COMO O VALENTÃO QUE FEZ BULLYING COM MEU FILHO ME TRANSFORMOU EM PUTA pt 10 FINAL

Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 3185 palavras
Data: 07/05/2026 15:21:14

Após alguns minutos masturbando uma ao lado da outra, eu e Rafaela estávamos cada vez mais excitadas. A droga que havíamos cheirado deixava nossa pele ardendo, a buceta latejando e a mente enevoada de puro desejo. Nossos gemidos enchiam o galpão.

Tinga e El Toro voltaram com copos de whisky na mão, sorrindo ao nos ver naquele estado. Tinga se sentou no sofá e me puxou para o colo dele, abrindo minhas pernas para fora das suas. El Toro fez o mesmo com Rafaela ao nosso lado.

Sem dizer nada, as mãos grandes deles voltaram a trabalhar. Tinga massageava meu clitóris inchado com o dedo médio em círculos firmes e rápidos, enquanto enfiava dois dedos grossos na minha buceta encharcada. El Toro fazia o mesmo com Rafaela.

— Aaaahh… porra… — gemi, rebolando involuntariamente contra a mão de Tinga.

O tesão era insano. Cada toque enviava choques de prazer pelo meu corpo inteiro. Olhei para o lado e vi Rafaela: a loira estava com os olhos semicerrados, boca entreaberta, rebolando no colo de El Toro enquanto ele dedava ela com força. Seus seios grandes subiam e desciam rapidamente. Ela estava tão entregue quanto eu.

Nós duas gozamos quase ao mesmo tempo, gemendo alto. Meu orgasmo foi violento, fazendo minhas pernas tremerem e minha buceta apertar os dedos de Tinga.

Eles não nos deram descanso. Tinga me empurrou para o chão e El Toro fez o mesmo com Rafaela. Nós duas voltamos a chupar eles com urgência. Eu engolia o pau grosso de Tinga o mais fundo possível, babando inteira, enquanto Rafaela mamava El Toro com a mesma fome.

Depois do boquete, eles nos comeram de verdade.

Tinga me colocou de quatro no sofá e meteu tudo de uma vez na minha buceta. O pau dele era grosso e longo, esticando-me inteira. Ele começou a estocar com força bruta, batendo fundo, segurando minha cintura.

— Aaaahhh! Que delícia… me fode… — gemi, completamente dopada de tesão.

Ao meu lado, El Toro fodia Rafaela com a mesma intensidade. A visão dela sendo comida era surreal: loira, bundinha empinada, gemendo como uma vadia enquanto o mexicano tatuado metia nela sem piedade. Seus seios balançavam a cada estocada forte.

Tinga me virou de frente, colocou minhas pernas em seus ombros e me fodeu ainda mais fundo. Cada estocada fazia meus seios pularem e meus piercings arderem. O prazer era tão intenso que eu mal conseguia pensar.

— Olha pra sua amiga… olha como ela tá gostando de levar rola — rosnou Tinga.

Eu olhei. Rafaela estava cavalgando El Toro agora, rebolando desesperada, os cabelos loiros grudados no suor do rosto. A cena me deixou ainda mais excitada.

Gozei mais uma vez, apertando o pau de Tinga, gemendo sem controle. Ele meteu mais algumas vezes e gozou fundo dentro de mim. El Toro fez o mesmo com Rafaela logo em seguida.

Nós duas caímos no sofá, ofegantes, com porra escorrendo das bucetas, o corpo tremendo de tanto tesão e exaustão.

A noite mal havia começado.

Depois de gozarem dentro de nós, Tinga e El Toro beberam mais um gole de whisky e trocaram olhares cúmplices.

— Troca — ordenou Tinga.

Eu fui puxada para o colo de El Toro e Rafaela foi colocada no de Tinga. El Toro era ainda mais grosso que Tinga. Quando ele encaixou a cabeça do pau na entrada da minha buceta e me desceu com força, soltei um gemido alto e agudo:

— Aaaahhh porra… tá muito grosso!

El Toro segurou minha bunda com as duas mãos e começou a me foder para cima, estocando forte enquanto eu quicava no colo dele. Cada descida fazia seu pau bater bem fundo, roçando em um ponto que me deixava louca. Meus seios pulavam no rosto dele, que chupava meus piercings com vontade.

Ao meu lado, Rafaela cavalgava Tinga com desespero. A loira rebolava a bundinha empinada, gemendo sem parar enquanto Tinga dava tapas fortes nas nádegas dela.

— Troca de novo — mandou El Toro depois de alguns minutos.

Eles nos colocaram de quatro lado a lado no grande sofá. Tinga meteu na minha buceta por trás com estocadas brutais, enquanto El Toro enfiava na buceta de Rafaela. Os sons molhados dos nossos corpos ecoavam pelo galpão.

— Olha como as duas putas estão meladas… — riu El Toro.

Trocamos novamente. Agora eu estava sendo comida por Tinga de lado, com uma perna levantada, enquanto Rafaela era fodida de quatro por El Toro. Eu não conseguia parar de olhar para ela: o rosto vermelho de tesão, a boca aberta gemendo, os seios balançando a cada estocada forte que recebia.

O tesão da droga não diminuía. Quanto mais eles nos fodiam, mais eu queria. Meu corpo queimava.

Eles nos colocaram uma de frente para a outra, de quatro, bem próximas. Tinga metia em mim enquanto El Toro metia em Rafaela. Nossos rostos estavam colados. Rafaela me beijou com fome, enfiando a língua na minha boca enquanto éramos fodidas ao mesmo tempo.

Gozei mais uma vez, gemendo dentro da boca dela. Rafaela gozou logo depois, tremendo inteira.

Os dois homens aceleraram, estocando fundo e forte. Tinga gozou dentro de mim, enchendo minha buceta. El Toro puxou o pau e gozou nas costas e na bunda de Rafaela.

Nós duas caímos no sofá, completamente exaustas, suadas, com porra escorrendo pelos corpos e as pernas tremendo.

Mas ainda não havia acabado.

O tesão da droga não dava trégua. Depois de alguns minutos recuperando o fôlego, Tinga e El Toro nos puxaram novamente.

— De quatro, as duas — ordenou Tinga.

Eu e Rafaela nos colocamos lado a lado, bundas empinadas. Tinga cuspiu no meu cu e enfiou o pau grosso devagar no meu ânus, me fazendo gemer alto. Ao mesmo tempo, El Toro fez o mesmo com Rafaela.

Enquanto eles nos fodiam o cu com estocadas firmes, eu e Rafaela nos olhamos. Instintivamente, nos aproximamos e começamos a nos beijar. Um beijo molhado, desesperado, línguas se enrolando enquanto levávamos rola no cu. O beijo ficava mais safado a cada estocada.

— Isso… beijem enquanto levam no rabo — rosnou El Toro, acelerando.

Eles trocaram de buraco. Agora Tinga metia na minha buceta enquanto El Toro fodia o cu de Rafaela. Depois inverteram novamente.

Então veio o momento que eu mais temia e desejava ao mesmo tempo.

Tinga me deitou de lado e se posicionou atrás de mim, enfiando o pau no meu cu. El Toro se colocou na frente e enfiou na minha buceta. Dupla penetração completa. Fui preenchida pelos dois ao mesmo tempo.

— Aaaahhhhhh! Caralho… tô muito cheia! — gritei, os olhos revirando.

Eles começaram a estocar juntos, em um ritmo sincronizado e brutal. A sensação era avassaladora — dor, prazer e pressão misturados. Meu corpo tremia sem controle.

Rafaela foi colocada na mesma posição ao meu lado. El Toro e Tinga trocavam de mulher constantemente. Em um momento Tinga me fodia a buceta enquanto El Toro comia o cu de Rafaela, no outro eles invertiam.

Durante toda a DP, eu e Rafaela não parávamos de nos beijar. Beijos molhados, gemidos dentro da boca uma da outra, línguas se esfregando enquanto éramos arrombadas pelos dois machos.

— Olha como essas putas estão loucas… — riu Tinga, metendo fundo no meu cu enquanto El Toro estocava minha buceta.

Eu gozei absurdamente forte na dupla penetração, o corpo convulsionando, apertando os dois paus ao mesmo tempo. Rafaela gozou logo depois, gemendo no meu ouvido enquanto nos beijávamos.

Eles continuaram nos fodendo por mais tempo, trocando de buraco, de posição e de mulher. Gozaram várias vezes — dentro de nós, na nossa cara, nos seios e na boca.

Quando finalmente nos largaram, eu e Rafaela estávamos destruídas: deitadas no sofá, pernas abertas, buceta e cu vermelhos e escorrendo porra, corpos suados e tremendo de tanto prazer.

A droga ainda pulsava forte nas nossas veias.

A noite estava apenas na metade.

tesão da droga nos deixava completamente insanas. Tinga e El Toro nos colocaram novamente de quatro, lado a lado, bundas bem empinadas.

Tinga enfiou seu pau grosso no meu cu sem piedade, esticando meu ânus ao máximo. Ao mesmo tempo, El Toro meteu na buceta de Rafaela. Eles começaram a nos foder com força bruta, estocadas violentas que faziam nossos corpos balançarem. Eu e Rafaela nos beijávamos desesperadamente, gemendo na boca uma da outra enquanto éramos arrombadas.

— Mais forte… me fode o cu… — implorei entre beijos.

Eles trocaram de buraco e de mulher várias vezes. Em um momento Tinga metia no meu cu enquanto El Toro fodia minha buceta — dupla penetração selvagem. Eu gritava de prazer, o corpo inteiro tremendo. Rafaela ao meu lado recebia o mesmo tratamento, olhos revirados, saliva escorrendo da boca enquanto nos beijávamos como duas vadias no cio.

— Olha essas putas… tão loucas pra rola — rosnou El Toro, metendo mais fundo.

Eles nos viraram de frente, deitaram-nos no sofá com a cabeça pendurada na beirada e continuaram nos fodendo. Tinga metia na minha garganta enquanto El Toro fodia minha buceta. Depois inverteram. Eu engasgava no pau de El Toro, baba escorrendo pelo rosto, enquanto Rafaela chupava Tinga com a mesma fome.

O clímax se aproximava.

Eles nos colocaram de joelhos, lado a lado, no centro do galpão. Eu e Rafaela com os rostos colados, bocas abertas, línguas para fora.

Tinga e El Toro se masturbaram rápido, paus brilhando de nossa saliva e porra.

— Abre bem a boca, puta — grunhiu Tinga.

Quase ao mesmo tempo, os dois gozaram forte. Jatos grossos e quentes acertaram nossas bocas e rostos. Tinga gozou bastante na minha boca e no meu rosto, enquanto El Toro encheu a boca de Rafaela e pintou seus lábios e queixo. Engolimos o que conseguimos, o resto escorrendo pelos nossos queixos e pingando nos seios.

Nós duas ficamos ali, de joelhos, ofegantes, destruídas, com o rosto e o corpo coberto de porra, olhando uma para a outra com os olhos vidrados de tesão e exaustão.

A droga ainda queimava forte em nossas veias.

Tinga e El Toro se sentaram no sofá grande, copos de whisky na mão, relaxados e conversando baixo. Eles nos olharam e Tinga fez um gesto com o dedo.

— Venham chupar enquanto a gente conversa.

Eu e Rafaela nos ajoelhamos entre as pernas deles. Comecei a chupar o pau de Tinga com vontade, devagar e molhado, enquanto Rafaela fazia o mesmo com El Toro. Os dois continuavam a conversa sobre o preço do quilo da droga, quantidades, rotas e pagamento, como se estivéssemos apenas servindo de entretenimento.

A negociação durou alguns minutos. Eu engolia o pau de Tinga até a garganta, babando bastante, enquanto ouvia os valores em dólares sendo discutidos. El Toro gemia de vez em quando, segurando os cabelos loiros de Rafaela.

De repente, El Toro fez um gesto com a mão. Um homem entrou carregando duas grandes mochilas com as drogas. Tinga chamou Richard, que entrou logo em seguida trazendo duas bolsas cheias de dólares.

Foi nesse exato momento que tudo explodiu.

— Polícia Federal! Todo mundo no chão! — gritaram várias vozes ao mesmo tempo.

A porta do galpão foi arrombada com violência. Richard sacou a arma rapidamente, mas levou um tiro na perna antes que pudesse reagir. Ele caiu gritando, e um policial o imobilizou no chão.

Um dos capangas de El Toro tentou reagir e foi baleado, caindo morto no chão.

Caos total.

Tinga e El Toro agiram rápido. Tinga me agarrou pelo braço com força bruta, El Toro pegou Rafaela. Eles nos arrastaram até a van preta que estava estacionada atrás do galpão.

— Entra, porra! — gritou Tinga, me empurrando para dentro.

Fomos jogadas no banco de trás. Tinga e El Toro entraram na frente, armados, e a van saiu cantando pneu em alta velocidade pela estrada de terra.

Eu e Rafaela estávamos ofegantes, ainda nuas, suadas e com porra escorrendo pelo corpo. Olhamos uma para a outra em pânico.

Estávamos sendo feitas de reféns na fuga.

Do lado de fora, sirenes da Polícia Federal ecoavam atrás de nós.

Enquanto eu e Rafaela ainda estávamos nuas, suadas e cobertas de porra no banco de trás, a van arrancou em alta velocidade pela mesma estrada de terra abandonada por onde havíamos chegado.

Tinga dirigia como um louco, acelerando ao máximo. El Toro ia no banco do passageiro armado, virando para trás e atirando contra os carros da Polícia Federal que nos perseguiam. O barulho dos tiros era ensurdecedor. A van balançava violentamente na estrada esburacada, jogando nossos corpos de um lado para o outro.

— Segura, porra! — gritava Tinga, fazendo curvas arriscadas.

Os tiros da polícia acertavam a lataria da van. Vidros estouravam. Eu e Rafaela gritávamos de pavor, tentando nos segurar como podíamos.

Após alguns minutos em alta velocidade, a estrada se abriu. De repente, vimos faróis fortes vindo na direção contrária — um caminhão grande carregado.

— Cuidado! — berrou El Toro.

Tinga tentou desviar bruscamente para não bater de frente. A van perdeu o controle, derrapou e saiu da estrada, caindo pela ribanceira íngreme.

O mundo girou. Vidros quebrando, metal amassando, nossos gritos misturados ao barulho do capotamento. A van rolou várias vezes antes de parar violentamente no fundo do barranco.

Apaguei.

Quando acordei, sentia dores lancinantes pelo corpo inteiro. Minha cabeça latejava, havia sangue no meu rosto e cortes por todo lado. A van estava destruída, de lado.

Olhei para o lado e vi Rafaela gemendo de dor, com os dois braços claramente quebrados, o rosto pálido e lágrimas escorrendo.

Do lado de fora, vozes altas:

— Polícia Federal! Não se mexam!

Tinga foi tirado da van ensanguentado e algemado imediatamente. El Toro estava caído mais à frente, sem vida, com vários tiros no corpo. Morto.

Policiais federais invadiram o local, nos tirando da van com cuidado. Eu mal conseguia falar. Meu corpo inteiro doía, mas o pior era o vazio e o terror do que tinha acabado de acontecer.

A operação havia terminado. Tinga foi preso. El Toro estava morto. Richard provavelmente também havia sido capturado no galpão.

Enquanto me colocavam na maca, só conseguia pensar que, de uma forma trágica e dolorosa… tudo finalmente havia acabado.

Acordei no hospital com o corpo dolorido e várias escoriações. Os médicos disseram que tive sorte.

No dia seguinte, Bruno foi o primeiro a me visitar. Entrou cabisbaixo, olhos vermelhos.

— Mãe… me perdoa. Tudo isso foi culpa minha. Se eu não tivesse me envolvido com aquelas drogas, nada disso teria acontecido. Eu destruí nossa família.

Chorei junto com ele. Abracei meu filho e disse que o perdoava, mesmo sabendo que as cicatrizes nunca sumiriam.

Dois dias depois, Roberto apareceu. Estava sério, mas não agressivo. Sentou na cadeira ao lado da cama e falou baixo:

— Eu te perdoo, Amanda. Sei que você fez tudo isso pra proteger o Bruno. Mas… eu não consigo mais. Vim aqui pra dizer que quero o divórcio. E… eu estou com a Flávia agora. Já faz um tempo.

A notícia doeu, mas não me surpreendeu. Assenti em silêncio.

Descobri que Richard havia sido preso e estava na cadeia. Rafaela estava bem, com alguns ferimentos leves.

Daniel, o promotor de justiça (aquele que tinha sido meu cliente junto com Paulinho), me visitou. Explicou que Rafaela o procurou meses antes pedindo ajuda para desmantelar a quadrilha. Ele aceitou e trabalhou em conjunto com a Polícia Federal.

Alguns dias depois recebi alta.

Roberto e eu assinamos o divórcio. Vendemos a casa. Ele foi morar com minha irmã Flávia. Eu me mudei para um apartamento menor.

Daniel começou a me chamar para sair. Aos poucos, nos aproximamos. Ele sabia de quase tudo e mesmo assim me aceitou. Nos casamos seis meses depois.

Um ano depois

Bruno e Rafaela se casaram. Ela ficou com quase todo o dinheiro que Tinga deixou (ele foi assassinado dentro da cadeia). Rafaela estava grávida de 7 meses de um filho de Bruno.

Eu, agora esposa de Daniel, mantinha um segredo perigoso.

Toda semana, enquanto Daniel estava no trabalho, eu ia até a casa de Bruno. Rafaela, por causa da gravidez avançada, quase não transava mais com ele.

Naquela tarde, Bruno me fodia com força na cama dele — a mesma cama que dividia com Rafaela.

— Isso… toma o pau do seu filho, Amanda — gemia ele, metendo fundo na minha buceta enquanto eu estava de quatro.

Eu rebolava contra ele, gemendo baixinho:

— Mais forte, Bruno… me fode como você gosta.

Ele gozou dentro de mim, como sempre.

Depois do sexo, me arrumei rapidamente, dei um beijo nele e saí.

Entrei no meu carro e comecei a dirigir de volta para casa. Alguns quarteirões depois, olhei pelo retrovisor e senti um frio na espinha.

Um carro escuro estava me seguindo.

Ainda no carro, olhando pelo retrovisor, percebi que o carro escuro se aproximou. Quando ele emparelhou, meu coração quase parou.

Era Richard.

Ele baixou o vidro e fez um sinal para eu segui-lo. Tentei fugir, acelerei, dobrei ruas, mas ele era melhor no trânsito e me cortou duas vezes, quase me fazendo bater. Com medo e sem escolha, acabei seguindo ele até uma casa afastada, nos arredores da cidade.

Assim que desci do carro, comecei a xingá-lo:

— Seu filho da puta! Desgraçado! Acabou, Richard! Eu tô casada agora, seu lixo!

Ele apenas sorriu, sentou no sofá da sala simples e abriu as pernas.

— Me chupa, rainha. Eu sei que você tá com saudade da minha cobra preta.

Eu dei um tapa forte no rosto dele. Richard riu, segurou meu pulso e me puxou para baixo.

Uma hora depois eu estava completamente nua, de quatro no sofá da casa abandonada.

Richard meteu tudo na minha buceta de uma vez, estocando com força bruta enquanto dava tapas pesados na minha bunda.

— Aaaahhh porra! — gritei, empinando mais pra ele.

Ele fodeu minha buceta com vontade, depois cuspiu no meu cu e enfiou o pau grosso devagar no meu ânus. A sensação de ser arrombada novamente por ele me fez gemer alto.

— Isso… toma no cu, sua puta casada. Você disse que tinha parado, mas olha pra você… rebolando no meu pau como uma vadia no cio.

Richard segurou meus cabelos e meteu fundo no meu cu, estocadas longas e fortes. Depois me virou de frente, colocou minhas pernas em seus ombros e voltou a foder minha buceta, olhando nos meus olhos.

— Diz que você é minha puta.

— Eu sou… sua puta… aaaahhh! — gemi, gozando forte enquanto ele me estocava.

Ele me fez chupar seu pau, lambendo do cu até a cabeça, depois me fodeu mais uma vez no cu, bem fundo, até gozar dentro de mim com um grunhido alto.

Saí dali destruída, com porra escorrendo do cu e da buceta, pernas fracas e a alma em conflito.

Mas aquela não foi a última vez.

Toda semana, eu arrumava uma desculpa para Daniel e ia até Richard. Por algumas horas eu voltava a ser completamente dele — sua puta, sua rainha, sua vadia. Ele me fodia de todas as formas, no cu, na buceta, na boca, me humilhava, me fazia implorar… e eu gozava como nunca.

Eu tinha uma vida “normal” ao lado de Daniel…

Mas toda semana eu traía meu marido para dar meu corpo ao homem que destruiu minha vida.

E o pior…

Eu não conseguia mais parar.

Fim

Obrigado a todos que tiraram um tempo para ler , essa história desculpa pela demora pra termina -lá e obrigado

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Comentários

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Só comentário para te dizer que não dei nota pior porque essa merda não tem, pois teu final está um lixo, como tua estorinha babaca que preza pela violência - é um lixo escroto, com final deprimente - repetitivo e cansativo, é coisa de doente mental, doença de uma escroto sem pena de mulher, seu red pill do caralho, não merece nehum crédito - deve ter feito copia e cola de uma punheta alheia, coisa de moleque que acha coisa mais legal "destruir" mulher - isso é nojento de um verme que acha que deve ser coisa que mulher gosta - e aí coloca isso no final que ela aceita - vai se foder - coisa de pamonha fantasia porra do caralho, só serve para lata do lixo

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