O som da bola batendo na quadra ecoava como um tambor de guerra. Ali, no coração do interior paulista, o time de vôlei feminino das "Panteras" era mais que um time: era um organismo vivo de corpos esculpidos pelo suor, pela viagem e pela convivência absoluta.
Éramos nove. Nove mulheres que viviam, viajavam, dormiam e tomavam banho juntas. A rotina era uma fornalha para o pecado.
Larissa, a capitã de 26 anos, era a bissexual assumida. Com um corpo de atleta tatuado, olhos amendoados e um sorriso malicioso, ela comandava a equipe dentro e fora de quadra. Para ela, o vestiário era um campo de caça particular.
Carol, a ponteira, era o oposto. Vinda do sertão da Bahia, foi criada "na palavra". Recém-chegada ao time, usava um escapulário de Nossa Senhora por baixo do uniforme. Evitava os olhares no chuveiro e virava o rosto quando as outras tiravam a roupa. Era a virgem ingênua, a crente que tremia ao ouvir os gemidos vindos dos fundos do ônibus nas viagens noturnas.
Yasmin era a "dama da rua". Desde os 18 anos, já sabia usar a língua e o corpo com os garotos do bairro. Não tinha frescura, falava palavrão debochado e gozava alto. Ela era pau pra toda obra — ou melhor, buceta. E tinha um grelo grande – daqueles que saltavam para fora dos pequenos lábios, roliço, vermelho quando excitado, parecendo um pequeno pênis feminino. Ela adorava esfregá-lo nas coxas das outras, sentindo a pressão.
E havia Yuki, uma levantadora japonesa de 24 anos, quieta, de olhos puxados e fundos, pele muito branca – quase transparente –, cabelo preto liso até a cintura. Ela tinha um jeito calmo de quem observava tudo em silêncio. Mas dentro dela ferviam fetiches secretos. Ela adorava o cheiro das axilas suadas depois de um jogo pesado. Se masturbava à noite no beliche enquanto cheirava o talco usado pela equipe.
A boceta de Yuki era famosa no vestiário – mesmo sem ninguém ter visto ainda. Porque Yuki nunca tirava a calcinha por completo. Nos banhos, ela usava uma sunguinha preta de tecido sintético. Quando perguntavam, ela desconversava. Mas as outras sabiam: por baixo do tecido, havia uma mata fechada de pelos pretos e grossos, tão densa que escapava pelos lados da calcinha. Ela só aparava o suficiente para os fios não ficarem para fora quando vestia o uniforme de jogo – as laterais da calcinha fina do time exigiam um mínimo de decoro. Mas era só o necessário. O resto da mata, o alto do monte de Vênus, a entrada da boceta, os grandes lábios – tudo era coberto por uma floresta japonesa, preta como azeviche, crespa e selvagem.
Numa noite, depois de muito gozar no colo de Larissa, Yuki fez uma promessa:
— Se a gente for campeã, eu depilo essa boceta pela primeira vez na vida. Vocês vão ver o que tem por baixo. Mas só se a gente ganhar tudo.
— Porra, então a gente vai ser campeã só pra ver sua boceta pelada — respondeu Yasmin, rindo.
Yuki sorriu.
— É um trato.
Nos dias de hotel, antes dos jogos, as meninas se depilavam no banheiro. Larissa usava cera quente. Carol passava a gilete na bocetinha raspada todos os dias. Yasmin tirava tudo com creme depilatório. Até Sandra, a técnica, aparecia com a calcinha cheia de pelos soltos depois de fazer a manutenção.
Yuki nunca fazia.
Ela entrava no banheiro, tirava a calcinha, olhava no espelho, passava a mão na mata preta e densa – e guardava a gilete de volta na nécessaire. Apenas aparava os pentelhos que ameaçavam fugir pela lateral da calcinha de jogo. O suficiente para não ser desclassificada por "falta de uniformidade". O resto – uma verdadeira tundra japonesa – permanecia intacto.
— Amanhã eu faço — dizia, sempre.
— Amanhã nunca chega, sua japonesa peluda — ria Yasmin.
— Vai chegar. Quando o troféu for nosso.
A intimidade começou pequena. Primeiro foram os banhos. O vestiário tinha apenas seis chuveiros para nove. O espaço obrigava o contato.
Larissa, sem pudor, lavava o cabelo enquanto a água escorria entre os glúteos firmes. Sua mão escorregava pelo abdômen tanquinho, o sabão formando espuma entre os pêlos pubianos aparados. Carol, ao lado, tentava não olhar, mas seus olhos vidravam naquela vulva generosa deixando escorrer água quente.
— Relaxa, santinha. Você nunca viu uma buceta? — riu Yasmin, passando o sabonete nos seios fartos, franzindo os mamilos já duros pelo frio da viagem. Seu grelo grande já começava a despontar, roçando na própria mão.
O suor do treino pesado se misturava com a água do chuveiro. Aquele odor característico – o sal, o feromônio, a pele aquecida – impregnava o ar. Yuki fechava os olhos e inspirava fundo, o perfume do esforço lhe subindo à cabeça como um entorpecente. Por baixo da sunguinha preta, a mata de pelos se encharcava, ficando ainda mais escura e volumosa.
As viagens de ônibus eram o segundo caldeirão. Dormiam enfileiradas, os corpos balançando no asfalto irregular.
Numa madrugada, após derrota amarga, o ônibus estava escuro. Larissa sentiu uma mão fria e trêmula tocar sua coxa. Era Carol. A crente virgem, com os olhos cheios de lágrimas de frustração pela partida perdida, sussurrou:
— Eu não aguento mais segurar isso. Todo dia vendo vocês... me beijarem, se tocarem... Eu sinto um negócio aqui embaixo molhando minha calcinha... e não sei o que é. Me ensina, Lari. Me tira isso.
Larissa não respondeu com palavras. Pegou a mão de Carol, guiou até sua própria vulva ainda quente do jogo.
— Sente, anjo. Você não precisa ter medo.
Dedos trêmulos tocaram os grandes lábios inchados, a umidade que escorria. Carol prendeu a respiração. Nunca tinha tocado nem a si mesma direito. Sentiu os pelos aparados, a fenda quente como forno. Larissa guiou o dedo indicador da novata para dentro deles, fazendo um movimento circular lento.
— Isso... continua.
No banco da frente, Yuki ouvia tudo. Esfregava a própria calcinha encharcada de suor e secreção contra o banco – a calcinha preta que mal continha a mata de pelos – mordendo o cobertor para não gemer. Yasmin, acordada, só ria baixo, enfiando dois dedos na própria boceta grande e lubrificada enquanto bisbilhotava pela fresta do assento, o grelo enorme roçando em sua própria mão.
O batismo da carne aconteceu na noite seguinte, no hotel.
Carol foi levada pelas mãos de Larissa ao quarto duplo que dividiam com Yasmin e Yuki.
— Nós vamos te mostrar o prazer, sua crentinha deliciosa — disse Yasmin, sentando na cama com as pernas abertas, mostrando uma vulva rosada, inteiramente depilada, já brilhando de tesão. Seu grelo grande estava saltado, parecendo uma pequena cereja vermelha. — Pega visão.
Com gemidos baixos e encorajadores, Larissa a fez deitar na cama. Sua boca desceu pelo pescoço suado de Carol – a pele ainda conservando o sal do jogo e a noite quente. Chegou às axilas e lambeu fundo.
— Não, que nojo... — gemeu Carol, arfando, os olhos revirando.
— Isso não é nojo, flor. É o perfume de mulher. O meu cheiro. O seu cheiro.
Enquanto Larissa chupava os mamilos durinhos como botões de rosa, Yuki se aproximou por trás. Levantou o vestido de Carol, baixou a calcinha branca de algodão com uma fitinha azul. A boceta dela era intacta, um pequeno monte de Vênus coberto por pelos louros muito finos. Os pequenos lábios rosados, apertadinhos. A carne virgem exalando o odor úmido e ácido de quem nunca foi tocada.
— Ela está pingando — sussurrou Yuki, enfiando a língua trêmula naquela fenda. A mata preta e densa da sua própria boceta roçava na coxa de Carol, molhada de excitação. Carol arqueou as costas, gritou baixo, suas mãos se agarrando nos lençóis.
— Cê tá chupando uma virgem, porra! — exclamou Yasmin, esfregando a boceta suada e o grelo grande na coxa de Carol. — Que tesão, ela vai gozar em dois tempos, cuzão.
E foi verdade. Com Larissa mordendo seus mamilos e Yuki fazendo círculos com a língua ao redor de seu clitóris empalidecido, Carol sentiu o mundo ruir. Uma pressão imensa subiu do baixo ventre, seus olhos se encheram de lágrimas e espasmos violentos sacudiram seu corpo.
— Eu vou fazer xixi! Socorro, vou fazer xixi na cama! — implorou, tentando se afastar.
— Não segura, anjo. Isso não é xixi — ordenou Larissa, apertando sua coxa. — É o teu mel. Deixa escorrer.
E escorreu. Um líquido translúcido e levemente viscoso borbulhou da uretra de Carol, molhando o rosto de Yuki, que bebeu tudo, lambendo os dedos, sorrindo – os pelos pretos da sua própria boceta balançando molhados. O primeiro orgasmo da virgem veio num jorro de suor, xixi e secreção, misturado com lágrimas de êxtase e vergonha.
Nos dias que se seguiram, o time virou um harém particular.
A intimidade cresceu, regada a suor de treino, banhos coletivos onde as mãos se perdiam nas nádegas firmes, nos cabelos molhados, nas costas suadas.
Uma noite, após vitória no campeonato regional, se embebedaram com energético e uísque contrabandeado. A festa terminou com todas peladas na piscina do hotel.
Yasmin, de quatro no deck molhado, recebia a "língua de tridente" de Larissa, que alternava entre lamber sua boceta peluda e o cuzinho escuro, enquanto Yuki beijava Carol ao lado, ambas esfregando as bocetas suadas uma na outra – a mata preta e densa de Yuki raspando na boceta lisa e depilada de Carol.
— Era isso que Deus proibia, hein, crentinha? — gargalhou Yasmin, a voz embargada de prazer, seus seios balançando, o grelo grande saltando entre os dedos de Larissa. — Tá adorando, sua sapatão de merda.
Carol já não usava mais o escapulário. Estava nua, entregue, com os pelos da vulva molhados da água da piscina, do suor da dança e da lubrificação que escorria por suas coxas trêmulas.
— Para, Yasss... — gemeu ela, enquanto Yuki a dedava devagar, dois dedos entrando e saindo daquele canal que agora já aceitava três. — Vou mijar de novo...
— Mija na minha cara, sua virgem nojenta. Quero sentir o teu cheiro de verdade.
E mijou. Um filete quente e dourado escorreu pelo rosto de Yuki, que abriu a boca e bebeu, rindo de tesão, enquanto Carol tremia, gozando de novo.
Na borda da piscina, a capitã Larissa olhava o céu estrelado e ria. O time era dela. Dentro e fora de quadra, o cheiro do suor, do xixi e da boceta era o perfume da vitória.
Uma semana depois, Larissa estava menstruada. O fluxo era forte – ela sempre reclamava dos cólicas no segundo dia.
O time tinha um jogo importante fora de casa, e no hotel, na noite anterior, Yuki entrou no quarto e encontrou a capitã deitada de pernas abertas, só de calcinha absorvente, gemendo baixo.
— Tá doendo, Lari?
— Tô sangrando igual um porco abatido.
Yuki ajoelhou na beira da cama. Abaixou a calcinha absorvente de Larissa. O sangue escorria – grosso, escuro, com pequenos coágulos. O cheiro de ferro subiu quente.
— Deixa eu cuidar de você.
Yuki enfiou a cara na boceta sangrenta de Larissa. Lambeu os grandes lábios inchados, o sangue escorrendo pelo seu queixo branco. Os pelos pretos da sua própria boceta roçavam no lençol, encharcados de suor e excitação.
— Você é doida, Yuki — gemeu Larissa, arqueando as costas.
— Doida por você.
Yuki lambeu cada gota de sangue. Chupou o clitóris de Larissa com a língua enquanto o fluxo continuava escorrendo. O gosto do sangue misturado com o mel natural da capitã fez a japonesa gemer contra a boceta da amiga.
— Isso... isso alivia a cólica — suspirou Larissa, gozando lentamente, o sangue espirrando no rosto de Yuki, que sorriu com os dentes vermelhos.
— O gosto da vitória é de sangue também.
A massagista se chamava Helena. Cinquentona e poucos anos, corpo de ex-atleta de vôlei de praia – ombros largos, mãos enormes, dedos compridos que pareciam feitos pra apertar carne. Cabelo grisalho preso num coque apertado, olhos verdes cheios de malícia.
E Helena tinha uma boceta extremamente peluda. Não era como a de Yuki – preta e densa. A de Helena era uma floresta grisalha, cheia de pentelhos brancos, alguns tão longos que escapavam pela lateral da calcinha quando ela usava legging. Os pelos subiam pelo monte de Vênus até quase o umbigo, grossos como cerdas de pincel, brancos, grisalhos, alguns completamente prateados. Ela não aparava há anos. Era uma boceta de mulher madura, selvagem, mal conservada – e ela tinha orgulho disso.
Contratada na metade do campeonato, era "pra dar mais assistência muscular". Isso dizia a técnica Sandra, uma senhora de sessenta anos, ex-líbero da seleção, durona como pedra.
Mas a gente sabia. Helena não veio só pras pernas.
No primeiro dia, ela entrou no vestiário com uma maca portátil, óleo de coco e um sorriso de quem já comeu muita atleta no bolso.
— Quem quer começar? — perguntou, massageando o próprio pescoço com aquelas mãos enormes.
Yasmin foi a primeira.
— Minha panturrilha tá em carne viva, tia. Dá um jeito aí.
Helena mandou Yasmin deitar de bruços na maca, só de calcinha. O short do treino estava encharcado de suor. O top, jogado no chão.
A massagista começou pelas panturrilhas. Subiu pros posteriores. Depois, quando a mão escorregou por baixo da calcinha de Yasmin, ninguém reclamou.
— Você tá muito tensa aqui, filha — disse Helena, enfiando o dedo indicador bem no cuzinho suado de Yasmin, como quem apalpa uma fruta. — Isso aqui precisa de alongamento profundo.
Yasmin gemeu baixo. A boceta grande já pingava na maca, o grelo enorme roçando no tecido da maca.
— Faz o teu trabalho, tia — respondeu, abrindo as pernas.
Helena não precisou de duas ordens. Desceu a calcinha de Yasmin, enfiou a cara naquela boceta grande e escura, e lambeu do grelo ao cu feito quem chupa manga. Os pelos brancos e grisalhos da sua própria boceta roçavam na coxa de Yasmin, e Helena gemia contra a carne da atleta. Yasmin gozou em trinta segundos, gritando no travesseiro sujo de óleo de coco.
Depois foi a vez de Yuki. A levantadora japonesa, quieta, de olhos puxados, deitou de bruços já sem calcinha – pela primeira vez. A mata preta e densa apareceu, volumosa, grossa, parecendo uma esponja escura entre as coxas brancas.
— Porra, Yuki — disse Helena, afastando os pelos com os dedos para encontrar a boceta escondida. — Você tem mais pelo que eu. E olha que eu sou uma véia peluda.
— Eu sei — respondeu Yuki, com um sorriso tímido. — Eu gosto.
Helena massageou as costas de Yuki primeiro, desceu pela coluna, abriu as nádegas brancas e enfiou a língua inteira no cu da levantadora. Depois virou ela de barriga pra cima, abriu os pequenos lábios roxos da boceta de Yuki com os dois polegares – a mata de pelos pretos abrindo como uma cortina – e lambeu o clitóris fazendo círculos lentos.
Yuki arfou:
— Cheira meu sovaco — pediu, levantando o braço.
Helena obedeceu. Enfiou o nariz na axila peluda e suada de Yuki, inspirou fundo, e enfiou três dedos na boceta da atleta enquanto lambia o sovaco igual bicho.
Yuki gozou três vezes seguidas. A maca parecia que tinha chovido em cima. Seus pelos pretos estavam tão encharcados que pareciam uma esponja de lubrificação.
Carol foi a terceira. A ex-crente já estava pelada, de quatro, empinando a bunda trêmula.
— Me ensina a dar o cu, massagista — pediu, com a cara no colchão. — A Lari enfiou dois dedos mas eu quero sentir uma língua de verdade.
Helena cuspiu no cuzinho rosado e apertado de Carol, abriu com os dedos, e enfiou a língua inteira. Carol gritou como se tivesse levado um ponto no jogo:
— ASSIM, PORRA! ASSIM QUE É BOM!
Enquanto Helena comia o cu de Carol com dedos e língua, Larissa chegou, sentou na cara de Yuki e ordenou:
— Chupa minha boceta enquanto eu vejo a santinha dando o cu – e cuidado que eu tô menstruada de novo.
Yuki chupou. O sangue escorria pela sua cara branca, misturando-se aos seus próprios pelos pretos. Carol gozou. Larissa gozou. Yasmin se masturbava no canto, o grelo grande latejando na própria mão, gemendo:
— Esse é o melhor time do Brasil, cuzão!
A técnica Sandra começou a desconfiar quando viu o cronograma.
— Duas horas de massagem todos os dias? Isso é mais tempo do que vocês passam no saque.
Ela observava pelos vidros foscos da sala de fisioterapia. Ouvia os gemidos abafados. Via as sombras se movendo.
Até que um dia, sem avisar, abriu a porta de chute.
O que viu fez a ex-líbero de sessenta anos ficar com os olhos arregalados.
Larissa estava de quatro na maca, a boceta empinada, um filete de sangue menstrual escorrendo pela sua coxa. Helena lambia seu cuzinho suado enquanto enfiava um consolo pequeno na boceta da capitã. A mata de pelos brancos e grisalhos de Helena balançava enquanto ela movia a cabeça, os pentelhos compridos roçando na coxa de Larissa. Carol chupava os dedos de Helena. Yasmin esfregava os pezinhos sujos na cara da massagista – o grelo grande de Yasmin saltava entre as coxas, roçando no ombro de Helena. Yuki se masturbava abraçada na perna da maca, a mata preta e densa da sua boceta toda exposta, os pelos brilhando de lubrificação.
— Pelo amor de Deus — disse Sandra, a voz trêmula. Mas não saiu. Não fechou a porta.
Travou.
Larissa foi a primeira a falar:
— Senta aqui, técnica. A senhora também merece relaxar depois de tantos jogos.
Sandra engoliu em seco. Era uma mulher durona, de poucos amigos, viúva há dez anos, que não sentia o toque de uma mulher há quase duas décadas.
— Eu... eu não posso...
— Pode sim — disse Helena, levantando a cabeça com a boca cheia de lubrificação de Larissa. A massagista foi até Sandra, desceu o zíper da calça de moletom da técnica. Abaixou devagar. A calcinha era branca, velha, de algodão, manchada de umidade.
— A senhora já tá molhada — sussurrou Helena. — Só de assistir.
Sandra fechou os olhos. As mãos suadas apertavam a maçaneta. Helena empurrou a porta que fechou com o pé. Depois ajoelhou na frente da técnica.
Carol se aproximou por trás, passou as mãos nos peitos flácidos mas ainda firmes de Sandra, apertou os mamilos duros.
— A senhora merece, técnica — disse a ex-crente. — A gente cuida de quem cuida da gente.
Helena afastou a calcinha velha de Sandra com os dentes.
A boceta da técnica apareceu. E era uma visão.
Sandra tinha sessenta anos, e sua boceta parecia ter vivido cada um deles. Os grandes lábios eram escuros, flácidos, franzidos como passas. O clitóris era pequeno e quase aposentado, escondido entre dobras de pele. Mas o que chamava a atenção era a mata de pelos: uma floresta grisalha, cheia de pentelhos brancos, alguns completamente grisalhos, outros prateados, muitos longos e encaracolados. Não era uma boceta cuidada – era uma boceta mal conservada, com pelos crescendo em todas as direções, alguns tão longos que pareciam cabelos de boneca velha. Os pentelhos subiam pelo monte de Vênus, desciam pelo períneo, se enrolavam na entrada do cu. Era uma boceta de mulher que não se depilava há décadas, que não recebia atenção há anos, que exalava o cheiro forte e ácido de quem já passou dos cinquenta e não liga mais para estética.
O cheiro subiu – suor velho, urina ressecada da calcinha usada o dia inteiro, e aquele ácido profundo de mulher madura. Helena inspirou fundo, fechou os olhos.
— Isso é boceta de verdade, meninas — disse a massagista, passando os dedos pelos pelos grisalhos de Sandra. — Olha essa mata branca. A técnica é uma avó peluda, e eu vou chupar cada pelo dela.
— Helena, não fala isso... — gemeu Sandra, envergonhada.
— É elogio, técnica — disse Larissa, se aproximando. Ela enfiou a mão na boceta peluda de Sandra, os dedos se perdendo entre os pentelhos grisalhos. Sentiu a umidade escorrendo, a temperatura quente. — Pelo grisalho é pelo de quem viveu. De quem sofreu. De quem merece gozar.
Helena lambeu devagar, abrindo os grandes lábios secos com os dedos. Os pelos grisalhos se afastaram, revelando a carne rosada e úmida por dentro. Encontrou o clitóris pequeno e escondido.
— Nossa Senhora... — gemeu Sandra, as pernas bambas.
Yasmin veio por trás, passou a mão no pescoço suado da técnica, mordeu sua orelha, o grelo grande roçando na bunda de Sandra, e sussurrou:
— Aqui não tem santa, não. Só pantera. E a senhora com essa boceta cabeluda de véia safada vai ser a nossa pantera mais velha.
Yuki ajoelhou ao lado de Helena e começou a lamber o cu de Sandra enquanto a massagista chupava sua boceta. A mata preta de Yuki e a mata grisalha de Helena se encontraram no meio, os pelos se misturando, enquanto as duas línguas lambiam o períneo todo de Sandra.
— A técnica tem pelo no cu também! — gritou Yuki, a boca cheia. Os pentelhos grisalhos do cu de Sandra eram ainda mais grossos, espetando a língua da japonesa. — Que delícia, parece lã de velha!
— CALA A BOCA, YUKI! — gritou Sandra, mas era um grito misturado de prazer e vergonha.
Larissa guiou a técnica até a maca, mandou deitar de costas, abriu suas pernas trêmulas. A boceta grisalha de Sandra se abriu como uma flor envelhecida, os grandes lábios flácidos se separando, os pelos brancos brilhando com a luz fluorescente do vestiário. Um cheiro forte de boceta velha e suor invadiu o ar.
— Agora é a nossa vez de massagear a senhora — disse a capitã, enfiando dois dedos dentro dela.
Sandra arqueou as costas. Fazia tanto tempo que ela não sentia algo dentro de si que esqueceu como era. Os dedos de Larissa se moviam dentro da sua boceta apertada e quente, os pelos grisalhos roçando no dorso da mão da capitã.
Lágrimas escorreram enquanto as quatro atletas e a massagista revezavam entre chupar sua boceta, lamber seu cu, apertar seus peitos e beijar sua boca. Helena passava a língua nos pelos brancos como se fosse um pente, alisando a mata grisalha, cuspindo nela, puxando com os dentes. Yuki enterrava a cara na boceta da técnica, a sua própria mata preta encharcada esfregando na perna de Sandra.
— Tira eles — pediu Sandra, ofegante. — Arranca meus pelos com a boca, Helena.
Helena obedeceu. Enfiou os dentes nos pelos grisalhos da técnica, puxou devagar. Sandra gritou – dor e prazer juntos. Alguns pelos brancos saíram na boca da massagista, que os cuspiu no chão e riu.
— A técnica tá depilando na marra, porra!
Ela gozou pela primeira vez em mais de uma década num espasmo violento, molhando a mão de Larissa e o rosto de Helena, que sorria. A boceta de Sandra pulsou, os grandes lábios flácidos se contraindo, e um jorro de líquido claro escorreu pelos pelos grisalhos, encharcando a mata branca.
— Bem-vinda ao time, técnica — disse Carol, abraçando Sandra suada. — Agora a senhora é a nossa véia peluda favorita.
Depois daquele dia, Sandra não desconfiou mais de nada. Pelo contrário – ela mesma organizava a escala das massagens.
— Hoje é minha vez primeiro — dizia, entrando na sala com a calcinha já no bolso, os pelos brancos da boceta aparecendo por baixo da barra do short.
Helena, Larissa, Carol, Yasmin e Yuki revezavam. O vestiário virou um clube de swing particular. E a técnica aprendia rápido – em duas semanas já estava comendo o cu de Yasmin com um cintaralho rosa que a massagista trouxe "pra fortalecer o assoalho pélvico", a mata de pelos grisalhos da sua boceta roçando na cara da "dama da rua" enquanto metia.
— Isso é treino, meninas — dizia Sandra, metendo fundo em Yasmin, suada, os peitos balançando, a mata de pelos brancos escorrendo lubrificação, o grelo grande de Yasmin pulsando entre os dedos da técnica. — Aqui se ganha campeonato na cama e na quadra.
E a gente ganhou mesmo.
O cheiro do óleo de coco, do suor da técnica e da boceta peluda da massagista virou o terceiro tempo de todas as vitórias.
Aconteceu na noite em que a gente garantiu a vaga nas quartas de final. Varremos o time adversário em três sets, e no vestiário a euforia foi tamanha que ninguém queria ir para o hotel. A gente queria era comemorar ali mesmo, suadas, exaustas, vitoriosas.
Sandra trancou a porta do vestiário e subiu em cima do banco.
— Escuta aqui, suas panteras peludas. A gente passou pras quartas. Isso merece uma comemoração à altura.
— O que a senhora sugere, técnica? — perguntou Larissa, já tirando o top suado.
— Eu sugiro o seguinte: amanhã, o treino vai ser de topless e short sem calcinha. Nada por baixo. Peito de fora. Boceta livre. Quero ver o suor escorrendo pelos seus mamilos e pingando no chão da quadra. Quero ver o cheiro de boceta suada impregnando a bola. E depois do treino, a gente vai fazer uma coisa que eu tô doida pra experimentar desde que entrei nessa orgia.
— O quê, técnica? — perguntou Yasmin, o grelo grande já endurecendo.
— A gente vai lamber os seios e as axilas umas das outras. Cada uma vai escolher uma parceira. E não vale limpar o suor antes. Quero sentir o gosto do esforço de cada uma de vocês. Quero sentir o sal, o cheiro, a pele molhada de quem acabou de matar um jogo.
O vestiário ficou em silêncio por um segundo. Depois todo mundo falou ao mesmo tempo.
— EU QUERO LAMBER A TÉCNICA PRIMEIRO! — gritou Yasmin.
— CALMA, SUA PUTA — Sandra riu. — Amanhã a gente faz isso direito. Agora todo mundo pro hotel. Banho rápido e putaria até tarde. Mas amanhã, às seis da manhã, quero todo mundo na quadra com o peito de fora e a boceta respirando.
— A senhora vai estar de topless também, técnica? — perguntou Carol, com os olhos brilhando.
Sandra abaixou o zíper da sua camisa do time. Os peitos flácidos mas ainda firmes apareceram, os mamilos escuros e compridos já duros de tesão.
— O que você acha, anjo?
Carol engoliu em seco.
— Acho que a senhora é a pantera mais gostosa do time.
— Isso, sua crente desgraçada. Agora anda. Amanhã tem suor pra lamber.
No dia seguinte, às seis da manhã em ponto, a quadra estava vazia. Só a gente. E o segurança trancado lá fora, a pedido de Sandra.
Larissa foi a primeira a tirar o top. Os seios musculosos, os mamilos pequenos e rosados, já duros do ar condicionado.
— Porra, que liberdade — disse ela, jogando o top no chão.
Carol tirou o dela devagar, com vergonha ainda – mas a vergonha já era um ritual, não um pudor real. Os seios da ex-crente eram médios, perfeitos, os mamilos clarinhos.
Yasmin arrancou o top como quem arranca um band-aid. Os seios fartos balançaram livres, os mamilos escuros e grandes já apontando pro teto.
Yuki tirou o dela sem nada. A japonesa tinha os seios pequenos, duros, com piercing nos dois mamilos.
Ana tirou o último. A levantadora quieta, que agora estava começando a falar mais, soltar mais, gemer mais.
Sandra entrou na quadra de moletom. Parou no centro e olhou para o time.
— Vocês estão nuas em cima e vestidas embaixo. A regra era short sem calcinha. Cadê os shorts?
— A senhora não pediu pra gente tirar a calça também — disse Yasmin, rindo.
— Tirar a calça é só depois do treino. Agora, quero ver o short colado na boceta de cada uma. Quero ver o desenho dos grandes lábios. Quero ver a marca do suor.
Larissa vestiu o short primeiro – branco, fininho, sem calcinha. A boceta dela marcava perfeitamente, os grandes lábios se desenhando no tecido, uma umidade escura já aparecendo na altura do clitóris.
Carol vestiu o dela. A boceta raspada não escondia nada – o short mostrava cada centímetro dos pequenos lábios rosados.
Yasmin vestiu e a boceta grande quase rasgava o tecido. Os grandes lábios escuros e carnudos pareciam querer escapar pela lateral.
Yuki vestiu curto – a mata de pelos pretos aparecia por cima da cintura do short, uma floresta saindo para fora.
Ana vestiu e a boceta lisa brilhava de excitação já antes do treino começar.
Sandra finalmente tirou o moletom. Por baixo, ela estava com um top velho e um short preto – e nenhuma calcinha.
— Agora a gente treina — disse ela. — E quero suor. Quero muito suor.
O treino foi uma tortura deliciosa.
Cada saque, cada pulo, cada aterrissagem fazia os seios balançarem. Os mamilos roçavam no ar. O suor começou a escorrer pelos peitos, pelos abdomens, pelas axilas, e descia pelas costas até encharcar os shorts.
Yasmin foi a primeira a ficar com um círculo escuro na altura da boceta – o suor misturado com lubrificação natural.
— Olha a Yasmin — gritou Larissa. — Ela já tá molhada e a gente nem começou o jogo de verdade.
— Foda-se! Eu tô com tesão! — respondeu Yasmin. — E vocês também! Olha o short da técnica!
Sandra estava pulando bloqueio. O short preto dela estava completamente encharcado na frente. A mata de pelos brancos aparecia por cima do tecido. O suor escorria pela sua boceta grisalha e molhava o short por dentro.
— TÉCNICA, A SENHORA TÁ GOZANDO ENQUANTO TREINA? — gritou Carol.
— NÃO TÔ GOZANDO, SUA NOJENTA! TÔ SUANDO A BOCETA!
— E a senhora sabe a diferença?
— CLARO QUE SEI! SÓ VOU GOZAR DEPOIS DO TREINO. AGORA CORRE, CARALHO!
O treino acabou e a quadra cheirava a suor, a tesão, a boceta molhada.
Sandra reuniu todo mundo no centro da quadra.
— Ajoelhada, todo mundo. Agora o ritual.
Todas ajoelham.
— Cada uma vai escolher uma parceira. Vai lamber os seios dela primeiro. Depois as axilas. Depois o pescoço. E não vale ter nojo.
Yasmin escolheu Sandra.
— A técnica primeiro. Quero sentir o suor da boceta grisalha dessa velha gostosa.
— Não é boceta que você vai lamber agora, sua louca. É peito e axila.
— Depois a gente vê.
Carol escolheu Larissa. Ana escolheu Yuki. Helena – que tinha ido "assistir o treino" – escolheu Ana.
E Sandra escolheu Yasmin de volta.
— Senta no meu colo, sua dama da rua. Vamos ensinar essa molecada como se lambe uma mulher de verdade.
Yasmin sentou no colo de Sandra de frente. As pernas abertas. O short encharcado de suor esfregou na boceta grisalha da técnica.
— Não pode tirar o short ainda — disse Sandra. — Primeiro, os peitos.
Sandra passou a língua nos seios fartos de Yasmin. Lambia o suor escorrendo pelos mamilos escuros. Yasmin gemeu.
— A senhora lambe bem pra uma velha.
— Eu sou técnica de vôlei, sua puta. Minha língua é a mais preparada desse time.
Yasmin lambia os seios flácidos de Sandra de volta. Os mamilos compridos e escuros desapareciam na boca da "dama da rua".
— O suor da técnica é salgado igual lágrima — disse Yasmin.
— Lágrima de felicidade, caralho.
Depois dos peitos, Sandra ergueu o braço de Yasmin. A axila da ponteira estava escura, os pelos grossos e molhados de suor.
— Agora lambe.
Yasmin lambeu sua própria axila primeiro, só pra mostrar. Depois Sandra lambeu. A língua da técnica percorreu os pelos suados, o cheiro forte subindo.
— Isso é cheiro de quartas de final — disse Sandra.
— É cheiro de título, técnica.
Do lado, Carol estava com a cara enfiada na axila de Larissa. A capitã tinha o suor mais ácido, mais forte. Carol lambia como se fosse mel.
— Isso... isso é o que eu mais sinto falta quando você viaja — gemeu Carol.
— Sente falta do meu suor, anjo?
— Sinto falta do seu cheiro inteiro.
Ana lambia os peitos suados de Yuki. A japonesa tinha os seios pequenos e duros, o piercing nos mamilos. Ana lambia o piercing, o suor escorria, o metal brilhava.
— Eu nunca tinha lambido um peito furado — disse Ana.
— Agora você nunca mais vai querer lamber peito sem piercing — respondeu Yuki.
Helena estava de quatro, lambendo os pés de Sandra enquanto a técnica ainda estava com Yasmin no colo.
— HELENA, SUA NOJENTA! NÃO TAVA NA HORA DO PÉ AINDA!
— TÔ TREINANDO, TÉCNICA!
Depois de todos terem lambido os seios e axilas umas das outras, a quadra estava um silêncio molhado. Só a respiração pesada e o cheiro de suor impregnado no piso.
Sandra se levantou, ainda com o short encharcado, os pelos brancos da boceta escapando pelas laterais.
— Meninas, esse foi o melhor treino da minha vida. Mas eu quero mais.
— O quê, técnica? — perguntou Larissa, lambendo os dedos ainda molhados do suor de Carol.
— Eu quero ficar lisa. Quero depilar a minha boceta. Mas não quero depilar sozinha. Quero que vocês façam isso. Quero que cada uma tire um punhado dos meus pelos brancos com cera quente. Quero sentir a dor e o prazer ao mesmo tempo. E quero que isso seja um ritual – porque depois que eu ficar lisa, a gente vai ganhar o título.
O time ficou em silêncio.
— A senhora vai tirar os pelos brancos? — perguntou Yuki, com os olhos arregalados. — Mas eles são lindos.
— Eles vão continuar lindos dentro de um pote. Eu quero um coração. Só um coração de pelos brancos no meio da boceta. O resto liso.
— Quando a gente vai fazer isso, técnica? — perguntou Carol.
— Depois da final. Se a gente ganhar, a gente depila a minha boceta na festa do hotel. Na frente de todo mundo. E a Ana vai depilar a dela também – porque eu quero ver minha levantadora lisa igual um peixe.
Ana corou.
— Eu nunca depilei...
— Vai ser a primeira vez de muita coisa, filha. E vai ser com a gente.
Sandra ajoelhou no centro da quadra. As meninas fizeram um círculo em volta dela.
— Repete comigo — disse Sandra. — "Depois da vitória..."
— DEPOIS DA VITÓRIA... — repetiram todas.
— "...a boceta da técnica vai ficar lisa..."
— ...A BOCETA DA TÉCNICA VAI FICAR LISA...
— "...e o coração de pelos brancos vai ser o nosso troféu."
— ...E O CORAÇÃO DE PELOS BRANCOS VAI SER O NOSSO TROFÉU.
Sandra levantou, abriu a garrafa de água e jogou no próprio rosto.
— Agora todo mundo pro chuveiro. E amanhã tem mais treino. De topless e short sem calcinha de novo.
— Todo dia? — perguntou Yasmin.
— Todo dia até a final. Vocês vão entrar em quadra com a boceta tão suada que o time adversário vai sentir o cheiro antes da bola subir.
— E VAI TOMAR SUSTO! — gritou Larissa.
No dia seguinte à promessa, às seis da manhã em ponto, a quadra estava vazia. Só a gente. O segurança trancado lá fora, a pedido de Sandra.
A luz do sol entrava pelas janelas altas. O piso da quadra cheirava a cera nova. Mas logo ia cheirar a suor, tesão e boceta.
Sandra entrou primeiro. Estava com um moletom cinza fechado até o pescoço. Não tirou ainda. Queria ver as meninas se exporem primeiro.
— Regras — disse ela, subindo no banco do técnico. — Topless significa peito de fora o tempo todo. Short sem calcinha significa o short colado na boceta o tempo todo. Eu quero ver o desenho dos grandes lábios. Eu quero ver a marca do clitóris. Eu quero ver o suor escorrendo pelos seus mamilos e pingando no chão.
— A senhora vai ficar assistindo de moletom? — perguntou Yasmin, já tirando a camisa.
— Eu vou participar, sua louca. Mas primeiro quero ver vocês.
Larissa foi a primeira a tirar o top. Os seios musculosos, da cor do mel, os mamilos pequenos e rosados. Ela jogou o top na cara de Carol.
— Segura isso, anjo. Você vai usar de venda mais tarde.
Carol riu, mas já estava tirando o dela. Os seios da ex-crente eram médios, perfeitos, os mamilos clarinhos como botões de rosa. Ela ainda tentou cobrir com os braços, mas Larissa puxou seus braços.
— Nada de vergonha. A técnica mandou.
Yasmin arrancou o top como quem arranca um band-aid. Os seios fartos balançaram livres por um segundo antes de se acomodarem. Os mamilos eram escuros, grandes, já duros. O piercing no mamilo esquerdo brilhava.
— Gosta, técnica? — perguntou Yasmin, apertando os próprios seios e esfregando os mamilos.
— Gosto, sua puta. Agora o short.
Yasmin já estava de short de treino – cinza, fininho. Ela enfiou a mão por dentro e puxou a calcinha para fora. Uma calcinha de algodão branca, já úmida.
— Sem calcinha, técnica. Olha o desenho.
Ela se virou de costas, curvou, mostrou a boceta marcando o short por trás. Os grandes lábios se desenhavam como uma fruta partida ao meio.
— Isso, Yasmin. É assim que se entra em quadra.
Yuki tirou o top em silêncio. A japonesa tinha os seios pequenos, duros, quase masculinos. O piercing nos dois mamilos. Ela não disse nada – só olhou para Sandra com os olhos puxados e sorriu.
Depois enfiou a mão no short e puxou a calcinha – uma fio dental preto. Guardou no bolso.
— Pronta, técnica.
— Pronta, Yuki. Agora Ana.
Ana tremia um pouco. A levantadora quieta nunca tinha ficado de peito aberto na frente de todas. Mas ela tirou o top devagar.
Os seios de Ana eram pequenos, os mamilos médios, cor de buriti. Ela cruzou os braços.
— Tira os braços, Ana — ordenou Sandra.
Ana tirou. Os seios ficaram à mostra. O mamilo esquerdo tinha um pelo preto e fino saindo.
— Mais peluda do que eu imaginava — disse Sandra, rindo. — Vamos ter que depilar isso também.
— A senhora prometeu depilar só depois da final...
— E vou cumprir. Mas o peito você tira com pinça hoje à noite. Combinado?
Ana engoliu em seco.
— Combinado.
Sandra finalmente tirou o moletom.
Por baixo, ela estava com um top velho, rasgado na altura do mamilo direito – de propósito. O peito flácido aparecia por um buraco, o mamilo escuro e comprido já duro.
— A senhora tá usando um top furado de propósito? — perguntou Carol.
— Claro. Eu quero que meu mamilo respire enquanto eu treino vocês.
Ela tirou o top inteiro. Os seios caíram – flácidos, sim, mas com uma arrogância de quem já viveu muito. Os mamilos escuros e compridos apontavam para baixo.
— É assim que se envelhece com dignidade, meninas. Peito caído, boceta cabeluda, e tesão de sobra.
— A senhora não é caída, técnica — disse Larissa. — A senhora é uma obra de arte.
— Para com a bajulação e veste o short.
Sandra vestiu um short preto, bem curto. Sem calcinha, claro. O short era tão fino que dava para ver a mata de pelos brancos por baixo do tecido.
— Agora, todo mundo no lugar. Vamos treinar.
Cada saque era um espetáculo.
Yasmin sacava e os seios balançavam para um lado e para o outro. Os mamilos roçavam no ar. O suor começou a escorrer entre os seios, descendo pelo abdômen tanquinho, molhando o short.
Larissa corria para defender e os seios pulavam. Carol pulava para atacar e os seios subiam com ela. Yuki levantava e os peitos pequenos ficavam duros de tesão.
Ana, a mais quieta, foi a primeira a ter um acidente – o short subiu tanto que a boceta peluda apareceu inteira por baixo.
— ANA! TÁ MOSTRANDO A BOCETA! — gritou Yasmin.
— FODA-SE! — respondeu Ana. E continuou correndo.
Sandra assistia tudo, o short preto dela já encharcado de suor na altura da virilha. A mata de pelos brancos aparecia por cima do tecido, os pelos molhados brilhando.
— PARA O TREINO! — Sandra gritou.
Todo mundo parou. A respiração pesada. O suor escorrendo pelo queixo, pelos mamilos, pelas axilas.
— Agora, ajoelhada, todo mundo. É hora do ritual.
Todas ajoelharam no centro da quadra. O piso estava molhado de suor já.
— Cada uma vai escolher uma parceira. Vai lamber os seios dela primeiro. Depois as axilas. Depois o pescoço. E não vale limpar o suor antes. Quero o gosto do jogo.
Yasmin escolheu Sandra.
— A técnica primeiro. Quero sentir o suor dessa velha gostosa.
— Senta na minha frente, Yasmin. De frente. Quero ver seus olhos enquanto eu lambo seus peitos.
Yasmin sentou no chão de frente para Sandra. As pernas abertas. O short encharcado. Os seios fartos cobertos de suor que brilhava como óleo.
Sandra se inclinou e passou a língua no peito direito de Yasmin. O suor era salgado, com um fundo ácido. A língua percorreu o mamilo escuro, o piercing, a aréola.
— A senhora lambe bem pra uma velha — gemeu Yasmin.
— Eu sou técnica de vôlei. Minha língua é a mais preparada desse time. Agora você lambe os meus.
Yasmin se inclinou e lambeu o seio flácido de Sandra. O mamilo comprido e escuro desapareceu na boca da "dama da rua". Yasmin chupou como se fosse um doce.
— O suor da técnica é salgado igual lágrima — disse Yasmin, com a boca cheia.
— Lágrima de felicidade, caralho.
Depois dos peitos, Sandra ergueu o braço de Yasmin. A axila da ponteira estava escura, os pelos grossos e molhados de suor. O cheiro subiu – forte, ácido, de mulher que acabou de correr dois sets.
— Agora lambe.
Yasmin lambeu sua própria axila primeiro, só para mostrar. A língua percorreu os pelos, o suor escorreu pelo seu queixo. Depois Sandra lambeu. A língua da técnica entrou fundo na axila de Yasmin, lambendo os pelos, o cheiro, o sal.
— Isso é cheiro de quartas de final — disse Sandra.
— É cheiro de título, técnica.
Carol estava com a cara enfiada na axila de Larissa. A capitã tinha o suor mais ácido, mais forte. O cheiro subia como amônia, mas Carol lambia como se fosse mel.
— Isso... isso é o que eu mais sinto falta quando você viaja — gemeu Carol.
— Sente falta do meu suor, anjo?
— Sinto falta do seu cheiro inteiro. Da sua axila, do seu pescoço, da sua boceta.
— Hoje você vai ter tudo. Mas primeiro, lambe meu peito.
Carol lambeu o seio suado de Larissa. O mamilo pequeno e rosado desapareceu na boca da ex-crente. Lambia, chupava, mordia.
— Não morde, sua nojenta!
— A senhora disse que não vale ter nojo.
— Morder não é ter nojo, é ter fome. Tá com fome de mim?
— Tô com fome de tudo.
Ana e Yuki estavam num canto. A levantadora quieta e a japonesa.
Yuki tinha os seios pequenos, duros, os piercings brilhando de suor. Ana lambeu primeiro o piercing direito, depois o esquerdo. O metal tinha gosto de sangue e sal.
— Eu nunca tinha lambido um peito furado — disse Ana.
— Agora você nunca mais vai querer lamber peito sem piercing — respondeu Yuki, apertando a cabeça de Ana contra seus seios.
Depois Yuki ergueu o braço. A axila da japonesa tinha pelos finos e pretos. O suor era mais doce que o das outras, quase adocicado.
— Cheira — ordenou Yuki.
Ana cheirou. Inspirou fundo. Os olhos reviraram.
— Parece... parece chá verde com mel.
— É o meu suor de japonesa. Bebe.
Ana lambeu. Bebeu o suor de Yuki como quem bebe água no deserto.
Helena tinha entrado na quadra sem ninguém ver. A massagista assistia do banco, se masturbando devagar.
— HELENA! — gritou Sandra. — Você não está treinando. Você não está suada. Você não vai lamber ninguém.
— Então me suem, técnica. Me lambem de suor. Eu quero ser lambida também.
Sandra riu.
— Depois, Helena. Primeiro a gente termina o ritual. Depois você entra.
Depois de todos terem lambido os seios e axilas umas das outras, a quadra estava um silêncio molhado. Só a respiração pesada e o cheiro de suor impregnado no piso.
Sandra se levantou. O short preto estava completamente encharcado. A mata de pelos brancos aparecia por cima e por baixo do tecido.
— Esse foi o melhor treino da minha vida — disse ela. — Mas amanhã tem mais. E vai ser mais intenso. Porque amanhã a gente treina de short sem calcinha e sem top também embaixo.
— A gente já tá sem calcinha, técnica — disse Yasmin.
— Eu quero dizer que amanhã o short é opcional. Quem quiser treinar pelada, pode.
O time arregalou os olhos.
— PELADA? — perguntou Carol.
— Pelada. Boca aberta, boceta aberta, cu aberto. Eu quero sentir o cheiro de vocês na quadra.
— A senhora vai estar pelada também? — perguntou Yuki.
— Eu vou estar de short. Vocês é que vão estar peladas. Eu sou a técnica. Eu mando. Vocês obedecem.
Larissa riu.
— A senhora só não fica pelada porque tem vergonha dos peitos caídos.
Sandra ficou vermelha.
— VERGONHA DO CARALHO! Eu tenho os peitos mais gostosos desse time!
— Então mostra, técnica.
Sandra hesitou um segundo. Depois tirou o short.
A boceta grisalha apareceu – a mata de pelos brancos, os grandes lábios escuros e flácidos, o clitóris pequeno e escondido. Tudo à mostra.
— Tão vendo? É assim que se é técnica. Peito caído, boceta cabeluda, e o triplo do tesão de vocês todas juntas.
O time aplaudiu.
— Agora veste o short, sua louca — disse Yasmin, rindo. — A gente precisa treinar. A final é amanhã.
— A final é amanhã — repetiu Sandra, vestindo o short de volta. — E amanhã a gente ganha. E depois da vitória... a minha boceta fica lisa.
— E a minha também — disse Ana, com a voz trêmula.
— E a sua também, filha.
Na véspera da final, Sandra cumpriu a promessa.
— Hoje todo mundo treina pelada. Exceto eu. Eu vou treinar de short. Quero ver o cu de vocês escorando na bola. Quero ver a boceta de vocês marcando o piso da quadra.
Larissa tirou o short primeiro. A boceta apareceu – os grandes lábios rosados, o clitóris já inchado, os pelos aparados rentes.
— Pronta, técnica.
Carol tirou o short tremendo. A boceta raspada brilhava de lubrificação. Os pequenos lábios rosados e apertados.
— Não treme, anjo. É só a gente.
— Eu sei... mas ainda é esquisito ficar pelada na quadra.
— Vai ficar natural daqui a cinco minutos. Anda.
Yasmin tirou o short e jogou na cara de Helena.
— Guarda isso, massagista. Vai servir de venda mais tarde.
A boceta de Yasmin apareceu – os grandes lábios escuros e carnudos, o grelão saltado, o suor já descendo pela virilha.
Yuki tirou o short em silêncio. A mata de pelos pretos apareceu – uma floresta fechada. O suor já tinha encharcado os pelos.
Ana tirou o short por último. A levantadora quieta mostrou a boceta peluda para todas pela primeira vez. Os pelos eram escuros, grossos, subiam até o umbigo e desciam até o cu.
— Tira os pelos da boceta, Ana — ordenou Sandra. — Quero ver o desenho.
— Depois da final, técnica. A senhora prometeu.
— Eu prometi. E vou cumprir. Mas hoje eu quero ver o que a gente vai depilar amanhã.
Ana abriu as pernas. A mata de pelos escuros se abriu como uma flor. Os grandes lábios apareceram por baixo – rosados, inchados, já molhados.
— É uma floresta amazônica — disse Sandra, ajoelhando na frente de Ana. — Vai dar trabalho.
— A senhora vai me depilar com a cera? Vai doer?
— Vai doer pra caralho. Mas você vai gostar.
Ana engoliu em seco.
— Acredito na senhora.
O treino foi uma tortura deliciosa.
A bola passava de um lado para o outro. Os seios balançavam. As bocetas escorriam. O suor pingava no piso da quadra.
Yasmin mergulhou para defender e o cu apareceu inteiro por um segundo. Carol estava no fundo da quadra e viu.
— Yasmin! Tá mostrando o cu!
— FODA-SE! TÔ DEFENDENDO!
Yuki levantou para Yuki e os pelos pretos da boceta roçaram na bola.
— EU SINTO O PELO NA BOLA, CARALHO! — gritou Yuki.
— VAI SE ACOSTUMANDO! AMANHÃ VAI ESTAR PIOR!
Larissa deu um saque e o clitóris bateu na coxa direita. Ela gemeu.
— PORRA! QUASE GOZEI!
— SE GOZAR, É FALTA! — gritou Sandra. — SEGURA ESSA BOCETA!
— NÃO DÁ, TÉCNICA! TÁ MUITO SENSÍVEL!
— SEGURA, CARALHO! É TREINO!
No final do treino, todas estavam exaustas. Peladas. Suadas. As bocetas vermelhas de tanto roçar na coxa, no ar, na bola.
Sandra reuniu todo mundo no centro da quadra.
— Amanhã é a final. Amanhã a gente ganha. E amanhã, depois do título, a gente vai para o hotel. E aí a minha boceta fica lisa. E a boceta da Ana também.
— A senhora prometeu, técnica — disse Ana.
— E vou cumprir. Mas só depois da vitória. Porque a vitória é o nosso lubrificante. Sem vitória, não tem depilação.
— Então a gente vai ganhar — disse Larissa.
— Claro que vai. Agora todo mundo pro chuveiro. E hoje ninguém transa. Hoje é descanso. Amanhã a gente transa depois do título.
— A senhora vai cumprir essa promessa também? — perguntou Yasmin.
— Vou cumprir todas. Menos a do descanso.
— Como assim?
— Vocês vão descansar. Eu não. Eu vou ficar acordada a noite inteira pensando na cara de vocês quando eu depilar minha boceta.
O time riu. E foi para o chuveiro.
No dia seguinte, o ginásio estava lotado. Torcida adversária gritando. A gente sentia o cheiro da quadra aquecida, do próprio suor escorrendo entre os seios antes mesmo da bola subir.
No vestiário, Sandra fechou a porta.
— Escuta aqui, suas sapatão desgraçadas. Esse é o jogo da nossa vida. Quem ganha transa a noite toda. Quem perde... vai ter que me pagar com boquete duplo. Mas a gente não vai perder. Porque hoje eu tô com a boceta mais molhada do ano. E isso é presságio de vitória.
— A senhora tá molhada, técnica? — perguntou Yasmin.
— Olha.
Sandra abaixou o short. A boceta grisalha apareceu. A mata de pelos brancos estava completamente encharcada – não de suor, de lubrificação.
— A senhora gozou antes do jogo?
— Não gozei. Eu só pensei em vocês peladas na quadra ontem a noite inteira. E minha boceta não secou mais.
— A senhora vai jogar assim?
— Eu não vou jogar, sua louca. Eu vou treinar vocês. Da arquibancada. Com a mão na boceta.
— A senhora vai se masturbar durante o jogo?
— Se precisar. Mas vocês vão ganhar rápido. Três sets. E aí a gente vai para o hotel. E aí a minha boceta fica lisa.
— E A MINHA TAMBÉM! — gritou Ana.
— E a sua também, filha. Agora entra em quadra e mata essas Águias.
O JOGO
Primeiro set: 25 a 18. Carol atacou como se tivesse possuída. Cada bola que ela matava, olhava para Larissa na rede e passava a língua nos lábios.
Segundo set: 25 a 20. Ana levantou com uma precisão cirúrgica. Yuki pulou do fundo e acertou um saque viagem.
Terceiro set: 25 a 15. As Águias desmoronaram.
Larissa fechou o jogo com um block sozinha. A bola bateu na quadra adversária com um som seco.
Placar final: 3 a 0.
O ginásio explodiu. A gente se agarrou no meio da quadra, suadas, chorando, rindo.
— Porra, eu tô pingando — gemeu Carol, abraçada em Larissa. O calção branco estava encharcado.
— Eu também, anjo — respondeu Larissa, enfiando a mão por dentro do short de Carol ali mesmo, na quadra. — Isso aqui é o mel do título.
Lá das arquibancadas, Sandra se levantou. A mão dela estava enfiada dentro do short. Ela tirou a mão e mostrou para o time – três dedos brilhando de lubrificação.
— DEPILAÇÃO, MENINAS! HOJE TEM DEPILAÇÃO!
O time gritou. A torcida gritou. Ninguém entendeu nada. Mas a gente entendeu.
A gente nem esperou o ônibus. Sandra trancou a porta com um cadeado que ela mesma trouxe. Helena já estava pelada na maca, com um cintaralho preto de 20 centímetros preso na cintura.
— A ordem é a seguinte — anunciou a técnica, tirando a calça encharcada de suor. A sua boceta grisalha apareceu, os pelos brancos colados de umidade. — Primeiro, a capitã come a massagista. Depois, a massagista come a técnica. Depois, todas comem todas. E ninguém dorme até o sol nascer.
Larissa montou em Helena de frente, sentou no cintaralho num movimento único. Gritou tão alto que a parede tremeu. Yasmin ajoelhou atrás de Larissa e começou a lamber seu cu.
Carol sentou na cara de Ana, esfregando a boceta inchada no rosto da levantadora. Ana lambeu. Carol jorrou um líquido grosso direto na boca aberta de Ana, que bebeu tudo rindo.
Sandra assistia tudo encostada na parede, se masturbando freneticamente com três dedos dentro da própria boceta velha e grisalha.
— Vocês são minhas putas vitoriosas — gritou a técnica. — Esse time é meu. Essa porra de campeonato é meu.
Helena tirou o cintaralho de dentro de Larissa e foi até Sandra.
— De quatro, técnica.
Sandra obedeceu. Helena cuspiu no cuzinho enrugado da técnica – cercado de pelos brancos – e enfiou o cintaralho devagar.
— Há quanto tempo eu não dava o cu — gemeu Sandra.
Yasmin montou na cara da técnica.
— Chupa minha boceta enquanto a massagista come seu cu, sua velha safada.
Sandra chupou. Yasmin gozou na cara da técnica aos gritos.
Yuki estava no canto com Carol, a japonesa de quatro, a mata de pelos pretos escancarada, Carol enfiando a língua dentro do seu cu.
Ana se masturbava sozinha, assistindo tudo, e gozou sem nem ser tocada – só de ver o cu da técnica sendo comido pelo cintaralho e os pelos brancos balançando.
Depois do vestiário, o clube tinha reservado o salão de festas do hotel. Champanhe, música, piscina aquecida.
A gente chegou suada do jogo, pelada por baixo dos agasalhos. Sandra entrou primeiro. Subiu em cima de uma espreguiçadeira.
— A PROMESSA VAI SER CUMPRIDA AGORA! — gritou ela.
O time aplaudiu.
— Banho primeiro? — perguntou Helena.
— Banho o caralho. A gente vai entrar na piscina suada do jeito que tá. Quero ver o suor do jogo boiando na água.
Todo mundo tirou o resto da roupa ali mesmo, na borda da piscina, e entrou na água morna. Carol entrou agarrada em Larissa. Yuki mergulhou de cabeça, a mata de pelos pretos boiando como algas. Yasmin pulou de primeira, os seios fartos balançando.
Sandra ficou na borda.
— Helena, a cera.
Helena trouxe o kit de depilação – cera quente, espátulas, tiras de pano.
— Quem vai primeiro? — perguntou Helena.
— A Ana. A levantadora vai ser a primeira boceta lisa do time.
Ana tremeu. Saiu da piscina. Estava nua, a mata de pelos escuros brilhando de suor e lubrificação.
— Deita na espreguiçadeira, filha — ordenou Sandra. — Abre as pernas.
Ana deitou. Abriu as pernas. A mata de pelos apareceu – grossa, fechada, subindo até o umbigo.
Sandra ajoelhou na frente da levantadora.
— Eu mesma vou passar a cera. Porque eu sou a técnica. E a técnica faz tudo.
Sandra passou a cera quente nos pelos escuros da boceta de Ana. Esperou esfriar. E puxou a primeira tira.
Ana gritou.
— AI, CARALHO!
Os pelos saíram em massa. A pele rosada e lisa apareceu por baixo. O clitóris ficou à mostra, vermelho, pulsando.
— CONTINUA, TÉCNICA! NÃO PARA!
Sandra passou tira por tira. A mata foi desaparecendo. Os grandes lábios foram aparecendo – rosados, inchados, lisos como vidro.
— O CU TAMBÉM, TÉCNICA! DEPILA MEU CU!
Sandra riu.
— Sua nojenta. Vira de costas.
Ana virou de costas. Empinou a bunda. O cu apareceu – cercado de pelos escuros e grossos.
Sandra passou cera no cu de Ana. Puxou. Ana gritou de novo – dor e prazer juntos.
— TUDO, TÉCNICA! TIRA TUDO!
Sandra puxou tira por tira até o cu de Ana ficar completamente liso. Rosado. Parecendo de menina.
— Pronto — disse Sandra. — Olha isso.
O time se aproximou. Olhou a boceta lisa de Ana. O clitóris saltado. Os grandes lábios rosados. O cu lisinho.
— TÁ PARECENDO UMA BARBIE — gritou Yasmin.
— UMA BARBIE SAFADA — completou Yuki.
— Agora me lambe — pediu Ana. — Quero sentir a língua de vocês na minha boceta lisa.
Yasmin se ajoelhou na frente de Ana e lambeu. A língua deslizou sem nenhum pelo atrapalhando.
— TÃO LISINHO! TÃO MACIO!
— A MINHA VEZ — disse Sandra. — AGORA É A MINHA BOCETA.
Sandra deitou na espreguiçadeira ao lado de Ana. Abriu as pernas. A mata de pelos brancos e grisalhos apareceu – a floresta prateada que todo mundo já conhecia.
— Meus pelos são minha identidade — disse Sandra, hesitando.
— E vão continuar sendo — disse Carol. — A senhora vai depilar não pra ficar lisa. A senhora vai depilar pra gente guardar os pelos num pote. Como troféu.
— O troféu da boceta mais gostosa do time — disse Yuki.
— Helena, você passa a cera. Mas deixa um coração.
— A senhora tem certeza, técnica? Seus pelos são lindos.
— Vão continuar lindos dentro de um pote. E o coração vai ser a minha marca.
Helena passou a cera quente na mata de pelos brancos. Puxou a primeira tira.
Sandra mordeu os lábios. Não gemeu. Mas os olhos marejaram.
— Isso me lembra quando eu era jovem. Quando eu era lisa assim.
— A senhora continua jovem — disse Carol, segurando a mão de Sandra.
Helena puxou tira por tira. Os pelos brancos saíam em massa. A pele rosada e envelhecida aparecia por baixo – lisa, sensível, inchada.
Larissa se ajoelhou ao lado e passava a mão na boceta da técnica entre uma tira e outra.
— Tá ficando lisinha, técnica.
— Tá parecendo o cu de uma novinha — disse Yasmin.
— PARA COM ISSO! — Sandra riu.
Quando a mata quase tinha sumido, Helena parou. Só restava um coração no monte de Vênus – um pequeno desenho de pelos brancos e grisalhos.
— Pronto — disse Helena. — A senhora tá linda.
Sandra olhou para baixo. Passou a mão na própria boceta lisa. Pele macia, sem atrito. O coração de pelos fazia cócegas nos dedos.
— Agora me lambe. Todas vocês.
Larissa lambeu primeiro. A língua deslizou pela boceta lisa de Sandra, sem nenhum pelo atrapalhando. Carol lambeu depois, no clitóris. Yasmin lambeu o coração de pelos brancos. Yuki lambeu o cu liso da técnica. Ana lambeu os grandes lábios.
Helena ficou por último. Lambeu de cima a baixo, do coração ao cu.
— É diferente, técnica?
— É muito mais sensível. Parece que eu nunca tinha sido tocada de verdade.
Helena vestiu o cintaralho rosa.
— Agora a senhora vai ser comida pela primeira vez com a boceta lisa.
— ME COME, HELENA. ME COME COM FORÇA.
Helena enfiou o pau de borracha na boceta lisa e depilada de Sandra. Sem os pelos, entrou mais fundo. Mais fácil. Sandra sentiu cada centímetro.
— ISSO! ISSO! EU NUNCA TINHA SENTIDO ASSIM!
— Toda semana a gente depila a senhora de novo.
— Não tira meu coração...
— Não tira, não. É a marca da rainha.
Yasmin montou na cara de Sandra.
— Chupa minha boceta enquanto a massagista come seu cu, sua velha depilada.
Sandra chupou. Yasmin gozou na cara da técnica aos gritos.
Larissa e Carol estavam num canto, uma montada na outra. Yuki esfregava a boceta peluda na coxa de Ana, que agora estava lisa como uma boneca.
O AMANHECER
O sol nasceu e a gente ainda estava ali. Peladas, suadas, com cheiro de cera quente, boceta lisa, cu aberto, suor e champanhe.
As depilações tinham virado ritual. Ana estava lisa como uma porcelana. Sandra tinha um coração de pelos brancos no meio da boceta.
O troféu de campeã estava jogado na borda da piscina. Larissa pegou ele e enfiou a base de metal na sua boceta inchada.
— Esse é o nosso assento de rainha.
Carol ajoelhou na frente da capitã e lambeu o troféu, lambendo também a boceta de Larissa.
Yasmin abriu a porta do salão, pelada, e gritou pro corredor vazio:
— SOMOS CAMPEÃS, CARALHO! E NINGUÉM TRANSOU MAIS DO QUE A GENTE!
Sandra, ainda deitada na espreguiçadeira, com a boceta lisa e o coração de pelos brancos brilhando de lubrificação, levantou a cabeça e sorriu.
— Amanhã tem treino, meninas. Às seis da manhã.
— A senhora vai conseguir andar, técnica? — perguntou Ana.
Sandra levantou com dificuldade, mancou até a borda da piscina, sentou e abriu as pernas. O coração de pelos brancos se mexendo com a respiração.
— Helena, mais uma massagem.
— Onde, técnica?
— No coração.
Helena ajoelhou e lambeu o coração de pelos brancos de Sandra.
— Não era no joelho, sua piranha?
— Menti — disse Sandra, fechando os olhos. — Era aqui mesmo.
E o cheiro daquela manhã – suor de jogo, boceta lisa, cu aberto, cera quente, pelos brancos em forma de coração, champanhe e o perfume barato do sabonete do hotel – era, mais uma vez, o cheiro da vitória.
A cidade inteira queria uma foto com as Panteras. Mas a gente só queria uma coisa: continuar se comendo em paz.
Sandra montou um esquema. As entrevistas coletivas duravam quinze minutos. Depois, a gente trancava a sala de imprensa e fazia a verdadeira coletiva – peladas em cima da mesa.
Numa dessas coletivas, a repórter da TV local ficou encostada na porta ouvindo.
— Isso vai sair no jornal amanhã — disse ela, corada.
— Só se você quiser participar — respondeu Yasmin, abrindo a porta pelada.
A repórter não saiu do lugar. Três minutos depois, ela estava de quatro na mesa, com a calcinha na mão de Ana. Sandra, pelada, o coração de pelos brancos na boceta à mostra, ensinou a repórter a chupar um cu pela primeira vez.
— Bem-vinda ao time — disse a técnica, depois que a repórter gozou.
A federação pediu um amistoso contra o time masculino do estado. As Panteras ganharam de 3 a 0.
Depois do jogo, no vestiário deles, Yasmin chupou o levantador adversário até ele gozar na boca dela em quinze segundos.
Sandra entrou em seguida. Abaixou a calça e mostrou a boceta lisa com o coração de pelos brancos.
— Quem tiver coragem de chupar uma mulher de sessenta anos, é agora.
Três jogadores se ajoelharam na frente dela. Ela gozou na cara dos três.
— Homem é tudo besta — disse Carol.
— A gente come eles em quadra e fora dela — respondeu Larissa, enfiando dois dedos na boceta de Carol ali mesmo, no banco do vestiário masculino.
O clube alugou um sítio. Piscina, churrasqueira.
Quando o sol se pôs, a festa virou orgia. Larissa amarrou Carol numa espreguiçadeira. Ana comeu o cu de Carol com um cintaralho pela primeira vez. Yasmin sentou na cara de Carol. Larissa comeu o cu de Ana.
Yuki e Helena ficaram na piscina. Yuki montou no rosto de Helena, a mata de pelos pretos abafando a massagista.
Sandra estava sentada sozinha numa espreguiçadeira, as pernas abertas, o coração de pelos brancos da boceta brilhando sob o luar. Helena saiu da piscina, foi até Sandra, ajoelhou entre suas pernas e lambeu lentamente.
— Técnica, a senhora tá feliz?
— Tô, Helena. Tô muito feliz.
Às três da manhã, todas estavam exaustas. Peladas, deitadas no gramado molhado de orvalho. O céu estrelado. Carol aninhada entre Larissa e Ana.
— Eu nunca imaginei que seria assim — sussurrou a ex-crente. — Virar essa puta que nem reza mais.
— Você não é puta, anjo — disse Larissa. — Você é uma pantera. A gente transa igual bicho porque a gente joga igual bicho.
— E ganha igual bicho — completou Yasmin.
Yuki abriu um sorriso raro.
— O cheiro da vitória... é o cheiro da gente.
Sandra se levantou, mancando. O coração de pelos brancos na sua boceta balançava enquanto ela andava.
— Meninas, amanhã começa a pré-temporada.
— A senhora não vai nem sentir o cu amanhã — gritou Yasmin.
— Não vou mesmo. Porque vocês vão pagar com suor.
E riram. Todas.
O vento trouxe o cheiro do mato, da chuva que ia chegar, e da boceta de Carol que ainda escorria na mão de Larissa.
E, misturado a tudo isso, o cheiro dos pelos brancos e grisalhos da técnica Sandra – o coração, a mãe, a rainha, a boceta mais velha e mais sábia de todas.
O cheiro da vitória.
FIM