Diana e os três colegas dos tempos de universidade
Conto n.º 214 — de Marcela Araujo Alencar
Tema: Estupro, violência, crueldade, brutalidade, cativeiro, prazer, vingança.
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Diana é casada com Felipe há dois anos. O casal é bastante feliz, pois se amam muito. Diana tem vinte e dois anos e Felipe vinte e cinco. Residem num belo apartamento na região central da cidade. Ambos mantém os seus serviços que tinham antes do casamento. Ele como engenheiro eletricista em uma grande empresa.
Diana trabalha como secretária sênior no escritório de uma grande empresa de transporte nacional. Eles saem cedinho de casa em seus carros. Sendo que Felipe em vinte minutos está chegando ao escritório de sua empresa, no centro. Já Diana tem de percorrer cerca de cinquenta minutos pela via expressa até chegar ao seu escritório, isso porque sua empresa trabalha com caminhões cargueiros pesados e tal atividade não é autorizado para a região central da cidade.
Nesta quarta-feira, ao chegar ao portão principal da companhia viu muitos empregados reunidos junto ao portão. Desceu do automóvel. Viu Almeida que trabalha com ela no mesmo escritório e indagou dele o que estava havendo.
— Diana, hoje não haverá expediente nos escritórios, por explodir o gerador que fornece energia para todo o prédio. Somente os galpões que movimentam carga é que estão trabalhando normalmente, por receberem força de outro gerador.
— Que merda Almeida, logo hoje que estou cansada de dirigir, ter de voltar para minha residência. É dose para leão!
— Não necessita ir para casa, imediatamente, considere hoje como uma folga e vá passear, conhecer este bairro. Aqui tem muita coisa interessante,
— Você tem razão Almeida, vou dar uma volta pelo bairro, pois, na verdade, não conheço nada daqui. Vou deixar meu automóvel estacionado lá no barracão B3, pois conheço o encarregado de lá e toda a turma.
É o que Diana faz e pouco depois está caminhando pelo calçadão da rua principal, vendo entusiasmada que ao contrário do que pensava, havia muitas lojas por onde passava, a maioria filiais conhecidas de lojas do centro da cidade. Após visitar muitas lojas e fazer compra de algumas calcinhas e outras roupas íntimas que achava está necessitando; sentiu fome e procurou e encontrou uma lanchonete bastante convidativa. Lá dentro, viu que havia uma divisão, com portas de vidros separando os ambientes. Indagou de um atendente sendo informada que no outro local podia se considerar um ambiente VIP, com ar-condicionado e música ambiente. Não teve dúvida, foi para lá, pois o calor a fazia suar. Se surpreendeu, pois as mesas estavam nos boxes e havia no centro uma pista de dança e a iluminação era indireta. Isto aqui é mais para a noite. Pensou Diana, se sentando em uma das mesas.
Não demorou cinco segundos e uma atendente, uma moça muito bonita com uniforme muito elegante se aproximou e lhe deu bom dia e informou que estava à sua disposição, lhe entregando um cardápio. Diana se sentiu muito à vontade, agradeceu e abriu o pequeno e elegante menu e então viu que os preços eram bastantes salgados, mas não se importou com isso, pois ela e o marido viviam confortáveis falando financeiramente.
Como já passava das onze horas ela decidiu almoçar e então solicitou uma salada de camarão e um vinho branco espumoso bastante gelado. Tal como ela gosta. Já estava quase terminando seu almoço, quando viu se aproximar um antigo conhecido do tempo de universidade, Marcelo, com quem tem teve um breve namoro que terminou quando ele pediu para a levar a um motel. Ela disse não, ele insistiu e o namoro terminou em briga. Agora, após anos ele aparece em sua frente.
— Ora, ora, quem vejo depois destes anos todos! Diana, agora, mais bonita que antes!
— Marcelo, o que você faz aqui? Que surpresa!
— Sou dono do lugar, na verdade, somos três sócios. Você vai ficar super surpresa em saber quem são os meus dois associados.
— Diga quem são eles, Marcelo!
— Frederico e Antônio
— Minha nossa! O Fred e o Toni! Que merda! Eu também tive breves casos com os dois na universidade!
— Eu sei, você namorou quase todo mundo naquele tempo, mas não dormia com ninguém.
— Que é isso, Marcelo? Eu apenas me divertia com as caras de vocês. Mas lhe digo, um de vocês me levou para o motel, não uma vez, mas três.
— Uai… quem foi esse sortudo?
— Foi o Felipe.
— Nossa, o Felipe. O que jogava basquete?
— Sim, ele mesmo, que agora é meu marido.
— Teu marido? Ora, ora, veja só, o sortudo conseguiu te conquistar!
— Diana, me diga uma coisa, se você é casada com o Felipe, o que faz aqui sozinha na minha lanchonete?
— Estou almoçando, não está vendo?
— Sim, mas, …
— Trabalho aqui perto, na empresa de transportes, mas hoje não temos expediente, um transformador explodiu e fomos dispensados.
— Que bom, assim temos tempo para botar o papo em dia. Vou te levar até o Fred e o Toni, eles estão lá em cima nos escritórios, acho. Vou lá verificar. Termine o teu almoço enquanto isso, Diana.
Marcelo se dirige para o balcão dos atendentes e solicita que levem um vinho licoroso branco bastante gelado para o box 12, oferta da casa e numa porta ao lado entra numa saleta, e sobe por uma escada em caracol que atribui acesso ao segundo pavimento. Um espaçoso local onde está o escritório da lanchonete e no hall oposto o amplo apartamento onde Marcelo, Frederico e Antonio residem, em três suítes luxuosas. Ele vai para o escritório para se encontrar com Fred e Toni.
— Caras, adivinhem quem está lá na lanchonete… a Diana Gostosa!
— O quê! A Diana Gostosa! Tem certeza, ?
— Lógico que sim, eu jamais esquecerei aquela garota, que namorava todo mundo só por diversão, mas não dava o rabo para ninguém.
— Depois deste tempo todo, ela te conheceu?
— Conheceu, sim, está casada com o Felipe, aquele que jogava basquete, estão lembrados. A bestinha está mais gostosa ainda. Bolei um jeito dela vir aqui para falar com vocês. Vamos a agarrar e a levar para o apartamento e fazermos a farra com ela. Vocês topam?
— Lógico que sim, amigo.
— Toni vá até o meu banheiro e na caixa de isopor tenho uma seringa e um vidrinho com um poderoso entorpecente. É aplicar e em 10 segundos ela estará totalmente grogue, flutuando nas nuvens.
— Vamos fazer como das outras vezes, que pegamos aquelas garotas. Posicionar a seringa perfeitamente no encaixe da porta e você Fred a abraça como que querendo a cumprimentar e a empurra contra a seringa. A agulha é longa o suficiente para a furar nos ombros ou um pouco abaixo e com isso injetar o entorpecente nela.
— Vou lá embaixo, ela está bebendo vinho branco licoroso, e já deve estar um pouco tonta. Ela será presa fácil, camaradas. A mistura do entorpecente com o álcool vai ajudar bastante a droga.
Marcelo desce e vai até a mesa de Diana, que já terminou de degustar a salada de camarão e ele verifica que ela já bebeu uma boa porção da segunda garrafa do vinho.
— Diana, Fred e Toni ficaram impressionados de saber que você está aqui na nossa lanchonete. Vamos até o nosso escritório, eles estão nos esperando.
— Espere tenho de fechar a mesa.
— Nada disso Diana, é por conta da casa.
— Obrigada. Lá vocês têm toalete?
— Sim temos.
— Graças, porque estou com vontade de fazer a número um.
— Se é assim, tem uma aqui quase ao nosso lado.
— Vou te levar até lá.
Depois Diana sobe a escada atrás de Marcelo e no amplo hall ele se dirige para o lado direito onde um corredor leva ao escritório deles. Tão logo entram no largo corredor, divisam na porta em frente a figura de Fred e ele está rindo para ela.
— Quem está vivo sempre aparece, de cá um abraço, Diana.
Ela não é muito de abraçar, principalmente homens, mas Fred está de braços abertos ao lado da porta e ela fica sem jeito sendo envolvida com força, ele a empurra contra a folha da porta e ela dá um grito de dor, ao sentir uma picada forte em seu ombro.
— Aiii, que merda foi essa? Está doendo muito!
— Vire aqui, deixe eu ver o que aconteceu! Estão saindo umas gotinhas de sangue, deixe eu te examinar melhor.
Fred e Toni e a levam, meio que a empurrando para se sentar em uma poltrona e colocam um lenço de papel no ferimento e secam as gotas de sangue.
Diana olha para os três homens a sua volta e aos pouco sente que tudo está rodando a sua volta, parecendo que está flutuando.
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Marcelo e Toni levam Diana no colo para o apartamento deles e a colocam deitada num dos quartos. Ela não está inconsciente, mas num estado tal que sua mente não percebe bem o que está acontecendo a sua volta. Neste estado, eles a despem e se regozijam por finalmente a verem nua, o que desejavam há quatro anos quando estudavam na mesma universidade e ela se negavam a eles, apesar de ter namorado os três.
— Veja Marcelo, ela está depilada, lisinha como boceta de garotinha, que delícia!
— Vamos nos fartar de tanto a foder. Vai nos pagar de nos ter feito de otário.
— Marcelo, quanto tempo dura os efeitos dessa tua droga?
— Pelo que fui informado, de quatro a cinco horas.
— É pouco tempo, daqui a duas horas, vamos lhe dar, mais uma dose. O melhor de tudo é que está acordada, sentindo o que faremos com ela, mas não terá forças para nos evitar, pois a droga também a estimula sexualmente. É como estivesse embriagada.
Diana sente que tem dois homens dentro dela, um pela porta da frente e outro pela porta dos fundos. Ela nunca fez DP e nem sabe que são.
Estes dois, pois tudo está muito confuso em sua cabeça. Entretanto, consegue escutar os gemidos deles e até os ouve mais não consegue distinguir o que falam. Mas no meio de tudo isso ela sente um terceiro membro a invadir pela porta de cima e assim consegue sentir o gosto que emana dele. O pior e que ele entra muito fundo nela e Diana sente se sufocar e então ele despeja uma tonelada de creme leitoso em sua garganta e para não sufocar, é obrigada. A engolir tudo.
Conforme o tempo vai passando e eles fazendo o revezamento dentro dela e Diana percebe que sua mente vai clareando um pouco e então se lembra.
Quem está ali a penetrando, os três ao mesmo tempo, são eles, Marcelo, Frederico e Antonio. Então lhe vem à mente que eles a drogaram para a estuprar. Diana apesar de estar bem melhor, finge que ainda esteja sob os efeitos das drogas e eles continuam o estupro a penetrando pela frente e por trás, sempre fazendo o revezamento; graças que nenhum voltou a enterrar o membro em sua boca. Ela, desde os tempos de universitária, sempre foi muito fogosa e após casada, jamais teve desejos por outros homens, a não ser pelo marido.
Agora estava ali sendo fodida por três antigos colegas, entretanto sob efeito de drogas e isso se caracteriza como estupro, estupro duplamente qualificado como crime por ser drogada pelos safados.
Uma coisa que ela não queria, está ocorrendo. Conforme eles abusam de seu corpo indefeso, um incipiente prazer começa a tomar conta dela e com a continuidade do ultraje a que está sendo submetida, este prazer se intensifica de tal forma que um primeiro orgasmo toma conta de seu corpo, logo seguido por outros. São manifestações do corpo, da carne, que a mente consciente se recusa a ter.
Por ser fogosa e adorar sexo e com a droga ainda afetando sua mente, Diana sucumbe ao estímulo a que está sendo submetida e assim atua como participante ativa e não inconsciente como vinha acontecendo. Em questão de minutos, ela se agarra como um polvo ao homem que no momento está dentro dela, que é Marcelo. Assim o trio tem ciência que ela já está consciente e participe do sexo que rola.
Daí para a frente por quase seis horas, Diana se esquece do marido, de sua condição de esposa fiel e se deixa dominar pelo prazer da carne e se torna uma fêmea enlouquecida. Tem o pênis de Marcelo se movendo rápido dento de sua vagina, enquanto Fred enterra o pau no seu cu.
Nunca pensou que pudesse ser fodida por dois homens em uma dupla penetração. A princípio foi desconfortável, mas pouco a pouco foi ficando bastante gostoso, pois estes filhos da puta sabiam sincronizar a foda, quando um entrava, o outro saia.
Somente as 16:10 a orgia teve fim, com todos exauridos ao máximo. Diana está estendida nua na cama, Fred e Toni ao seu lado, igualmente nus e Marcelo estendido num sofá.
Ela, agora totalmente consciente do acontecido, do sexo múltiplo que fez com os três homens. Após alguns minutos, os olha e fala:
— Desde que casei com Felipe, nunca mais fiz sexo com outro homem. Agora, sob influência de drogas, que vocês me aplicaram, rompi o juramento que fiz no altar quando me casei com ele. Vocês três agiram como verdadeiros canalhas que sempre foram.
— Pare de drama, Diana, você gozou como verdadeira puta que sempre foi, você namorou metade dos colegas lá da universidade.
— Marcelo, eu nunca fui uma universitária santinha, mas me mantive virgem até ficar com Felipe, meu marido e, foi a ele que entreguei minha virgindade, que vocês agora enxovalharam e isso eu não vou perdoar. Eu namorei bastante, mas nunca deixei nenhum descer abaixo de minha cintura e, tenho prova disso, vocês três, pois o máximo que conseguiram comigo, foi tocar meus seios, por cima do sutiã e da blusa. Estão lembrados?
Diana pegas suas roupas espalhadas pelo quarto e no banheiro se veste, após tomar uma ducha, desce a escada e sai da lanchonete.
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— Diana, minha nossa! Que susto vocês nos deu! Saiu para dar uma volta pela redondeza e sumiu. Movimentei o pessoal do depósito onde estacionaste o teu automóvel para a procurar e ninguém a viu! Onde se meteu, criatura de Deus? Você está pálida… que aconteceu, amiga?
— Almeida, eu fui drogada e sofri estupro múltiplo de três indivíduos, antigos colegas do meu tempo de universitária, foi o que aconteceu comigo durante esta tarde, amigo.
— Deus do Céu, onde foi que isso aconteceu, Diana?
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18:10, nove homens, todos funcionários da empresa de transportes interestadual, chegam na lanchonete de propriedade de Marcelo, Frederico e Antônio e sem solicitar licença adentram na chamada área vip e lá começam a beber e a falar alto, simulando discussão entre alguns deles. Frederico intervém procurando acalmar os “ânimos”, mas é confrontado por dois dos homens que chamam o ambiente de espelunca e simulam uma briga generalizada e em questão de minutos todo o local está praticamente depredado e o fogo começa a arder em multas áreas do local. Como que num passe de mágica todos os homens somem do local.
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Dia seguinte, os três sócios, estão desesperados em frente do que restou da linda lanchonete que ergueram com suas economias, destruída quase que totalmente pelo incêndio do dia anterior.
Passeando pela calçada em frente, Diana os cumprimentou e falou, os encarando, estas frases:
— Rapazes, eu disse que não iria os perdoar, estão lembrados?
E Ela seguiu em frente, para embarcar no seu automóvel e ir para casa, para os braços do seu amado marido.
FIM
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