Abismo de Prazer Tríplice

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 1478 palavras
Data: 06/05/2026 23:54:03

Era uma sexta chuvosa em Curitiba, casa vazia enquanto Leonardo viajava a trabalho. Marcelo chegou discreto pela porta dos fundos, sacola com uísque e pó. Sentamos no sofá de couro da sala, luz baixa, linhas brancas na mesinha: aspirei primeiro, olhos vidrados nos dele.

O beijo veio faminto, línguas enroscando com urgência úmida, unhas minhas traçando o peito definido dele, músculos se contraindo sob a pele quente. Ele subiu minha blusa devagar, expondo os seios médios firmes.

— Que delícia de tetas, Andressa, durinhas pra mamar — murmurou rouco, chupando um mamilo com sucção lenta, dentes roçando de leve, me fazendo arquear com gemido baixo.

— Porra, Marcelo, mama mais fundo... assim me deixa molhada já — sussurrei, mão apertando o pau duro na calça dele, pulsando ansioso. Ele alternou pro outro seio, língua no bico endurecido, mãos grandes nas coxas por cima da legging fina, ar carregado de cheiro nosso misturado ao pó.

— Aqui não, amor... pro quarto, agora — rosnei, voz entrecortada, puxando ele pela escada, quadris rebolando na subida.

— Vai devagar, safada, quero te comer inteiro na tua cama — riu baixo, palma na minha bunda. Cada degrau pulsava entre minhas pernas, buceta inchada de expectativa.

Na cama king do quarto, despidos, de quatro: língua dele no clitóris inchado, lambendo voraz e ritmada.

— Tá tão molhada, Andressa, gosto de puta — resmungou, dedos grossos abrindo buceta e cu piscando.

— Enfia esse pau logo, me fode como homem — implorei, arqueando a cintura, quadris tremendo.

Ele meteu de uma, pau grosso preenchendo fundo, estocadas potentes batendo dentro, bolas batendo na pele.

— Soca mais forte na minha buceta — gemi, rebolando contra ele.

— Vai, delícia, aperta esse pau... vou encher você de porra — respondeu, mãos nos cabelos pretos puxando leve.

Virei cavalgando, montando forte, seios balançando no rebolado lento.

— Sente minhas curvas te envolvendo? Goza pra mim, enche tudo — provoquei. Gozei tremendo em ondas, contrações sugando ele ao limite — porra jorrando abundante, escorrendo ao desmontar, colapsando de lado suados nos lençóis bagunçados.

Pó correndo nas veias, ele traçando seios sensíveis.

— Agora fala, Andressa... qual tua fantasia mais suja, que o Leonardo nunca soube? — perguntou voz baixa.

— Ser o centro, preenchida sem misericórdia — dois paus me fodendo junto, um na buceta ritmado, outro no cu devagar, chupando de um terceiro até porra escorrer — revelei, mão no pau semi-duro dele, voz rouca elegante. Ou uma gostosa lambendo minha buceta enquanto você me arromba por trás, eu sentada na cara dela gozando na boca quente que geme pro meu mel, línguas enroscando, dedos fodendo juntas, strap-on me rasgando — bucetas molhadas se esfregando no teu pau latejante.

— Porra, Andressa, isso me deu uma ideia safada... e se a gente tornasse real agora? Chama um terceiro pra te encher de verdade — sugeriu Marcelo, olhos brilhando com o pó nas veias, pau latejando na minha palma enquanto me puxava pro colo, beijando meu pescoço suado.

— Hmm, dois paus seria perfeito, mas quem de confiança nessa hora? — respondi, rebolando devagar no corpo dele, buceta melada roçando a coxa dura, o ar elétrico pedindo ação.

Tentamos rapidinho no WhatsApp — contatos de amigos, ex-amantes discretos —, mas ninguém disponível ou seguro o suficiente pra invadir nossa noite secreta sem complicações. Marcelo riu, digitando febril: — Então vai de mulher, delícia. Minha colega Luciana do trabalho... safada pra caralho, já vi ela flertando. Topa um ménage molhado?.

Mandei a localização da casa, coração disparado, e em 20 minutos a campainha tocou baixo. Luciana entrou voraz, morena curvilínea de uns 35 anos, saia curta e decote generoso, sacola com tequila boa e mais pó cristalino. — Ouvi que tem foda rolando... trouxe reforço pra noite inteira — piscou ela, trancando a porta, já aspirando uma linha na mesinha ao lado da cama.

— Chegou a putinha perfeita, Andressa. Mostra pra ela como você goza gostoso — Marcelo grunhiu, voz rouca de tesão, me jogando de costas nos lençóis amarrotados, o corpo dele ainda quente e suado pressionando o meu por um segundo antes de se afastar. Luciana, parada ao pé da cama, sorriu safada, olhos escuros devorando a cena; ela desabotoou a blusa devagar, deixando os seios fartos balançarem livres — bicos endurecidos, aréolas grandes convidando toque. A saia curta caiu no chão, revelando a buceta depilada e inchada, lábios externos brilhando de umidade própria, clitóris protuberante pulsando visível sob a luz fraca do abajur.

Ela rastejou na cama como uma predadora elegante, joelhos dos lados da minha cabeça, descendo a buceta quente bem na minha boca, o cheiro de excitação feminina me invadindo as narinas.

— Lambe devagar... sente meu mel na tua língua — ordenou Luciana, voz baixa e dominante, rebolando leve pra esfregar o clitóris inchado contra meus lábios entreabertos. Minha língua saiu faminta, traçando o contorno dos lábios dela primeiro, saboreando o gosto salgado-doce, mergulhando depois no vão quente, chupando voraz enquanto ela gemia abafado, quadris ondulando devagar.

Marcelo se posicionou entre minhas pernas abertas, pau grosso e latejante roçando a entrada da minha buceta ainda melada da porra dele de antes — lubrificante perfeito pro que viria. Ele cuspiu na mão, untando mais, e meteu de missionário abrindo caminho com pressão deliciosa que me fez morder o lábio contra a buceta dela.

— Porra, que buceta gulosa... ainda melada da minha porra, pronta pra mais — resmungou ele, começando estocadas ritmadas, profundas, bolas batendo suave na minha pele a cada investida.

— Isso, fode ela forte enquanto eu sento na cara safada — gemeu Luciana, acelerando o rebolado na minha boca, mãos descendo pros meus seios, apertando forte os bicos entre dedos ágeis, torcendo de leve pra arrancar gemidos meus abafados contra o clitóris dela. Minha língua circulava agora sem parar, sugando o mel, nariz pressionado na entrada dela inalando tudo, enquanto Marcelo socava mais fundo, uma mão no meu quadril fixando, a outra roçando meu clitóris exposto entre as estocadas.

Entre uma lambida e outra, peguei a garrafa de tequila na mesinha, dando um gole longo e ardente na boca — o álcool queimando a garganta, misturando-se ao pó novo que aspiramos juntos na linha fresca que Luciana preparou. Passamos a garrafa de mão em mão, goles quentes escorrendo queixo abaixo, corpos suados colidindo num ritmo febril: pele na pele, gemidos ecoando no quarto, cheiro de sexo e tequila impregnando o ar.

Eu gozei primeiro, ondas violentas subindo do ventre, buceta contraindo em espasmos ao redor do pau de Marcelo, gritando na buceta de Luciana que agora lambia meu clitóris exposto — língua dela descendo pra disputar espaço com as estocadas dele, chupando voraz meu mel misturado à porra.

— Vai, goza na minha boca, Andressa — provocou ela, sugando forte enquanto eu tremia descontrolada.

Marcelo não aguentou, enchendo tudo de novo com jatos abundantes, porra transbordando e escorrendo pro cu piscando. Luciana explodiu logo em seguida, mel quente e abundante na minha cara, inundando boca e queixo, corpo convulsionando no meu rosto enquanto gemia alto, unhas cravadas nos meus seios.

Caímos os três ofegantes, colados e melados, risos baixos entre beijos trocados. De repente, Luciana se mexeu inquieta, mão descendo pra buceta inchada e intocada, franzindo a testa com um gemido frustrado.

— Porra, vocês dois me deixaram de escanteio... ninguém fodeu minha buceta ainda, tô pegando fogo aqui — reclamou ela, voz rouca de tesão acumulado, dedos circulando o clitóris protuberante enquanto nos encarava, pernas abertas convidando.

— Deixa comigo, safada... vou te foder até você implorar — propus eu, levantando rápida da cama, pegando o brinquedo da gaveta secreta, ajustando o cinto na cintura com mãos ágeis, pau de silicone realista na frente. Marcelo se encostou na cabeceira, pau amolecendo mas olhos famintos assistindo, mão preguiçosa se masturbando devagar enquanto recuperava o fôlego.

Luciana deitou de costas, pernas erguidas, buceta exposta e melada: — Vai, Andressa, me arromba toda... enfia fundo nessa buceta carente. Eu me posicionei entre as coxas dela, ponta do strap-on roçando os lábios inchados, empurrando devagar pra abrir caminho, preenchendo o calor apertado dela.

— Isso, fode minha buceta gulosa... soca mais forte— gemeu ela, unhas nas minhas costas, quadris subindo pra encontrar cada estocada ritmada, seios balançando com o impacto enquanto eu acelerava, uma mão no clitóris dela circulando voraz.

Marcelo assistia vidrado, pau endurecendo de novo na mão: — Porra, que visão... duas putas se comendo, vou entrar nessa. Ele se aproximou por trás de mim, mas mudou de alvo, cuspindo no cu de Luciana e untando com porra residual da cama. — Abre esse cu pra mim, Luciana... DP na tua vez agora.

Ela arqueou gemendo alto quando ele meteu no cu devagar, pau grosso esticando o anel apertado enquanto eu continuava na buceta, estocadas sincronizadas agora — eu socando pra frente, ele batendo fundo atrás, corpos colidindo num trio febril. — Fode meu cu e buceta junto... me rasguem, caralho — implorou Luciana, tremendo entre nós, mel escorrendo abundante misturado ao suor.

Gozei com ela no strap-on, vibrações do cinto no meu clitóris me levando ao limite, Marcelo enchendo o cu dela com porra quente logo depois, jatos transbordando enquanto caíamos exaustos, emaranhados e viciados na noite sem fim.

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