Capítulo 9: O Assalto ao Banco

Da série Putty de Karola
Um conto erótico de Brazo Japa
Categoria: Lésbicas
Contém 2193 palavras
Data: 05/05/2026 22:11:19

Aviso: Este é o nono capítulo da saga Putty de Karola...

Antes de prosseguir, leia o Capítulo 8: Os Limites de Putty!

Já fazia alguns dias que Putty tinha caído na Terra, e nesse tempo ela fodeu sem parar: Mary, Joan e Pôia viraram suas putinhas, o cachorro Bulk ganhou vários banhos de língua, os cavalos da fazenda se acostumaram a gozar litros dentro dela, e as galinhas viraram brinquedos que ela enfiava no cu e na buceta.

Todos os dias eram uma maratona de merda, mijo, vômito e gozo — o cheiro da casa agora era permanente, uma mistura podre e doce que ninguém ali queria mudar.

Os poderes de Putty também estavam se manifestando mais. Seu corpo agora era quase indestrutível, a força aumentava a cada dia e sua elasticidade era absurda — conseguia engolir coisas que nenhum ser humano aguentaria.

O mais louco de tudo? Parecia que ela podia expelir fluidos infinitos pelos orifícios, como se tivesse um reservatório sem fundo dentro do corpo.

Recentemente ela percebeu que sua agilidade e fôlego estavam explodindo. Corria mais rápido que qualquer carro da fazenda, pulava cercas como se fossem degraus, e não cansava nunca. Então decidiu: não precisava mais da caminhonete pra ir até Gozópolis... podia ir correndo mesmo.

Joan e Mary, preocupadas com a Polícia depois do último passeio, onde quase prenderam Putty por atentado ao pudor, compraram roupas novas pra ela. Menos buracos, mais cobertura, e tudo de látex... Putty adorou o látex.

O vestido novo era vermelho sangue, colado como uma segunda pele, cobrindo tetas, buceta e cu... mas tão apertado que os mamilos marcavam como duas protuberâncias pulsantes e agressivas, as dobras da xota apareciam em relevo, e o cu ficava delineado como se tivesse sido desenhado por cima da roupa.

Já era de tardinha, o céu estava nublado e pesado. Putty passeava pelas ruas de Gozópolis, olhando vitrines, jogando cantadas nas mulheres que passavam... Por onde ela ia, se tornava o centro das atenções. Homens paravam, mulheres coravam, todos cochichavam. O vestido de látex brilhava sob as luzes, grudado no corpo suado, marcando cada curva.

— Ei, gostosa... quer provar uma buceta alienígena? — gritava Putty pra uma morena de salto alto que passava. A mulher quase tropeçou, riu nervosa e acelerou o passo.

De repente, um alvoroço mais à frente. Gritos, gente correndo, alguns estouros secos.

Curiosa, ela seguiu a confusão e chegou a um Banco. Clientes e funcionários estavam deitados no chão de barriga pra baixo, com as mãos na nuca. No meio do salão, uma mulher de cabelos negros curtos, com uma mecha caindo sobre o rosto, cobrindo um dos olhos. Roupas pretas, botas de salto alto fino, luvas, um pano amarrado no rosto, cobrindo a boca e o nariz.

Com uma escopeta na mão, ela ameaçava a caixa do Banco, uma jovem de cabelos castanhos em coque, uniforme justo, e uma expressão de pânico controlado enquanto colocava o dinheiro num saco grande com um cifrão desenhado.

A bandida gritava:

— Mais rápido, vadia! Ou eu estouro a tua cabeça!

Era um assalto, em pleno dia, no meio da cidade, e nenhum sinal da Polícia nem de longe.

Putty sorriu:

— Que lindo! Se fosse pra me dizer que eu não posso mostrar o cu por aí, eles teriam vindo rapidinho!

Ela deu um chutão na vidraça da frente, explodindo o vidro em mil pedaços com um enorme barulho. Todos olharam. A bandida virou a escopeta na direção dela na hora.

— Quem caralhos é você? O que você pensa que tá fazendo? Deita no chão agora ou eu te mato! — gritou a assaltante.

Putty entrou calmamente, lambendo os lábios, com os olhos fixos no corpo da bandida:

— O que eu penso que tô fazendo? Até agora eu não tinha nada em mente... mas agora que vi o quanto você parece gostosa, acho que tenho algumas ideias...

A bandida apontou a escopeta pro rosto de Putty:

— Para aí! Último aviso! Deita ou eu atiro!

Putty continuou andando, devagar, com uma mão já dentro do vestido de látex, massageando a buceta:

— Atira então... quero ver se dói gostoso...

A bandida hesitou e deu uns passos pra trás. Putty avançava, sua outra mão apertando o próprio seio, já com o mamilo duro:

— Olha como eu tô molhada só de te ver... quer provar?

A bandida, nervosa, atirou!

O estampido ecoou. O tiro de escopeta acertou Putty em cheio no meio do rosto. Ela voou pra trás, e caiu esparramada no chão. Os reféns gritaram em pânico.

A bandida tremia, repetindo:

— Eu avisei! Eu disse pra parar! Eu avisei!

Silêncio... Depois, o barulho de alguém se mexendo.

Putty sentou no chão, coçando a cara no lugar que a bala acertou:

— Caramba... essa até que doeu um pouco, que porrada!

A bandida congelou. Putty se levantou devagar, sorrindo. A assaltante atirou de novo. E de novo. Os tiros acertavam o peito, a barriga, o rosto... As balas caíam no chão como se tivessem batido na parede. A alienígena nem piscava.

— Tá tentando me matar ou me fazer gozar? — disse Putty, agora avançando rápido.

Em menos de um segundo ela estava na frente da bandida. Agarrou a escopeta, arrancou da mão dela como se fosse brinquedo e jogou longe. Com a outra mão pegou o pescoço da assaltante, e a levantou do chão. Puxou o pano preto que cobria seu rosto.

A bandida era jovem, de pele morena, lábios carnudos, olhos castanhos arregalados de medo e confusão. Putty sorriu e tacou um beijão de língua nela, ainda a segurando pelo pescoço.

A mulher se debateu, dando socos fracos no peito de Putty:

— Me solta, sua louca! Me solta!

Mas logo cedeu, e o corpo amoleceu. Putty sugava a língua dela com força, mordia os lábios, lambia os dentes. A saliva escorria da boca das duas.

— Que boca gostosa... vou secar ela toda... — murmurava Putty entre beijos.

— Para... por favor... — gemia a bandida, já com a voz fraca.

— Cala a boca e beija... engole minha língua... — respondia Putty, com a língua invadindo mais fundo, chupando a saliva da bandida como se fosse doce.

Quando soltou o pescoço da bandida, ela caiu de joelhos, atordoada, babando. Putty rasgou o vestido de látex com uma mão, expondo a buceta molhada e inchada, e a esfregou na cara da assaltante ajoelhada. A língua da bandida saiu instintivamente, lambendo o clitóris carnudo.

— Isso... lambe minha buceta... prova o gosto de uma alienígena... lambe mais fundo... — ordenava Putty.

Putty puxou a cabeça dela com força, enfiando a boca inteira na xota quente e melada. E começou a mijar. O jato quente e forte encheu a boca da bandida. Ela engasgou, e tentou recuar.

— Não... para... tô engasgando... glub... glub...

Putty a segurava firme pelos cabelos:

— Bebe tudo... não desperdiça nem uma gota... engole meu mijo quente, sua puta! Sente ele descendo pela tua garganta... isso... engole mais!

O mijo escorria pelos cantos da boca, a garganta trabalhando em goles longos e desesperados pra não se afogar. A bandida engolia ruidosamente, seus olhos lacrimejando, o nariz escorrendo.

— Tá gostoso? Meu mijo quente enchendo tua barriga... continua bebendo... boa garota... — gemia Putty, rebolando o quadril na cara dela.

Os reféns, que até então estavam deitados de medo, agora assistiam boquiabertos. Alguns homens já abriam as calças:

— Caralho... olha isso... tô gozando só de ver... — gemia um, batendo punheta.

— Que delícia... eu quero ser a próxima... — sussurrava uma mulher, com a mão dentro da saia.

Mulheres levantavam as saias, com as mãos dentro das calcinhas, casais se pegavam no chão:

— Fode mais forte... a maluca tá mandando ver! — gemia um casal.

O Banco começou a encher de gemidos baixos, de mãos se movendo rápido, o cheiro de sexo se misturava com o fedor de mijo.

Putty olhou pra caixa do Banco, que estava petrificada, com os olhos arregalados.

— Você aí... vem cá.

A caixa hesitou:

— Eu... não...

— Vem ou eu faço você vir... — disse Putty, com a voz doce, mas ameaçadora.

A caixa se aproximou, com as pernas tremendo:

— O que... o que você quer?

Putty forçou a cabeça da bandida no chão, deixando ela de quatro, com a bunda pro alto. E então olhou pra caixa:

— Qual teu nome?

— G... Gia... — respondeu ela, com a voz trêmula.

— Gia... abaixa a calça dessa vadia.

Gia olhou assustada:

— Não... por favor... eu não posso...

Putty se irritou:

— Abaixa ou eu te faço engolir minha merda até você vomitar!

Gia, com medo, abaixou a calça da bandida. A bunda morena apareceu, redonda e firme.

Putty tirou uma das botas, e enfiou o pé úmido na boca da bandida:

— Já que você gosta tanto de usar essa boca pra ficar falando merda, agora usa ela pra chupar meu pé suado e fedido!

O pé entrou até a garganta. A bandida arregalou os olhos, já com o vômito subindo:

— Mmmph... não... tira... glub... — tentava falar, com a saliva escorrendo da boca pelo pé de Putty.

Putty mexia os dedos lá dentro, provocando mais o vômito, enquanto xingava:

— Chupa direito, sua puta! Lambe entre os meus dedos... engole o suor todo! Isso... chupa mais forte! Suga com força... isso... boa vadia!

Então, ela olhou pra Gia:

— Agora enfia a mão no cu dela.

Gia balançou a cabeça:

— Não... eu não consigo...

Putty tirou o pé todo babado da boca da bandida, foi até Gia engatinhando, agarrou o braço dela e forçou contra o cu da morena:

— Enfia nela ou eu enfio o meu braço inteiro na tua buceta!

Gia fechou os olhos, respirou fundo e enfiou a mão. O cu cedeu, quente e apertado.

— Isso... agora mete o braço todo, não só a mão! Enfia até o cotovelo! — gritou Putty.

Gia empurrou. O braço entrou até o cotovelo. A bandida gritou e então o vômito explodiu de sua boca. Ao mesmo tempo, jatos de diarreia jorraram do cu, envolvendo o braço de Gia, acertando-a no rosto e corpo.

Enojada, ela virou o rosto e tentou tirar o braço do cu da bandida, mas parece que ficou preso.

— Tá preso... não sai... por favor...

Ela puxou de novo, mas o braço ainda não saia do rabo da bandida. Puxou com mais força, mas o cu parecia estar travando o punho dela ali dentro.

Putty percebeu, e então decidiu dar uma ajudinha. Ela pegou o braço da caixa, e puxou pra fora, conseguindo tirar de dentro do cu, que ficou ali, todo arreganhado, vazando bosta.

Putty riu da situação:

— Lindo, não é? E também é delicioso... que tal experimentar?

Gia olhou assustada:

— Não... por favor... eu não...

Antes que pudesse responder, Putty agarrou a cabeça da caixa com as duas mãos e enterrou a cara dela no cu cagado da bandida.

— Chupa! Bebe tudo que tá saindo! Enfia a língua fundo!

Gia engasgou, mas a língua começou a lamber instintivamente. A merda pastosa enchia sua boca, escorrendo pelos cantos. Sons molhados, borbulhantes, gorgolejos...

Putty segurava firme:

— Isso... engole... lambe o cu dela... bebe a merda toda... que delícia, né? Continua... enfia a língua mais fundo... chupa com gosto... boa garota!

Gia gemia abafado:

— Mmmph... tá quente... tô bebendo... não consigo parar... tá descendo...

Os clientes e funcionários do Banco, antes reféns, agora estavam de pé ou sentados no chão, se masturbando abertamente.

Putty olhou pra multidão e gritou:

— Isso! Se masturbem! Fodam uns aos outros! A putaria é livre aqui! Quem quiser, vem chupar o cu dessa vadia comigo! Venham lamber! Venham beber merda! Venham gozar em cima dela!

Vários se aproximaram. Uma mulher se ajoelhou ao lado de Gia e começou a lamber o cu da bandida junto:

— Deixa eu provar também... que cheiro forte... que delícia...

Um homem se masturbava olhando:

— Posso gozar na cara dela?

A merda que estava saindo do cu da bandida acabou. Ela parou de vomitar também, estirada no chão, toda melada.

Putty soltou a cabeça de Gia. Para surpresa de todos, Gia não tirou a boca do cu da bandida. Agarrou as nádegas dela e enfiou a língua mais fundo, gemendo alto:

— Mmmh... que delícia... não consigo parar... o cu dela tá tão quente e aberto... quero lamber tudo...

Putty riu alto:

— Isso, Gia! Faz putaria mesmo! A putaria é o que importa! Chupa esse cu até secar! Mostra pra todo mundo como se faz! Continua... mete essa língua aí... lambe o intestino dela!

Sirenes começaram a soar ao longe. A Polícia estava chegando.

Putty olhou pra porta:

— Merda... hora de dar o fora. Gia, continua aí, tá linda! Fica chupando esse cu até a Polícia chegar!

Gia nem respondeu, só gemeu mais alto, com a língua fundo no cu da bandida, e o rosto todo melado de merda e baba.

Putty saiu pela vidraça quebrada, correndo rápido pelas ruas.

A Polícia chegou logo depois, entrou com armas em punho e encontrou a bandida estirada no chão, toda cagada, vomitada e mijada, a caixa do Banco com a cara enterrada no cu dela, lambendo sem parar junto com outra mulher, e um monte de clientes e funcionários se masturbando e fodendo ao redor.

Enquanto isso, em um prédio não muito longe dali, uma mulher careca e misteriosa observava tudo pelas câmeras de segurança do Banco, com os olhos fixos na tela:

— Interessante... muito interessante...

Continua...

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