Centro de Reabilitação - Capítulo 9: Roubo

Um conto erótico de Zur
Categoria: Crossdresser
Contém 1634 palavras
Data: 05/05/2026 21:14:20

ais de uma semana se passou desde aquele orgasmo esquisito que Ana me concedeu, mas agora o desespero é dez vezes pior — Meu pênis pressiona as barras da gaiola como se tentasse escapar a qualquer custo, vazando gotas pegajosas de pré-gozo que encharcam minhas cuecas e as calcinhas que Vanessa me empresta. Vanessa me prometeu que, se eu me comportasse, viria a recompensa — um alívio de verdade, talvez até a liberdade completa da castidade. Mas até agora ela não me deu nenhum indicio de que faria.

Todos os dias, após as sessões de reabilitação — que agora incluem lições cada vez mais elaboradas de etiqueta feminina e musculação focada em glúteos e coxas —, vem o nosso "momento de intimidade". E é só nesse momento que eu tenho autorização para eu implorar pela minha liberdade, e realmente faço. Vanessa está sempre com lingeries lindas e sensuais que parecem feitas para me enlouquecer: rendas delicadas que mal cobrem seus seios fartos, calcinhas fininhas que se moldam às curvas de suas nádegas com fineza.

Ela sempre se aconchega junto comigo, o corpo quente e macio pressionando contra minha pele, e faz de tudo para potencializar a frustração, me deixar suscetível para eu confessar as minhas mais profundas frustrações e desejos. Conto o quanto as mulheres de pênis engaiolado daqueles sites mexem comigo, e admito todas as vezes que acesso, foram todos os dias até agora.

Suas técnicas para me fazer suplicar variam bastante, um dia, depois de passar um batom vermelho vivo e brilhante nos lábios, ela se ajoelhou diante de mim, os olhos verdes fixos nos meus enquanto aproxima o rosto da gaiola. Deu vários beijinhos carinhosos por todo o meu sexo trancado — deixando o pigmento intenso marcando o metal com o contorno perfeito de seus lábios carnudos. Consegui sentir o calor de seu toque em minha glande através da pequena abertura da pontinha, deixou meu pênis ainda mais agitado em sua prisão.

Aconteceu duas vezes dela montar sobre minha cintura, simulando uma cavalgada, os quadris ondulando como se estivesse montada em um pau real — o meu, claro, preso e inútil, só servindo de apoio para sua provocação. Minhas bolas ardidas de tanto tesão acumulado, ficam ainda mas doloridas depois de cada salto.

Um dia, ela estendeu a mão e simulou uma punheta no ar, os dedos envolvendo um pênis fantasma bem acima da gaiola, como se fosse o meu, mas alcançando alturas muito maiores do que seria o meu comprimento ereto, deixando-me com a sensação amarga de inadequação enquanto gemo de frustração.

Ela me autoriza a tocá-la. Não sei ao certo se isso é uma obrigação ou opção, mas sempre faço, suas nádegas firmes e arredondadas são tentadoras demais para eu deixar passar, mesmo isso me deixando ainda mais agoniado e frustrado. Posso tocar em seus seios também, pesados e macios, os mamilos endurecidos sob meus dedos enquanto os acaricio pela renda fina. Cada toque é uma faísca que alimenta o fogo, tornando-me mais suscetível, mais disposto a confessar os sentimentos mais profundos e humilhantes. Suplico como uma vadia carente, na esperança de que ela se compadeça, que o brilho sádico em seus olhos se transforme em misericórdia.

"Por favor, senhora... me deixe gozar... eu faço qualquer coisa... por favooor…”

Mas ela segue negando, sempre trazendo mais promessas de "Quando você estiver pronta."

Hoje não foi diferente. Vanessa acaba de sair da minha cintura após uma boa cavalgada, o vestido levantado até a altura dos quadris, revelando a calcinha branca fininha que se esticava contra sua pele. Seus movimentos eram ritmados, quentes, enviando ondas de frustração por todo o meu corpo, pré-gozo está vazando da pontinha do meu pênis até agora.

"Sinto muito, querida", murmura mais uma vez, a voz baixa e carregada de falsa compaixão. "Você ainda não está pronta. Até amanhã.” E com isso, ajusta o vestido e sai da sala, deixando-me ali, ofegante e destruído na poltrona, o corpo tremendo de desejo não saciado.

Enquanto me destroco frustrado, recolhendo minhas roupas femininas do dia, uma lembrança surge na minha mente. Ana retirou aquele vibrador da gaveta de Vanessa. Não foi o melhor orgasmo do mundo, mas me trouxe algum alívio. Ele não estaria mais lá, estaria? Provavelmente não. Não que eu fosse pegá-lo sem a autorização de Vanessa de qualquer forma — o medo dela descobrir e prolongar minha agonia é grande demais. Mas a curiosidade me bate forte, um sussurro insistente no fundo da mente.

A sala está vazia agora, o ar ainda carregado com o perfume floral que ela usava. Sei que não deveria mexer em suas coisas sem a presença dela. Mas mesmo assim, vou até a mesa, o coração acelerado, as pernas fracas do tesão acumulado. Abro a gaveta com cuidado, os dedos tremendo ligeiramente, e lá está ele: o vibrador, pequeno e discreto. Agora, vendo o brinquedo ali, as coisas mudam. O desespero toma conta, uma onda quente que me faz salivar. Sei que Vanessa não aprovaria, mas o meu orgasmo está tão próximo, tão tentador. Lembro das mulheres nos sites do meu computador, aquelas mulheres lindas com corpos curvilíneos e gaiolas iguais à minha, gozando em gifs hipnóticos com vibradores pressionados contra o metal. Como seria bom assisti-las com uma vibração dessa vez.

Vanessa nunca saberia de qualquer forma. Sempre chego primeiro que ela; amanhã posso chegar ainda mais cedo para ter certeza, devolver o brinquedo antes que ela note. Sem pensar mais, pego o vibrador, e o coloco no meio do bolinho de roupas femininas que acabei de usar. O coração martela no peito , saio da sala com passos apressados, as roupas sob o braço escondendo meu segredo, e vou diretamente para meu chalé.

Chego ao chalé com o coração batendo forte, agora não de medo, mas de uma excitação selvagem que faz meu corpo inteiro pulsar. O vibrador pesa na minha mão como uma relíquia rara, e mal consigo esperar para trancar a porta atrás de mim, ansioso para passar mais uma tarde assistindo aquelas lindas mulheres se deleitando, mesmo em castidade. Mas agora com a minha própria vibração, culminando em um delicioso orgasmo que me fará aliviar, ao menos momentaneamente, essa frustração tão intensa que me assola.

A primeira coisa que faço é me vestir, e dessa vez não pode ser só a calcinha; quero que seja especial, fingindo ser uma delas, uma sissy pronta para se render ao prazer. Tiro as roupas masculinas com pressa, e começo pela lingerie: a calcinha macia e confortável, já úmida com o pré-gozo acumulado pelas provocações de Vanessa. Em seguida, o sutiã combinando, as taças leves sem muito bojo. Por cima, a saia rodada e a blusinha de material leve e feminino. Faria uma nova maquiagem se tivesse os materiais aqui, mas não tem problema; é bom estar montada novamente, o reflexo no espelho do quarto me mostrando uma versão de mim que me faz corar e latejar ao mesmo tempo.

Sento-me de pernas abertas na cadeira em frente ao computador, o tecido da saia descansando agora sob minha barriga, expondo a calcinha esticada contra a gaiola. O coração acelera enquanto ligo o computador, os dedos trêmulos no mouse selecionando um dos meus sites preferidos. Logo na primeira imagem, está uma mulher do jeito que estou: vestidinha em sua lingerie rendada, vibrando o topo da gaiola com um brinquedo parecido com o meu, mas ela está tendo um orgasmo tão intenso que jatos do seu leitinho espirram até o meio de suas meias altas, o sêmen branco contrastando com o preto sedoso.

Ligo o vibrador e... nada. O botão clica sob meu polegar, mas não há zumbido, não há vibração, só o silêncio cruel do quarto. Desligo e ligo novamente, apertando com mais força, girando o dispositivo nas mãos como se isso pudesse acordá-lo, mas nada. Minha frustração cresce como uma onda amarga, o peito apertando enquanto o tesão acumulado se transforma em raiva quente, lágrimas pinicando os cantos dos olhos. Procuro desesperado pelo brinquedo onde se coloca as pilhas, virando-o de um lado para o outro, os dedos escorregando no silicone liso e ligeiramente pegajoso — talvez eu consiga usar as do controle remoto da minha TV, qualquer coisa para trazer vida a esse maldito. Só o que encontro é uma discreta entrada de carregador no meio do silicone, um buraco minúsculo que não se conecta a nenhum dos carregadores que tenho por aqui.

Quase choro de desespero, um soluço engasgado subindo pela garganta enquanto jogo o vibrador na mesa, o som seco ecoando como uma derrota. É mais um dia que eu não vou conseguir gozar, mais uma tarde de agonia sem fim, o pênis latejando inutilmente contra as barras, vazando gotas que encharcam ainda mais a calcinha. Olho novamente para o computador; sua imagem é convidativa pra que eu continue scrollando, os gifs e imagens se sucedendo em uma dança hipnótica de corpos tremendo, gemendo, gozando em castidade. E sigo acompanhando a tela como tenho feito todos os dias.

Pego o vibrador novamente, não sei bem porque faço isso, mas passo o vibrador desligado freneticamente por cima da gaiola, circulando o objeto inerte pelo tecido fino da calcinha. Isso não me traz nenhum ganho em satisfação, só mais frustração, o silicone roçando sem vida contra a umidade pegajosa, mas continuo fazendo, desesperado, os quadris se movendo involuntariamente, os gemidos baixos escapando dos lábios enquanto o tesão se acumula sem saída.

Demora para eu conseguir parar, horas se arrastando em um loop de imagens e toques inúteis, até que o cansaço me vence, o corpo exausto e dolorido. A calcinha toda úmida, grudando na pele como uma lembrança pegajosa da derrota, vou dormir ainda mais frustrado, sonhando com orgasmos que nunca vêm.

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Espero que tenha gostado. Se quiser ler esse e mais contos com gifs e imagens, é só acessar o meu Blog: https://contosdefeminizacao.blogspot.com/

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