As duas faces do meu marido Parte 6

Um conto erótico de Marina
Categoria: Heterossexual
Contém 3197 palavras
Data: 07/05/2026 13:37:40

Eu segurava aquele pequeno teste de gravidez como se fosse o objeto mais precioso do mundo. Ali, no visor, as duas linhas não deixavam margem para dúvidas. O resultado era positivo. Eu estava grávida. Senti um calor súbito subir pelo meu rosto e meus olhos imediatamente lacrimejaram, turvando a visão daquela confirmação que mudaria o curso das nossas vidas para sempre. Saí do banheiro com as pernas um pouco trêmulas e fui até onde Diego estava, estendendo a mão com o teste.

— Diego, eu estou grávida! — as palavras saíram em um sopro, misturadas a uma emoção que eu nem sequer conseguia descrever. Era um misto de medo, alegria absoluta e uma esperança que eu achei que tinha perdido.

Diego ficou imóvel. O rosto dele, antes ansioso, tornou-se completamente pálido, como se o sangue tivesse fugido de suas veias de uma vez só. Por alguns segundos que pareceram uma eternidade, ele não conseguiu demonstrar nada. Ele apenas olhava para o teste e depois para mim, com uma expressão de choque absoluto que me fez prender a respiração. Mas, então, o silêncio foi quebrado por uma onda de euforia avassaladora. Ele avançou em minha direção com um ímpeto que quase me derrubou e me envolveu em um abraço apertado, desesperado.

— Meu Deus, amor... quer dizer então que eu vou ser pai? — ele perguntou, levando seus braços a me abraçar, envolvendo meu pescoço, com aquela voz embargada pela surpresa e pela felicidade que finalmente transbordava.

— Sim, meu amor, você será pai! — respondi, sentindo as lágrimas correrem livremente agora. Eu olhei diretamente nos olhos dele enquanto minhas mãos envolviam completamente o seu corpo, sentindo cada batida acelerada do seu coração contra o meu.

— Eu realmente não sei o que pensar, não sei o que dizer! Meu Deus do céu... — ele exclamava, passando as mãos pelo cabelo, os olhos brilhando de um jeito que eu não via há muito tempo.

— Calma, amor, assim você vai ter um troço! — eu disse, tentando rir apesar do choro, sentindo o peso daquela revelação nos acalmar.

Diego me soltou por um momento, mas não para se afastar, e sim porque não conseguia mais conter a energia. Ele começou a andar em círculos pela sala da nossa casa, gesticulando, fazendo planos em voz alta, cálculos rápidos sobre meses e datas, pensando em tudo o que precisaríamos mudar. Eu o observava, encostada na parede, vendo-o planejar o futuro com uma intensidade que me aquecia por dentro. Um filho, ou uma filha, não importava o sexo; o que importava era a vida que agora crescia em mim. Eu sentia, no fundo da minha alma, que ele traria a renovação que o nosso casamento tanto precisava. As coisas não estavam indo bem entre nós, o distanciamento estava nos vencendo, mas aquele teste positivo era o recomeço que estávamos esperando.

Eu estava tomada pela euforia quando Diego me puxou de novo para os seus braços. Nossos corpos se colaram com força e o beijo que começou doce virou algo faminto, profundo, cheio de carinho e de um tesão que parecia acumulado há meses. Senti a língua dele deslizando na minha com urgência, enquanto suas mãos apertavam minha cintura. Meu coração batia descontrolado.

Sem aviso, ele me pegou no colo como se eu não pesasse nada. Soltei um suspiro surpreso contra a boca dele e me agarrei ao seu pescoço enquanto ele me carregava até o quarto.

— Preciso te amar hoje, Marina. Preciso te fazer minha mulher ainda mais. — Ele falou, com os lábios contra o meu.

Me deitou com cuidado no lado dele da cama, mas não havia nada de delicado no jeito como seus olhos me devoravam. Diego tirou a camisa rapidamente, revelando o peito largo e definido que eu tanto amava, e se deitou ao meu lado.

— Vem cá, meu amor — murmurei, puxando-o para mim.

Nossas bocas se encontraram de novo, agora mais intensas. Senti as mãos dele subindo pela minha camisola, quentes e possessivas. Ele a ergueu devagar, expondo minha pele, e quando chegou à minha bunda, apertou firme, arrancando um gemido rouco de mim. Eu adorava quando ele me pegava assim, como se quisesse me marcar. Sua mão desceu mais, deslizando por dentro da minha calcinha fina. Seus dedos habilidosos encontraram minha buceta já molhada e começaram a me acariciar devagar, circulando meu clitóris inchado, descendo até a entrada e voltando.

— Ahh… Diego… — suspirei no meio do beijo, rebolando contra a mão dele. O prazer subia em ondas quentes enquanto ele me dedilhava com calma, mas com intenção. Eu estava encharcada, latejando por ele.

Não aguentei só receber. Com as mãos trêmulas de desejo, abri o botão da calça dele e ajudei a tirá-la junto com a cueca. O pau dele pulou livre, duro, grosso e latejando. Passei a mão por ele, sentindo o calor e a rigidez, e Diego soltou um gemido rouco que me deixou ainda mais molhada.

— Fica por cima — pediu ele, a voz grave de tesão. — Quero ver seu rosto enquanto você me cavalga. E acho que assim não vai machucar...

Eu ri baixinho, ainda ofegante.

— Calma, amor… eu ainda nem tô de barriga! — respondi, mas obedeci porque queria tanto quanto ele.

Subi nele, abrindo as pernas ao redor dos seus quadris. Segurei o pau dele com uma mão, esfreguei a cabeça grossa entre meus lábios molhados algumas vezes, provocando nós dois, e então desci devagar. Senti ele me abrindo, me preenchendo centímetro por centímetro até estar completamente enterrado dentro de mim. Soltamos um gemido juntos. Estava tão fundo, tão perfeito.

Comecei a me mover. Subia e descia no pau dele, sentindo cada veia, cada pulsação. Diego segurava minha bunda com as duas mãos, apertando forte, guiando meus movimentos enquanto metia para cima com força, encontrando cada descida minha. O som dos corpos ecoava pelo quarto, junto com o barulho das bolas dele batendo contra mim. Eu rebolava no pau dele, girando os quadris, sentindo-o roçar e me preencher toda.

— Isso… assim, Marina… — grunhiu ele, os olhos fixos nos meus, cheios de amor e luxúria.

Ele puxou minha camisola para cima e levou a boca até um dos meus seios, chupando com fome, sugando o bico duro enquanto eu cavalgava mais rápido. A sensação da língua dele me enlouquecia. Voltei a beijá-lo, encontrando seus lábios, com nossas línguas se enroscando, enquanto eu quicava com mais força, sentindo o prazer se acumulando no fundo da minha barriga.

Diego apertava minha bunda, me puxando contra ele a cada estocada. Eu estava pingando, escorrendo pelo pau dele. O tesão era tanto que eu só conseguia gemer o nome dele entre beijos molhados e desesperados.

— Eu te amo… porra, como eu te amo — sussurrei contra a boca dele.

Ele meteu mais fundo, mais forte, e eu senti que não ia aguentar muito mais. Meu clitóris roçava contra o corpo dele a cada movimento. O orgasmo veio forte, me fazendo tremer inteira, apertando o pau dele dentro de mim em espasmos deliciosos. Diego gemeu alto, segurou minha bunda com mais força ainda e gozou logo depois, pulsando quente e fundo dentro de mim, soltando jatos grossos e longos que me encheram completamente.

Caí sobre o peito dele, exausta, suada, com o coração batendo contra o dele. Senti os braços dele me envolvendo com carinho, uma mão acariciando minhas costas enquanto eu aninhava o rosto no pescoço dele, ainda sentindo ele pulsar dentro de mim.

Dormi assim, cheia dele, amada e completamente satisfeita.

No meio da noite, o mal-estar me trouxe de volta à realidade. Senti meu estômago revirar, uma onda de náusea que não pedia licença, e instintivamente estendi a mão para o lado da cama, buscando o apoio de Diego. Meus dedos encontraram apenas o lençol frio. Abri os olhos, piscando contra a escuridão, e notei que ele não estava ali.

Levantei-me devagar, lutando contra a tontura, e caminhei em direção ao banheiro. No corredor, percebi que a luz da cozinha, no andar de baixo, estava acesa, projetando um rastro pálido sobre o piso. Entrei no banheiro e, após uma crise de vômito exaustiva, lavei o rosto, tentando recuperar o fôlego. O silêncio da casa era absoluto, exceto por um murmúrio quase imperceptível vindo da cozinha.

Desci as escadas com passos cautelosos, confesso que tive uma curiosidade, misturada com empolgação. Ao me aproximar da entrada da cozinha, parei. Diego estava de costas para mim, com o telefone colado ao ouvido, falando o mais baixo possível. Consegui captar apenas fragmentos da conversa.

— Eu não quero fazer parte disso... eu realmente não quero — ele dizia, com uma voz tensa e contida.

Houve uma pausa, como se alguém estivesse respondendo do outro lado. Então, Diego retrucou com firmeza:

— Não, Débora. Eu não quero te ver amanhã. Se for pra aparecer com isso, esquece.

— Que Débora? — perguntei, saindo da penumbra e entrando na cozinha.

O susto foi tão grande que o sangue pareceu abandonar o corpo de Diego instantaneamente. Ele ficou pálido, com os olhos arregalados enquanto me encarava. Ele gaguejou algo rápido no telefone antes de desligar:

— Escuta, a gente se fala no escritório amanhã. Não me ligue mais.

Ele colocou o celular emcima da mesa, tentando forçar um sorriso que não chegava aos olhos. Eu continuei parada ali, esperando.

— Tá bom, Diego, mas agora eu quero saber: que Débora é essa que está te ligando às três horas da madrugada?

— É a secretária do Otávio, amor — ele respondeu, aproximando-se de mim com as mãos estendidas. — Ela está me ligando porque eles querem organizar uma nova festa nesse fim de semana, e eu disse que não estou interessado. Só isso.

— Era isso mesmo? — perguntei, aproximando-me dele, buscando saber a verdade em seu rosto e palavras.

Ele me envolveu em um abraço protetor e olhou profundamente nos meus olhos.

— É isso mesmo, meu amor. Eu não tenho o menor interesse em participar dessas comemorações, principalmente agora que tenho que cuidar de você. Você está grávida, logo serei pai. Eu não deixarei que o trabalho destrua nosso casamento.

Eu quis acreditar. Naquele momento, com o calor do seu corpo contra o meu, eu escolhi acreditar. Dei-lhe um longo beijo e voltamos para o quarto, abraçados. Mas, no fundo da minha mente, o nome Débora ficou ecoando, uma semente de dúvida que eu mal sabia que brotaria muito mais cedo do que eu esperava. Ao menos se fosse "aquela Débora".

O fim de semana chegou e, para minha surpresa e alívio, Diego cumpriu o que havia prometido. Ele se desligou completamente das obrigações da empresa e dedicou cada minuto a mim. Fomos ao shopping, passeamos sem pressa, assistimos a um filme juntos e, ao voltarmos para casa, o tempo esfriou significativamente. Preparamos um fondue de queijos, acompanhado de um bom vinho, aproveitando a companhia um do outro como nos velhos tempos. Parecia que a harmonia finalmente havia voltado ao nosso lar.

Aproveitando o bom momento, marquei o jantar com meu pai para o próximo fim de semana. Eu estava decidida: apresentaria Pedro ao Diego e contaria a ele tudo o que precisava ser dito. Eu precisava revelar quem meu pai era de verdade e o papel que ele tinha em nosso relacionamento.

No entanto, o destino resolveu armar uma peça para nós.

Na segunda-feira, Diego chegou em casa com uma notícia que mudou tudo. Haveria uma grande festa de confraternização no Grupo Valente. Não era apenas mais um evento; era um jantar onde todos os funcionários deveriam levar suas esposas, pois contaria com a presença do próprio presidente da empresa.

— Marina, eu preciso que você desmarque o jantar com seu pai — Diego insistiu, com uma ansiedade que beirava o desespero. — Esse jantar na empresa é o jantar da minha vida. O presidente vai estar lá! É a minha chance de ser notado pelo topo da pirâmide.

Pensei em relutar, mas afinal, era um jantar do grupo Valente. Acabei por aceitar, afinal, era uma boa oportunidade para, também, resolver esse e outro assunto em nosso casamento.

Enfim, o dia do jantar da empresa chegou. Eu me preparei com um cuidado meticuloso, sentindo uma mistura de nervosismo e expectativa. Usei um vestido elegante, que realçava minha silhueta , enquanto eu ainda podia usar algo mais justo, já que sequer eu estava formando barriga ainda. Eu estava impecável, pronta para estar ao lado de Diego no que ele chamava de seu grande momento.

O salão era um ambiente luxuoso, decorado com uma sofisticação e elegância que em outros tempos, eu já fui habituada. O tilintar de taças e o murmúrio das conversas preenchiam o ar. Diego segurava minha mão com força e me levou para conhecer pessoas que trabalhavam com ele.

Eu estava ali por ele, mas não podia deixar de sentir que aquela noite reservava algo que nenhum de nós dois poderia prever.

Uma música de fundo, suave e envolvente, ecoava pelo ambiente, tentando mascarar o som das risadas forçadas e das conversas fúteis de quem estava ali sendo ditas.

— O Grupo Valente não economizou nesse jantar, hein? — comentei, observando o brilho dos cristais e a elegância das pessoas ao redor.

— A filial quer dar boa impressão para o dono — Diego respondeu, a voz carregada de uma expectativa ansiosa. — Ele deve chegar aqui logo mais.

— Então... O dono estará aqui hoje? — Perguntei.

— Sim, eu nunca o vi. será um grande momento.

Eu sabia exatamente o que esperar daquele lugar. Sabia que encontraria rostos do passado, mas um, em especial, me mantinha em alerta. Virei o rosto levemente para o lado e, de repente, dei de cara com uma figura familiar. Era o nome que estivera presente em quase todas as minhas conversas recentes com Diego.

— Boa noite, senhorita — disse Otávio.

Antes que eu pudesse reagir, ele pegou minha mão com uma intimidade que me incomodou, puxando meu braço levemente para si. Ele inclinou a cabeça e encostou os lábios nas costas da minha mão em um beijo protocolar, mas carregado de segundas intenções. Eu apenas o observei, mantendo a fachada de educação que o momento exigia.

— Boa noite — respondi, seca.

Diego não disse uma única palavra. Em um gesto brusco, ele me puxou para mais perto de si, afastando-me de Otávio. Notei que ele sequer cruzou o olhar com o do chefe; ele parecia evitar qualquer contato visual direto, uma mudança drástica para quem o idolatrava semanas atrás.

— Aconteceu alguma coisa com seu chefe? — perguntei em voz baixa, assim que nos distanciamos. — Você vivia falando bem dele, agora parece que está tentando evitá-lo.

— Aconteceu sim, mas... depois nós falamos disso — ele cortou o assunto, visivelmente desconfortável.

Não tivemos muito tempo para divagar, pois fomos abordados por outras pessoas. O senhor Alberto, o homem que Diego sempre citava como seu grande mentor no início da carreira, aproximou-se com um sorriso largo.

— Diego, meu amigo! Já faz alguns meses que eu não te vejo. Acabei sendo transferido para a matriz — disse Alberto, apertando a mão de Diego com entusiasmo.

No entanto, quando Alberto olhou para o lado e me viu, seus olhos se arregalaram de uma forma que não pôde ser ignorada. O choque era evidente em seu rosto.

— Essa mulher... ela é a sua esposa? — perguntou ele, a voz falhando por um segundo.

— Sim, senhor Alberto. O nome dela é Marina — Diego respondeu, orgulhoso, sem notar a tensão no ar.

— Você é quem eu estou pensando? — Alberto perguntou, fixando o olhar em mim, como se buscasse confirmar uma linhagem ou um rosto que ele conhecia de outros círculos.

Eu apenas dei de ombros, mantendo o mistério que sempre cercou minha origem.

— Acho que não. Eu não sei o que você está pensando — respondi, com um sorriso enigmático.

Continuei analisando as pessoas ao redor, tentando me manter centrada, até que senti o sangue fugir do meu corpo. Meus olhos travaram em uma mulher que se destacava na multidão. Ela era ruiva, tinha lábios carnudos e um sorriso cínico. Vestia um modelo preto colado, sem alças, que brilhava intensamente da cintura para baixo. Uma figura que eu conhecia bem demais.

— Diego, não vai me dizer que a Débora com quem você estava conversando é aquela sirigaita — eu disse, a voz cortante como uma navalha.

— Sirigaita? Você a conhece? — Diego perguntou, e a palidez que tomou conta do rosto dele foi a resposta que eu precisava. Ele parecia ter sido pego em flagrante, ficando visivelmente nervoso diante de mim.

— Conheço sim essa vagabunda — respondi, sem medir as palavras. — Mas depois eu falo dela. E se for com ela que você está conversando, eu não quero você perto dela, entendeu?

Eu estava fervendo por dentro, pronta para exigir explicações, mas o momento foi interrompido. Enquanto eu ainda processava a presença daquela mulher, alguém tocou o ombro de Diego. Ao virar, vi que a pessoa estava acompanhada de Otávio.

— Veja, esse aqui é o Diego, é praticamente o nosso melhor na filial.

— Entendi — disse o homem. — É um grande prazer conhecer você, Diego. Prazer, o meu nome é Carlos. Sou o presidente do Grupo Valente.

Eu olhei para o Carlos, e ele olhou de volta para mim. Não conseguimos desviar os olhos um do outro, e ele aproveitou a oportunidade para se aproximar um pouco mais.

— E você, seria...? — ele perguntou.

— Meu nome é Marina, eu sou a esposa do Diego.

— Esposa... — ele repetiu, me olhando atentamente. — Entendi. Preciso cumprimentar as outras pessoas, prazer em conhecer vocês. Diego, eu espero que você continue crescendo cada vez mais no Grupo Valente. Eu, Carlos Valente, prezo bastante todos aqueles que são esforçados, como eu sempre fui.

Carlos era um homem jovem, parecia mais novo que eu, pelo menos uns três anos. Tinha cabelos lisos, soltos, olhos verdes e uma presença. Era elegante, se vestia bem, principalmente para aquele evento, e tinha uma grande presença.

Pedi licença ao Diego e fui até o banheiro. Lá, joguei um pouco de água no rosto enquanto me encarava no espelho. Senti uma leve dor de cabeça começando a latejar, mas, tentando me recompor, saí do banheiro. Logo em seguida, senti a mão de alguém agarrando o meu braço. Eu me virei.

— Então você finalmente voltou — eu disse.

— Já faz um ano — Carlos Valente respondeu.

— Que bom, aproveite então a sua festa — respondi, dando de ombros. Eu já estava me virando para ir embora, até que ele me chamou.

— E você vai continuar me tratando desse jeito até quando, Marina?

— Eu não estou fazendo nada. Eu só estou evitando falar com você. Você não me traz boas lembranças, somente isso.

— Apesar do seu jeito marrento, você sabe que eu te amo, e você pode contar comigo sempre, não é?

— Bom, então se é assim, eu gostaria que, por enquanto, você não contasse ao meu marido sobre nós dois. Tudo bem assim? Vai ter o momento certo para isso.

— Tudo bem. Na verdade, já tive uma conversa sobre isso. Não se preocupe.

Eu apenas o olhei por mais uma vez, em silêncio, antes de dar as costas e voltar para o Diego. Carlos ficou ali, me observando de longe e cruzando os braços, enquanto voltava a caminhar pelo salão.

— Você ta sendo o centro das atenções aqui, hein Marina? — Comentou Diego.

— Eu acho que não tem nada demais. — Comentei, porém, por dentro já estava incomodada de ficar naquele lugar. E eu tinha algumas coisas a acertar, quando chegar em casa.

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Comentários

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Eita lasqueira , conto de kayrosk é sempre bom .

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Fiquei perdidão agora, leiam esse parágrafo com atenção. "Carlos era um homem jovem, parecia mais novo que eu, pelo menos uns três anos. Tinha cabelos lisos, soltos, olhos verdes e uma presença. Era elegante, se vestia bem, principalmente para aquele evento, e tinha uma grande presença.". Uai aqui parece que ela não conhece ele, mas logo à frente ele para ela e diz que a ama, e ela diz para ele não falar nada sobre os dois para o Diego. Só que no parágrafo acima ela parece não conhecer o cara, nem a idade ela sabe ao certo. Como disse o Kiquinho, buguei também mister Kayrosk II esse II é a versão 2.0?

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Usei esse paragrafo apenas para descrever como ele era, foi só um jogo de palavras. O II é porque eu tinha perdido acesso ao meu perfil I kkkkk

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Pelo jeito Marina tem um irmão. Kayrosk, excelente, os segredos de Marina muito bem escondidos. Não tenho a menor ideia do que ela esconde!

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então entendi errado. mas de qualquer forma ela também tem muitos segredos ou seja os dois tem duas faces

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A esposa tem um segredo sim, no caso é se desligar de sua família por algo que aconteceu que ela guarda mágoa, ou guardava, quando ela se envolveu com o Diego, ela queria levar apenas uma vida simples de alguém que não tinha nada e que conquistaria as coisas aos poucos, sem depender de terceiros, porém, o destino é foda e ta tratando de puxa-la para eles de novo e ela não falou nada pro Diego ainda por motivos bem obvios kkk

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Não faz sentido ser irmão dela, pois tipo, poque a Marina não iria querer manter contato com o próprio irmão?

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Pq ela é brigada com a família.

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No caso com o pai, não foi falado dela ter um irmão, somente que o conhece e que ele ama ela, mas ela parece que despreza ele.

A NÃO SER....

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Buguei agora, ela tinha ou tem um amante?

caraca, se for isso a historia muda totalmente.

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