Quanto tempo! Estou sumido, né? Mas continuo trabalhando nos contos de pouco em pouco. Venho com este post para dizer que a continuação do meu conto Test Drive ainda está em produção, só preciso de mais um tempo. Outra coisa é que eu queria ver se alguns de vocês tem interesse em alguns outros contos que tenho trabalhado em conjunto com as continuações. Como eu não quero perder tempo trabalhando em vários projetos ao mesmo tempo, queria ver se vocês me ajudam a escolher um para postar logo após a continuação de Test Drive.
Conto 1 – Casada, Fiel e Respeitável, Me Tornei a Puta dos Bullies do Meu Filho
Com um corpo curvilíneo e uma vida sexual frustrada ao lado de um marido indiferente, eu decidi tomar as rédeas da situação quando meu filho adolescente chegou em casa com o rosto marcado por um tapa. Movida por forte instinto maternal, confrontei Marlon, o garoto que machucou Gabriel, mas acabei caindo em uma chantagem sexual perigosa que despertou em mim uma excitação proibida e avassaladora. Entre a culpa esmagadora e um desejo que eu não conseguia mais controlar, descobri o quanto estava disposta a me entregar para proteger meu filho.
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“Foi só tarde da noite que recebi uma resposta de Marlon. Eu nunca tive o costume de levar o celular para o banho, sempre achei uma distração desnecessária, mas naquela noite eu estava alvoroçada - deixei o celular no nicho do box e, no meio do banho, ouvi o toque de mensagem. Imediatamente fechei o chuveiro, sequei as mãos e abri a conversa de Marlon. Meu coração acelerou e senti uma fúria se instalando, mas me segurei pois sabia que, zelando pela minha reputação e do meu filho, qualquer fosse a resposta dele, eu teria de agir com categoria e elegância.
Mas na hora que abri a conversa, a única coisa que vi foi um arquivo de vídeo. Na hora achei que havia errado de perfil, mas depois de uma segunda conferida percebi que não estava vendo coisas. A imagem de prévia estava embaçada e turva, não dava para entender bem do que se tratava, mas dava para perceber um claro movimento. Admito que fiquei confusa na hora, mas talvez ali Marlon havia filmado suas sinceras desculpas, por isso havia demorado tanto tempo para responder.
Apertei o play e logo veio o susto: gemidos altos explodiram pelo banheiro, junto com o estalo forte de pele contra pele. Meu rosto queimou de vergonha. Cliquei desesperada na tela até o vídeo parar, com o coração martelando no peito. Acho que fiquei quase 10 minutos em pé naquele box mandando mensagem atrás de mensagem, perguntando como ele tinha coragem de mandar aquilo para mim, numa situação tão séria como aquela.
Logo que me acalmei, percebi que ele não iria responder tão cedo, o que me deixava ainda mais chateada. Deixei meu celular no nicho e voltei ao meu banho, mas o vídeo não saia da minha mente. Enquanto passava meu hidratante, lembrava da vergonha que me fez passar, com medo de que meu marido havia ouvido algo no quarto ao lado. Porém, quanto mais me recordava, mais pensava que havia algo de familiar ali. Os lençóis bege, o papel de parede branco com detalhes em dourado do quarto e principalmente o tom daquela voz...
De primeira achei que estava pensando além da conta. Neguei o máximo que pude, tentando argumentar com migo mesma, mas minha ansiedade falou muito mais alto. Decidi terminar o banho ali, fechando o chuveiro de vez e começando a secar o corpo, mas meus olhos não saiam do nicho do box. Sem perceber, quase de forma instintiva, peguei o celular e abri a conversa. Com o coração batendo na garganta, diminui bem o volume e abri o vídeo novamente. Pensava comigo mesma que seriam somente alguns segundos, apenas para tirar aquela dúvida cruel.
Porém, depois de assistir mais que alguns poucos segundos, minhas dúvidas se concretizaram, realmente era minha vizinha Helena. Ela estava de joelhos na cama, apoiada com as mãos no colchão, numa pose comprometedora, gemendo de forma inesperada no ritmo dos movimentos do homem que a penetrava, a cintura dele batia contra o corpo dela com certo vigor.
Fiquei pasma vendo minha amiga que era tão correta, tão composta, reagindo daquele jeito quase exagerado ao avanço daquele homem que claramente não era seu marido. De pele bem mais escura, contrastando com a pele alva de Helena, ele não parava um segundo com as investidas. Ele pegou na cintura dela, acelerou e gemeu grave e alto junto dela quando tirou tudo de uma vez. Nunca na minha vida havia visto algo daquele tamanho...
Era enorme, muito comprido e bem grosso. Não conseguia ver muito detalhes, mas a silhueta daquela coisa era assustadora. Então, depois de recuperar o fôlego, Helena me surpreendeu novamente, apoiando o rosto no colchão olhando para trás, puxando as bandas da bunda com a ponta dos dedos e falando com um tom inesperadamente natural e sem-vergonha, toda meiga e perdida naquela situação degradante.
“Não tiraaa... Põe de novo, vai... Por favor! Não tiraaaa...”
Então pude ouvir a voz do homem atrás dela, que segurava seu membro enorme e dava tapas com ele nas partes expostas de Helena. Era uma voz bem grave de garoto jovem, de ensino médio.
“Num quer que tira, é?! Hehehehe... Semana passada tu nem tava aguentando meia hora... Agora tá implorando pra leva piroca grossa, sua cachorra?!!”
Terminou de falar e deu três tapas bem dados na bunda da minha amiga. E logo ouvi mais uma voz, alguém atrás do celular que filmava tudo, voz de adolescente.
“Hahaha... Essa daí já ta viciada!”
“Pode crê... Não tem vadiazinha apertada que não vicia na jibóia do pai! Heheheheh!!”
Disse todas aquelas obscenidades enquanto penetrava Helena novamente, tirando um gemido alto e fininho dela fazendo seu corpo todo tremer. Ele fez questão de botar todo o comprimento maciço de uma vez só e mal entrou já passou a movimentar o quadril rapidamente. Depois de alguns segundos daquele sexo indecente, a câmera fez um movimento para cima, mostrando enfim o rosto do delinquente. Era o próprio Marlon, idêntico a foto em seu perfil. Ele olhou para a câmera, deu um sorriso, botando a língua para fora e fez um gesto com a mão.
O vídeo parava ali, sem mais nem menos, me deixando totalmente abalada. Fiquei paralisada, no meio do box, toalha caída aos pés, meu corpo parecia até mais quente que meu rosto. A água gelada ainda caía do cabelo, escorria pelo corpo todo e, quando chegou no quadril, me espantei ao notar uma pulsação quente, um aperto extremamente incomodo e indesejado no meio das pernas. Passei a mão na parte de baixo da barriga e não conseguia acreditar em mim mesma. Como podia estar reagindo daquele jeito vergonhoso a um vídeo tão indecente? Recusava acreditar que aquela umidade não vinha da água do banho...”
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Conto 2 - Demônio do Vento Sul
Nos tempos antigos de um reino sombrio da Europa setentrional, uma rainha de beleza flamejante e sangue ardente carrega em si um desejo insaciável que nem o mais poderoso dos reis consegue apagar. Quando o soberano, atormentado por uma maldição íntima, descobre as infidelidades da esposa, ele busca uma cura desesperada junto a um misterioso mercador oriental. O que chega ao castelo é algo além da compreensão humana: um colosso de pele escura e força sobre-humana, o Demônio do Vento Sul. Por sete dias e sete noites, o rei é obrigado a ouvir, atrás de uma porta trancada, os sons de um ritual selvagem e proibido que pode salvar ou destruir para sempre sua rainha — e sua própria alma. Entre luxúria, vergonha e tormento, nasce uma crônica sombria sobre desejo, possessão e os limites perigosos do amor.
“Confuso e aflito, o rei buscou conselho ao velho xamã, seu braço direito nas razões da espiritualidade. O senhor, com voz grave, advertiu que a sanidade da rainha beirava o limite, com plena certeza de que algum tipo de espírito maligno estivesse possesso de seu ser. Advertiu que pusessem um fim aquilo, urgente, pois aquelas escapadas e prazeres proibidos iriam destruir a alma dela e do rei. Porém, mesmo depois de tantas discussões e planos, o rei ainda profundamente apaixonado por sua rainha, não ousou impor-lhe limites. Preferindo assim deixá-la livre, na esperança de que a magia do amor de ambos purificaria seu estado anormal.
A rainha, entretanto, seguiu um caminho divergente ao desejo de seu rei. Seu apetite pelos cavaleiros honrados diminuiu drasticamente, quase se esgotou. Sua predileção passou a recair sobre os mercadores estrangeiros, os trabalhadores comuns e até os homens de terras cálidas, de pele terrosa que vinham como cativos ao reino. Estes eram seus preferidos, pois lhe ofereciam longas horas de prazer, lhe alargando ao máximo que aguentava e lhe provocando calafrios e tremedeiras com facilidade.
Secretamente, se deitou com um em uma noite quente, provando do veneno viciante. Depois dois. Por fim, conseguiu reunir três deles, que a dominaram com grande volúpia. Ali, a soberana lançou-se ao meio deles. Um após o outro, tomavam posse de sua carne; ela se entregava a todos, até que, montada sobre um deles, soltou um grito de gozo tão alto que ecoou entre as tábuas e as pedras do estábulo isolado. Foi então que o rei e seus homens a flagraram naquela cena de absoluta desonra.
A afronta foi insuportável. Tomado de fúria e vergonha, o rei ordenou ao xamã que libertasse sua rainha daquela febre carnal. Vieram então as ervas amargas, as poções de odor suspeito, os rituais ao som de tambores, as longas meditações e até unções sobre o corpo da rainha. Nada, porém, aplacou o ardor que nela crescia.
Os dias se tornaram semanas, e as semanas, meses. A rainha, porém, já não conseguia entregar-se a nenhum outro homem. A febre que antes ardia em sua carne transformara-se em algo ainda mais sombrio: uma obsessão que só encontrava alívio nas palavras. Sem poder saciar o corpo, começou a reviver, todas as noites, a infame noite no estábulo. Dia após dia, ao deitar-se ao lado do rei, narrava com minúcia perturbadora cada um dos três escravos egípcios que a haviam possuído.
Contava sobre o primeiro, cujo membro descomunal era grosso como o pulso de um guerreiro e tão longo que lhe arrancava gemidos profundos. Descrevia o segundo, de libido incansável, que a tomara sem pausa por horas a fio, como se o cansaço lhe fosse desconhecido. Assim prosseguia, noite após noite, detalhando com voz rouca e olhos flamejantes o vigor selvagem, a pele ardente e os modos brutais de cada um deles, enquanto o rei ouvia em silêncio, o peito apertado por uma angústia sem fim, mas tocando-se intimamente, lembrando que aquele era o único jeito que conseguia enfim se aliviar de sua enferma libido.
Em súplicas desesperadas, rogava ao velho xamã que quebrasse a maldição, pois já não sabia se ela recaía sobre a esposa… ou sobre ele mesmo.”
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Conto 3 - O Neto do Caseiro: Dominou Todas as Mulheres da Minha Família
Durante uma semana no rancho da família, um garoto tímido descobre que o neto do caseiro, outro garoto da idade dele, que trabalha ali na ausência do pai, quieto e respeitoso durante o dia, está lentamente dominando as mulheres da casa quando chega a noite. Primeiro a irmã santinha, depois a avó tarada e, por fim, a própria mãe — todas se rendem ao mesmo pauzão grosso e ao jeito dominante de Kauê. Entre passeios escondidos, finas frestas e sussurros, o garoto assiste impotente enquanto as três gerações de sua família se transformam em putas viciadas, cada uma com seu único fetiche secreto e degradante, que Kauê realiza com pleno prazer juvenil. O que começa como choque vira uma obsessão doentia: quanto mais Luís assiste, mais excitado fica.
Não tenho uma parte para postar aqui, pois não dei muita ênfase em criar as partes deste, e não achei um que pudesse postar aqui sem spoilar muito. Seria um conto dividido em 3 partes, todos narrados pelo filho adolescente, Luis.
Estes são os contos que estou trabalhando e quero a opinião de vocês. O que querem ver próximo?
Lembrando que a continuação de Rafael com o casalzinho de Test Drive está na metade do caminho.
