A FANTASIA REALIZADA: CARONA, FAXINA E UMA SURPRESA INESPERADA
Meu nome é Leandro, tenho 44 anos. Minha esposa é a Letícia, 46 anos, baixinha, 1,55m de altura, branca, com um corpo escultural e uma putaria na cama que só eu conhecia bem. Ela sempre foi muito tarada, mas tinha seus momentos de vergonha e timidez.
Sempre tive uma fantasia que me consumia por dentro: eu queria muito ver ela transando com outro homem, ver ela sendo comida de verdade. Toda vez que eu tocava no assunto, ela dizia que não, mas eu sentia que no fundo ela queria.
Um dia, eu e o Raul, meu melhor amigo, estávamos aqui em casa bebendo muito. Já tínhamos acabado com mais de uma dúzia de cervejas, estávamos altos, rindo, e também cheiramos umas linhas de pó para ficar ligado pra caralho. O clima estava perfeito.
— Cara, posso te contar um segredo? — falei.
— Claro, parceiro!
— Eu queria muito ver você fudendo a Letícia. Ver você comendo ela gostoso.
Ele quase engasgou.
— QUE? Cê tá maluco?
— Tô falando sério, Raul! É o meu maior desejo.
— Poha... então porra! Claro que topo! Ela é muito gostosa pra caralho! Igual na foto?
— Igualzinha! E olha só... já tô aqui com o pau duro só de pensar em meter nela!
A CARONA E A APROXIMAÇÃO
Depois dessa conversa, ficamos uns dois meses planejando tudo. O Raul é um alemão de 49 anos, 1,95m de altura, corpo de dar inveja, careca, bonitão. Ele é solteiro, vive a vida que quer.
Combinei com ele: ele iria começar a dar "carona" para ela. Na época, ela trabalhava no centro e saía às 20h. Ele começou a passar por lá todos os dias, de carro, fingindo que era coincidência.
— Oi Letícia! Quer uma carona?
No começo ela ficou desconfiada, mas aceitou. Dentro do carro, ele puxava assunto, era educado, mas olhava pra ela com um desejo que dava pra sentir.
Ela me contava depois:
— Amor, o Raul é muito legal, mas ele me deixa tão nervosa... ele me olha de um jeito que eu fico toda arrepiada.
Eu sorria por dentro. Sabia que o plano estava dando certo. Ela já esperava pelo carro dele na hora de sair.
A FAXINA NA CASA DO "AMIGO"
O tempo passou, e ela acabou saindo do emprego. Foi aí que a gente bolou o plano mestre.
Ele ligou pra ela:
— Oi Letícia, tudo bem? Olha... eu tenho um amigo, na verdade é o meu irmão, que tá viajando pra fora. Ele pediu pra eu arrumar alguém pra dar uma limpada rápida na casa dele. Você não quer ir lá fazer esse bico pra mim? Eu pago bem.
Ela topou na hora. Marcaram para sexta-feira pela manhã, às 10h.
Eu cheguei na casa antes. Na verdade, a casa era do irmão dele, o Renê, mas ele tinha nos dado liberdade. O Renê tem 45 anos, branco, é magro, corpo meio franzino, mas tem muito pelo no corpo, parece um urso, e é muito safado e fingido, todo dissimulado.
Eu me escondi em um quarto pequeno, um escritório que ficava bem na frente do quarto principal, com uma fresta da porta aberta para eu ver tudo. Eu estava trancado lá dentro, com o pau já duro só de ansiedade.
A SURPRESA E A AÇÃO
Ela chegou. O Raul recebeu ela. Começou a limpar, e o plano seguiu. O Raul foi tomar banho, mas de repente o Renê chegou de viagem mais cedo! A confusão foi grande, mas acabou que ele entrou na brincadeira também.
Os dois cercaram ela, o Raul forte e alto, e o Renê magro mas peludo e safado. Eles beijaram ela, tiraram a roupa dela, e eu vi minha mulher ficar nua, toda depilada, com a buceta rosa e cheirosa, pronta para ser comida por dois.
Eu vi tudo, senti um tesão que não cabia em mim. Meu desejo se tornou duplo, triplo! Ver ela sendo possuída por dois homens diferentes ao mesmo tempo era mais do que eu tinha sonhado. Eu fiquei lá na salinha, com a mão no meu pau, e não aguentei. Bati tanta punheta naquele esconderijo que o meu pau ficou dolorido, latejando, vermelho de tanto apertar e esfregar, só de ver ela gemendo e sendo socada por eles.
A DUPLA PENETRAÇÃO
Eles a posicionaram de quatro na cama, bem aberta, com o corpo pequeno dela exposto para os dois. O Raul, com seu pau gigante, ficou por trás, e o Renê, magrinho mas com o pau duro e cheio de veias, ficou na frente, pronto para invadir a buceta quente dela. Os dois se olharam, deram um sorriso cúmplice e começaram a preparar o terreno, passando muita saliva e lubrificante para abrir ela aos poucos. A tensão era enorme, eu podia sentir o cheiro de sexo no ar mesmo de longe, e ela ali, tremida e ansiosa, esperando para ser possuída por dois homens ao mesmo tempo.
Na contagem de três, os dois encaixaram ao mesmo tempo! O Renê enfiou tudo dentro da buceta apertada dela de uma vez só, fazendo ela arquear as costas, enquanto o Raul foi pressionando a cabeça grossa no cuzinho virgem, entrando devagar mas sem piedade. Foi uma sensação de explosão para ela, ela deu um grito forte que ecoou pela casa, uma mistura de dor aguda e um prazer que ela nunca tinha sentido antes, sentindo o corpo dela sendo esticado ao limite, cheio de pau dos dois lados, completamente tomada.
— Nossa que delícia... que apertado! — gemia o Renê, socando forte para frente, sentindo a buceta dela chupando o pau dele. — Essa mulher foi feita pra levar dois, irmão! Olha como ela encaixa tudo!
E o Raul atrás, com o corpo todo forte, segurava firme na cintura dela e ia socando fundo no cuzinho, fazendo ela balançar toda a cada investida. — Apertadinha demais, puta que pariu... esse cuzinho parece que foi feito pra mim! — gritava ele, e os dois começaram a criar um ritmo alucinante, entrando e saindo juntos, fazendo um barulho molhado e de pele se chocando que era impossível de ignorar.
Ela estava no meio dos dois, sendo levada à loucura. Não era mais a Letícia tímida que eu conhecia, era uma fêmea no cio, urrando de prazer, pedindo mais, pedindo para ser socada com força. — Mais! Mete mais forte! Eu sou toda de vocês! — gritava ela, perdida no prazer. Era incrível ver como ela gostava de ser dominada, de sentir a diferença dos dois: o pau gigante e grosso do Raul arrombando o cuzinho, e o pau do Renê enchendo a buceta dela, trabalhando em sintonia, girando, socando, fazendo ela gozar várias vezes seguidas, molhando tudo de porra e suor.
Eles não pararam nem um minuto. Mudavam a velocidade, as vezes devagar e profundo, arrancando suspiros, outras vezes como animais, socando com tudo até a raiz. Ela gozou tantas vezes que perdeu a conta, o corpo dela tremia que nem vara verde, e quando eles sentiram que estavam perto do limite, aumentaram ainda mais a velocidade. — Vou gozar! Vou encher essa buceta! — gritou o Renê. — E eu vou explodir dentro desse cuzinho! — completou o Raul. E os dois gozaram juntos, com força, enchendo ela de porra quente por dentro dos dois buracos, deixando ela completamente cheia, vazando por todos os lados, realizada e destruída de prazer.
A NOVA FANTASIA: ENTRE HOMENS
Depois que a Letícia foi embora, nós três ficamos lá na casa, bebendo o resto das cervejas e ainda curtindo o clima quente. Eu estava todo realizado, mas com o pau ainda doendo de ter batido tanta punheta.
O Renê, que é muito safado, chegou perto de mim e do Raul, e soltou a ideia:
— E aí parceiros... foi foda ver ela gozando, né? Mas eu tava pensando aqui... a gente é tão amigo, tão unido. Nós podemos curtir muito mais também. Que tal a gente fazer uma brincadeira só entre nós três? Ou até chamar mais um cara pra ficar completo?
Eu fiquei pensando, olhando para os dois. O Raul com aquele corpo gigante, e o Renê todo peludo e safado. Senti uma curiosidade enorme, uma vontade de experimentar o prazer entre homens também.
— Poha Renê... topo sim! E se a gente chamasse mais um pra ficar quatro? — falei, já animado.
— Claro! Tenho o Rafael, um amigo meu, casado, que é uma putaria. Ele adora um pau, mas é todo discreto. Vou ligar pra ele!
QUATRO HOMENS NA CASA
Marcamos tudo. Alguns dias depois, fomos todos para a casa do Renê. Eu, o Raul, o Renê e o Rafael. O Rafael é casado, mas estava lá todo ansioso, sabendo que ia ser fodido por três homens de uma vez.
O clima foi esquentando. Bebemos, cheiramos umas linhas, e a roupa foi indo embora no chão.
— E aí Rafael... você quer ser o nosso piruzinho hoje? — perguntou o Renê, todo safado.
— Quero sim... quero muito ser fodido por vocês — disse ele, todo vermelho mas com o pau duro.
Nós três, eu, o Raul e o Renê, cercamos ele. O Raul era o maior, metia na buceta dele com força, o Renê chupava ele todo, e eu também meti no cuzinho dele, sentindo como é bom meter em outro homem, sentir o cu apertado e quente. Nós três fodemos ele muito, socamos pra caralho, fizemos ele gemer muito, gozamos muito dentro dele e na cara dele.
Foi uma putaria sem limites. Depois de foder ele muito, a gente ficou ali, suados, todos nus na cama. O clima ficou de uma intimidade enorme.
De repente, o Renê puxou eu e o Raul para perto.
— Vamos fazer um beijo triplo, meus gostosos... vamos provar um do outro.
Ele me beijou, depois beijou o Raul, e nos juntamos os três. Eu, o Renê e o Raul, fizemos um beijo triplo delicioso, trocando língua, sentindo o gosto um do outro, misturando a safadeza, realizando todos os desejos que estavam guardados.
Foi a melhor noite da minha vida. Realizei o sonho de ver minha mulher sendo comida, e ainda descobri que entre homens também existe muito prazer e muita putaria. Agora somos um grupinho fechado, sempre curtindo juntos, seja com ela ou só entre nós! 😈💦🍆
