Ricardo o Amante Parte 11

Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 542 palavras
Data: 06/05/2026 23:59:00

continuação de ((( Esposa tem Marido e namorado )))

A Ligação que Quase Me Fez Gozar Só de Ouvir a Voz Dela

Meu celular tocou às 23h47. Número bloqueado que eu desbloqueei mil vezes na cabeça. Era ela. Mariana. O nome apareceu na tela e meu pau deu um pulo dentro da cueca antes mesmo de eu atender.

— Alô? — atendi, voz rouca, já sentindo o sangue descer todo pro meio das pernas.

Do outro lado, a voz dela saiu baixa, quase sussurrando, como se tivesse medo que o corno do Eduardo escutasse:

— Ricardo… sou eu. A Mariana. Eu… eu tô feliz. No casamento. Com o Eduardo. Com meus filhos. Tá tudo bem agora. A gente reconstruiu. Eu não quero mais bagunça. Eu escolhi ele.

Eu fechei os olhos e ri baixo, amargo, enquanto minha mão já descia pro pau que endureceu instantaneamente.

— Tá feliz, é? — falei devagar, deixando a voz ficar pesada de tesão. — Que bom pra você, vadia. Mas me conta… quando ele te fode devagarinho à noite, com aquele pau mole de marido dedicado, você fecha os olhos e lembra como eu te arrombava na sacada? Lembra de eu metendo no seu cu enquanto você olhava a cidade e gemia “me enche de porra, Ricardo, me engravida”?

Ela respirou fundo. Eu continuei, implacável, a voz baixa e suja:

— Lembra de eu filmando você de pernas abertas, buceta inchada, implorando “me dá um filho seu… eu quero ser sua mulher”? Lembra de você chorando no meu peito depois de gozar três vezes, dizendo que me amava mais que ele? Que queria deixar tudo por mim? Eu ainda sinto o gosto da sua buceta na minha boca, Mariana. Ainda acordo duro pra caralho pensando em como você jorrava quando eu cuspia na sua calcinha e metia tudo de uma vez.

Silêncio do lado dela. Respiração acelerada. Eu sabia que ela estava molhando a calcinha, mesmo dizendo que tava feliz.

Mas eu não queria mais destruir. Não queria mais ser o monstro. Eu queria ser feliz também, porra. Então respirei fundo e mudei o tom:

— Mas eu sei meu lugar, Mariana. Eu sei. Eu não vou roubar nada de você. Não vou mandar mais mensagem, não vou aparecer, não vou foder com a sua vida de novo. Eu também quero ser feliz. Quero parar de carregar esse trauma de merda, parar de acordar com raiva e tesão misturado. Se você tá feliz com ele… então tá bom. Eu vou tentar seguir em frente.

Ela ficou quieta um segundo. Depois soltou, quase rindo, mas com aquela voz safada que eu conhecia tão bem:

— Quem manda é o marido, Ricardo.

E desligou.

Eu fiquei olhando pro celular, pau latejando na mão, porra escorrendo na cueca sem nem ter batido uma.

“Quem manda é o marido.”

Aquelas quatro palavras ficaram ecoando na minha cabeça a noite inteira.

Ela não disse não.

Não disse que nunca mais.

Ela disse que quem manda é o corno.

E eu sabia exatamente o que isso significava.

Talvez o Eduardo tivesse contado pra ela.

Talvez ele estivesse pensando na minha proposta.

Talvez… ela estivesse esperando ele decidir.

Eu deitei na cama, sorriso doentio no rosto, mão ainda no pau.

— Quem manda é o marido… — repeti baixinho, gozando forte só de imaginar a cena.

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