Cuzinho virgem

Um conto erótico de Victor
Categoria: Gay
Contém 993 palavras
Data: 06/05/2026 14:22:25
Assuntos: Anal, Gay, mais velho, Virgem

Meu corpo tremia inteiro enquanto eu estava deitado de lado naquela cama king size, os lençóis brancos e macios grudando na minha pele suada. Eu, Matheus, 22 anos, nunca tinha feito isso antes. Meu cuzinho era completamente virgem até aquela noite. E agora ele estava sendo invadido, centímetro por centímetro, por um pau enorme do homem mais velho e rico que eu tinha conhecido.

Chamei ele de Sr. Ricardo na minha cabeça desde o primeiro dia. Quarenta e poucos anos, corpo definido de quem malha todo dia, cabelo curto grisalho nas laterais, barba bem feita e um olhar que parecia me foder só com os olhos. Ele era dono de metade dos imóveis de luxo da cidade, viajava de jatinho particular e me tratava como um príncipe... até me colocar naquela posição.

Ele me convidou para o hotel cinco estrelas depois de um jantar caro pra caralho. Champagne, frutos do mar, e ele me olhando como se quisesse me devorar. Quando entramos no quarto, ele não perdeu tempo. Me beijou com força, tirou minha roupa devagar, elogiando meu corpo jovem, minha pele lisa, minha bunda firme. "Você é perfeito pra ser meu garoto", ele sussurrou enquanto passava a mão grande na minha bunda.

Agora eu estava ali, com a perna direita dobrada pra cima, o joelho quase encostando no peito, exposto completamente. O corpo dele colado atrás de mim, forte, peludo no peito e nas coxas, o cheiro dele misturado com o meu suor. Suas mãos grandes me seguravam firme — uma no meu quadril, a outra segurando minha coxa levantada, abrindo meu buraco pro máximo.

"Ahh... porra... Sr. Ricardo... devagar..." eu gemi, a boca aberta, o rosto vermelho de prazer e dor misturados. Meu cuzinho virgem queimava enquanto a cabeça grossa do pau dele forçava a entrada. Era enorme. Eu tinha visto ele duro antes — uns 22 centímetros fáceis, grosso como meu pulso, a cabeça rosada e inchada pingando pré-gozo. Ele tinha passado bastante lubrificante, mas ainda assim era demais.

"Relaxa, garoto... deixa eu te abrir. Esse cuzinho apertado vai aprender a tomar meu pau todo hoje", ele rosnou no meu ouvido, a voz rouca de tesão. Ele empurrou mais um pouco e eu soltei um gemido alto, quase um grito. Senti as paredes do meu ânus sendo esticadas ao limite, aquele pauzão entrando devagar, abrindo espaço onde nunca ninguém tinha entrado.

Cada centímetro era uma sensação nova e insana. Dor no começo, ardendo, mas logo virando um prazer profundo, quente, que subia pela minha coluna e fazia meu próprio pau latejar contra a barriga. Ele parou um pouco, só com a metade dentro, me deixando acostumar. Suas bolas pesadas encostavam na minha pele. Ele beijou meu pescoço, mordeu de leve minha orelha.

"Olha como você tá engolindo meu pau, Matheus... que puta apertado. Virgem mesmo, né? Vou te viciar nisso."

Eu só consegui gemer em resposta. Ele começou a se mover. Devagar no início — estocadas curtas, profundas, abrindo meu buraco cada vez mais. O barulho molhado do lubrificante e do meu cuzinho sendo fodido enchia o quarto. Ploc... ploc... ploc... ritmado.

"Fode... me fode mais..." eu pedi, a voz saindo rouca. Meu corpo traidor já queria mais. Ele sorriu contra minha pele e acelerou. Segurou minha perna mais alto, me abrindo como uma puta, e meteu fundo. Senti aquele pauzão bater no meu ponto G, aquela glândula que eu nem sabia que existia tão sensível. Um choque de prazer explodiu em mim.

"Caralhooo! Ali... aí, porra!" gritei, os olhos revirando. Ele começou a me foder de verdade. Estocadas fortes, o quadril batendo na minha bunda com força, o som da pele contra pele ecoando. Seu pau entrava quase todo agora, meu cuzinho já acostumado, pulsando em volta da grossura dele. Eu sentia cada veia, cada saliência daquele monstro me arrombando.

Ele me virava um pouco mais, me mantendo de lado mas me fodendo como um animal. Uma das mãos dele desceu e começou a bater punheta no meu pau duro, sincronizado com as metidas. Eu babava no travesseiro, gemendo sem parar, o corpo todo suado.

"Você é meu agora, garoto. Esse cuzinho virgem é minha propriedade. Vou te foder toda semana, te encher de porra até vazar."

As palavras dele me deixavam ainda mais louco. Eu empurrava a bunda pra trás, encontrando as estocadas dele. Meu buraco fazia barulhos obscenos, completamente molhado, esticado ao máximo em volta daquele pauzão. Ele metia cada vez mais fundo, as bolas batendo nas minhas, o suor dele pingando nas minhas costas.

Eu sentia o orgasmo vindo. Um prazer que nascia lá do fundo, onde ele me arrombava.

"Vou gozar... Sr. Ricardo... tô gozando no seu pau..."

"Goza, putinho. Goza enquanto eu te fodo."

Meu pau explodiu na mão dele, jatos grossos de porra espirrando no lençol branco, meu cuzinho apertando forte em volta do pau dele em espasmos. Ele não parou. Continuou metendo forte, prolongando meu orgasmo até eu ficar tremendo, sensível pra caralho.

Ele rosnou alto e me deu as últimas estocadas brutais. Senti o pau dele inchar ainda mais dentro de mim, pulsando forte.

"Toma toda, garoto... toma a porra do papai..."

Ele gozou fundo. Jatos quentes, grossos, enchendo meu intestino. Eu sentia cada jato batendo nas minhas paredes internas, me inundando. Ele ficou lá, enterrado até o talo, esvaziando as bolas dentro do meu cuzinho arrombado.

Ficamos assim por minutos, ele ainda dentro de mim, pulsando, meu buraco latejando em volta dele. Eu me sentia cheio, usado, completamente dominado... e viciado.

Ele beijou minha nuca e sussurrou:

"Essa foi só a primeira rodada, Matheus. A noite é longa... e eu ainda vou te foder de quatro, de frente, e te fazer sentar nesse pauzão até você implorar por mais."

Eu sorri, exausto e feliz, apertando meu cuzinho em volta dele.

"Quero tudo, Sr. Ricardo... me usa como quiser."

E ele usou. A noite toda. Meu cuzinho virgem virou uma boceta bem arrombada e viciada naquela noite. E eu nunca mais quis outra coisa.

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