Capítulo 28: A Maratona e a Gripe Inesperada

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1123 palavras
Data: 07/05/2026 17:52:08

Jhonny estava ainda meio ressabiado com as revelações e a intensidade dos últimos dias, mas o amor por Andressa era um fogo que queimava forte em seu peito. Ele sentia esse amor correspondido em cada toque, cada olhar, cada gemido dela. A conexão entre eles, apesar das turbulências e das novas fronteiras que exploravam, parecia mais sólida do que nunca, um porto seguro em meio às ondas de excitação e descobertas.

Porém, naquela semana, um novo e urgente projeto foi iniciado no trabalho de Jhonny. O prazo, super apertado, era até a sexta-feira da semana seguinte – apenas duas semanas para entregar um trabalho complexo e de alta demanda, que exigia dedicação total. Por conta disso, ele começou a pegar mais cedo em seu trabalho, chegando ao escritório de TI às 8h em ponto, e só voltava para casa exausto, às 22h ou mais. Graças a essa maratona, ele e Andressa pouco se viam e, consequentemente, pouco namoraram no começo daquela semana, o que deixava ambos com uma pontada de frustração e saudade, o tesão acumulando-se silenciosamente, como uma chama baixa esperando para explodir.

Na terça-feira, Andressa, sentindo a falta dele e querendo apimentar a rotina, foi ao shopping. Enquanto Jhonny estava imerso em códigos e reuniões intermináveis, ela tirou algumas fotos provocantes no provador de uma loja de roupas íntimas e enviou pra ele. Ela estava com uma saia jeans curta que mal cobria suas coxas torneadas e uma calcinha roxa de renda, quase transparente, que delineava perfeitamente a boceta raspada e o clitóris inchado, o tecido úmido colando aos lábios rosados em um vinco tentador. As fotos mostravam ela levantando a saia, revelando a calcinha e um pedaço da virilha macia, com um sorriso malicioso e os olhos brilhando de safadeza, um brilho sutil de excitação no tecido. Jhonny viu em um momento de pausa e não se aguentando, correu pro banheiro e se masturbou, enviando o video pra Andressa – mão punhetando o pau grosso ritmado, gemidos baixos ecoando no cubículo, gozo jorrando quente na palma. Ela viu e disse que queria muito aquele pau preenchendo sua boceta mais tarde, voz rouca de desejo. Mas Jhonny acabou chegando quase meia noite em casa. A encontrou dormindo, usando justamente a calcinha que ele vira nas fotos, o tecido ainda marcado por umidade residual, como se ela tivesse se tocado esperando por ele. Ele suspirou, um misto de frustração e tesão, imaginando eles se pegando deliciosamente caso tivesse conseguido chegar mais cedo, o pau dando um pulso involuntário ao ver o corpo magrinho dela exposto.

Na quarta-feira, a saudade e o tédio de Andressa aumentaram, e ela decidiu agir. Foi com Suzana ao shopping novamente, desta vez com um plano bem mais ousado. Uma tirava fotos da outra, em poses discretas, mas com intenção clara, nos provadores ou em cantos mais vazios de lojas. Suzana estava de vestido preto listrado, o tecido levemente levantado para revelar uma calcinha rosa transparente, quase invisível, que deixava à mostra a fenda carnuda de sua boceta, com um filete de pelos aparados reluzindo dando até um charme diferente, lábios inchados piscando sob o flash. Andressa, por sua vez, vestia uma blusa azul marinho e uma saia branca rodada, e sua calcinha branca, também transparente, mal escondia o clitóris rosado e os lábios macios, que pareciam pulsar de excitação, um brilho sutil de tesão. Elas tiraram várias fotos uma da outra, com legendas como "Olha o que você tá perdendo, Jhonny!" e "A gente tá aqui te esperando, careca… loucas por você!". Por fim, Andressa prometeu que aquela noite, Jhonny seria dela, custe o que custasse, voz carregada de determinação sensual.

E ela cumpriu. Naquela noite, mesmo com Jhonny chegando às 23h, o corpo pesado e a mente ainda processando linhas de código, Andressa o aguardou acordada na sala, sentada no sofá, apenas de calcinha – a mesma branca transparente das fotos de mais cedo, agora com Andressa muito bem acordada o esperando. Os cabelos soltos caindo em ondas loiras, o corpo magrinho à mostra, os olhos brilhando de desejo e uma fome insaciável, mamilos pequenos endurecidos contra o ar fresco. "Ei, meu trabalhador… vem cá," ela murmurou, a voz rouca de tesão, estendendo a mão para ele. Eles se abraçaram, beijos famintos se aprofundando, línguas se encontrando com urgência, e ainda durante o banho – a água quente caindo no box amplo do banheiro, vapor embaçando o espelho –, eles fizeram um amor gostoso, sem pressa, corpos nus colados sob o jato morno. Andressa o ensaboou devagar, mãos deslizando pelo peito forte e descendo para o pau já endurecendo, punhetando ritmado com espuma: "Tava morrendo de saudade disso… olha como você tá duro, amor." Ele gemeu, virando-a contra a parede azulejada, enfiando o pau grosso na boceta úmida dela por trás, metendo lento e profundo, água escorrendo pelos corpos, misturando-se ao suor da excitação: "Ah, Andi… você é tão apertada, minha delícia." Ela rebolava, gemendo: "Fode mais… me enche, Jhonny!" Mudaram para ela de frente, perna erguida no ombro dele, pau invadindo a boceta rosada em estocadas ritmadas, clitóris roçando na base veiosa, mãos dele apertando os seios pequenos e molhados. Gozaram juntos, porra quente enchendo-a enquanto a boceta pulsava em espasmos intensos, gemidos ecoando no banheiro úmido: "Te amo, Jhonny… isso é só o começo da recompensa." Ela diz que o ama e que nunca quer perdê-lo, a voz embargada de prazer e emoção. Ele corresponde, beijando seus lábios molhados, sentindo o corpo dela tremer contra o seu. Jhonny estava visivelmente cansado, mas o orgasmo o deixou relaxado e satisfeito. Ela queria que ele relaxasse, mas sem comprometê-lo, então, após o banho, eles comeram um lanche leve e caíram na cama, exaustos, mas felizes e conectados.

Na quinta-feira, Andressa tentou esperá-lo novamente, mas ele chegou quase meia-noite, ainda mais exausto. E ela já não aguentava nem conversar direito, de tanto sono, os olhos mal se mantinham abertos, nem ele. Mal tomaram banho e lancharam algo rápido antes de desabarem na cama, o desejo cedendo ao cansaço avassalador, corpos caindo pesados nos lençóis.

Porém, na sexta-feira, Jhonny correu e conseguiu finalizar as tarefas do dia um pouco rápido e, para sua surpresa, conseguiu chegar em casa às 21h, mais cedo que os demais dias, doido pra aproveitar bem sua esposinha… só para achá-la no canto do sofá, encolhida sob um cobertor, com febre. Ela estava gripada, o rosto pálido e os olhos marejados, o corpo tremendo de frio. "Ah, amor… desculpa" - ela murmurou, a voz fraca, nariz entupido. - "queria tanto te encher de amor." Jhonny sentiu uma pontada de tristeza, mas o amor falou mais alto. "Não se preocupa, meu anjo," ele disse, ajoelhando-se ao lado dela e beijando sua testa quente, "o importante é você melhorar. Eu cuido de você."

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