Mãe de um bobalhão (Parte 5 - Final)

Um conto erótico de Rick Melo
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1256 palavras
Data: 06/05/2026 16:09:14

O Natan me ver daquele jeito foi um choque pra ele. Ele ficou parado com os olhos arregalados e a boca aberta. Mas pra mim o choque maior veio logo depois, quando eu vi que Natan não chegou sozinho. O Edson, meu ex-marido, veio com ele.

Gui e Rick tiraram as rolas de dentro de mim e eu me levantei. Os rapazes, envergonhados, tentavam cobrir os membros, enquanto Edson esbravejava:

— Que porra é essa aqui? Você virou puta agora, Marta?!

Eu olhei bem nos olhos dele e respondi com raiva:

— O que eu sou ou deixo de ser não é da sua conta. Você é que acabou com nosso casamento comendo a puta da empregada dentro da minha casa. Então não venha querer me dar lição de moral, Edson!

— Então por isso você resolveu ser a coroa que dá pra fedelhos como esses, é isso?

— Epa!! Respeita os rapazes, Edson. Eles não são fedelhos. Eles são muito mais homens do que você.

Quando eu disse isso eu resolvi provocar o Edson, abrindo um sorriso e mostrando com as mãos em frente ao meu rosto o tamanho das rolas deles.

— Muito mais homens do que você. – Eu repeti.

— O que você quer dizer com isso? – Ele perguntou nervoso, e eu resolvi humilhar de vez.

— Ah, não entendeu? Quer que eu desenhe? Vou ser bem direta, então. Eles tem rola de homens de verdade. Não uma mixariazinha como você.

— Mas mamãe... – Natan tentou se meter, mas eu cortei logo.

— Cala a boca, Natan. Você é igualzinho a seu pai.

Gui e Rick não aguentaram e riram discretamente. Edson fez cara de indignação e tentou negar:

— Eu não tenho mixaria coisa nenhuma.

— Não?? Então mostra. Coloca sua “anaconda” pra fora então, Edson. – Eu falei ironicamente.

Todos ficaram na expectativa e ele começou a suar frio. Quando ele se virou para fugir, eu corri e o puxei pelos ombros virando ele de frente pra mim. Rapidamente eu levantei meu joelho com força bem no meio das pernas dele. Sim... eu senti as bolinhas dele pressionadas pelo meu joelho. Ah como isso foi prazeroso pra mim!

Edson se curvou gemendo e ficou imóvel com os olhos arregalados.

— Eu já devia ter feito isso há muito tempo. Mas hoje você me paga.

Natan tentou se meter de novo pra defender o pai e quando ele se aproximou eu disse:

— Se você não quiser que eu faça a mesma coisa com você, é melhor você ir já pro seu quarto.

Ele fez cara de assustado e correu pra dentro de casa.

Com Edson curvado de dor nos ovos, eu me posicionei por trás e puxei a roupa dele pra baixo deixando-o nu. Envergonhado, ele tentou esconder o pinto com as mãos, mas eu agarrei o saco dele por trás e ordenei:

— Tira as mãos ou eu vou fazer uma omelete deliciosa com seus ovinhos.

Gemendo de dor, Edson levantou as mãos lentamente. Ainda segurando os ovos dele eu estiquei o pescoço pra olhar o pinto dele e soltei uma gargalhada.

— Como fazia tempo que eu não via essa coisinha minúscula, Edson!! — Eu falei isso colocando meu dedo mindinho do lado do pinto dele (meu dedo era maior).

— Não... t-tem... n-n-nada m-m-minúsculo aqui, Marta. — Ele não conseguia parar de gaguejar.

Eu me levantei, olhei pra Gui e Rick e falei:

— Rapazes, mostrem pra ele o que são rolas de homens de verdade.

Com orgulho de si mesmos, eles tiraram as mãos da frente e deixaram os paus à mostra. Mesmo já estando moles depois de toda a confusão, ainda assim tinham mais que o triplo do tamanho do pintinho do Edson. Ele nem queria olhar, mas eu o obriguei. Segurei ele pelos cabelos e trouxe ele mais pra perto fazendo ele se curvar pra ver as rolas de Gui e Rick. Então eu disse:

— Eu não sei como uma mulher gostosa como eu caiu na sua lábia. Você tinha que agradecer todo dia.

Nesse momento eu me coloquei na frente de Edson e fiquei deslizando minhas mãos pelo meu corpo. Ele fixou os olhos nos meus peitos e eu falei:

— Tem saudade dessa gostosa aqui, não tem?

Quase hipnotizado e com o pipizinho endurecendo, ele fez apenas sinal afirmativo com a cabeça.

— Eu sei que você ainda morre de vontade de me comer. — Falei isso trazendo as mãos dele em direção aos meus seios. Mas... quando ele achou que ia apalpá-los eu rapidamente o empurrei pra trás e acertei um chute forte com o peito do pé bem nos ovinhos daquele desgraçado.

Edson urrou de dor e caiu de joelhos virando os olhos e segurando os ovos bem na minha frente. Atrás de mim até Gui e Rick soltaram gemidinhos de solidariedade. Eles sabiam bem a dor que Edson estava sentindo.

Eu levantei a cabeça de Edson puxando pelo queixo, olhei bem nos olhos dele e falei:

— Nunca mais você vai tocar em mim. Agora, só assiste o que você perdeu.

Eu me sentei na espreguiçadeira e chamei os rapazes, que ficaram em pé na minha frente. Peguei as rolas deles, uma em cada mão, e comecei a chupar, ora uma ora outra, e às vezes colocava as duas na minha boca, mesmo com muita dificuldade. Às vezes eu até me engasgava de tão grandes que eram aqueles paus. Enquanto se recuperava da dor, Edson olhava a cena boquiaberto. Com certeza ele queria participar da nossa brincadeira.

Depois de chupar bastante, mandei Gui deitar na espreguiçadeira e montei devagar na rola dele, sentindo a pressão daquele mastro grosso me preenchendo toda. Atrás de mim, Rick olhava fixo pra minha bunda. Então eu ofereci:

— Quer comer meu cuzinho, Rick?

Pra minha surpresa Edson, que estava calado, protestou:

— Você nunca me deu o cu, Marta! Vai dar pra esse... esse...

Eu interrompi:

— Esse delicioso pauzudo?? Sim, Edson. O cuzinho é meu e eu dou pra quem eu quiser.

Rick sorriu e se aproximou por trás até encostar o pau na entradinha do meu rabo.

— Meu cuzinho é todo seu, Rick. Só vai com calma porque sua rola é muito grande. — Eu disse sorrindo.

Aos poucos Rick foi enterrando a rola grande e grossa no meu rabo. A dor me fazia apertar os olhos e gemer, mas o tesão de ser comida pela buceta e pelo rabo ao mesmo tempo era maior. Eu sabia que eles iam me deixar acabada, mas não ligava pra nada. Gui e Rick metiam as picas enormes em mim e eu só gemia, virava os olhos e tentava encontrar o fôlego. Meus peitos balançavam vigorosamente com os movimentos que os rapazes provocavam em mim. Eu sentia as bolas deles encostando no meu períneo quando eles enfiavam os paus até o talo. Eu nunca fui tão bem comida na vida.

Em alguns minutos eu estava gozando, gritando desesperadamente de prazer. A dor no rabo foi esquecida. Eu só sentia um prazer colossal. Gui e Rick também começaram a gemer forte. Eles estavam gozando também. Gozei mais ainda ao ver e escutar o prazer que eu estava proporcionando a eles.

Natan assistiu tudo pela janela. Edson assistiu tudo bem na nossa frente.

Quando Gui e Rick tiraram suas rolas de mim, eu fiquei jogada na espreguiçadeira, acabada, escorrendo porra pelo cuzinho e pela buceta. Olhei pro Edson e ele estava com os olhos arregalados pra mim e com a piroca dura só de ver o que a gente fez. Com a alma lavada, eu apenas estirei o dedo do meio pra ele e falei:

— Vai se foder, Edson! E sai da minha casa agora!

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Foto de perfil genéricaRicardomelContos: 13Seguidores: 23Seguindo: 0Mensagem Coisas que eu gosto: seios, ballbusting, CFNM, CMNF, SPH

Comentários

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Eu estava ansioso pela sequência, acabou que não gostei...

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