"Casei, mas não avisei a minha periquita."

Um conto erótico de Tesão à flor da pele
Categoria: Heterossexual
Contém 3463 palavras
Data: 06/05/2026 10:43:44

Era impossível, não olhar.

Até mesmo as mulheres viravam a cabeça, qdo aquela morena jambo passava.

E comentavam o q viam, certamente exaltando a beleza totalmente exposta de um corpo, q desfilava não apenas a estética ideal.

Mas tb, os cabelos compridos muito bem cuidados, maquiagem leve, e o bom gosto da combinação e da qualidade do conjunto escolhido: uma blusinha bege decotada e bem feminina, calça branca altamente reveladora do q fazia questão de mostrar, e do tênis cor de rosa repleto de detalhes.

Prestei muita atenção naquela garota de não mais de vinte anos, idade q confirmei depois, e não me envergonho de contar q passei a segui-la, até q entrou numa loja de calçados.

Fiquei disfarçando no lado de fora olhando a vitrine na parte masculina, e qdo aquela beldade saiu, continuei a minha perseguição, até chegarmos na Praça de Alimentação.

Ela estava completamente nua naquele shopping movimentadíssimo, mesmo se encontrando teoricamente vestida.

Era na verdade quase um atentado ao pudor, e uma covardia para homens como eu, q não estivessem com as suas necessidades sexuais devidamente satisfeitas.

Para simplificar a descrição, digamos q se vestira para treinar numa academia com aquelas calças legging coladíssimas no corpo, entrando totalmente no rego de uma bunda simplesmente magnífica, além de revelar com riqueza de detalhes, tb as dobrinhas da sua pepeka.

Pq me encontrava muito bem vestido, e sempre dizem q chamo a atenção com a minha altura acima da média, os cabelos loiros grisalhos e os olhos azuis, a abordei assim q se assentou sozinha numa daquelas mesas maiores, e pegou o seu celular, lhe disse:

- Está esperando alguém?

- Não, não estou, ela respondeu.

- Posso te acompanhar? Lhe perguntei.

- Pode, claro, ela me disse expressando um leve sorriso.

- Meu nome é...disse-lhe me apresentando, muito prazer...

E ela respondeu, me estendendo a mão:

- Muito prazer, meu nome é Eliane.

- Vc é linda...e essa tua cor jambo, vem da Bahia? Lhe disse, a elogiando e expressando o máximo de sinceridade, pq realmente a percebia assim.

- Obrigada, ela correspondeu, e me disse olhando mais profundamente:

- Vc tb é um coroa interessante...meus pais são baianos, sim, mas nasci aqui em São Paulo...

- Obrigado, lhe agradeci...

Então Eliane perguntou:

- O q vc faz profissionalmente?

- Sou professor universitário, autor, palestrante...respondi...

- Quanta coisa vc faz! Leciona o q? Terminei publicidade com especialização em redes sociais a pouco, Eliane se antecipou à minha curiosidade, e estou procurando uma colocação, completou, olhando bem profundamente nos meus olhos...e disse: adoro olhos azuis.

- Leciono Biologia, escrevo e palestro sobre nutrição...gostou de mais alguma coisa, além dos olhos? Brinquei, esperando q citasse o meu terno q era o meu melhor, e os cabelos grisalhos, q sempre comentam ser charmosos.

E foi sobre eles exatamente o q Eliane falou, elogiando q sabia combinar as cores do terno azul marinho com o tom da camisa , meus cabelos loiros grisalhos, q nas suas palavras eram um charme.

Não conhecera o pai, sua mãe a criara sozinha, então, na falta da convivência paterna sentia atração por coroas, Eliane falou num tom de confidência.

Qdo lhe disse q procurava profissionalmente alguém com a formação dela, Eliane aguçou o seu olhar, e falou:

- Não é possível...vc não está só querendo ser gentil, está? Vc é a primeira pessoa a quem digo estar à procura de emprego...moro praticamente sozinha num apartamento pq meu marido vive viajando, e ainda não enviei nenhum currículo...não está só arrumando um motivo para se aproximar...está? Digo assim, pq a toda hora há homens me rodeando, abordando, e fazendo propostas...

- Tb, linda com vc é, com essa cor de pele e esse corpo q vc tem, seria estranho se isso não acontecesse...e cá entre nós...lhe disse quase cochichando: Com essa tua roupa matadora, mostrando td e mais um pouco...eu mesmo não consegui deixar de te seguir...acredita? Te acompanhei desde a loja tal...e disse-lhe o nome...mas sendo tão nova, recém formada, e já casada? Hj em dia essa condição não é comum...as mulheres se casam bem mais tarde...argumentei com ela.

- Minha situação é um pouco diferente da maioria, Eliane começou a contar...meu marido é bem mais velho...bancou a faculdade...vive viajando...e temos um casamento aberto...hj mesmo ele está na Europa...então, me relaciono com quem eu quero, e ele tb...

Nesse momento da conversa chegou uma família na mesa ao lado trazendo os seus respectivos lanches, olhamos para eles, e pq a conversa estava bem engrenada ainda não pensáramos na fome, nos lembramos de q onde estávamos era a Praça da Alimentação, e decidimos procurar o q comer.

Percorrendo as várias opções de restaurantes, escolhemos comer massas, pedimos nhoque ao sugo com outros ingredientes a escolher, aguardamos o preparo, e nos dirigimos a outra mesa mais próxima onde continuamos a conversar, agora falando mais sobre a nossa intimidade.

- Mas fala desse lance do teu casamento aberto, lhe pedi...pq fiquei muito interessado nisso...

- Falarei sobre isso contigo, pq gosto de coroas...se vc fosse próximo da minha idade, não me atrairia, e nem teria deixado vc se sentar comigo, Eliane falou, repetindo o seu olhar profundamente perscrutador. - É simples, não há segredo nisso...qdo ele está por perto, nos relacionamos como qualquer casal comum...qdo ele viaja, transo com quem eu quero, e ele tb...brinco com ele q casei, mas ainda não avisei a minha periquita...e nem sei se um dia a avisarei...pq nem me imagino sendo de um homem só, de tantos relacionamentos q já tive. Desde q transei a primeira vez com um vizinho qdo os dois ainda éramos menores de idade, e foi só atrás se vc me entende, transei com muitos outros...conheci o Sandro numa festa no primeiro ano da faculdade, pq ele ficava com uma colega...casei com ele oito meses depois nem sei pq, ele insistiu muito, mesmo sabendo q dava pra todo mundo, pois nunca me senti sendo mulher apenas dele de verdade. Claro q me atraiu nele ter dinheiro e me bancar, me deixar transar com outros...é isso...Eliane resumiu,

- Vc é linda e deliciosa, Eliane, lhe cantei claramente...realmente pode ter o homem q quiser...tem corpo de modelo...já fotografou, ou desfilou?

- Vc tb é muito charmoso, um coroa do jeito q mexe comigo...me convidam direto pra ser modelo, fotografar, desfilar, mas não curto esse tipo de coisa... o Sandro mesmo sempre fala em investir nisso, mas não tenho vontade, Eliane segredou de um modo mais safado...o q aprecio mesmo é transar...gosto muito de sexo...o primeiro q me comeu era bom nisso, um moleque muito gostoso q soube me enrabar quase não doendo nada, ao ponto de dar mais duas vezes pra ele no mesmo dia...e não parei mais de dar o rabo e a pepeka uns meses depois, pq a toda hora tem alguém me querendo comer tb...

- Mexo contigo como? Molha a calcinha? Os bicos dos teus seios já estão dedando vc...lhe falei aproximando minha boca depois de contornar a mesa ficando ao seu lado, e a beijando longamente numa situação na qual nos encaixávamos muito bem, e demonstrava termos uma química perfeita...

- Nem brinca com isso...não posso deixar q isso aconteça de molhar a calcinha, vestindo essa calça branca...vai ficar evidente pra todo mundo q estou molhadinha...digamos q ela só está úmida, por enquanto...só por enquanto, repetiu sorrindo...Eliane confidenciou bem safada me beijando devagar novamente, como quem está degustando o beijo...- Mas se continuarmos nos excitando, a situação ficará difícil...temos q sair logo daqui...

- Vc se veste sempre assim, com roupas q revelam mais o teu corpo? Indaguei.

Lhe falei assim, pq me incomodaria, se ela tivesse esse costume.

Não curto acompanhar mulheres q desfilam, q sempre são o centro das atenções, q esperam sempre ser cantadas, paparicadas.

- Depende do dia, onde vou, e da vontade de encontrar alguém...ela disse demonstrando sinceridade...não dá pra andar sempre assim...mexem demais, dizem coisas nem sempre agradáveis, buzinam...é q acordei hj com um puta dum tesão...não transo tem mais de uma semana, e só os dedos não são a mesma coisa q um pau bem duro...nenhum dos meus comedores estava disponível hj e nas vezes em q os procurei ultimamente, e não sou de insistir com ninguém...se procurei e não me quis, já era...então, hj eu saí pra caçar, Eliane disse com uma expressão bem safada. Qdo faço isso costumo ser bem sucedida...e o q está acontecendo agora, prova, ela disse sorrindo...mas ajo assim raramente...fica tranquilo...é só me comer direitinho, q vestirei roupas mais comuns...Eliane me garantiu...ser assediada pq a roupa é apelativa, tb incomoda, não dá pra ser sempre assim...

- Então, bora pro motel, lhe disse do modo mais safado possível...ou podemos ir para o teu ou o meu apartamento, tb...o q prefere?

- Vamos para o meu, ela escolheu...não curto motel...prefiro o aconchego da minha casa... Eliane falou se levantando, e me dando a sua mão.

Correspondi em seguida deixando Eliane bem apertada ao meu corpo, a abraçando pela cintura, e ela gostou, pq disse:

- Isso, me aperta, me pega, gosto de homem q demonstra me querer de verdade...

Fomos em direção ao estacionamento, e tive q segui-la pq ambos estávamos de carro.

Mas depois de uns dez minutos, chegamos a um conjunto de prédios desses mais sofisticados q têm dois apartamentos por andar, e ela me orientou para deixar o meu carro na rua, pq na sua segunda vaga, estava o carro do marido.

Era um apartamento de duas suítes e um quarto, todo sofisticado nos móveis e na decoração, nos abraçamos e nos beijamos assim q entramos, e ela me disse:

- Tenho todo esse conforto, mas me falta um amor de verdade q me coma todo dia várias vezes...será q vc consegue? Meu marido está sempre viajando...de vez em qdo alguém me pega por algum tempo, mas depois some...quero um homem q seja mais fixo, embora nunca tenha sido fiel a ninguém, e nem exigi isso tb...sei lá como eu quero...estou confusa com vc agora...

E nos beijávamos desesperadamente, como se um quisesse entrar logo no outro, nos agarrando, encoxando, apertando, ela posicionando o quadril encaixando o meu pau duríssimo bem na pepeka, eu enchendo as mãos e apertando a sua bunda maravilhosa contra o meu quadril, até q ainda em pé, no meio da sala, Eliane se abaixou, desafivelou o meu cinto, abriu o zíper da calça, abaixou td incluindo a cueca, e disse bem safada:

- Pronto, achei o q eu queria, achei q estou precisando...puta q pariu! E ele é lindo! Que pau lindo vc tem, cara! Com esse pau, vou te dar td, e mais um pouco...adoro chupar...adoro meter...vc vai me comer bem gostoso? Vai? Minha pepeka está latejando pedindo teu pau...

Eliane começou a repetir essas frases entre as chupadas q me faziam suspirar e gemer pelo prazer q ofereciam, enqto segurava seus cabelos dirigindo a sua cabeça nos movimentos cada vez mais fortes q engoliam meu pau, o retendo o qto podia na sua garganta...era a melhor das sensações, e por isso, várias vezes precisei retirar o pau da sua boca, pq gozaria logo, tamanho era o prazer q me proporcionava.

Numa dessas interrupções a ergui e aproveitei para abaixar a sua calça legging incluindo a tanguinha minúscula, e na outra interrupção, tb retirei a camiseta a deixando totalmente nua, e por último, a ergui qdo rapidamente tb retirou a minha camisa e acabou de tirar a minha calça ficando os dois totalmente nus, com a sensação maravilhosa agora, de não ter nenhum limite para o q desejávamos fazer.

Eliane tem um corpo perfeito exatamente com as características q prefiro numa mulher, sendo falsa magra, toda violão, com as coxas grossas, tendo seios médios bem empinados, cinturinha dessas bem difíceis de encontrar, quadril largo, bunda grande com as nádegas meio separadas, dessas q ao ficar de quatro logo revelam a pepeka pequena toda depilada, e o cuzinho piscando, pedindo pra bem ser comido...uma verdadeira deusa!!!

Assim q ambos ficamos nus, Eliane se posicionou de quatro no sofá, e pediu bem safada, olhando para trás por cima dos ombros:

- Agora me come bem comida, faz de mim o q vc quiser!

Não há palavras para descrever a sensação daquele momento, englobando primeiro qdo a vi no shopping, a segui, a abordei, conversamos, nos alimentamos, e finalmente, estávamos ali prontos para consumar o q mais desejávamos, tendo da minha parte a melhor das visões possíveis, uma deusa pronta para receber o meu pau nos seus orifícios, e o pau, estando um ferro de dureza, pronto para mais uma enrabada, a modalidade sexual q mais aprecio, e Eliane tb gostava, pela história q contou sobre a sua iniciação anal.

Então, comecei a preparar o seu cu cor de rosa, para a entrada magnífica do meu pau.

Beijava, linguava, introduzi um dedo carinhosamente, fiz o movimento indo e vindo q loguinho faria com o pau, adicionei outro dedo tb indo e vindo, comecei a beijar, lamber e chupar a pepeka e o clitóris em círculos mantendo simultaneamente os dedos indo e vindo no seu cuzinho, e por último, adicionei à pepeka dois outros dedos da outra mão, simulando uma dupla penetração.

Me dediquei bastante nessa tarefa deliciosa, e rapidinho Eliane começou suspirar e a gemer, falar palavrões, a movimentar a bunda em direção ao meu rosto, dizendo q estava uma delícia, e pedindo toda manhosa, me come logo, me dá logo esse pau...mas o q me fez atender rapidinho o q pedia, foi a frase: "me enraba logo"...pq adoro comer um cu, sou fascinado por sexo anal...e aquela visão de toda a parte de trás de Eliane, era qualquer coisa de maluca em todos os sentidos...

Daí, posicionei aquela bunda maravilhosa na altura do pau e no enrugadinho apertado e quentíssimo de Eliane, ela colaborou empurrando o quadril, e adentrei rapidinho às portas daquele paraíso fervente, começando ambos um vai e vem cada vez mais rápido, maluco de gostoso, entre gemidos e gritos de ambos, e qdo estava perto de gozar, parei pra mudar a posição, sentei, trazendo Eliane para cavalgar o cu no meu pau, passando a socar debaixo pra cima com a sua colaboração q se coordenava sentando o cuzinho no meu pau, e ainda me dando os seios para mamar e lamber...uma loucura deliciosa pq amo essa posição!!!

Antes de gozar juntos ainda mudamos a posição qdo coloquei Eliane de bruços deitada no braço do sofá, posicionada confortavelmente com a bunda bem destacada pra meter enquanto ela dedilhava intensa e rapidamente o seu clitóris, e comi seu cu recebendo as idas e as vindas do pau mais rápidas q conseguia, até q ambos começamos a dizer q íamos gozar...e em seguida gozamos desesperadamente...eu ficando td escuro e sem energia nenhuma até mesmo pra me mexer...restando muito suor, e um relaxamento profundo e intenso, desses q se tornam possíveis somente qdo a transa atende todos os requisitos q levam o tesão ao pico total, nas maneiras como de fato aconteceu.

- Caralho! Que enrabada gostosa, deliciosa, vc me deu! Foram as primeiras palavras de Eliane ditas no meu ouvido, assim q conseguimos ficar de frente e nos beijar, nos ajeitando no sofá, como deu. Adoro sexo anal, adoro, ela repetiu, fazendo expressão de felicidade...vc sabe comer um cu direitinho, vc sabe comer, ela repetiu, foi uma delícia dar meu rabo pra vc...agora vou querer sempre...gosto tanto de sexo anal, q às vezes somente dar o cuzinho já me satisfaz, e na frente acaba sendo apenas mais uma opção. Dar o cu não precisa interromper, como acontece na menstruação, justificou. A penetração nem doeu como costuma acontecer no começo, de tão excitada q vc me deixou...vc sabe como me preparar para dar o rabo...amei...amei...ela dizia, parecendo estar muito feliz...daí, se aconchegou um pouco mais, e dormimos talvez uns vinte minutos.

Estávamos suados, grudentos, e pq precisávamos de um banho, foi o q procuramos, assim q acordamos, qdo um dos dois se mexeu.

Então, depois de um lavar o outro com a toda a bolinação e excitação possíveis, Eliane começou uma nova seção de chupadas deliciosas, agora ainda mais caprichadas, transparecendo q Eliane queria corresponder mais ao prazer q lhe proporcionara, mas tb recebera.

Demorou bastante, caprichou, olhava bem nos meus olhos observando o qto me satisfazia, até q me levou pela mão até ao lavatório bem na frente do espelho, colocou nele as suas mãos, abriu bem as pernas, arrebitou a bunda deixando na altura do pau, e me disse:

- Quero de novo o teu pau no meu cu...come meu cu bem gostoso...só q agora, quero gozar somente pelo cu, sem mexer no clitóris...pq esse orgasmo é o mais difícil pra mim, e ainda mais gostoso do q aquele qdo mexo na pepeka...e acho q vc vai me dar um dos melhores orgasmos somente pelo cu, senão o melhor, pq sabe comer um cu...vc sabe me dar prazer pelo cu...

Daí, repeti todo o processo anterior descrito de dedar o cu e fazer todos os carinhos nele e na pepeka, segurei no seu quadril, coloquei somente a cabeça do pau brincando assim, tomando o cuidado de penetrar bem pouco para criar o desejo desesperado tanto para mim qto para ela, do restante do pau penetrar no cu, mas negando essa vontade maluca tanto pra mim qto para ela, até qdo fosse possível, até aguentar querer, mas negar essa vontade maluca para ambos.

Eliane pedia mete mais, quero ele inteiro no meu cu...vc só coloca a cabeça...p q? ela me perguntava...come mais...eu quero teu pau inteiro no meu cu...me enraba com ele inteiro...eu quero ele todo, ela pedia e repetia...e qdo percebia q ela empurraria o quadril, eu recuava, de modo q mantinha somente a cabeça do pau, enterrada de fato no seu rabo.

Agi assim enquanto aguentei, até q de repente, sem avisar, dei um tranco bem forte naquele cu à minha inteira disposição, e comecei a meter com violência e bem forte a cada vez no cu de Eliane, batendo violentamente meu quadril na sua bunda a obrigando a segurar firme no lavatório, e eu tb precisando firmar mais as mãos no seu quadril, comandando com firmeza as enterradas, fazendo um barulho intenso decorrente desse choque, e suando ainda bem mais do q na transa anterior.

O q aconteceu então, foi uma loucura de gostoso...Eliane começou a gemer e em seguida literalmente a gritar, enquanto coordenava empurrar o quadril na direção do pau indo e vindo violentamente no seu rabo...vou gozar pelo cu, vou gozar pelo cu, vou gozar pelo cu...continua...não para...continua...não para...não para...foi falando mais devagar e mais fraco, até q gozou fortemente, tremendo inteira, e precisou q a segurasse, pq faltou energia nas suas pernas...como relatou depois.

Eu, não havia gozado ainda, mas pelas circunstâncias a carreguei para o sofá da sala a colocando nele, e fiquei aguardando q se restabelecesse do seu prazer, condição q fora muito realizadora tb para mim, embora não houvesse gozado.

O seu orgasmo foi tão forte, q até adormeceu rapidinho, e fazer o q...meu pau murchou, ficando para dali a pouco o meu orgasmo, q naquela condição espetacular deliciosa, não demoraria.

O recurso q encontrei para esperar o restabelecimento de Eliane, foi pegar o celular vendo suas mensagens e notícias, me distraindo, pq certamente Eliane demoraria para acordar daquela vez.

Realmente ela demorou para acordar, e pq havia suado bastante fui tomar outro banho, e qdo voltei, Eliane acordou praticamente naquele momento.

Após se espreguiçar, relaxar, e bocejar, fazer td q tem direito qdo a mulher acorda após ter uma transa muito especial, Eliane tb quis tomar banho, e a acompanhei ao banheiro ficando fora do alcance do chuveiro, enquanto dizia q lhe dei como havia previsto, um dos orgasmos q já tivera mais intensos somente pelo cu, senão o melhor, pq, repetiu, sabia comer um cu.

A noite já havia começado, comemos um purê q preparamos juntos pois estávamos bem famintos, após ainda comi bem gostoso a sua pepeka na sua cama, a enrabei mais uma vez repetindo todo o ritual já descrito, e desta vez, gozei maravilhosamente, dentro do cu já dolorido de Eliane.

Foi uma transa e tanto daquelas q pedem muitas repetições, as quais ainda acontecem intensamente, mesmo qdo o marido de Eliane não está viajando, e ele tem conhecimento do q acontece entre nós.

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