A GRÁVIDA E O PROFESSOR

Um conto erótico de CasalBisexPA
Categoria: Heterossexual
Contém 3986 palavras
Data: 07/05/2026 23:34:32

A GRÁVIDA E O PROFESSOR

Meu nome não importa. A verdade é que eu sempre fui uma safada disfarçada de menina certinha.

Perdi a virgindade tarde, por opção. Não porque fosse santa – porque gostava de sentir o tesão acumular. Desde nova eu me esfregava nas quinas dos móveis, nas beiradas da pia do banheiro, nos cantos da piscina quando a casa estava vazia. Brincadeira de médico com as amigas? Eu sempre pedia para ser a paciente que tinha que tirar a roupa. Esconde-esconde? Eu me escondia nos armários escuros e passava a mão na minha boceta enquanto esperava ser encontrada.

Minha mãe nunca soube. Minhas amigas desconfiavam, mas eu ria e desconversava.

O problema era que eu molhava demais. Sempre. Desde que me entendo por gente, minha boceta pingava por qualquer motivo. Uma cena de beijo na novela. Um homem de terno no elevador. A trepidação do ônibus num buraco. Eu usava Care Free desde os 15 anos, porque se não usasse, a calcinha ficava encharcada em menos de uma hora, marcava o short jeans, e todo mundo via.

— Você sua muito, flor — minha mãe dizia.

Não era suor. Era tesão. Tesão o tempo todo.

Com 18 anos conheci o meu namorado no cursinho. Ele era bonitinho, engraçado, me tratava bem. Um amigo, na verdade. A gente transava, mas nunca foi aquela foda de cair o cu da bunda. Era gostosinho, normal. Ele gozava rápido, eu nem sempre chegava lá, mas gostava dele de verdade.

Aí veio a gravidez.

Foi sem querer. Camisinha estourou, pílula do dia seguinte falhou, e de repente eu estava grávida de 3 meses, com os peitos doendo, o nariz entupido, e um tesão que não cabia no meu corpo.

Os hormônios me deixaram louca.

Acordava de madrugada com a boceta latejando. Tinha que me masturbar três, quatro vezes por dia. Passava a mão por baixo da mesa do almoço. Me esfregava no colchão antes de dormir.

Mas o pior – o namorado perdeu o tesão em mim quando a barriga apareceu.

— Tenho medo de machucar o bebê — ele dizia.

— Não machuca, seu idiota! O útero é forte!

— Sei lá, não consigo. Me dá agonia.

Ele dormia de costas para mim. Eu ficava ali, de lado, com a boceta molhada escorrendo pela coxa, me masturbando em silêncio, chorando de tesão acumulado.

Comecei a odiar ele. Não porque ele fosse ruim – mas porque eu precisava de um homem de verdade para me foder como eu merecia.

E esse homem tinha nome.

Professor Carlos. Odontologia. Matéria: Materiais Dentários.

Cinquenta e poucos anos. Calvo na frente, cabelo grisalho nas laterais. Usava camisa xadrez enfiada dentro da calça jeans social. O corpo magro, meio encurvado, sem músculos à mostra. Parecia um tiozinho simpático que ia dar aula e voltar para casa para ver novela.

Mas por dentro – por dentro eu sabia que ele era diferente.

Ele falava devagar. Olhava nos olhos. Quando explicava as propriedades do cimento de ionômero de vidro, eu fingia que estava prestando atenção, mas na verdade estava contando os pelos brancos do nariz dele e imaginando a mão dele na minha nuca.

Meu tesão por ele não tinha explicação lógica.

O pinto dele – se é que dava para adivinhar – provavelmente era normal. Sem volume na calça. Nada marcava. Não usava calça apertada, sempre aquela calça de sarja bege que escondia qualquer forma.

Mas eu queria. Queria com uma força que doía no baixo ventre.

Numa terça-feira chuvosa, ele estava explicando polimerização. Eu sentava na primeira fila, de saia jeans curta – sem calcinha, claro. Abri as pernas devagar, só o suficiente para o dedo médio escorregar pelos meus grandes lábios peludos. A boceta já estava molhada. Eu não precisava de motivo.

Ele gaguejou uma palavra. Eu massageei meu clitóris por cima da saia. Ele olhou para o quadro, depois para mim, depois desviou. Eu gozei ali mesmo – baixinho, mordendo o lábio, as pernas tremendo, o mel escorrendo dos meus dedos e molhando o assento de madeira da cadeira. Ele fingiu que não viu. Mas a mão dele, segurando o giz, tremeu.

Quando a aula terminou, fui a última a sair. Passei pela mesa dele, deixei um bilhete dobrado: "Professor, o senhor sabe o que eu estava fazendo na primeira fila?" Ele leu, corou, guardou no bolso da camisa. Não respondeu. Mas no dia seguinte, ele chegou mais cedo. E me olhou de um jeito diferente.

Nos intervalos, eu me sentava na primeira fila, de saia, cruzava as pernas devagar. Ele desviava o olhar. Eu abria um botão da blusa – só um – e ele pigarreava e continuava falando sobre polimerização.

Era tímido. Ou se segurava.

Eu precisava que ele se soltasse.

Eu ia para a faculdade de ônibus. Uma hora e meia de viagem, ida e volta. Antes da gravidez, eu já adorava quando o ônibus ficava lotado e algum homem encostava em mim por acidente. Eu me esfregava disfarçadamente. Chegava a gozar ali mesmo, em pé, segurando na barra, com os dentes cerrados.

Grávida ficou pior.

Com 5 meses, a barriga já era um mulherão. Os peitos cresceram dois números. O bico dos seios escureceu e ficou tão sensível que qualquer roçada na blusa me fazia arquear as costas.

Eu parei de usar calcinha.

Só vestido. Vestido curto, soltinho, que abria quando eu sentava. Eu sentava no fundo do ônibus, abria as pernas, e deixava o ar gelado do ar-condicionado acariciar minha boceta peluda – porque eu também tinha parado de depilar, os pelos escuros e grossos agora cobriam meus grandes lábios como uma mata virgem.

Numa dessas viagens, o ônibus estava abarrotado. Um homem mais velho, quarentão, de terno, foi empurrado contra mim. Ele pediu desculpas. Eu disse que não precisava. E empinei a bunda bem devagar contra a calça dele.

Ele ficou duro. Senti.

O ônibus balançou, ele caiu para frente, seu pau duro esfregou na fenda da minha bunda. Eu fingi que não percebi. Continuei olhando pela janela. Mas minha boceta já estava escorrendo pelo vestido – e eu não estava de calcinha, então marcou. Uma mancha escura no tecido claro.

Ele viu.

Quando ele desceu, olhou para trás, para a mancha. E sorriu.

Foi a primeira vez que gozei num ônibus sem nem me tocar. Só com a vergonha e a excitação de ter sido descoberta.

Na biblioteca da faculdade, numa quarta-feira à tarde, ele estava sozinho numa mesa do fundo, corrigindo provas. A biblioteca estava vazia – todo mundo no intervalo para o almoço. Eu sentei na mesa ao lado, de vestido curto, sem calcinha. Abri as pernas devagar. Ele não olhou.

Levantei o vestido até mostrar os pelos. Ele pigarreou. "Você está atrapalhando o meu trabalho". "Estou ajudando o senhor a lembrar que é homem", eu respondi. Passei a mão na minha boceta na frente dele – devagar, um dedo só, abrindo os grandes lábios, mostrando o clitóris inchado e vermelho.

Ele fechou o caderno, levantou, foi embora. Mas antes de sair, olhou para trás. Olhou para minha boceta. E passou a língua nos lábios.

Aquilo foi melhor do que qualquer foda. A promessa. A espera. O quase.

O namorado já não me tocava há duas semanas. Eu dormia de conchinha com ele e acordava com a mão enfiada na minha própria boceta, me masturbando enquanto ele roncava.

Não dava mais.

Na sexta-feira, depois da última aula de Materiais Dentários, eu esperei todo mundo sair. Tranquei a porta da sala – era aluna veterana, tinha a chave.

O professor Carlos estava apagando o quadro.

— Professor.

Ele se virou.

— Posso ajudá-la?

Eu fechei a distância. De vestido curto, sem calcinha, os mamilos marcando o tecido de algodão. A barriga de 6 meses na frente, empinada, redonda.

— O senhor já reparou que eu ando diferente?

Ele corou.

— Não... não reparei.

— Eu estou grávida, professor.

— Sei... eu vi.

— Meu namorado não me come mais.

Ele tossiu. Recuou um passo.

— Isso... isso é problema do casal, minha senhora.

— Não, professor. É problema meu. E eu quero que o senhor resolva.

Fiquei na ponta dos pés, cheguei minha boca perto da orelha dele. Ele cheirava a sabonete Phebo e suor velho – o cheiro de homem maduro que me deixava louca.

— Eu vou falar uma vez só. Eu preciso que o senhor me foda. Hoje. Agora. Se não for agora, hoje à noite. Mas eu não vou embora dessa faculdade sem sentir o seu pau dentro da minha boceta. Eu já vim sem calcinha hoje. Toque.

Peguei a mão dele e enfiei por baixo do meu vestido.

Os dedos dele tocaram meus pelos escuros, grossos, molhados de tesão. Ele arregalou os olhos. A ponta dos dedos escorregou nos meus grandes lábios, entrou um centímetro na fenda quente. Eu gemi baixo.

— Tá vendo, professor? Já tá pingando. Só de pensar no senhor. O senhor não sabe o que é ficar 6 meses grávida com um tesão que não passa. Eu me masturbo de manhã, de tarde, de noite. Uso meu vibrador até a pilha acabar. Mas não resolve. Eu preciso de pica de verdade. E eu escolhi o senhor.

Ele abriu a boca. Fechou.

— Eu sou casado...

— Eu sei. E daí? O senhor vai deixar uma grávida chorando de tesão porque é casado? Que homem é o senhor?

Ele me olhou nos olhos. Eu vi a falha no escudo dele.

— E outra, professor. Eu sei que o senhor me olha. Eu vejo o senhor olhando para o meu decote quando eu me abaixo para pegar a mochila. Eu vi o senhor secando minha bunda quando eu saio da sala. O senhor também me quer. Só falta ter culhão.

Ele fechou os olhos.

— Não é assim...

— É assim, sim. Olha.

Eu levantei o vestido até a cintura.

A boceta apareceu. Peluda, inchada, os grandes lábios roxos de tanto sangue acumulado. Uma corda de lubrificação grossa e clara escorria dos meus pequenos lábios até a metade da coxa. Eu toquei o fio de lubrificação com o dedo, puxei, mostrei para ele esticando entre o polegar e o indicador.

— Isso é por sua causa, professor. Só de falar com o senhor, minha boceta vira uma cachoeira. O senhor vai me fazer gozar ou vai me deixar aqui com esse mel escorrendo à toa?

Ele olhou para a porta. Trancada.

Olhou para mim.

Abriu o zíper da calça.

O pau do professor Carlos era... normal. Uns 15 centímetros. Grosso, mas não enorme. A cabeça roxa, brilhante de pré-gozo. Os testículos pendurados, cheios. Pelos grisalhos na base, igual a barba mal feita de homem que não se depila.

— É isso, professor? É esse pau que vai me foder? — eu provoquei.

— Se você achar pouco, a gente não faz nada.

— Não é pouco. É o que eu quero. Só que o senhor não vai ficar nessa vergonha. O senhor vai meter com raiva. Vai me comer como se eu fosse a aluna mais puta da faculdade. Porque eu sou.

Ele cuspiu na própria mão, passou a saliva no pau. Depois pegou na minha nuca, empurrou minha cabeça para baixo.

— Então chupa primeiro.

Eu ajoelhei.

Ajoelhei na frente do professor Carlos, no meio da sala de aula de Odontologia, com a barriga de 6 meses pesando nos joelhos. Abri a boca. Enfiei o pau normal dele inteiro. Não era enorme, mas cabia certinho na minha garganta. Eu chupava e olhava para cima, babando, os olhos marejados. Ele segurava meu cabelo, puxava, batia a cabecinha do pau no fundo da minha língua.

— Assim, sua puta. Assim que chupa um professor.

Eu quase gozei só com o gosto do sabonete Phebo e do sal do suor dele.

No dia seguinte, ele não conseguiu olhar na minha cara. Eu também não consegui ficar parada. No intervalo, levantei e fui ao banheiro. Não o banheiro das alunas – o dos professores, no corredor do fundo.

Bati na porta. Ele abriu, pálido. "O que você está fazendo aqui?" Eu entrei, tranquei, abaixei a calça dele. "Vou te chupar em pé. Você goza na minha boca. E volta para a aula como se nada tivesse acontecido."

Ele não reclamou. Só encostou na parede e gemeu baixinho enquanto eu engolia o pau normal dele inteiro. O banheiro cheirava a desinfetante e urina velha. Eu ajoelhei no chão frio, com a barriga pesando, e chupei ele como se fosse a última vez. Ele gozou em menos de dois minutos. Eu engoli tudo, lambi a cabeça, limpei a boca com o dorso da mão. "Hoje à noite, professor. Não me deixa na mão."

Ele saiu primeiro. Eu esperei cinco minutos. Lavei o rosto, passei batom, arrumei o vestido. Quando voltei para a sala, ele estava explicando alginato, com a voz calma. Eu sorri para mim mesma.

A gente foi de carro separado para um motel. Ele anotou o endereço num papel e disse: "Me encontra lá às oito".

Eu cheguei primeiro.

Tirei o vestido no quarto e me olhei no espelho. A barriga redonda. Os seios pesados, com estrias brancas, os mamilos escuros e enormes. Os pelos da boceta tão grossos que pareciam uma rua de paralelepípedo. Eu estava linda. Uma deusa grávida, no cio, prestes a ser comida por um professor maduro de pau normal.

Ele bateu na porta.

Entrou, trancou, me olhou.

— Você não vai se arrepender.

— Eu já me arrependo de não ter feito isso antes. Vem.

Ele me abraçou por trás. Passou a mão na minha barriga. Depois nos meus seios. Apertou os mamilos, e um líquido claro e grosso escorreu – leite. Eu já estava produzindo leite. Os mamilos vazavam com a pressão.

— Você tá vazando igual uma vaca — ele disse.

— Então ordenha, professor.

Ele abaixou a cabeça e chupou meu peito direito. O leite escorreu na boca dele, escorreu pelo meu abdômen, escorreu na minha barriga de grávida. Ele chupava com força, sugava, mordia, e eu gemia.

— O outro também — eu pedi.

Ele trocou de peito. Chupou o esquerdo. A mesma coisa – leite, tesão, gemidos.

Quando ele parou, ele olhou para baixo. Meus pés estavam inchados – gravidez de seis meses. Os tornozelos grossos, os dedos avermelhados, as unhas pintadas de vermelho escuro. "Você tem os pés lindos", ele disse. Eu ri. "Inchados, professor". "Não. Lindos. Posso?"

Ele ajoelhou na frente de mim, tirou minha sandália – uma rasteira preta simples – e lambeu meus dedos. Um por um. O suor, o sal, a pele esticada. Eu nunca tinha sentido ninguém lamber meus pés. Um calafrio subiu da sola até a boceta. "Professor... isso... isso é estranho". "É tesouro", ele respondeu, chupando meu dedão do pé direito, passando a língua entre os dedos, lambendo o arco do pé, a saliência do osso. E eu deixei. Quase gozei só com isso.

Ele passou para o pé esquerdo. Lambeu cada centímetro. Depois beijou meus tornozelos inchados, massageou com os polegares. Eu estava ofegante, apoiada na parede, a boceta escorrendo pelo vestido.

— O senhor é doido, professor.

— Louco por você.

Ele me ajoelhou de novo. Dessa vez coloquei ele sentado na beirada da cama. Chupei o pau normal dele até ficar tão duro quanto uma madeira. Passei a língua nos pelos grisalhos da base. Lambeu as bolas – primeiro uma, depois a outra, sugando devagar, sentindo o peso delas na minha língua. Enfiei um dedo no cu dele – ele não reclamou, só gemeu, arqueou as costas.

— Agora me come, professor. Me come de ladinho, por causa da barriga.

Deitei de lado, levantei a perna de cima, abrindo a boceta peluda e molhada. Ele se deitou atrás de mim, o pau roçando na minha fenda, a cabeça roxa escorregando nos meus grandes lábios inchados.

— Entra devagar? — perguntou.

— Entra com força, caralho. Eu não sou de vidro. Meu útero aguenta.

Ele enfiou.

Meu Deus.

O pau normal do professor Carlos entrou na minha boceta como uma chave numa fechadura antiga. Não era enorme, mas era perfeito. A grossura preenchia cada ruguinha dos meus grandes lábios. A cabeça roçava no meu ponto G a cada estocada. Eu sentia os pelinhos grisalhos da base dele roçando no meu clitóris – uma cócega deliciosa que me fazia revirar os olhos.

— ISSO, PROFESSOR! ISSO, CARALHO!

Ele metia devagar no início, depois rápido. A barriga balançava, meus peitos balançavam, o leite escorria e sujava o lençol branco do motel. Ele segurava minha coxa levantada com uma mão e enfiava até o talo – eu sentia as bolas batendo no meu cu molhado.

— Fala, sua puta. Fala o que você queria me dizer há meses.

— EU QUERIA DAR PARA O SENHOR DESDE O PRIMEIRO DIA DE AULA! EU ME MASTURBAVA PENSANDO NO SENHOR! EU IA PARA A FACULDADE SEM CALCINHA SÓ PARA IMAGINAR QUE O SENHOR IA ME COMER NO BANHEIRO!

— E agora tá tendo o que você queria?

— TÔ! TÔ SENDO COMIDA PELO PROFESSOR MAIS TESUDO DA FACULDADE!

Ele me virou de quatro. A barriga pesava, mas eu apoiei num travesseiro fofo. Empinei a bunda, abri os grandes lábios com as duas mãos, mostrando a entrada da boceta escorrendo e o cuzinho fechado, rosado, cercado de pelos escuros.

— COME MEU CU, PROFESSOR! EU NUNCA DEIXEI NINGUÉM COMER MEU CU! QUERO QUE O SENHOR SEJA O PRIMEIRO!

Ele cuspiu no meu cuzinho. Passou o dedo devagar, sentindo a resistência. Enfiou a cabeça do pau – eu gritei com a dor, rasgando o lençol com as unhas. Era uma dor quente, elétrica, que subia do cu até a nuca. Mas pedi mais.

— ENFIA TUDO, CARALHO! QUERO SENTIR SEU PAU ATÉ NO MEU ESTÔMAGO!

Ele enfiou tudo. O cu apertado, quente, pela primeira vez sendo invadido por um pau de verdade – não era vibrador, não era dedo, era pica de homem de 50 anos, experiente, calvo, de pau normal, mas que sabia meter.

— VAI, PROFESSOR! VAI FUNDO! ARROMBA MEU CU!

Ele metia e eu gritava. Misturava dor com prazer. A boceta escorria tanto que molhou minha coxa inteira – um fio de lubrificação desceu pelo meu joelho e pingou no lençol. Meu clitóris estava latejando, pulsando sozinho, e eu precisava gozar – e gozei pela primeira vez com o cu cheio de pau, o corpo inteiro tremendo, os olhos revirando, a boca aberta num grito mudo.

— GOZEI, PROFESSOR! GOZEI NO SEU PAU!

— EU TAMBÉM VOU GOZAR, SUA PUTA! ONDE?

— NA MINHA BOCA! QUERO ENGOLIR O LEITE DO PROFESSOR!

Ele tirou o pau do meu cu com um barulho molhado – um som de sucção que ecoou no quarto. Eu me virei, ajoelhei na frente dele, abri a boca com a língua para fora. Ele punhetou o pau normal na minha frente – veia saltada, cabeça roxa, os pelos grisalhos da base brilhando de lubrificação – e gozou. Jatos grossos, quentes, brancos. O primeiro acertou minha língua. O segundo meu lábio inferior. O terceiro meu queixo. O quarto escorreu pelo meu pescoço e foi parar no meu peito esquerdo.

Eu engoli tudo. Passei o dedo no queixo e chupei. Mostrei a boca vazia, abrindo bem os lábios, a língua para fora.

— Pronto, professor. Agora o senhor é meu amante.

Ele caiu na cama ao meu lado, ofegante, o peito subindo e descendo, a testa brilhando de suor.

— Você é louca.

— Não. Eu sou grávida. E grávida fica louca de tesão. E da próxima vez, o senhor vai me comer na sala de aula. Na mesa. Com a porta destrancada.

Ele olhou para mim, assustado.

— Brincadeira — eu sorri, mordendo o lábio — ...ou não.

Eu voltei para casa com o cheiro de sexo na pele. Tomei banho, escovei os dentes, coloquei o pijama. O namorado estava dormindo no sofá, a boca aberta, o controle da TV na mão.

Me deitei na cama sozinha, passei a mão na boceta ainda dolorida do cu, e sorri.

O professor Carlos me mandou uma mensagem meia-noite:

"Foi a melhor foda da minha vida. Quando podemos repetir?"

Eu respondi:

"Amanhã. Na sua sala. Depois da aula. Use camisa social. Vou rasgar com os dentes."

Ele respondeu na hora: "Amanhã não posso. A coordenação vai estar na sala."

Meu coração apertou. Mas ele continuou: "Mas e agora? Você está sozinha?"

"Estou. Namorado dormindo no sofá."

"Liga pra mim. De vídeo."

Liguei. Ele estava na cama, sem camisa, os pelos grisalhos do peito aparecendo, a barriga magra e um pouco flácida. O pau já duro na cueca. Eu abri as pernas para a câmera do celular, mostrei a boceta inchada e peluda – ainda marcada do cu ter sido comido horas antes. "Me masturba, professor. Fala putaria no meu ouvido." Ele falou. Falou baixo, com a voz grossa, mandando eu enfiar os dedos, abrir os grandes lábios, mostrar o clitóris. Eu obedeci. Gozei em dois minutos, gemendo baixo para não acordar o namorado. Mordi a ponta do travesseiro enquanto meu corpo tremia em espasmos silenciosos.

Ele gozou junto, na própria barriga, o jato branco escorrendo pelos pelos grisalhos.

Nós dois ofegantes, um na tela do outro.

— Agora eu vou dormir — eu disse, com a voz cansada.

— Agora sabemos que não precisa nem de sala.

Desliguei o celular, fechei os olhos, e senti o cheiro do professor ainda no meu cabelo – suor, Phebo, leite materno e tesão.

O cheiro da descoberta. O cheiro de quem finalmente foi comida por quem sempre quis.

Antes de dormir, fui até a sala. O namorado roncava no sofá, a boca aberta, a mão no celular descarregado. Sentei na cara dele. Com a calcinha – que eu tinha vestido só para isso – ainda marcada de lubrificação e do leite do professor que tinha escorrido antes do banho. Esfreguei minha boceta peluda no bigode dele. Ele fungou, virou de lado, resmungou algo sobre o trabalho.

"Seu trouxa", sussurrei, a boceta a centímetros do nariz dele. Ele não acordou.

Subi, fui para o quarto, dormi com os dedos enfiados dentro de mim. O cheiro do professor ainda no meu cabelo. O gosto do pau dele ainda na minha garganta. O namorado nunca soube o que perdeu. Nunca soube que enquanto ele roncava, outro homem – mais velho, mais calvo, mais pau normal – tinha me feito gozar de quatro, de lado, de joelhos, no chão do banheiro, na cama do motel, na tela do celular.

O professor Carlos se separou. Não por minha causa – pelo menos não só. "O casamento já estava morto há anos", ele me disse numa terça-feira, depois de me comer na mesa do consultório dele – os frascos de alginato caindo no chão, a cadeira do paciente rangendo, a luz do consultório acesa, a porta destrancada. "Você só me lembrou que eu ainda estava vivo."

O meu namorado descobriu que eu o traía. Não pelos fatos – pelo cheiro. Ele chegou em casa mais cedo, eu tinha acabado de voltar do motel com o professor. O cheiro de sexo ainda impregnado na minha pele, no meu cabelo, na minha boceta que eu tinha limpado só por cima. "Você está fedendo a homem", ele disse, os olhos vermelhos de sono e raiva. Eu olhei nos olhos dele. Não neguei. "Estou. E se você não quer me comer, outro quer. Outro que sabe meter. Outro que não tem nojo da minha barriga. Outro que lambeu meus pés inchados e pediu mais."

Terminamos no dia seguinte. Ele levou as roupas dele num saco de lixo preto. A porta bateu. Eu não chorei.

Hoje moro sozinha, com a minha filha – que nasceu de cabelos grisalhos, igual os do professor. Ele não é o pai, claro – o pai tem cabelo preto. Mas às vezes, quando ela sorri, eu juro que vejo ele. E isso me excita mais do que deveria.

O professor Carlos ainda me come. Uma vez por semana. Na sala de aula vazia, no consultório, no motel, no banheiro da faculdade. A coordenação desconfia, mas ninguém prova nada. "Ela só é muito dedicada", ele diz, quando perguntam por que eu passo tanto tempo no gabinete dele.

Dedicada. Isso é uma palavra.

Eu chamo de outra coisa.

Chamo de tesão. Chamo de vício. Chamo de necessidade.

Chamo de o cheiro do professor – Phebo, suor velho, leite materno, e a promessa de que amanhã, de novo, ele vai me comer como se eu fosse a aluna mais puta da faculdade.

Porque eu sou.

E sempre fui.

Só precisava que ele descobrisse.

FIM.

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