No caminho para a despedida de solteiro, eu dirigia com as mãos tremendo no volante. Um medo que nunca havia sentido antes tomava conta de mim. Ao meu lado estava Ketlen, uma morena de 29 anos, corpo escultural, peitos grandes siliconados, cintura fina, bunda enorme e tatuagens espalhadas pelo corpo. Ela era outra garota que trabalhava para Richard e estava visivelmente animada com a noite.
Chegamos a uma mansão enorme nos arredores da cidade. A festa era gigantesca: música alta, dezenas de pessoas, piscina lotada e muito álcool. Fomos levadas para uma área mais reservada nos fundos, uma sala grande com sofás e luzes baixas. Lá estavam 7 homens esperando — todos bem vestidos e já excitados.
Ketlen e eu nos ajoelhamos juntas. Começamos chupando todos eles, alternando paus, lambendo bolas e babando bastante. Os homens gemiam e nos chamavam de vadias. Logo a orgia começou. Fui colocada de quatro e um deles meteu na minha buceta enquanto outro enfiava na minha boca.
Foi nesse exato momento que tudo desabou.
Vi Roberto de pé, no canto da sala, batendo palmas lentamente com uma expressão de puro nojo e dor. Ele sabia de tudo.
— Sua puta desgraçada! — gritou ele, vindo em minha direção. — Eu sei de tudo! Richard, as drogas, a prostituição… tudo!
Tentei explicar desesperada, nua e com porra escorrendo pelas coxas:
— Roberto, por favor! Foi pra proteger o Bruno! Eu não tive escolha!
Ele não quis ouvir. Avançou em Richard, que tinha acabado de entrar na sala. Os dois começaram a brigar feio. Roberto acertou um soco, mas Richard revidou com mais força, derrubando meu marido. Dois amigos de Richard seguraram Roberto, imobilizaram ele e o levaram embora.
Richard me agarrou pelo braço com força e me puxou para fora. No caminho ele me tratava com brutalidade:
— Sua vadia burra! Agora seu corno vai pagar por ter se metido.
Fomos para um galpão abandonado. Roberto estava amarrado numa cadeira no meio do lugar, com a boca amordaçada e sangue no canto da boca.
Richard tirou minha roupa com violência, me deixou só de salto e plug no cu. Olhou para Roberto e disse com desprezo:
— Olha bem, corno. Essa aqui não é mais sua esposa. Ela é uma puta que merece um homem de verdade.
Ele me jogou de quatro bem na frente de Roberto, cuspiu no meu cu, tirou o plug e enfiou seu pau grosso de 25cm no meu cuzinho de uma vez.
— Aaaahhhhhh! — gritei de dor e prazer.
Richard começou a me foder o cu com força brutal, segurando meus cabelos e estapeando minha bunda enquanto olhava para Roberto.
— Olha como sua mulher geme pro meu pau, corno! Ela adora dar o cu!
Eu tentei segurar, mas meu corpo traiu. O tesão tomou conta. Comecei a rebolar contra ele, gemendo alto:
— Isso… me fode… me fode o cu, Richard!
Gozei pela primeira vez, tremendo inteira, apertando o pau dele no meu intestino. Richard acelerou, metendo fundo e batendo suas bolas contra minha buceta encharcada. Gozei novamente, ainda mais forte, baba escorrendo da boca.
— Diz pra ele, Amanda! Diz que você ama isso! — ordenou Richard.
— Eu amo… eu amo ser fodida assim… aaaahhh! — gritei, gozando pela terceira vez enquanto Roberto assistia tudo com os olhos cheios de lágrimas e ódio.
Richard gozou fundo no meu cu, enchendo meu intestino de porra quente. Puxou o pau e deixou escorrer tudo na frente do meu marido.
Enquanto eu estava caída no chão, suada, destruída e com porra escorrendo do cu, vieram flashbacks rápidos: nosso casamento, o nascimento de Bruno, as viagens de Roberto, as primeiras vezes que traí com Richard, o prazer proibido que descobri, as orgias, o sexo com meu próprio filho…
Comecei a chorar descontroladamente.
— Roberto… me perdoa… eu te amo… mas eu amo sentir isso… eu virei uma puta… me perdoa…
Após gozar dentro do meu cu, Richard riu satisfeito, deu um tapa forte na minha bunda e ordenou que seus homens soltassem Roberto. Meu marido foi liberado, com o rosto inchado e uma expressão de profundo nojo e dor. Ele me olhou uma última vez, cuspiu no chão e foi embora sem dizer uma única palavra.
Richard me agarrou pelo braço e me arrastou de volta para a mansão.
— O serviço ainda não acabou, puta. Vamos terminar o que você começou.
Ele me levou de volta para a sala da orgia. Os 7 homens ainda estavam lá, esperando. Richard me empurrou no meio deles:
— Terminem com ela. Quero ver essa vadia bem usada.
Ketlen já estava no meio da festa. Fui imediatamente cercada. Durante quase duas horas fui fodida sem piedade pelos 7 homens: dupla penetração, boquetes, gozadas na cara, nos seios, dentro da buceta e do cu. Richard assistia sentado num sofá, fumando um baseado, enquanto eu era usada como uma puta barata.
Saí da festa destruída, pernas tremendo, corpo coberto de porra, maquiagem completamente borrada e o vestido rasgado.
Quando finalmente cheguei em casa, já passava das 3h da manhã. Bruno estava na sala me esperando acordado. Assim que entrei, ele veio até mim.
— O pai veio aqui… disse que viu tudo e que não quer mais saber de nós. Ele foi embora.
Senti um aperto no peito, mas Bruno não me deu tempo de responder. Ele me puxou e me beijou com fome. Transamos ali mesmo na sala, de forma bruta e desesperada.
Ele me fodeu no sofá, depois me colocou de quatro no chão e meteu com força, dando tapas na minha bunda:
— Então o pai , foi embora… agora você é minha puta também.
Gozei duas vezes seguidas enquanto meu próprio filho me preenchia. Ele gozou fundo dentro de mim, marcando território.
No dia seguinte, Rafaela me ligou:
— Tinga quer te encontrar. O último serviço é amanhã. Se prepara.
Tentei ligar várias vezes para Roberto, mas todas as chamadas caíram na caixa postal.
À tarde, Rafaela e eu fomos até o local combinado. Tinga nos esperava. Ele nos olhou com frieza e disse:
— Amanhã uma van vai passar aqui às 18 horas para pegar vocês duas. Estejam prontas, bem arrumadas e obedientes. Os mexicanos gostam de putas que sabem seu lugar.
Ele apertou meu queixo com força e completou:
— Amanhã acaba tudo.
Mal dormi naquela noite. A mente não parava de girar pensando no encontro com os mexicanos mais tarde. O medo era tão grande que meu estômago doía.
Por volta das 10h da manhã, a campainha tocou. Era Rafaela. Por sorte, Bruno havia saído mais cedo.
Ela entrou rápido e foi direta:
— Os federais vão seguir a van que vai nos buscar. Eles têm escuta e vão monitorar tudo. Quando o acordo das drogas for fechado, eles invadem e prendem todo mundo. Você não vai ser indiciada em nada, eles sabem que foi chantagem desde o início. Você é vítima no processo.
Rafaela me deu um abraço rápido e saiu.
Não passou nem uma hora e Richard me ligou:
— Tenho só algumas horas pra realizar um fetiche que eu tenho com você. Veste um vestido curto, bem curto, sem calcinha. Me encontra na rua de trás da sua casa em 15 minutos.
Obedeci. Coloquei um vestido preto tomara-que-caia extremamente curto, que mal cobria minha bunda, sem calcinha nenhuma, e saí pelos fundos.
Richard estava me esperando no beco, encostado na moto. Com ele estavam quatro jovens entre 18 e 21 anos.
— Aqui nesse beco eu vou comer ela primeiro… e depois ela é de vocês — disse Richard com um sorriso cruel. — Considerem um presente por terem trabalhado direito pra mim.
Ele me prensou contra a parede suja, levantou meu vestido e enfiou o pau grosso de 25cm na minha buceta já molhada. Começou a me foder com força bruta, em pé, segurando uma das minhas pernas levantada.
— Aaaahhh… Richard… — gemi alto enquanto ele metia fundo, estapeando minha bunda.
Depois de alguns minutos ele gozou dentro de mim e puxou o pau.
— Agora ela é de vocês.
Os quatro jovens não perderam tempo. Me colocaram de quatro no capô da moto. Um enfiou na buceta, outro na boca, enquanto os outros dois apertavam meus seios e beliscavam os piercings. Eles se revezavam sem parar, me fodendo como uma puta barata no beco.
— Isso… enche essa vadia de porra! — incentivava Richard.
Eles gozaram um atrás do outro: na minha boca, na cara, dentro da buceta e por cima da minha bunda grande. Fiquei ajoelhada no chão sujo do beco, o vestido embolado na cintura, o corpo coberto de porra, destruída e ofegante.
Richard olhou para mim com um sorriso satisfeito:
— Boa garota. Agora vai pra casa se arrumar. Hoje é o grande dia.
Após Bruno sair com a mala, fiquei um tempo ajoelhada na sala, destruída. Tomei um banho demorado, tentando organizar a mente para o que estava por vir. Me arrumei com cuidado: vestido preto curto e justo, tomara-que-caia, sem calcinha, plug no cu, maquiagem forte e salto alto.
Rafaela chegou em casa pouco depois. Conversamos rapidamente sobre o plano da PF e ela tentou me acalmar.
Às 18h em ponto, uma van preta parou em frente à minha casa. Richard estava no volante. Júnior e Big desceram, nos colocaram no banco de trás e trancaram as portas.
O caminho foi longo e tenso. Richard, Júnior e Big fumavam maconha, riam e faziam piadas pesadas enquanto a van entrava numa estrada de terra abandonada, cheia de mato alto. Meu coração batia forte.
Quando chegamos a um galpão isolado, os três desceram. Ouvi a voz grave de Tinga:
— As duas estão aí?
Tinga apareceu logo em seguida, bem vestido, imponente. Ao lado dele estava um homem forte, todo tatuado, olhar frio e perigoso.
— Essa é a Amanda e a Rafaela — disse Tinga. — Trouxe duas putas minhas pra gente se divertir antes de fechar o acordo.
O mexicano sorriu, avaliando nossos corpos.
— Javier Rojas, “El Toro” — apresentou Tinga. — 34 anos, mexicano, mas fala português fluentemente. Casa com uma brasileira.
El Toro se aproximou, passou a mão na minha coxa e apertou minha bunda.
— Essas duas são gostosas pra caralho — disse ele com sotaque forte. — Júnior, Big… testem o produto.
Júnior e Big ficaram doidões depois de cheirarem uma carreira de pó que El Toro ofereceu. Seus paus ficaram duros como pedras.
Tinga ordenou:
— Chupem os dois.
Eu e Rafaela nos ajoelhamos. Começamos a chupar os paus deles com vontade. Boquetes molhados, profundos, babando bastante. Eles gemiam alto e seguravam nossas cabeças, fazendo garganta profunda. Gozaram uma primeira vez, enchendo nossa boca. Poucos minutos depois, já duros novamente, nos foderam a garganta com força até gozarem mais uma vez.
Tinga então sacou a arma com frieza.
Poc! Poc!
Dois tiros precisos. Júnior e Big caíram mortos no chão.
Richard, sem expressão, arrastou os corpos para fora e ficou de vigia na porta do galpão.
El Toro olhou para nós duas e ordenou:
— Agora testem o produto.
Ele e Tinga nos entregaram duas carreiras de uma droga nova. Cheiramos. Em menos de dois minutos, um tesão insano tomou conta do nosso corpo. Minha buceta ficou encharcada, os seios duros, a pele sensível. Eu e Rafaela nos olhamos com desejo urgente.
Tinga e El Toro sentaram no sofá grande, abrindo as calças.
— Chupem.
Eu e Rafaela nos ajoelhamos na frente deles, completamente dopadas de tesão. Comecei a chupar o pau grosso de Tinga com fome, enquanto Rafaela mamava El Toro. Nossas bocas trabalhavam com urgência, gemendo, babando, tentando engolir o máximo possível.
Meu corpo queimava de excitação, mas minha mente ainda gritava que esta seria a noite que definiria o resto da minha vida.
Eu e Rafaela continuamos chupando com fome. Nossas bocas trabalhavam sem parar, subindo e descendo nos paus grossos de Tinga e El Toro. Eles seguravam nossas cabeças, gemendo baixo, controlando o ritmo, mas segurando o próprio gozo.
Depois de vários minutos de boquetes molhados e profundos, Tinga grunhiu primeiro:
— Abre a boca, puta.
Ele gozou forte, enchendo minha boca de porra quente e grossa. Quase ao mesmo tempo, El Toro agarrou os cabelos loiros de Rafaela e gozou na boca dela. Engolimos o máximo que conseguimos, parte escorrendo pelos cantos dos nossos lábios.
Eles se levantaram, nos olharam e sorriram.
Tinga me pegou primeiro, abrindo minhas pernas bem abertas no sofá. El Toro fez o mesmo com Rafaela ao meu lado. Os dois começaram a massagear nossos clitóris inchados com os dedos grossos, em movimentos circulares firmes.
— Olha como essas putas estão meladas… — murmurou El Toro.
Meus gemidos saíam descontrolados. Tinga enfiou dois dedos na minha buceta enquanto o polegar massageava meu clitóris com precisão. O tesão da droga deixava tudo mil vezes mais intenso. Ao meu lado, Rafaela rebolava contra a mão de El Toro, gemendo alto.
Não demorou. Eu e Rafaela gozamos quase ao mesmo tempo, tremendo violentamente, apertando os dedos deles dentro de nós. Meu orgasmo foi tão forte que minha visão ficou turva por alguns segundos.
Tinga e El Toro tiraram as mãos, riram satisfeitos e saíram para descansar e beber whisky, nos deixando sozinhas por um momento.
Rafaela estava ofegante ao meu lado, o corpo suado e as pernas ainda abertas. Ela deslizou a mão até a própria buceta encharcada e começou a se masturbar lentamente, os dedos brilhando com sua excitação.
— Amanda… eu tô tremendo de tesão… — murmurou ela, a voz rouca. — Eu preciso de pau… tô queimando por dentro.
Eu não respondi com palavras. Apenas abri um pouco mais as pernas e também desci a mão, começando a massagear meu clitóris inchado e sensível. Meu corpo ainda estava em chamas por causa da droga.
Ficamos ali, as duas se masturbando lado a lado, gemendo baixinho, esperando o que Tinga e El Toro fariam pelo resto da longa e perigosa noite.