Engravidei minha irmã - PARTE FINAL

Da série Irmãos Amantes
Um conto erótico de Lucas
Categoria: Heterossexual
Contém 1240 palavras
Data: 07/05/2026 14:56:20
Última revisão: 07/05/2026 16:16:37

Pessoal, essa é a continuação de IRMAOS AMANTES, como tudo encerrou e como iniciamos nossa família. Pra contextualizar leiam a primeira parte no perfil do ByHeitor.

A vida era uma sequência de noites quentes e dias preguiçosos, até que um dia ela não menstruou. O teste de farmácia mostrou as duas linhas rosas, e o mundo desabou em cima da gente sem aviso. A gente tinha 18 e 16. O amor era gigante, mas o medo era maior. A gente se agarrou no banheiro, ela tremendo, eu tentando ser forte. “Vai dar tudo certo”, eu disse, sabendo que nada seria como antes.

Os pais descobriram semanas depois, quando o enjoo dela não dava mais pra esconder. A explosão foi o que você imagina: gritos, choro, meu pai me chamando de monstro, minha mãe chorando sem parar. A casa virou um campo de batalha. A gente foi separado. Eles colocaram ela no quarto deles. Eu fiquei proibido de chegar perto. As noites viraram um inferno de silêncio e saudade. Eu ouvia ela chorando com minha mãe infernizando no ouvido dela e não podia fazer nada. A tensão era um peso físico no peito. Mas a gente conseguia brechas. Uma tarde, com eles fora, eu pulei a janela do quarto onde ela estava. Ela estava sentada na cama, a barriga ainda lisa, os olhos inchados. Não dissemos nada. Eu caí de joelhos, abracei ela, e depois a beijei com um tesão do caralho, daquela barriguinha. Foi rápido e selvagem. Empurrei ela na cama, puxei a calça dela pra baixo e entrei na buceta dela. Ela estava molhada de chorar e de tesão acumulado. Eu fodi ela com raiva, com a sensação de que podia ser a última vez. Cada estocada era um “eu te amo”, um “não quero te perder”. Ela nem gozou. Eu tirei meu pau e gozei na barriga dela, branco sobre a pele onde nosso filho crescia. Foi um sexo triste, lindo e desesperado.

Depois disso, a pressão aumentou. Meu pai me deu um ultimato: ou eu arrumava minha vida e cuidava dela e “consertava meu futuro”, ou ele chamava a polícia. Comecei um plano. Comecei a estudar pra um concurso público que daria vaga em outra cidade. Foi o pior ano da minha vida. Estudava 14 horas por dia. A saudade era uma faca. Eu me masturbava lembrando do gosto da buceta dela, do jeito que o cuzinho dela me apertava, e gozava com um vazio do caralho.

Passei no concurso. Fui nomeado para Santa Catarina, longe pra caralho. Quando contei pra eles, foi uma mistura de alívio e ódio. Eles queriam me longe, mas odiavam que eu tivesse “escapado”. No dia da minha partida, consegui vê-la por cinco minutos. Ela estava com oito meses, a barriga redonda e linda. Beijei essa barriga e depois beijei a boca dela, salgada de lágrimas. “Eu volto por você”, prometi. “Por vocês dois.”

O parto foi enquanto eu estava a 800km de distância. Minha mãe, mesmo contrariada, me mandou uma foto. Era uma menina. Pequena, com um cabelo escuro como o nosso. Meu coração se partiu e se colou ao mesmo tempo. Eu tinha uma filha. Nossa filha, o nome é Aurora.

Esperei um ano. Um ano de solidão, mas de esperança, de trabalho, de juntar cada centavo.

Quando tive o suficiente pra um apartamento pequeno, não hesitei.

Voltei pra cidade sem avisar. Fui direto na casa dos meus pais. Bati na porta. Quando ela abriu, segurando nossa bebê no colo, o mundo parou. Ela estava mais mulher, com os olhos mais maduros e a mesma boca que eu sonhava toda noite. Nossa filha me olhou com curiosidade. Eu não disse nada, só entrei, peguei a bebê no colo por um minuto, e depois agarrei a mãe dela num abraço que esmagava.

Meus pais ficaram em choque, mas a decisão estava tomada. “Eu vim buscar minha família”, falei, sem deixar espaço pra discussão. Pedi que ela fizesse as malas e partimos.

Santa Catarina nos recebeu com um céu azul e uma brisa fresca do mar. O apartamento era minúsculo, mas era nosso. Nosso refúgio. Nosso pecado lindo agora tinha um berço no canto do quarto.

A primeira noite lá, depois da bebê adormecer no berço, foi de uma quietude absoluta. Nós estávamos deitados, só olhando um pro outro. A saudade acumulada. Eu me virei por cima dela, beijei seus lábios com uma calma que não tinha há anos. Era devagar, era doce. Tirei a camisola dela, beijei os seios que agora estavam mais cheios, as marcas da gravidez na barriga que eu venerava com a língua. Ela abriu as pernas pra mim. Eu desci, sepultei o rosto entre as pernas dela e devorei aquela buceta como se fosse minha última refeição. O gosto era o mesmo, o cheiro era o mesmo, mas tinha algo novo, de mãe, de guerreira que esperou por mim.

Ela gemeu baixo, os dedos enterrados no meu cabelo.

Quando ela estava à beira do orgasmo, eu subi. Enfiei meu pau naquela umidade quente num movimento único. A buceta dela engoliu tudo. Comecei a me mover. Não era rápido, não era com força. Era uma conexão. Cada entrada profunda era um pedaço do tempo perdido que a gente recuperava. Olhava nos olhos dela e via o mesmo amor proibido, agora liberto, agora dono do nosso próprio espaço. Ela começou a chorar, silenciosamente, enquanto eu fodía ela. Eram lágrimas de alívio, de felicidade. Eu beijei ela. Aumentei o ritmo, sentindo o corpo dela se contrair em volta do meu pau.

Ela esguichou, aquele mijo, seu interior pulsando loucamente. Eu tirei meu pau da buceta dela e virei ela de lado, de costas pra mim. Sabia o que ela queria.

Passei a cabeça do meu pau no cuzinho dela, já lubrificado com a baba da buceta dela. Empurrei, devagar, entrando no canal apertado que eu não sentia há quase dois anos. Ela gemeu meu nome, Lucaas, não mais abafado, mas livre, no nosso quarto. Comecei a foder o cu dela com uma cadência poderosa e regular, as mãos agarrando os quadris dela, meu corpo colado nas costas dela.

O som era obsceno: o estalar úmido da minha vara entrando e saindo daquele cu dela, os gemidos dela, o rangido da cama. Eu olhei pro berço, nossa filha dormindo profundamente, e senti uma onda de possessividade e amor tão forte que quase gozei na hora. Segurei.

“Esse cu é meu, essa buceta é minha, essa vida é minha”, grunhi no ouvido dela, eu tava possesso.

Ela concordou com um gemido. E mijou de novo, mais forte, e eu não aguentei, gozei no cu dela. Arranquei meu pau do cu dela e virei seu rosto pra mim. Ela sorriu, com meu esperma escorrendo pelo cuzinho dela, e me puxou para um beijo salgado.

Ficamos abraçados assim, suados, cheios de porra e de mijo, até o amanhecer começar a clarear a janela. Nossa filha acordou e chorou baixinho. Ela se levantou, nua, com meu sêmen ainda nela, e foi amamentar nossa bebê na poltrona ao lado da cama.

Eu a observei, o peito dela na boquinha da nossa menina, o corpo dela marcado por mim, por nós, e soube que finalmente estávamos em casa. O pecado tinha nos dado um lar, uma família. E eu não trocaria por nada nesse mundo, hoje temos uma vida de casados, mudamos de nome recentemente, meu pais vêm visitar a neta e aceitaram nossa escolha, somos felizes!

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Foto de perfil genéricaByHeitorContos: 5Seguidores: 6Seguindo: 0Mensagem Sou homem, com imaginação fértil e um tesão de 20,5cm. Espero agradar muito vocês com meus contos.

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