Michelle, linda e gostosa – parte I.
Um conto de Daméhr.
Sou Michelle, tenho 20 anos, sou uma garota transexual, linda e muito gostosa. Tenho 1.72 de altura, olhos e cabelos castanhos, seios médios, quadril largo, coxas grossas e uma bunda de fazer parar o transito.
Antônia, minha mãe é fisioterapeuta. Leonardo, meu pai é médico neurocirurgião.
E eu Michelle, sou a única filha deles. Nasci um menino perfeito e saudável, fui batizado com o nome de Michel. Conforme fui crescendo, já com 4 anos, comecei apresentar algumas características que deixaram meus pais preocupados. Eu só queria brincar de boneca e usar roupas de meninas. No inicio meus pais insistiram em me vestir com roupas de menino, compravam brinquedos de meninos, mas nada disso funcionou.
Meus pais tem formação acadêmica, e são pessoas esclarecidas e bem informadas. Eles nunca tolheram minha tendência feminina, sempre foram compreensivos. Depois que consultaram diversos especialistas, ficou inequívoco que eu era uma menina no corpo de um menino.
Quando fui pra escola, eles me convenceram usar roupas de meninos. Era para minha segurança, eu teria que parecer igual aos outros meninos. Então até os 12 anos, eu vivi uma vida dupla; na escola como um menino, em casa uma menina, mas depois dos 13 anos, assumi de vez minha personalidade feminina.
A família dos meus pais, são do interior de Minas. É uma família grande e tradicional, muitos tios, primos, e sobrinhos. Duas vezes por ano, nossa família se reúne na casa da minha avó. Uma vez no Natal, e outra em julho, quando fazemos um encontro de família.
Família é uma coisa complicada, principalmente a minha. Desde criança, quando comecei apresentar traços de personalidade feminina, isso foi um problema que todos sabiam. Toda vez que tinha reunião de família dava falatório. Ninguém falava na nossa presença, mas eles falavam.
Meus pais são gente fina, e muito educados. Eles passavam por cima daqueles comentários, como se fosse nada. No inicio aquilo me deixava puta da vida, mas aconselhada por eles, aprendi conviver com aqueles comentários hipócritas.
Eu sempre tive um bom relacionamento com alguns primos, especialmente Marco Antônio, Eurípedes-(Ripe) e Sofia. As outras primas morriam de inveja, por eu ser uma garota transexual, e ainda assim, era mais bonita que elas.
Lembro de encontro que houve lá em Minas, eu tinha terminado o ensino médio. Foi um fim de semana inteiro de festas, com bandeirolas coloridas, fogueira no quintal da fazenda, música sertaneja, dança de roda, bebidas, churrasco e muita conversa jogada fora.
Meus primos os “homens da família”, estavam reunidos numa roda de bate papo, onde rolava todo assuntos sobre política, futebol, mulher e muita sacanagem. Os primos mais novos contavam vantagens. Quem pegava quem, cada um querendo ser melhor que o outro. Só faltavam fazerem “avaliação de pinto”, para saber quem tinha o pau maior. No meio dessas conversas sem pé e sem cabeça, surgiu meu nome.
Gente... aquilo deu uma confusão dos diabos, tudo por minha causa.
- Gente, por falar em mulher... vocês já viram como a Michelle está gostosa.
- Realmente, a Michelle é muito bonita. Mas ela é uma garota séria. Marco tentou mudar o rumo da prosa, mas os primos insistiram naquele assunto fora de propósito.
- Marco, nós não estamos falando por mal; soubemos que ela vai fazer medicina.
- Não precisa ficar defendendo, nós sabemos que ela é uma garota comportada... mas não dá pra fingir que ela está gostosa pra caralho.
- Concordo, a Michelle é muito dedicada aos estudos, mais uma vez fugindo do assunto.
- Marco, você é ridículo. Nós não estamos falando disso.
- Quero saber quem vai ter coragem de consultar com a futura Drª Michelle, sabendo que ela precisa urgente de tratamento médico.
- Como que é Rubem! Fala de novo... acho que não entendi?
- Marco, você sabe do que estou falando!
- Não sei de nada, mas se você sabe; me explica. Por acaso, Michelle está doente?
- Marco, esquece. Deixa esse assunto pra lá!
- Deixar pra lá uma porra... seja homem e termina o assunto.
- Marco, você acha normal uma garota bonita igual Michelle, ter pinto igual de homem. É um completo absurdo, isso vai contra a natureza.
- Rubem, você é um doente. Procura um psiquiatra, você tem que tratar da cabeça.
- Tio Leonardo e tia Antônia, tem que fazer um tratamento nessa garota. Isso não é normal.
- Rubem, por acaso você é médico? O que você entende sobre questões de gênero? Só por que carrega uma bíblia debaixo do braço, se acha o pastor das ovelhas perdidas.
- Quem é você para julgar as pessoas.
- Marco, eu sei por que você defende a Michelle. Você é pervertido, uma alma perdida que gosta de todo tipo de putaria e sacanagem.
- Não nego, eu gosto mesmo; mas só tem uma coisa Rubem: Quem tem telhado de vidro, não deve jogar pedra no telhado dos outros.
- Marco, o que você quer dizer com isso?
- Consulta sua consciência, seu “pastorzinho de araque”; você sabe do que estou falando!
- Marco, você e sua alma perdida. LGBTQIA+ e o cacete a quatro, a igreja condena esse tipo de abominação.
- Rubem, você tem boa memória?
- Claro, eu tenho uma excelente memória.
- Então você deve lembrar do Felipe, uns 20 anos atrás.
- Pelo que me consta, não me lembro de nenhum Felipe?
- Ah eu esqueci! Você tem memória seletiva, só lembra aquilo que interessa... vou refrescar sua memória. Felipe “melzinho doce”, filho da dona Zenaide; aquele garoto foi sua putinha durante muito tempo. Você gostava daquele viadinho, e agora... quer salvar “almas perdidas”, quem é você? Onde está sua moral pra julgar a Michelle.
- Marco, seu filho da puta... você não tinha o direito de expor isso!
- Rubem, cuidado com o que você anda falando por ai. Você é casado com uma mulher bacana, tem uma filha linda. Já percebeu, que nem Solange, nem sua filha, te acompanham na igreja. Deixa de ser ridículo, você quer ser mais real do que o rei.
- Porra Marco, você pegou pesado... fodeu com ele. Disse Ripe rindo.
- Aquele pastorzinho de merda, mereceu. Rubem deixou a roda morrendo de raiva, não demorou muito, Solange veio cobrar satisfações com o Marco.
- Marco, o que houve entre você e Rubem. Ele disse que você o humilhou, na frente dos primos.
- Solange, o Rubem é um preconceituoso metido a besta. Ele está falando um monte de merda sobre a Michelle. Não achei justo, ele espalhar veneno na família. Eu só chamei atenção dele, nada além disso.
- Marco, ele disse que você espalhou mentiras, na frente dos primos.
- Solange, eu tenho meus defeitos, mas não sou homem de inventar mentiras. –
- Eu falei a verdade. Rubem me chamou de pervertido e de outras coisinhas mais.
- Me conta Marco, o que você falou que deixou ele tão nervoso.
- Solange, são coisas do passado dele; aconteceu antes de te conhecer .
- Me fala o que é Marco, eu tenho direito de saber.
- Se Rubem for um homem de verdade, ele conta pra você. Pergunta pra ele.
- Qual motivo. Por que você não pode falar?
- Solange, não vou colocar mais lenha na fogueira. Eu conheço Rubem, ele nunca vai te falar, ele é metido a pastorzinho de araque, preconceituoso. As vezes eu fico pensando como um mulherão da porra igual você, casou com um idiota igual ele.
- Ah, obrigado pelo “mulherão da porra”, você é mesmo um safado incorrigível.
- Sou sim, admito. Eu gosto mesmo de todo tipo de sacanagem, mas não sou mentiroso, não sou hipócrita, não sou preconceituoso.
- Olha Solange, conselho não é coisa que se dá, mas você devia arranjar um homem de verdade; um que vai te respeitar, e te dar valor... depois mete um pé na bunda dele. É isso que ele merece.
Solange a mulher do Rubem, ficou puta da vida. Rubem ficou recolhido no canto dele, criou um clima horrível na festa; todo mundo ficou sabendo o motivo da confusão.
Ripe e Sofia vieram conversar comigo e me consolar. Quando Sofia voltou para o grupo das meninas, Ripe ficou me confidenciou sobre o passado deles.
Ele e Marco tinham a mesma idade, eram “unha e carne”. Desde moleques foram companheiros na escola, nas brincadeiras de rua e nas sacanagens. Foi quando fiquei sabendo que meu primo Marco Antonio, era um safado.
Marco Antônio tem 38 anos, ele é solteiro e mora em SP. Mudou para capital com dezoito anos, para estudar tecnologia de informação, e nunca mais voltou. Só vai a Minas nas reuniões da família.
Em SP a oferta de sexo é quase inesgotável. É só querer, que tem para todos os gostos, mas há 20 anos atrás, lá no interior de Minas era difícil. Os garotos ficavam babando de olho nas meninas, e não conseguiam nada.
Marco sempre foi bom aluno. Durante todo ensino médio, ele dava aulas particulares para economizar algum dinheiro. Teve um garoto que procurou Marco, precisando aulas de reforço.
Guto fazia cursinho e precisava aulas de matemática. Guto tinha 1.65 de altura, corpo mediano, cabelo enroladinho na altura do pescoço, era branquinho todo delicado, tinha uma bunda redondinha, parecia uma menina-moça.
O que Marco não sabia, é que Guto era apaixonado por ele. Tinha mais de 15 dias que Marco dava aulas pro garoto. Guto era caprichoso, sua escrivaninha era toda organizada. Marco que era muito safado, descobriu o diário onde Guto mantinha suas anotações pessoais. Guto era gay, e pegou Marco bisbilhotando nos seus objetos pessoais.
- Marco, você não devia ter aberto meu diário, isso é coisa íntima.
- Guto, me fala que merda é essa?
- Não tem nada pra falar, eu gosto de você.
- Puta que pariu... gosta como?
- Gosto assim... e Guto pegou no pau do Marco, que ficou duro na hora. Começou chupar seu pau, que boquinha delicada tinha aquele garoto.
Guto ficou peladinho. Parecia uma garota com seu corpo arredondado, pinto pequeno igual um anjinho barroco. Ficou de quatro na beira da cama, abriu a bunda com as mãos.
Marco ficou cheio de tesão e socou tudo nele, sem pena e sem dó. Guto era um garoto passivo, gemia igual uma menina, adorava dar o cuzinho e apanhar na bunda, ele dava pra nós dois, Marco ficou viciado em gay´s, putas e transexuais.
Só gostava das novinhas bem dotadas. Adorava foder punhetando a garota, até fazer ela gozar.
- Então você e o Marco, gostam de putaria e sacanagem.
- Bem... quando era novo eu gostava. Eu sosseguei, hoje sou um cara sério. Estou noivo e vou me casar.
- Você Ripe! Um cara sério! Por favor, me conta outra piada.
- E você Michelle, fica de bico calado sobre nosso passado; agora garota me fala uma coisa que estou curioso: Você ainda é virgem?
- Não, mas isso não posso te contar.
- Michelle, está de brincadeira comigo, eu conto tudo pra você.
- Ripe, eu fico com vergonha.
- Michelle, você não confia em mim?
- Eu confio Ripe! Tinha um cara no curso de inglês. João Pedro era filho da diretora, ele trabalhava no setor administrativo da escola. João tinha um corpo sarado, cabelos na altura do pescoço, tinha um jeito meio largado. Vestia calças de algodão folgadas no corpo, camisas de malha caneladas, sandálias de couro. Eu achava ele bonito e gostoso, fiquei doida nele.
Teve uma noite depois da aula. Todos saíram, só eu fiquei por último. João pediu para sair comigo, e me deu um beijo na boca; aquele beijo me deixou de pernas bambas.
- Michelle, vem comigo quero te mostrar uma coisa. Eu inocente, nem desconfiei que ele queria me pegar. João me levou para sala de reunião dos professores.
- Olha pela janela... disse andando atrás de mim.
Eu me aproximei da janela, coloquei as mãos no parapeito, olhando pra fora na ponta dos pés. João chegou por trás e me abraçou contra janela. Senti seu pau duro roçar minha bunda. Estremeci de cima em baixo, ele virou meu rosto e me beijou na boca, afastou meus cabelos me beijou no pescoço, me deixando toda arrepiada.
Minha mente dizia pra fugir dele, mas meu corpo o desejava. João esfregava o pau na minha bunda, me deixando louca. Meu pau enrijeceu na hora, quando ele levou a mão entre minhas pernas, descobriu que eu era uma garota transexual.
- Caralho, Michelle... você tem um pinto.
- Desculpa, mas você não me perguntou... não é o que você esperava, correto! Por favor João, não comenta isso com ninguém. Estou indo.
- Não... não... Michelle, isso não é problema pra mim... eu até gosto, mostra pra mim.
João me puxou pela mão. Sentou em um sofá grande, tirou minha saia e minha calcinha, meu pau estava duro igual uma rocha. João ficou de boca aberta.
- Puta que pariu, como você é linda... não acredito que você tem um pau gostoso. João pegou meu pau, começou bater uma punheta. Segurei seus cabelos, ele começou me chupar.
Eu nunca podia imaginar, que um cara lindo daquele, gostava de chupar uma rola. João beijava e lambia enfiando tudo na boca. Dava uma pausa continuava a punheta, chupava meus ovos, depois colocava todo na boca. Ficou uns 15 minutos me chupando, ele engolia tudo.
Nunca ninguém tinha me chupado, aquilo era uma delicia. Eu estava ficando louca.
- Aiiii caralho... para... para que eu vou gozar.
- Goza Michelle... goza na minha boca. E eu gozei... gozei muito... foram vários jatos de porra. Aquele cara lindo adorava chupar um pau, ele engoliu a minha porra, ele engoliu tudo.
João tirou a roupa, ele tinha um corpo lindo. Todo branquinho, lisinho, tinha os mamilos rosados, e uma bunda redondinha igual der mulher. Quando ele tirou o pau pra fora, fiquei louca. Que pinto bonito, era grande ainda maior que o meu. Ele devia ter uns 22 cm, era mais grosso na base, liso e cheio de veias, ligeiramente curvado na direção da barriga.
Fiquei salivando com água na boca.
- Sua vez gatinha... coloca sua boquinha nele e chupa gostoso.
- Puxa vida... como é grande! Ele é lindo... quente, gostoso. Sentei no sofá, ele ficou em pé na minha frente. Eu nunca tinha chupado um pau, peguei com as duas mãos. Estava quente e pulsando, era grosso, pesado. Cuspi na cabeça, comecei bater uma punheta olhando seus olhos. João segurava meus cabelos, esfregando o pinto grosso no meu rosto, abrindo minha boca com seu polegar, enfiando a cabeça do pau. João me puxava fodendo minha boca.
- Chupa gostoso... mama putinha safada.... baba no meu pau.
- Goza na minha boca, eu quero leitinho. Chupei aquele pau gostoso, de cima até em baixo, deixando ele todo babado.
- Puta merda, que boquinha gostosa.... caralho gatinha... eu vou gozzz... gozar.
- Goza safado... goza... eu adoro engolir porra. João encheu minha boca de leite cremoso. Eu engoli tudo até a última gota. Eu estava cheia de tesão, meu pau latejando de tão duro.
João me beijava na boca, fascinado com minha piroca. Colocou meu mau e o dele juntos, abarcando os dois, tocando uma punheta à dois, falando coisas que jamais pensei ouvir de um cara tão bonito... eu estava alucinada, cheia de tesão.
- Caralho Michelle... você é toda linda e tem um pau gostoso... come meu cu... me come, me arromba sua pausuda,. Aquilo foi demais pra minha cabeça, aquele gato lindo e gostoso gostava de dar o cu. João ficou de quatro com o peito no assento do sofá, me mostrando a bunda redondinha, abriu o cuzinho com as mãos. Dei uma cuspida no meu pau, esfregando o pinto no cuzinho forçando a entrada.
- Vai querida... coloca tudo, mas põe devagar. Comecei empurrar, até que a cabeça entrou apertado. Eu estava louca de tesão, vendo a cabeça do meu pau ser engolida pelo cuzinho rosado, aquilo me deixou louca de tesão.
- Lindo, gostoso, você tem o cu apertado. Fala pra mim fofinha, você gosta de tomar no cuzinho? Empurrando até a metade da piça, ele apertava meu pau me deixando maluca.
- Gosto... gosto muito... aiiiiiiiii caralho... coloca devagar... tá doendo.
- Psssiuu... fica quieta fofinha... toma no cuzinho... toma... e empurrei tudo até no saco.
- Aiiiiiiiii caralho... sua pica é muito grande... tira um pouco....tá doendo muito.
- Fica quieta... você disse que gosta! Comecei socar e tirar... socar e tirar... soquei tudo.
- Ai Michele... fode meu cu... fode... pausuda gostosa... soca tudo... soca safada.
- Puta merda... que cuzinho gostoso... delicia... vou goz... vou gozzzz....aiiiiiiii... gozei.
- Sabe fofinha... você tem um cuzinho delicioso... e saí de dentro. João foi no banheiro limpar a bunda melada de porra. Foi o primeiro cu que comi, eu ainda estava cheia de tesão.
João voltou, começamos beijar na boca. Ele chupava meus mamilos, começou chupar meu pau, me deixando louca. Eu interrompi e fizemosEscuta gato... nunca dei o cu, ainda sou virgem. Eu quero dar pra você, mas tem que prometer fazer devagar. Seu pau é uma “tora”, vai me rasgar todinha. Você promete?
- Prometo, Micelle... vou fazer devagar. João me abraçou de conchinha, passou gel na minha bunda e colocou a cabeça do pau na entrada do meu anelzinho, virando meu rosto para trás e me beijando. Começou pincelar o pau no meu cuzinho e colocou a cabeça.
Senti as pregas do meu cu esticar, ele empurrou mais um pouco e deixou parado. Senti meu cu abrir e dilatar, começou arder e doer. Meu cuzinho estava quente, apertava aquele pau grosso, que arregaçava minhas pregas virgens e intocadas.
João mantinha minha coxa aberta, para facilitar a penetração. Ele empurrou mais um pouco.
- Puta que pariu... isso dói muito, sua rola é muito grande, está me rasgando toda.
- Relaxa gatinha... já foi quase tudo. Fica quieta que logo para de doer... delicia seu cu.
- Aiiii fofinha... isso dói demais... como você agüentou meu pau no seu cuzinho.
- Relaxa gatinha... só dói a primeira vez... depois é só prazer, vou colocar tudo agora.
- Não... não... não faz isso comigo... isso dói muito... mas ele colocou tudo... até no talo.
Senti a vista escurecer... aquela dor lancinante rasgava meu cu, aquele pau grosso e duro me abrindo, me arregaçando, tirando meu cabaço.
- Aiiiiiiiiiiiiinnnnn... filho da puta... isso dói demais... aiiiiiiiiii... tira... você rasgou meu cuzinho.
- Relaxa gatinha, já foi tudo. Agora fica quietinha que para de doer, ele disse: Nunca comi um cu tão gostoso, quente, apertadinho... puta que pariu, seu cuzinho é uma delicia.
- Você me enganou... disse que não ia doer... falei chorando com lagrimas nos olhos. Meu cuzinho estava tão quente, envolvendo aquele pinto grosso como uma luva de carne viva.
João segurava meu pau, que estava duro como uma rocha. Começou mexer devagar, tirando e colocando no meu cuzinho... e me punhetava... socava e tirava do meu cu... colocava devagar... me punhetava... puta que pariu... que delicia.
- Aiiihinnn Joana... assim eu gosto... come devagarzinho... come sua cachorra... aiiinnnn assim é muito gostoso... faz isso... aiiiiiii meu cu tá doendo... faz devagar... ahiiinnn assim é muito... muito... gostoso... isso fofinha coloca e tira... aiii que delicia de pinto... aiiii caralho... soca tudo cachorra... soca... bate punheta ne mim e soca esse pinto no meu rabo... soca... soca safada... aiiiiinnn... vou gozzzz... aiiii caralho... eu vou gozzz... aiiihinnn joana... fofinha... fofinha... gozei!
- Michelle... nunca fiquei com ninguém igual você.
- Sério... me diz uma coisa! O que você mais gostou em mim, meu pau ou meu cuzinho.
- Eu adoro uma garota pausuda, você é muito gostosa.
- Então fica de quatro, me dá o cu de novo... João adorava levar rola no cu, ajoelhou no assento do sofá, segurando o pau, apoiando a cabeça no encosto, fazendo pose de garota submissa. Abriu a bunda mostrando o cu rosado, gemendo igual uma putinha pedindo rola.
- Vem querida come meu cuzinho... eu quero seu pinto grosso... soca... soca essa piroca gostosa no meu rabo... soca sua safada. E eu soquei... soquei tudo de uma vez. Entrou tudo... Joana gemeu choramingando.
- Aiiiiiii... caralho... não faz isso... assim dói... assim dói.
- Fica quieta fofinha... fala o que você gosta... fala putinha safada.
- Gosto de piroca no cu... adoro quando você soca tudo no meu cuzinho... tirei e soquei de novo, soquei bruto... soquei pra rasgar aquele cu apertado.
- Aiiiiiii meu cu... puta que pariu... não faz assim... você está me rasgando... assim dói... assim dói sua safada.
- Mas você gosta de tomar no cu... não gosta! Fala minha fofa...
- Eu gosto de pau grosso no cu... aiiiii caralho... eu adoro dar o cuzinho... vaiiii... soca sua safada... soca esse pinto no meu rabo... soca gostoso... soca... aiiiiii querida... soca tudo... aiiiiiiiiiiiii... caralho eu vou gozar.
- Puta merda... goza putinha... vou gozar nesse cuzinho... aiii delicia... gozei.
João ficou viciado no meu pau, nós transamos muitas vezes. Depois fiquei com Aline, uma garota que fez cursinho comigo.
- Você Michelle, com essa carinha de inocente. Me conta como foi?
- Aline ficou se insinuando pra mim, disse que tinha dificuldade em física, era só desculpa pra me dar. Aline era uma delicinha, comi a buceta e o cuzinho dela.
- Michelle, você é uma comedora! E nossas primas, nunca rolou nada entre vocês?
- Não Ripe. Nunca. Só amizade, não quero problemas na família.
Excluindo meus pais, e meus primos Marco Antônio, Eurípedes-(Ripe) e Sófia, eles eram os únicos da minha família, que me entendiam de verdade.
Continua... em Michelle – parte II.