A maconha deixava tudo mais intenso.

— Isso… toma essa rola, puta. Seu filho tá em casa e a mãe tá aqui levando pau como uma vadia — ria ele, metendo sem parar.

Ele me virou de quatro, enfiou de novo na buceta e depois cuspiu no meu cu, tirando o plug e enfiando o pau grosso no meu cuzinho. Começou a me arrombar com força, dando tapas pesados na minha bunda.

— Aaaaiii… Richard… tá fundo demais! — gemi, empinando o rabo pra ele mesmo sentindo dor e prazer misturados.

— Cala a boca e aguenta. Quica nesse pau — ordenou.

Montei nele de costas, quicando minha bunda grande no pau dele enquanto ele me dedava a buceta. A maconha me deixava sem vergonha nenhuma. Eu rebolava, gemia e pedia mais como uma puta desesperada.

— Me fode… me usa… sou sua puta!

Richard gozou primeiro, enchendo meu cu de porra quente. Depois me colocou de joelhos e gozou de novo na minha boca, me fazendo engolir tudo.

Enquanto eu lambia o resto do pau dele, ele acariciou meu cabelo e sussurrou:

— Uma semana, rainha. Depois disso você pode voltar a ser a esposa certinha… se conseguir.

Após a segunda rodada intensa, Richard me deixou em casa já anoitecendo. Desci do carro ainda com as pernas fracas, o vestido amassado e o cheiro de sexo impregnado no corpo.

Assim que fechei o portão, Bruno apareceu na porta. Ele tinha visto Richard saindo.

— Aquele era o Richard?! O valentão da escola?! Mãe… que porra você tava fazendo com ele?!

Entrei em casa tremendo. Bruno bateu a porta e veio atrás de mim, furioso.

Contei tudo chorando: a chantagem, as ameaças, como Richard me obrigou a virar puta dele para pagar a dívida que ele tinha feito. Bruno me ouviu em silêncio, respirando pesado.

Quando terminei de falar, ele deu um passo à frente, os olhos castanhos cheios de raiva e mágoa:

— Mentira… Você me disse que tinha pago tudo! No começo, quando eu te perguntei, você jurou pra mim que tinha resolvido a dívida e que eu não precisava me preocupar mais. Era tudo mentira, né? Você já estava dando pra ele naquela época!

Fiquei sem resposta. Realmente tinha mentido para ele no início, achando que conseguiria resolver tudo sozinha e proteger meu filho.

Bruno se aproximou ainda mais, o rosto bem perto do meu. Sua respiração estava acelerada.

— Então enquanto eu tava me sentindo culpado pra caralho… você já era a puta dele? — A voz dele saiu rouca, carregada de algo perigoso. — Se você é puta do Richard… agora também vai ser minha.

— Bruno… não… por favor… você é meu filho — implorei, com lágrimas escorrendo.

Ele não hesitou. Abriu o zíper da calça, tirou o pau duro de 18cm e segurou minha cabeça com força:

— Chupa, Amanda.

No começo resisti, chorando, mas ele pressionou. Acabei abrindo a boca e comecei a chupar o pau do meu próprio filho. Bruno gemia, segurando meus cabelos e fodendo minha boca.

Depois me virou de costas no sofá, levantou meu vestido e enfiou tudo na minha buceta ainda cheia da porra de Richard.

— Porra… tão molhada e aberta… — grunhiu ele, metendo com força.

No início eu chorava de vergonha, mas meu corpo traidor reagiu. Comecei a gemer, rebolando contra ele, gostando cada vez mais das estocadas.

— Isso… geme pra mim, sua puta — disse Bruno, dando tapas na minha bunda enquanto me fodia.

Eu gozei forte, tremendo inteira. Bruno meteu mais algumas vezes e gozou fundo dentro de mim, enchendo minha buceta.

Assim que terminou, ele se afastou, guardou o pau e me olhou com desprezo:

— Mãe… na verdade, Amanda… eu não te reconheço mais. Você é uma puta. Gostou de dar pro próprio filho.

Ele virou as costas e saiu de casa, batendo a porta com força.

Fiquei sozinha no sofá, destruída, com a buceta escorrendo porra dele e de Richard, o corpo tremendo e a mente em completo caos.

No dia seguinte acordei com o corpo dolorido e a cabeça pesada. A casa estava em silêncio. Bruno já havia acordado, mas não falou uma palavra comigo. Ele me olhava com frieza, quase com nojo, e evitava qualquer contato. Quando tentei falar com ele na cozinha, ele simplesmente pegou o café e foi para o quarto, batendo a porta. A culpa e a vergonha me consumiam.

Meu celular tocou. Era Rafaela.

— Amanda, precisamos conversar. Agora. Te mando a localização.

Fui até o local combinado, um pequeno apartamento simples na periferia. Assim que entrei, Rafaela fechou a porta e foi direto ao ponto:

— O último trabalho é uma grande negociação de drogas. Tinga vai fechar um carregamento grande com um traficante mexicano. Você e eu vamos ser a “diversão” da noite, para distrair e entreter os mexicanos enquanto eles fecham o acordo.

Eu escutava em silêncio, o coração acelerado.

Rafaela continuou, baixando a voz:

— Eu tenho um acordo com a Justiça. Estou trabalhando com a Polícia Federal há semanas. Na noite da negociação, quando todos estiverem distraídos, a PF vai invadir e prender todo mundo — Tinga, Richard, o mexicano e a quadrilha inteira. Vai ser o fim deles.

Ela fez uma pausa e completou:

— Júnior e Big vão ser assassinados antes da negociação começar. Eles são os únicos que podem complicar as coisas.

Fiquei em choque, processando tudo. Meu corpo inteiro tremia.

— Rafaela… isso é loucura. E se der errado? E se o Bruno descobrir? E se eu não conseguir fingir até lá?

Saí do apartamento atordoada, dirigindo de volta para casa com mil pensamentos na cabeça. Medo, ansiedade, alívio e pavor se misturavam. Se o plano desse certo, tudo acabaria. Se desse errado… eu, Bruno, todos nós poderíamos pagar caro.

Cheguei em casa e Bruno ainda estava no quarto, sem falar comigo. O silêncio dele era pior que qualquer grito. Sentei no sofá, olhando para o nada, sentindo o peso de tudo que poderia acontecer em poucos dias.

Meu corpo ainda carregava as marcas de Richard e do meu próprio filho. Minha vida estava prestes a explodir… e eu não sabia se sobreviveria a isso.

noite, depois de Bruno se trancar no quarto sem falar comigo, sentei na cama e comecei a pesquisar sobre Tinga no celular. Encontrei poucas informações, mas o suficiente para me assustar: ele era um dos maiores nomes do tráfico na região, envolvido em lavagem de dinheiro, armas e tráfico internacional. Havia boatos de que era extremamente violento com quem o traía.

Meu celular tocou. Era Roberto.

— Amanda, o Bruno me ligou . Ele contou que se envolveu com drogas e que você resolveu tudo. Que porra está acontecendo aí? Por que você não me contou nada?

Respirei fundo, tentando manter a voz calma:

— Amor, eu resolvi a situação. Foi coisa de moleque, mas já está tudo bem agora. Não quis te preocupar enquanto você estava viajando. Confia em mim.

Roberto insistiu um pouco, mas acabei conseguindo acalmá-lo sem entrar em detalhes. Desliguei o telefone com o coração apertado.

Continuei pesquisando e descobri que Tinga era casado. Liguei imediatamente para Rafaela.

— Rafaela, o Tinga é casado? Vi fotos dele com uma mulher…

Ela riu do outro lado da linha.

— Ele tem várias mulheres, Amanda. Eu sou só uma delas. A principal no momento, mas não a única. Relaxa.

— E você vai se encontrar com o Richard? — perguntei.

— Sim, ele me chamou. E eu quero que você vá comigo. Preciso de você lá.

Desliguei o telefone ainda mais confusa.

Por volta das 23h, ouvi barulho na porta. Bruno chegou bêbado. Ele mal conseguia andar direito. Fui até o quarto dele para ver se estava bem.

Bruno estava sentado na cama, camisa aberta, olhando para o chão. Quando entrei, ele levantou o rosto, os olhos castanhos vidrados.

— Mãe… eu tô me sentindo mal pra caralho. Eu não consigo parar de pensar em você. Tô morrendo de tesão pela própria mãe… Isso é doentio, porra.

Senti minha buceta latejar e molhar instantaneamente com as palavras dele. A culpa e o desejo se misturaram de forma perigosa. Me aproximei devagar, sentei ao lado dele na cama e coloquei a mão em sua coxa.

— Bruno… — sussurrei, com a voz rouca.

Ele me olhou com desejo cru. Eu me inclinei e o beijei. No começo foi hesitante, mas logo o beijo ficou quente, molhado e desesperado. Ele apertou meus seios por cima do vestido enquanto eu abria sua calça.

Segurei o pau dele, já duro e latejando, e comecei a masturbar devagar.

— Você quer foder sua mãe de novo? — perguntei safada, olhando nos olhos dele.

— Quero… eu quero te foder pra caralho, Amanda.

Tirei o vestido, ficando só de calcinha. Bruno chupou meus seios com fome, mordendo os piercings e me fazendo gemer. Tirei a calcinha e montei nele, descendo devagar até sentir seu pau de 18cm me invadir completamente.

— Aaaahhh… filho… que gostoso — gemi, começando a quicar.

Bruno segurava minha bunda com força, me ajudando a subir e descer. Eu rebolava com vontade, meus seios pulando no rosto dele enquanto cavalgava cada vez mais rápido.

— Isso… mama os peitos da sua mãe enquanto me fode — sussurrei excitada.

Ele me virou de quatro e meteu com força por trás, dando tapas na minha bunda enquanto estocava fundo. O quarto enchia de barulhos molhados e gemidos.

— Mais forte, Bruno! Me fode como uma puta!

Ele meteu com tudo, puxando meus cabelos. Eu gozei primeiro, tremendo inteira, apertando o pau dele. Bruno não parou. Me virou de frente, colocou minhas pernas em seus ombros e me comeu fundo, olhando nos meus olhos.

— Eu te odeio e te desejo ao mesmo tempo… sua vadia — rosnou ele antes de gozar forte dentro de mim, enchendo minha buceta de porra quente.

Ficamos ofegantes, suados e colados. A realidade do que havíamos feito pesou no ar.

Na manhã seguinte o clima em casa continuava pesado. Bruno mal falava comigo, respondendo apenas com monossílabos e evitando meu olhar. Saí de casa dizendo que ia ao mercado e fui encontrar Richard.

Quando cheguei, ele estava saindo de moto. Mandou eu subir e fomos até um prédio residencial velho. Lá encontramos Rafaela.

Assim que entramos no apartamento, Richard e Rafaela começaram a discutir forte:

— Que porra é essa de você ter casado com o Tinga? — gritava Richard. — E onde você se enfiou esses dias? Sumiu com a droga e agora aparece como mulher dele? Tá me traindo pra caralho!

Rafaela respondia no mesmo tom, dizendo que as coisas mudaram e que ele não tinha mais controle sobre ela. Depois de alguns minutos exaltados, eles se acalmaram um pouco.

Richard sentou no sofá velho, me puxou pelo braço e me colocou sentada no colo dele, de frente para Rafaela.

— Tava com saudade dessa loirinha… — murmurou ele, apertando minha bunda.

Sem enrolação, ele levantou meu vestido, tirou minha calcinha e enfiou o pau grosso na minha buceta. Comecei a quicar enquanto ele chupava meus seios. Logo puxou Rafaela, tirou a blusa dela e começou a dedar a buceta dela também.

Ele fodeu nós duas alternadamente de forma intensa: me comeu de quatro enquanto eu chupava os seios de Rafaela, depois colocou ela cavalgando nele e me fez sentar no rosto dele. Depois nos colocou lado a lado de quatro e metia em uma e depois na outra, dando tapas nas bundas e puxando nossos cabelos.

No final, gozou primeiro dentro de Rafaela e depois na nossa boca, nos fazendo lamber o pau dele juntas até limpar tudo.

Nos Dias seguintes ,faltam 3 dias para o serviço, A rotina ficou insana. Richard me chamava quase todos os dias e me fodia com força — buceta, cu, boca, no sofá, contra a parede. Em casa, Bruno e eu transávamos quase todas as noites, com tesão proibido e intenso. Ele me comia no meu quarto, na cozinha, na sala… sempre me chamando de puta e gozando dentro de mim.

Três dias antes do serviço

Richard me ligou à tarde:

— Tem uma despedida de solteiro hoje à noite. Uns 8 caras. É o meu último serviço pra você, já que o Tinga liberou sua dívida. Se arruma bem puta e te mando o endereço.

Senti um frio na espinha, mas me arrumei: vestido vermelho extremamente curto, salto alto, maquiagem forte e o plug no cu. Quando saí de casa dirigindo para o local, um forte pressentimento ruim tomou conta de mim. Meu estômago embrulhado e o coração acelerado me diziam que algo poderia dar muito errado naquela noite.

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Comentários

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Acredito que vai ter uma reviravolta .

O autor escreve bem demais

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