COMO VIREI A PUTA DA OFICINA

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 2164 palavras
Data: 05/05/2026 20:27:36

Meu nome é Ana, tenho 35 anos, divorciada há quatro. Sou loira, baixinha, só 1,65, mas meu corpo... caralho, ainda chama atenção na rua. Seios grandes, pesados, que balançam quando corro de manhã. Bunda enorme, redonda, daquelas que o short jeans mal segura. Coxas grossas, firmes, porque corro todo dia na praia antes do sol nascer. E uma barriguinha sequinha, nada de gordura, só curva gostosa. Sempre me cuidei, malhação, dieta, pra não virar uma daquelas que desanda depois dos 30.

Meu ex, Antônio, era um negão baixinho, daqueles marrentos. Trabalhava em plataforma de petróleo, ficava meses fora. Eu achava que era homem sério, provedor. Até que um dia um vídeo caiu no meu WhatsApp. Ele e mais três amigos da plataforma, todos pelados, fodendo um cara. Um boquete coletivo, ele metendo no cu do outro, gemendo como se fosse a melhor coisa da vida. Ele disse que era "falta de mulher", que o mar deixava louco qualquer um. Eu não aguentei. Larguei tudo, peguei a pensão, criei nosso filho Ghilherme sozinha.

Ghilherme tem 18 agora, arrumou emprego numa oficina grande aqui na cidade. Aprendiz, meio período. Eu recebia a pensão do pai dele e vivia bem, sem luxo, mas tranquila. Casa arrumadinha, carro pago, academia de manhã. Mas esse mês a pensão acabou de vez. Antônio sumiu, disse que "a vida tá dura". Eu sem emprego, desesperada. Foi aí que surgiu a vaga na oficina onde o Ghilherme trabalha.

Depósito: contar peças de carro, organizar prateleiras, ajudar no atendimento quando precisasse. Salário razoável, mas era isso ou passar fome. Entrei na segunda-feira, nervosa pra caralho. O dono era Seu Júlio, um negão alto, tipo 1,90 fácil, ombros largos, braços grossos de quem levanta motor o dia todo. Pele preta brilhando de suor, macacão aberto no peito mostrando pelos e músculos. Ele me olhou de cima a baixo quando cheguei, sorriu de lado, daqueles sorrisos que já dizem tudo.

— Bem-vinda, Ana. Aqui é puxado, mas se você der conta, vai se dar bem.

Tinha mais três mecânicos. Meu filho Ghilherme, claro, mas ele só meio período, ficava na parte da frente limpando ferramentas. Os outros dois: Carlão e Aguinaldo. Carlão era branco, médio porte, uns 40 anos, barrigudinho mas forte, macacão sujo de graxa, barba malfeita. Aguinaldo mais alto, magro, uns 35, cabelo raspado, olhos que pareciam me comer inteira toda vez que eu passava.

No primeiro dia, só organizei caixas no depósito. Calor do inferno, ventilador quebrado, eu de short jeans e blusinha regata branca, suando pra caralho. Os peitos grudando no tecido, bunda marcando no short. Sentia os olhares deles nas minhas costas. Seu Júlio aparecia de vez em quando, "precisa de ajuda aí?", mão no meu ombro, apertando de leve. Eu sorria, nervosa, respondia "não, tô conseguindo".

No fim da tarde, o depósito vazio, só eu arrumando as últimas peças. Seu Júlio entrou, fechou a porta devagar. O clique da tranca me deu um frio na barriga.

— Ana... você é casada?

— Divorciada, Seu Júlio.

Ele se aproximou, alto pra cacete, me encurralando contra a prateleira. Cheiro de suor, graxa e macho. Meu coração batendo na garganta.

— Sabe, Ghilherme falou bem de você. Disse que você é batalhadora... e gostosa pra caralho.

Eu corei, baixei a cabeça.

— Seu Júlio, por favor...

Ele riu baixo, mão grande subindo pela minha cintura, apertando a barriguinha sequinha.

— Relaxa, Ana. Aqui ninguém vai te machucar... se você for boazinha.

Ele abriu o zíper do macacão devagar. O pau dele saltou pra fora, grosso, preto, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Maior que o do Antônio, pulsando na minha frente.

— De joelhos, Ana. Mostra que quer manter o emprego.

Eu tremi toda. Pensei no Ghilherme, na casa, nas contas. Não acreditava que isso tava acontecendo comigo. Mas meu corpo... caralho, minha buceta latejou só de olhar. Eu me ajoelhei devagar, chão sujo de óleo, joelhos doendo. Ele segurou meu cabelo loiro, puxou de leve.

— Abre a boca, vadia. Vamos ver se você engole direitinho.

Eu abri. A cabeça grossa entrou, salgada, quente. Ele empurrou devagar, enchendo minha boca. Eu engasguei um pouco, saliva escorrendo. Ele gemeu alto.

— Isso, assim... chupa gostoso, Ana. Mostra que é minha putinha nova.

Eu comecei a chupar, língua rodando na cabeça, mão segurando a base grossa. Ele fodia minha boca devagar, depois mais rápido. O pau batendo na garganta, eu babando toda. Lágrimas nos olhos, mas... meu Deus, eu tava molhada. A calcinha encharcada, coxas tremendo.

Ele tirou de repente, pau babado na minha cara.

— Levanta a blusa. Mostra esses peitos grandes.

Eu levantei a regata, sutiã branco, peitos saltando pra fora. Ele apertou forte, mamilos duros entre os dedos.

— Caralho, que tetas gostosas... vira de costas.

Eu virei, mãos na prateleira. Ele abaixou meu short e a calcinha de uma vez. Bunda exposta, enorme, branca contrastando com a pele preta dele. Ele deu um tapa forte, a bunda tremendo.

— Rebola pra mim, Ana.

Eu rebolei, sem acreditar no que tava fazendo. Ele esfregou o pau na minha bunda, na entrada da buceta. Molhadinha escorrendo pelas coxas.

— Quer que eu meta, né? Diz, vadia.

— Por favor... mete...

Ele empurrou de uma vez. O pau grosso abrindo tudo, esticando minha buceta. Eu gritei baixo, prazer e dor misturados. Ele começou a meter forte, batendo no fundo, mãos na minha cintura.

— Toma, toma, sua puta divorciada... vai virar a putinha da oficina.

Eu gemia alto, rebolando de volta, corpo traindo a cabeça. Ele metia rápido, pau pulsando dentro de mim. Gozou de repente, jatos quentes enchendo minha buceta, escorrendo pelas coxas grossas.

Ele saiu, pau ainda duro, pingando. Me virou, gozou o resto na minha cara, leite quente escorrendo no queixo, nos peitos.

— Limpa com a língua, Ana.

Eu lambi o que caiu na boca, salgado, quente. Ele sorriu.

— Boa menina. Amanhã tem mais. E se contar pro seu filho... você sabe.

Saí dali tremendo, buceta latejando, rosto lambuzado. Fui pro banheiro da oficina, limpei o gozo, mas o cheiro dele ficou em mim. Cheguei em casa, Ghilherme já dormindo. Tomei banho quente, mas meu corpo ainda pedia mais.

Não acredito que isso aconteceu... mas amanhã eu volto. E sei que vou ceder de novo. No dia seguinte, acordei mais cedo que o normal, coração acelerado só de pensar no que rolou ontem. Tomei um banho quente, me depilei toda – buceta lisinha, cu depiladinho, axilas, pernas, tudo. Coloquei uma lingerie sexy que tava guardada há anos: calcinha fio dental vermelha, rendada, que mal cobria a bunda enorme, e sutiã push-up que deixava os peitos grandes quase pulando pra fora. Por cima, um vestidinho solto, florido, curto nas coxas grossas, apesar do calor infernal. Eu sabia que ia provocar, mas caralho, depois de quatro anos sem uma rola de verdade, meu corpo tava pegando fogo.

Cheguei na oficina na parte da manhã, tentando fingir normalidade. Meu filho Ghilherme tava lá, aprendendo a mexer com motor de um carro velho. Os mecânicos ensinavam ele com paciência, tratando bem pra caralho – "Olha aqui, moleque, aperta assim", "Cuidado com a graxa". Seu Júlio dava ordens de longe, mas me olhava de canto, sorriso safado. Carlão e Aguinaldo piscavam pra mim quando eu passava com caixas, olhos grudados no vestido balançando na bunda. A manhã foi tranquila, organizei peças no depósito, suei horrores, mas nada aconteceu. Almocei rápido, sozinha, pensando no que viria depois.

Depois do almoço, na parte da tarde, eu já sabia o que ia rolar. Antes mesmo de abrir pro público, Seu Júlio chega no depósito, fecha a porta e diz: "Hoje a gente abre meia hora mais tarde, Ana. Tem que arrumar umas coisas aqui antes". Eu já tinha entendido o recado. Naquela manhã, eu tinha provocado de propósito com o vestidinho – rebolando mais que o necessário ao pegar caixas altas, abaixando pra mostrar as coxas grossas, blusa molhada de suor colando nos peitos. Meu tesão tava nas alturas, buceta latejando só de lembrar do pau dele ontem.

Ele se aproxima, alto pra cacete, me encurrala contra a parede. "De joelhos, putinha". Eu obedeço, tremendo de expectativa. Ele tira o pau suado pra fora – brilhando de suor e graxa, enorme, eu calculava uns 23 cm fácil, grosso como meu pulso. Só de ver, meu tesão explodiu, calcinha encharcada. Ele nem precisou falar, eu já caí de boca. Ajoelhei numa borracha velha que eles usavam pra deitar embaixo de carro, chão sujo não me incomodava mais. Mamei com gosto, o que cabia na boca ia – língua rodando na cabeça grossa, saliva escorrendo, engolindo o salgado do suor dele. Parecia que eu tava com tesão acumulado de quatro anos sem meter, chupava como se fosse a última rola do mundo, gemendo baixinho com a boca cheia.

De repente, a porta abre e entram os outros dois mecânicos – Carlão e Aguinaldo. Eu levanto assustada, cuspindo o pau, rosto vermelho de vergonha. "Que porra é essa?", eu gaguejo. Seu Júlio ri baixo, segura meu cabelo loiro e me bota de volta pra mamar. "Eles já sabem de tudo, Ana. Continua, vadia, mostra pros caras como você chupa bem". Os dois assistem, macacões abertos, paus endurecendo nas calças. Eu mamo mais, envergonhada pra caralho, mas excitada com os olhares deles. Júlio geme alto, "Isso, engole tudo, sua puta divorciada".

Depois, ele me pega pelo braço, me joga no capô de um carro velho ali no canto. Levanta meu vestido até a cintura, baixa a calcinha fio dental até o tornozelo – buceta exposta, lisinha, encharcada. Eu fecho os olhos, gemendo só de sentir o ar quente nela. Ele enfia com tudo na minha buceta, a vara enorme abrindo caminho, esticando tudo. Eu grito alto de prazer, "Aaaah, caralho!", me concentrando pra aguentar aquela grossura. Ele mete forte, batendo no fundo, mãos apertando minha bunda enorme. Eu gemo sem parar, rebolando de volta, coxas grossas tremendo. Ele goza dentro de mim, litros e mais litros de porra quente escorrendo pelas pernas, misturando com meu mel.

Pensei que tinha acabado, mas ele manda: "Fica nessa posição de quatro, encostada no capô, Ana. Não mexe". Eu tento uma reação, "Não, Júlio, por favor...", mas ele coloca a mão na minha cabeça e me mantém assim, bunda empinada, vestido amassado. Os outros dois se aproximam. Carlão pega um pouco de estopa suja – aquela que usam pra limpar óleo e graxa – e passa na minha buceta e pernas, limpando a porra de Júlio, roçando grosso na pele sensível. Eu estremeço, mas não resisto. Ele enfia com tudo na buceta, pau bem menos que o de Júlio, uns 19 cm, mas grosso o suficiente. O que impressionava era a intensidade animalesca – metia rápido, forte, como um bicho, batendo na bunda com tapas que ecoavam. Eu volto a gemer, "Aaaai, assim, caralho!", vergonha sumindo no tesão.

Depois veio Aguinaldo, pau parecido, uns 19 cm, reto e duro. Ele mete sem dó, eu já nem sinto mais vergonha, gemo igual louca, peitos balançando no capô frio, barriguinha sequinha contra o metal. Gozo no pau dele, corpo convulsionando, "Tô gozando, aaaah!". Eles riem, "Olha a puta gozando pros mecânicos".

Vi Júlio já recuperado, pau pra cima de novo, passando um lubrificante de peças no pau – daqueles óleos pra motor, escorregadio e fedido. Pensei: "Minha buceta já tá molhadinha, pra que lubrificar mais?". Mas quando Aguinaldo sai, ele vem por trás e mete a cabeça bem no meu cu, sem avisar. Eu grito alto de dor, "Aiii, não! Para!". Ele diz: "Você tem que dar, Ana, vai gostar. Relaxa". Eu nunca tinha dado o cu antes, nem pro Antônio. Mas como ele já tinha enfiado a cabeça grossa, resolvi liberar, respirando fundo. Ele metia devagar pra não me assustar tanto, eu comecei a dar dicas: "Faz assim, vai mais devagar... passa mais lubrificante aí". Ele obedece, espalha mais óleo no pau e no meu cu apertado. Aos poucos entra bem, eu sinto minhas pregas se abrindo a cada estocada, dor virando um prazer estranho, quente. Comecei a gostar, rebolando de leve, gemendo "Assim, vai... aaaah, caralho, tá bom agora". Ele vendo que eu tava curtindo, riu e meteu mais forte, pau inteiro dentro, batendo no fundo. Eu gozei no pau dele, gozo escorrendo pela buceta, corpo tremendo todo.

Naquela tarde, gozei umas cinco vezes – três delas no pau de Júlio, que me fodia no cu enquanto os outros assistiam e se masturbavam. Depois, os três juntos: me ajoelham no chão, paus na minha cara. Gozam em jatos quentes – na minha boca, no rosto, no vestido florido, leite escorrendo pelos peitos grandes, pingando na barriguinha. Eles acabaram comigo, eu tava destruída, pernas moles, cu ardendo, buceta inchada.

Lavei o vestido na pia do banheiro, esfregando a porra com sabão grosso, mas o cheiro de sexo ficou. Trabalhei o resto da tarde no depósito, não podia ir pra frente – só de calcinha fio dental e sutiã, peitos balançando livres, bunda enorme exposta. Seu Júlio passava de vez em quando, dava um tapa na bunda, "Boa menina, amanhã tem mais". Eu tremia toda, mas no fundo... caralho, eu queria mais muito mais.

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