A proposta - PARTE 2 (Rafaela)

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 1133 palavras
Data: 05/05/2026 20:40:40
Assuntos: Heterossexual

Dois dias depois...

Rafaela bateu na porta da casa simples de Alex às 14h. Vestia uma minissaia muito justa que mal cobria a bunda malhada, vestida pra matar igual puta, junto com uma blusa fina que marcava os bicos dos seios. Os cabelos castanhos longos caíam até quase a cintura. Seus olhos castanhos estavam inquietos, desconfiados.

Alex abriu a porta, um pouco surpreso. Ele coçou a nuca, visivelmente sem jeito.

— Rafaela… oi. Aconteceu alguma coisa?

Ela entrou sem esperar convite, fechando a porta atrás de si.

— O que tá rolando entre você e minha irmã? — perguntou direto, voz baixa e tensa. — Amanda chegou em casa estranha anteontem. Andando devagar, olhos inchados, quase não falou comigo. Vi um Pix de 5 mil na conta dela que não veio de lugar nenhum. Fala a verdade, Alex.

Alex desviou o olhar, claramente desconfortável. Sentou no sofá e respondeu devagar, quase tímido:

— Eu… não sei do que você tá falando. Amanda e eu só conversamos de vez em quando, como sempre. Não aconteceu nada entre a gente, não.

Rafaela cruzou os braços, empinando os peitos, e ficou em pé na frente dele.

— Não me enrola. Eu conheço minha irmã. Ela tá diferente. E você tá estranho também.

Alex ficou em silêncio por quase um minuto, olhando para o chão. Respirou fundo, ainda hesitante, antes de continuar:

— Olha, Rafaela… eu não queria falar nada. Mas já que você veio aqui… tem uma coisa que eu preciso te mostrar antes de qualquer conversa.

Ele pegou o celular, abriu o app do banco e virou a tela para ela. Rafaela piscou várias vezes, aproximando o rosto.

— Isso… isso é real? Quatrocentos e vinte e sete milhões? Você ganhou a Mega da Virada? Sozinho?

— Sozinho. Ninguém sabe ainda. Nem meu pai. Eu fiquei quieto esse tempo todo.

O ar na sala ficou mais pesado. Rafaela respirou fundo, mordendo o lábio inferior. Alex continuou, voz mais baixa e tímida:

— Eu posso te oferecer 5 mil reais agora, na hora… se você me chupar até o final e engolir tudo. Sem pressão. Se não quiser, pode ir embora e a gente finge que nunca conversamos isso.

Rafaela riu, incrédula, mas seus olhos desceram involuntariamente para a calça dele.

— 5 mil só pra te mamar? Você tá louco? Eu sou noiva, Alex. Marcos…

Alex não respondeu de imediato. Apenas esperou, quieto, deixando o silêncio pesar.

Por fim, Rafaela soltou o ar devagar.

— Tá bom. Eu faço. Mas só hoje. Só a boca.

Alex transferiu o valor na frente dela. O celular de Rafaela vibrou. Ela confirmou e soltou o ar.

— Senta no sofá.

Quando Alex puxou a calça para baixo, o pau saltou pesado, semi-duro. Rafaela arregalou os olhos castanhos, boca entreaberta.

— Meu Deus do céu… — sussurrou, ajoelhando-se lentamente entre as pernas dele. Segurou o membro com as duas mãos, ainda assim sobrando bastante. — Isso não pode ser real. É muito grosso… muito longo.

Ela se levantou rápido, foi até a gaveta de ferramentas do pai dele e voltou com a trena antiga. Ajoelhou novamente e mediu, fascinada.

— Base… 29 centímetros. Exatamente. — Sua voz saiu rouca. — A cabeça sozinha tem 26 de circunferência. As bolas… caralho, Alex, olha o tamanho disso. Pesadas pra porra.

Ela lambeu os lábios, ainda medindo, virando o pau de um lado para o outro, estudando cada veia grossa.

— Eu sou noiva… — murmurou quase para si mesma, como se tentasse se convencer. — E tô aqui de joelhos medindo o pau do vizinho como uma puta barata. Isso é errado pra caralho… mas tá me deixando molhada.

Alex, ainda tímido, pegou o celular discretamente e começou a filmar tudo.

Alex segurou os cabelos longos castanhos dela com uma mão, ainda um pouco tímido no toque.

— Então… se você quiser mesmo… começa.

Rafaela abriu a boca o máximo que conseguiu e desceu. Conseguiu apenas uns 10 centímetros na primeira tentativa. Seus olhos castanhos lacrimejaram imediatamente. Ela tirou, tossindo, baba escorrendo pelo queixo.

— É impossível engolir tudo… tá batendo no fundo da garganta e ainda falta metade. Mas eu vou tentar.

Ela atacou novamente, mais determinada. Chupava com fome, saliva escorrendo abundante pelos cantos da boca, pingando nos peitos firmes. Usava as duas mãos na base grossa enquanto a boca trabalhava na cabeça e no meio do pau. O barulho molhado e obsceno enchia a sala pequena.

— Isso… assim… — rosnou Alex, segurando a cabeça dela enquanto continuava filmando. — Olha pra mim enquanto engole. Imagina o Marcos vendo você agora, de joelhos, mamando um pau três vezes maior que o dele.

Rafaela gemeu vibrando no pau, olhos castanhos fixos nele, maquiagem começando a borrar. Empurrou a cabeça mais fundo, engasgando, garganta se contraindo em volta da grossura. Lágrimas escorriam pelo rosto, mas ela não parava.

— Hnnngh… tá enchendo minha boca inteira… sinto as veias pulsando na língua… — conseguiu dizer entre uma chupada e outra, voz rouca e quebrada.

Alex começou a foder a boca dela com mais força, segurando os cabelos como rédea, o celular gravando cada detalhe. O pau entrava e saía, esticando os lábios dela, batendo no fundo da garganta. Saliva grossa escorria pelo queixo, pescoço e pingava nos seios.

— Tô perto… — avisou ele, voz tensa. — Vou gozar muito. Quero tudo na sua garganta.

Rafaela apertou os olhos, segurando as coxas dele, preparando-se. Alex empurrou fundo e explodiu.

A primeira golfada foi forte, quase um jato contínuo, enchendo a boca e descendo direto pela garganta. Rafaela engoliu desesperada, olhos arregalados, mas veio a segunda, ainda mais volumosa. Parte escapou pelos cantos da boca, escorrendo grosso pelo queixo. Ela tossiu, engasgou, mas manteve o pau dentro, sugando e engolindo sem parar. Jato após jato quente e espesso invadia sua garganta. O volume era absurdo — ela sentia a barriga inchando levemente de tanto esperma.

Quando Alex finalmente tirou o pau, Rafaela tossiu forte, respirando com dificuldade. Fios grossos de porra escorriam do queixo, pingando nos peitos. Ela passou a língua nos lábios, recolhendo o que conseguiu e engolindo mais uma vez.

— Porra… quanta porra… — murmurou rouca, voz destruída. — Achei que ia me afogar de verdade. Nunca engoli tanto na vida.

Ela ainda estava de joelhos, ofegante, olhando para o pau ainda meio duro na frente do rosto.

— 5 mil bem gastos… — disse, com um sorriso cansado e safado. — Se quiser repetir… ou algo a mais… a gente conversa.

Alex passou o polegar nos lábios dela, limpando um resto de porra, ainda filmando.

Ela se levantou devagar, pernas tremendo levemente, o gosto dele ainda forte na boca e na garganta. Antes de sair, virou para ele com um sorriso safado, fez um gesto claro com as mãos simulando um boquete (subindo e descendo o punho fechado perto da boca) e perguntou:

— Posso voltar à noite pra gente… conversar melhor?

Alex apenas assentiu, ainda tímido. Rafaela sorriu, piscou e saiu carregando o segredo e o dinheiro.

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