Os dias passaram em um ritmo constante e reconfortante, já fazia um mês desde a mudança para a cobertura em Florianópolis – um espaço aconchegante com vista para o mar, sala ampla no primeiro andar, cozinha americana integrada, varanda com churrasqueira, e suítes no segundo, onde Jhonny e Andressa finalmente podiam respirar sem o peso das tensões iniciais. O sexo a três com Cintia ou as brincadeiras a quatro com Suzana e Christopher viraram apenas lembranças quentes e muita zoação entre eles, mencionadas em chamadas de vídeo ou mensagens com risadas e emojis safados: "Lembra daquela noite? Vocês me deixaram exausta!" zoava Cintia, ou "Careca, você aguenta o tranco!" provocava Suzana. Jhonny já estava super íntimo das meninas, trocando memes e conselhos casuais, e até de Christopher, com quem jogava futebol online ou discutia séries. Apesar disso, Jhonny preferiu não entrar no grupo do Telegram delas – "Deixo isso como algo exclusivo de vocês, meninas… não quero invadir," dissera ele, e como consequência, Christopher foi barrado também, apesar de nem ligar: "Beleza, cara – menos drama pra mim." Mas Cintia o zoava mesmo assim durante as chamadas de vídeo em grupo que às vezes faziam: "Ei, Jhonny, entra no grupo vai… ou você tem medo de ver nossas loucuras? Chris, você só entra quando Jhonny entrar, eim!" Riam todos, o clima leve e amigável.
Apesar de morarem na mesma cidade, Jhonny e Andressa acabaram não vendo Suzana e Christopher com tanta frequência, se limitando a finais de semana, e nem todos – vidas corridas, trabalho e rotinas os mantinham ocupados. O sexo com Andressa era sempre muito bom, intenso e variado: noites de missionário lento, com beijos profundos e gemidos abafados, ou sessões mais selvagens onde ela cavalgava ritmada, boceta apertada pulsando ao redor do pau grosso dele. Quando ela ficava eufórica, olhos brilhando e corpo agitado, Jhonny sabia que ela tinha se exibido – talvez um flash de calcinha no mercado ou pernas descruzadas em um café. Ele nunca entendia quando isso ocorria no passado, mas agora sabia. Ele só a alertava, voz carinhosa mas firme: "Florianópolis é bem menor que o RJ, amor… isso aumenta a chance de você se exibir pra um conhecido em comum e criar situações embaraçosas. Cuidado, tá?" Mas ela sempre dizia: "Tomo cuidado, prometo – é só pra me sentir viva, e aí chego pegando fogo pra você!" Jhonny aproveitava o fogo da sua loira, deixando-a saciada com metidas profundas e orgasmos compartilhados, o tesão mútuo fortalecendo o laço deles.
Em dado dia, logo pela manhã, Christopher chamou Jhonny pra almoçar juntos, em um novo restaurante que abrira no centro – um lugar aconchegante com pratos de frutos do mar frescos e vista para a praia. "Só os rapazes, cara – precisamos de um papo de homem," disse ele pelo telefone. Jhonny aceitou e foi, curioso: "Beleza, nos vemos lá." Durante o almoço, eles conversaram coisas triviais – trabalho, o time de futebol local, planos para o fim de semana – e lembraram de coisas quentes e banais, como "Lembra daquela zoeira no carro? As meninas são fogo!" ria Christopher, ou "A gente aguenta o tranco," respondia Jhonny, piscando. Foi então que Christopher entrou no assunto principal, voz mais séria, garfo brincando com o peixe grelhado: "Cara, é sobre a Cintia. De tudo o que vivi com a Su até aqui, todos esses anos – momentos bons e terríveis –, a Cintia tá envolvida em metade dos bons, mas também em metade ou mais dos ruins, direta ou indiretamente."
Jhonny ergueu uma sobrancelha, mastigando devagar: "Como assim? Conta aí." Christopher respirou fundo: "Descobri que a Su me traiu com ela… algumas vezes. Mas ela garante que se ajeitou há cerca de três anos, mais ou menos. Estava decidida a ser uma esposa boa em todos os sentidos – fiel, parceira. Não engoli aquilo muito bem no começo, confesso. Fiquei puto, magoado… mas amo demais a Su, perdoei. E, até onde sei e ela conta, nunca mais rolou nada. Chegaram perto algumas vezes, tipo flertes ou toques, mas parou aí." Ele pausou, bebendo um gole de cerveja: "Sinto que a Cintia não gosta tanto de mim, apesar de nos darmos bem, sabe? Não se explicar. Só percebo isso. Já com você… vocês se deram super bem, tipo quase instantâneo, muito rápido. Em poucos dias, parecia que vocês se conheciam à anos. Me dá um conselho, cara: como agir com ela? Como você lida com esse furacão ruivo?"
Jhonny pensou um instante, sincero: "Não sei se sou o melhor pra aconselhar, pois eu mesmo tive dificuldade em lidar com tudo isso, em entender, sem falar que ainda estou processando tudo isso... Mas agora que comecei à fazê-lo, parece que isso tornou até mais fácil me conectar às demais meninas, sabe? Tanto com a Su como com a Cintia. E Sobre a Cintia, eu tento entender ela, aceitar como ela é e dar um chega pra lá quando for necessário. Tipo, a Cintia tentou roubar um beijo meu no carro, quando ela voltou pra Criciúma. Eu parei na hora, falei que era só amizade agora. Então se ela agiu assim comigo, porque não agiria com a Andi da mesma maneira? Não faria sentido, entende? Ou aceito e me adapto à ela, podo com limites quando necessário, ou não é possível seguir com essa amizade. Ela é realmente um furacão – linda, divertida, gostosa, mas precisa de limites claros, senão bagunça tudo. Já você, deixou ela te chupar, te usar, só pra pregar uma peça em mim. E isso só provocou raiva e choro na Su. Tá me entendendo? Não sei se estou conseguindo ser muito claro haha deixa pra lá, não sou bom em explicar coisas." Christopher assentiu, refletindo aliviado: "Faz sentido… ela é assim mesmo." Ele continuou, abrindo mais: "Teve uma vez que a gente fez uma pegadinha pra Su, a do boquete, o mesmo que fizemos pra você – esperamos ela chegar em casa, e a Cintia sacou minha rola e colocou na boca. Não chupou de verdade, foi zoeira, mas foi o caos. A Su surtou, não sabia se tinha mais raiva da Cintia ou de mim. Conseguimos acalmar e explicar, mas agora entendo melhor a reação dela… e ainda fizemos ela reviver aquilo depois, quando fizemos essa pegadinha pra você... que merda."
Jhonny riu levemente: "Ah, agora faz sentido – ela ficou possessiva na hora." Christopher prosseguiu, voz baixa e reflexiva, como se revivesse a memória ali na mesa do restaurante, o garfo parado no ar: "Uns seis meses antes de a Andi se exibir pra mim, a Su chamou a Cintia pra um sexo a três. Me animei na hora – a Cintia é um espetáculo, seios perfeitos, energia louca. Mas fiquei decepcionado, em partes… não podia comê-la, regras da Su. Basicamente, a Cintia e eu comemos a Su, que foi quem mais curtiu – boceta dela pulsando, gemidos altos, gozando múltiplas vezes. Admito que não fui sincero, disse que curti, mas a Su percebeu e nunca mais sugeriu. Foi a última vez que ela transou com a Cintia, e a última vez que propôs algo assim… até conhecer você. Curiosamente, não sinto mais quase nenhum ciúme de você, Jhonny – vi você fazer minha esposa gozar e… beleza, foi consensual, quente. Mas da Cintia… sou ressabiado. Gosto dela, é divertida, linda, safada, e a Su a ama quase tanto quanto me ama. É isso que me deixa ressabiado – esse amor delas é intenso, pode bagunçar tudo."
Enquanto falava, Christopher pareceu mergulhar no relato, os olhos distantes como se revivesse cada detalhe: "Lembro como se fosse ontem. A Su me chamou pro quarto, voz baixa e excitada, dizendo que tinha uma surpresa. Quando entrei, a Cintia já tava lá, nua na cama, pernas longas e pálidas esticadas, seios grandes e redondos balançando levemente com a respiração, mamilos rosados duros como pedrinhas. A Su deitou ao lado dela, também sem roupa, pele morena reluzindo sob a luz fraca do abajur, curvas generosas convidando o toque. 'Hoje é pra mim, amor – vocês dois vão me mimar, mas nada de você nela', disse a Su, olhos castanhos brilhando de tesão e autoridade. Eu concordei, já duro só de ver as duas, mas no fundo frustrado – queria provar a Cintia, sentir aquela boceta ruiva apertando meu pau, mas regras são regras.
Começamos devagar: a Su deitada no meio, eu de um lado chupando seus seios médios e firmes, língua circulando os mamilos escuros endurecidos, sugando com fome enquanto ela gemia baixo, corpo se arqueando. A Cintia do outro, beijando o pescoço dela, mãos descendo pela barriga lisa até a boceta raspada, dedos traçando os lábios carnudos, já úmidos e inchados de excitação. 'Ah, sim… me toquem assim', murmurava a Su, voz rouca, quadris rebolando levemente. Logo viramos um 69: a Su por cima da Cintia, boceta carnuda na boca dela, língua da ruiva enfiada fundo, lambendo com voracidade o clitóris proeminente, sugando os lábios reluzentes de umidade, enquanto a Su chupava a boceta ruiva da Cintia, gemidos vibrando contra a pele pálida, texturas quentes e molhadas se misturando – o sabor salgado-doce da excitação delas enchendo o ar. Eu ficava de joelhos ao lado, pau grosso latejando, metendo devagar na boceta da Su por trás, sentindo ela apertar ao redor do eixo, pulsando com cada estocada ritmada, enquanto a Cintia lambia minhas bolas e o pau saindo e entrando, língua quente rodopiando na base, sem nunca me tocar diretamente além disso. 'Vai, amor… me fode enquanto ela me chupa', gemia a Su, corpo tremendo, gozando a primeira vez assim – boceta contraindo em espasmos fortes, um jorro sutil molhando o rosto da Cintia, gemidos altos ecoando pelo quarto.
Depois, a Su ainda de quatro, eu metendo fundo por trás, pau esticando a boceta carnuda, peles batendo com um 'ploc ploc' úmido, enquanto a Cintia sentava na frente, pernas abertas, boceta ruiva na boca da Su, que lambia voraz, língua circulando o clitóris inchado, sugando os lábios majores rosados e úmidos. 'Ah, Su… me come assim, sua safada', gemia a Cintia, mãos nos cabelos cacheados dela, quadris rebolando contra o rosto. Eu acelerava, sentindo a Su pulsar ao redor do meu pau, gozando de novo – corpo convulsionando, boceta apertando como um torno, gemidos abafados na boceta da Cintia. Ela curtia cada segundo, olhos vidrados de prazer, suor escorrendo pela pele morena, mas eu… ficava no limite, querendo mais, frustrado por não poder enfiar na Cintia, sentir aquela ruiva. Eu disse que foi incrível, mas a Su percebeu a mentira nos meus olhos – 'Você não curtiu tanto, né?', perguntou depois, e eu neguei, mas ela sabia."
Jhonny concordou, pensativo: "Entendo… a Cintia é uma tentação pra Su e pra Andi também. Mas hoje confio totalmente na Andi – ela é humana, não imune a errar, mas escolheu ser honesta. Talvez o segredo seja conversa aberta, sem guardar ranço." Christopher agradeceu, aliviado: "Valeu o papo e a sinceridade, cara. Tirou um peso das minhas costas." Zoando, acrescentou: "Reclamo de não poder entrar no grupo do Telegram por sua culpa – você não quis, aí me barraram também!" Mas logo desmentiu, rindo: "Brincadeira, não ligo. Pra mim, talvez desse problema mesmo. Não sei como eu reagiria à fotos e vídeos da Suzana com outras pessoas, mesmo antes de nos conhecermos. Sei lá." - Jhonny zoou de volta: "É, não é só intimidade da esposa… são três lindas mulheres. Problema na certa, apesar da amizade." Eles se despediram com um aperto de mão firme, Christopher parecendo mais leve: "Obrigado de novo." Jhonny deu um último conselho: "Seja sincero com a Su… e talvez até com a Cintia. Conversar resolve mais que guardar."