Meu nome é Clara e eu morava com meu pai, minha mãe. Por fora parecíamos uma família normal e feliz, mas por dentro eu guardava um segredo que me consumia: eu sentia um ciúme enorme do meu pai com a minha mãe. Toda vez que via ele abraçando ela na cozinha, dando um beijo ou simplesmente rindo junto com ela no sofá, algo apertava forte dentro do meu peito, mas não sabia explicar o porquê.
Numa tarde chuvosa de sábado, desci até o porão antigo da casa procurando uma caixa de brinquedos velhos. Enquanto mexia em tudo que estava embolorado, minha mão encostou em algo frio e arredondado. Era uma lâmpada antiga de bronze, toda escurecida, com desenhos estranhos. Soprei a poeira e, por curiosidade, esfreguei a lateral com a manga da blusa. De repente, uma fumaça roxa brilhante saiu da lâmpada e uma criatura de barba cacheada e olhos dourados apareceu flutuando na minha frente.
- Três desejos jovem mortal. - Ele disse com voz firme.
Meu coração quase saiu pela boca. Fiquei uns minutos absorvendo o que estava acontecendo. Parecia mais um sonho do que realidade. Meu pai era arqueólogo, mas não imagina que uma das coisas que ele trouxe para casa fosse algo além de tranqueira. Estava meia incrédula e por curiosidade perguntei algumas coisas, mas a figura apenas respondia:
- Três desejos jovem mortal.
Pensei um pouco e falei:
- Ah que se foda, como se isso fosse real. Quero que meu pai me ame mais do que ele ama a minha mãe… 10x mais… não, 1000x mais.
Sai de lá e coloquei uma roupa mais leve para dormir, porque eu devia estar delirando.
Mais tarde, antes de eu entrar no meu quarto, meu pai chegou do trabalho. Geralmente quando ele chega, manda mensagem para minha mãe avisando que chegou, mas hoje ele simplesmente jogou as coisas no sofá e veio na minha direção.
- Papai?
Ele me abraçou. E disse que me amava mais que tudo. Eu fiquei incrédula com aquela situação, parecia que o desejo tinha funcionado. Ele me abraçava e me cheirava como nunca tinha feito antes. Meu coração batia forte, mas logo notei algo estranho. Seus abraços começaram a ficar cada vez mais intensos, acariciando minha coxa, agarrando minha bunda. E seus cheiros se transformaram em beijos, beijos na bochecha e no meu pescoço.
- Papai, o que o senhor…?
Antes que eu pudesse terminar, papai beijou minha boca. E não foi uma bitoquinha, foi um puta beijasso de língua na própria filha. Ele puxou meus seios para fora da camisa e começou a chupar um deles.
- HUMMM… papai… o que deu em você?
Eu tentei raciocinar com ele, mas ele não parava de me agarrar e me beijar e me apalpar. Eu falava para ele parar, mas meu coração batia estranho… feliz eu acho. Não tinha forças para dizer não.
Logo o papai me jogou no sofá e tirou minha calcinha e a jogou para longe. Vi aquele pau enorme e veiudo, mas nem tive tempo de protestar. Papai me deu um puta beijo na boca enquanto me penetrava com aquela rola gostosa.
Eu chamei a criatura que me deu o desejo.
- Hey, não foi isso…hmm… não foi isso que eu quis dizer. - eu tentava falar enquanto papai comia minha buceta com força e me beijava sem parar.
A criatura apenas respondeu:
- Dois desejos.
- To perguntando porque você fez isso?
Papai me colocou de quatro e começou a me meter de novo, batendo na minha bunda e puxando meu cabelo. Eu quase não conseguia falar de tanto tesão. Mas logo me enchi de ansiedade porque ouvi a chave da porta virando. Porra! Era minha mãe, ela tava chegando do trabalho e ia me ver trepando com o papai. Eu tentei falar com o papai, mas parece que a ideia de me comer na frente da esposa deixou ele ainda mais excitado e começou a me fuder ainda mais. No impulso de resolver aquilo gritei pra aquele gênio estranho:
- Desejo que a mamãe não se importe com o que eu e o papai fazemos!
Logo em seguida uma das cenas mais bizarras que já presenciei. Minha mãe entrou em casa, deu boa noite, beijou meu pai na bochecha e sentou do nosso lado. Ela e o papai começaram a conversar como foi o dia. Tudo enquanto papai me comia ferozmente na frente dela. Nós fudemos a noite toda, e a mamãe nem reclamou.
E isso é o meu relato. E essa foi a minha vida nas semanas, meses que se seguiram. Eu e papai fodendo até o talo na frente da mamãe. O sentimento que eu tinha quando meu pai passava tempo com a mamãe sumiu. Até porque papai podia beijar ela o quanto quisesse, mas era eu que ele comia toda noite. Eu pensei em usar meu último pedido para voltar tudo ao normal. Mas… pra quê mexer em time que tá ganhando.
