Dia 4 Final. O som do ronco dele era o nosso cronômetro. Mal ele apagou ao nosso lado, senti aquela mão atrevida descendo pela minha perna. Ela é uma morena espetacular, 29 anos, aquele corpo firme e uma s***** que não cabe nela. No escuro, as mãos dela foram direto para as minhas bolas, massageando com uma malícia que me deixou pronto em segundos.
Sem dizer uma palavra, ela deslizou. Ajoelhada ali no colchão, ela grudou a boca na cabeça do meu pau, deixando tudo babado, quente. Eu segurava a cabeça dela, forçando o ritmo, fazendo-a engasgar enquanto o marido roncava a menos de um metro de distância. O som dos engasgos dela e do meu pau entrando e saindo daquela boca molhada era a única trilha sonora que importava.
Não aguentei a espera e a puxei para cima. Meu pau já subiu todo melado, encontrando o caminho de volta para onde pertencia. Na primeira sentada, o mundo girou. Tive que fechar os olhos e morder os lábios para não despejar tudo ali mesmo, na buceta dela, porque o tesão era frenético.
Ela começou a cavalgar. Coloquei as mãos no peito dela, sentindo o coração disparado, e depois firmei na bunda, dando uns tapas que estalavam no silêncio do quarto. O risco era o que mantinha a gente naquele estado de transe. Puxei-a para um beijo profundo, um beijo de quem partilha um segredo sujo. Enquanto nossas línguas se enrolavam, eu batia lá no fundo, sentindo cada centímetro dela me apertar.
— "Aperta... aperta forte essa buceta", ela sussurrava entre os gemidos abafados. "Ele vai sentir tudo melado de você lá dentro..."
Aquela frase foi o golpe de misericórdia. O pensamento de que o otário ia tocar nela depois e sentir o rastro do meu prazer me deixou louco. Ela dizia que ia gozar, o corpo dela tremia todo em cima do meu, as paredes da b***** dela me sugando com uma força absurda. Eu estava no limite, sentindo a pressão subir, lutando para controlar o momento exato em que a luxúria venceria o juízo.
Quando ela finalmente desabou sobre mim, exausta e saciada por aquele prazer proibido, eu sabia que tínhamos cruzado uma linha que não tinha mais volta. O rancho ficaria para trás, mas o gosto daquela traição ia durar para sempre.
O prazer tinha chegado a um ponto de não retorno. Eu sentia cada terminação nervosa do meu corpo latejar, e a voz dele, roncando logo ali, era como um tambor mantendo o ritmo da nossa loucura. Puxei-a para perto e dei a ordem final, a voz quase sumindo num sussurro rouco:
— "Sai e me chupa agora... e quando eu estiver g******, não para. Não tira a boca da cabeça do meu pau."
Ela hesitou por um segundo, os olhos brilhando na penumbra. "Eu não sei se aguento", ela murmurou. Mas eu não ia aceitar um não. "Aprende agora. Você vai engolir tudo, cada gota. É a pau do seu homem que está aí."
Ela obedeceu como uma s***** sedenta. Ajoelhou-se e começou a trabalhar, a língua ágil, as mãos apertando minhas bolas com uma força que me deixava louco. Eu segurei o cabelo dela, guiando o movimento, fazendo-a engasgar uma, duas, três vezes. O som da garganta dela lutando contra o meu tamanho no escuro era a coisa mais excitante que já ouvi.
— "Vou gozar...", avisei, o corpo ficando rígido como aço.
E então veio a explosão. Uma gozada forte, acumulada de dias, jorrando direto na boca da esposa do corno. Ela foi valente, tentou segurar tudo, engolindo enquanto eu ainda pulsava. Foi tanto que nem ela deu conta; senti o líquido quente escorrendo pelo meu pau, molhando minhas bolas, um rastro do meu domínio sobre ela. Mesmo assim, ela não parou. Voltou a lamber, limpando a cabeça do pau com uma devoção que só uma mulher possuída pelo desejo mais sujo consegue ter.
Eu ainda estava em transe, o corpo relaxado, mas a mente querendo mais.
— "Só mais uma sentadinha... aproveita que está tudo melado", pedi, tentando puxá-la de volta.
— "Não, você já gozou... e eu não tomo remédio", ela respondeu, recuperando um pouco da sanidade que a luxúria tinha roubado.
Ela voltou para o lado dele, mas o jogo não tinha acabado. Enquanto o marido continuava no mundo dos sonhos, ela esticou a mão. Ficou ali, no escuro, fazendo carinho nas minhas bolas, sentindo meu pau endurecer de novo sob o toque dela, enquanto a outra mão acariciava meu cabelo.
Dormimos naquele ninho de traição e prazer intenso. Comer uma casada, sentir aquela vgabunda proibida e transformar uma mulher comum em uma safada completa... não tem nada que se compare a essa descarga de adrenalina. Aquele rancho nunca mais seria o mesmo para nenhum de nós. Final Deixe seu comentário aqui e vamos conversar