DESEJO, CUMPLICIDADE E AMIZADE: A AVENTURA NO UBER
Era sexta-feira e o dia já começou diferente. Acordei sentindo um calor que vinha de dentro, um desejo que não passava, o corpo todo pedindo carinho e atenção. O Roger, meu marido, estava no trabalho, mas a minha cabeça só pensava na hora em que ele iria chegar. Passei o dia todo provocando ele: mandei fotos de calcinha fina, mostrando os seios já duros de vontade, a buceta bem depilada, e enviei um áudio cheio de malícia, dizendo exatamente o que queria:
— Quero sentir seu pau todo dentro de mim, quero chupar enquanto você mete, quero que você me foda a noite toda. Você vai ter que ser dois homens pra acabar com o meu fogo.
Deixei ele completamente louco de tesão só de ouvir a minha voz, cheia de promessas.
Combinamos de nos encontrar num barzinho, para tomar umas cervejas antes de ir para casa, já que o carro dele estava no conserto. Quando ele chegou, estava ainda mais charmoso, com aquele jeito de quem sabe exatamente o que quer. Mal me viu, já passou a mão por cima da calça, marcando o volume que já crescia, e abriu aquele sorriso safado que sempre me deixou toda mole. Sentou ao meu lado, beijou minha boca com fome, mordeu meu lábio devagar e passou a mão por baixo da mesa, subindo pela minha coxa devagar, tão perto do centro do meu desejo que senti que ia gozar ali mesmo, só com aquele toque.
Bebemos algumas torres de chopp, ele pagou a conta e chamou um carro. Chegou um sedã escuro, limpo, cheiroso, dirigido pelo Augusto — ou Gutão, como logo passamos a chamá-lo — um homem de uns 35 anos, aparência tranquila, educado, usava boné e parecia muito discreto. Entramos no banco de trás, e ele nem esperou o veículo andar direito: já puxou meu pescoço, colou minha boca na sua e beijou com toda a força, língua dentro, mãos já apertando minha cintura. Eu gemei baixo, senti o rosto queimar de vergonha, e tentei me afastar um pouquinho.
— Amor, não… para, seu louco! Tem gente dirigindo, ele pode ver! — comentei baixinho, o coração disparado de medo e de excitação.
— Esquece ele… ele não está vendo nada. Deixa eu te comer logo, tô cheio de vontade — respondeu ele, sem parar, a mão já abrindo os botões da minha blusa.
— Não dá… não dá mesmo… — murmurei, sem ar, já sentindo que não ia conseguir resistir.
Ele começou a chupar meus seios por cima do tecido fino, apertando, mordendo levemente os bicos que já estavam duros. Eu olhei para o retrovisor e vi: o motorista observava tudo, com um olhar calmo, atento, sem desviar o rosto. De repente, ele puxou tudo, arrancou meu sutiã para fora, deixou meus seios totalmente à mostra, livres para o ar e para os olhos de quem quisesse ver.
— Não! Você ficou louco?! — exclamei, cobrindo-me com as mãos, sentindo o rosto arder de tanta vergonha.
— Fiquei mesmo… louco por você, louco pra te ter toda, assim, exposta, gostosa — disse ele, chupando cada bico com fome, sem se importar com mais nada.
— O que deu em você, amor? Não é do seu jeito fazer isso… com outra pessoa olhando… — falei, confusa, com o coração batendo forte, um misto de medo e uma emoção estranha que fazia tudo ficar ainda mais quente.
Ele segurou meu rosto com carinho, olhou bem nos meus olhos e falou baixo, com toda a calma do mundo:
— Fica tranquila, meu amor. Confia em mim. Ele não vai falar nada, ele só vai ver.
Foi então que percebi que algo estava diferente. Olhei pela janela: o caminho não era o de casa. Seguíamos em direção à praia, para longe de tudo, ruas mais vazias, mais escuras. Fiquei pensando: Será que ele ouviu o que eu falei? Será que ele entendeu tudo e armou isso de propósito? Senti um frio na barriga, uma ansiedade boa, e tive certeza: tudo aquilo era plano.
Senti o volume duro como pedra dentro da calça dele, e devagar, com medo e vontade, abri o zíper. Ele enfiou a mão por baixo do meu vestido, subiu pelas minhas coxas, chegou até minha buceta já toda molhada, e começou a dedilhar devagar, forte, bem no meio, fazendo eu abrir bem as pernas, como se quisesse que até no espelho desse para ver tudo. De repente, ele puxou minha calcinha, arrancou devagar, levou até o nariz, cheirou fundo aquele cheiro de desejo, e sorriu com malícia.
— Ei, motorista! Pega aí — gritou, jogando a peça íntima em cima do painel, bem na frente dele.
— Amor! Que isso?! É a minha calcinha, você tá maluco! — comentei, completamente chocada, cobrindo o rosto com as mãos, sentindo vergonha e uma vontade enorme de tudo continuar.
— Agora não é mais sua… agora é dele. Ele vai ficar com o cheiro de você — respondeu ele, rindo safado.
Tirei seu pau para fora: grande, grosso, cabeçudo, veias saltadas, duro de tanta tesão. Comecei a fazer punheta devagar, lambendo a ponta, provando o gosto do melaço que já saía. Abaixei o corpo, abri bem a boca e comecei a chupar com vontade, enfiando tudo dentro da garganta, sentindo ele gemer forte.
Foi aí que ele gritou alto:
— Ei, Augusto! Põe uma música pra nós aí!
O motorista olhou pelo espelho, fez um sinal de positivo com a mão e ligou o som.
Mas não era música… não era nada de canção. Eram os meus próprios áudios, aqueles que eu mandei mais cedo, saindo alto pelas caixas, todas as minhas falas safadas, todos os meus desejos ditos em voz alta. Na hora, entendi: tudo estava armado há muito, muito tempo.
De repente, a voz calma do motorista soou na frente, cheia de malícia:
— Que cheiro gostoso, hein… que delícia. Tô aqui duro só de sentir, só de ver tudo isso.
Arregalei os olhos, assustada, e olhei para o meu marido:
— Você ouviu isso?! Ele falou… ele tá gostando de ver!
— Claro que ouvi… e você? Não tá gostando também? Sei que sim, sua safada — comentou ele, rindo, aquele riso que só nós sabíamos o significado.
Ele olhou nos meus olhos, com toda a malícia do mundo, e perguntou:
— Sabe que dia é amanhã?
— É o nosso aniversário de casamento… meu amor — respondi, sentindo o coração disparar.
— Então hoje você ganha seu presente. Lembra do que você disse? Que eu tinha que ser dois homens pra acabar com o seu fogo? Pois bem… hoje eu sou um, e ele… ele é o outro. Ele tá aqui, ele tá vendo tudo, ele é os meus olhos, ele é a outra parte de mim. Ele foi pago só para assistir, só para ver tudo o que nós fazemos, tudo o que você gosta. Ele não toca, ele não participa… ele só olha.
— Amor… eu não… eu só falei por falar… não imaginei que fosse assim… — comentei, sem graça, sentindo o rosto queimar, um misto de vergonha e uma emoção tão forte que fazia minha buceta escorrer ainda mais.
— Não importa. Você pediu, e eu vou realizar. Hoje ele é só um voyeur, um espectador… e nós dois… nós vamos fazer tudo o que você sempre quis, na frente dele, para ele ver como nós nos amamos, como nós nos fodemos gostoso — falou ele, firme, cheio de desejo.
Foi então que ele contou tudo:
— O Augusto é meu amigo há anos. Conversei com ele, expliquei tudo. Ele topou o acordo: recebeu um valor, que não vamos revelar o quanto foi, só para ver, para admirar, para guardar cada detalhe seu na memória. Nós somos só nós dois, como sempre fomos… mas agora com uma testemunha do quanto eu te desejo.
Fiquei parada, sem saber o que dizer, com o coração batendo forte, as mãos tremendo de tanta emoção. Ele tirou a camisa, jogou longe, depois a calça, ficou só de cueca, o volume enorme marcando tudo.
— Vem cá. Senta de frente para mim, olhando direto para ele, pelo espelho. Quero que você veja que ele tá vendo tudo — ordenou ele, com voz rouca, cheia de posse.
Virei-me devagar, sentei sobre as pernas dele, e olhei para o retrovisor: lá estavam os olhos do Augusto, fixos em mim, brilhantes, atentos, bebendo cada detalhe meu. Quando encaixei o pau dele na entrada da minha buceta, devagar, senti ele entrar todo, preencher tudo, como se fosse feito para caber ali. Comecei a rebolar devagar, olhando firme nos olhos do motorista, e com uma das mãos apertei meus próprios seios, brinquei com os bicos, exibindo-me um pouco, sem querer, mas querendo muito.
Olhei para frente e vi: ele não escondia mais nada. Tinha aberto a calça, estava com o pau para fora, grande e duro, se tocando devagar, enquanto assistia cada movimento meu, cada gemido meu. E ao invés de vergonha, senti um calor enorme, uma sensação de poder, de ser desejada por dois, mesmo que um deles só pudesse olhar.
Ele me puxou para trás, colou o peito meu nas costas dele, e sussurrou bem baixinho, só para mim ouvir:
— Você queria dois homens? Então tá tendo. Eu te possuo, ele te admira. Os dois te querendo, os dois loucos por você. Hoje ninguém te toca além de mim… mas todo desejo que ele tem, todo tesão que ele sente, é todo seu. É o nosso desejo, multiplicado.
— Você é louco… amor, você é o melhor homem do mundo… — comentei, toda derretida, rebolando mais forte, sentindo o prazer tomar conta.
— Ei, Augusto! Vamos direto para a nossa casa na praia? Lá tem mais espaço, lá nós podemos fazer tudo o que quisermos — perguntou ele alto.
— Pode deixar, chefe. Vamos rápido. O caminho já tá certo — respondeu o outro, com a voz grossa, cheia de desejo.
— Então mete o pé, bicho! Quero chegar logo e acabar com o fogo dela — gritou ele, rindo safado.
Foi aí que ele perguntou, bem baixinho, perto da minha orelha:
— Lembra quando você me falou, há muito tempo, que tinha vontade de ser vista, de saber que alguém te via nua, te via gemer, te ver ser minha?
— Lembro… mas nunca pensei que fosse acontecer… que você fosse fazer isso por mim… — respondi, emocionada, os olhos cheios de água de tanto sentimento.
— Claro que faria. Tudo o que você quer, tudo o que você sonha… eu dou para você. Porque você é minha, e eu te conheço melhor do que ninguém.
Cheguei perto da boca dele, sussurrei devagar:
— E ele? Ele só vai olhar mesmo? Não vai tocar em nada, não vai chegar perto?
— Nada. Ele sabe o combinado. Ele só assiste, ele só sente. Tudo o que você tem, tudo o que você é… só eu posso pegar, só eu posso usar. Ele é só os olhos, ele é só o desejo que alimenta o nosso.
— Você é demais, amor… você é tudo para mim… — comentei, beijando ele com toda a alma.
— Te amo, meu amor. Mais do que tudo — falou ele, olhando fundo nos meus olhos.
— Também te amo… muito, muito mesmo — respondi, sentindo o coração transbordar.
— Vou gozar… vou gozar agora, dentro de você… — avisou ele, apertando a minha cintura, metendo com força total, fundo, forte, como se quisesse se fundir a mim.
— Goza tudo dentro… me enche toda… me marca toda… — gritei, sem vergonha nenhuma, sabendo que cada palavra, cada gemido, estava sendo ouvido e visto pelo outro homem.
Ele puxou para fora bem na hora, bateu o pau rápido, e toda a porra quente espirrou no meu corpo, no meu peito, na minha barriga, escorrendo tudo pela pele. Ouvi um gemido alto vindo da frente: ele também tinha gozado, só de ver, só de sentir tudo aquilo.
Ficamos ali ofegantes, o meu corpo coberto de desejo, o coração disparado. Limpei a porra com os dedos, lambi devagar, olhando firme para o retrovisor, desafiando ele, mostrando que tudo era meu, tudo era do meu marido.
— Pode seguir agora, chefe. Já tá tudo lindo, tudo perfeito — falou ele, se vestindo devagar, com um sorriso de vitória.
No final, ele estendeu uma nota para o Augusto.
— Está aqui, combinado. Fica à vontade conosco até amanhã à tarde.
O motorista olhou para mim, com um olhar cheio de respeito e desejo, e sorriu:
— Obrigado eu. Vai ser um final de semana que eu nunca vou esquecer.
Chegamos à nossa casa na praia, um lugar afastado, tranquilo, onde o som do mar era o único barulho ao redor. Logo percebi que, mesmo com o acordo definido, entre nós três surgiu algo mais: uma amizade leve, sincera e muito gostosa, como se nos conhecêssemos há anos. No sábado de manhã, estávamos na varanda, tomando café, conversando despreocupados, quando resolvi perguntar tudo o que ainda tinha na cabeça, e a conversa fluiu com toda a naturalidade do mundo.
Sentei mais à vontade, olhei primeiro para Roger, depois para Gutão, e comecei a falar com toda a curiosidade:
— Então me expliquem direito, agora que estamos aqui, sem pressa… Roger, você me contou pedaços, mas me diz de novo: foi tudo um plano, não foi? Você combinou tudo com ele antes mesmo de me buscar, tudo o que aconteceu no carro, tudo o que está acontecendo aqui, tudo foi pensado e acertado entre vocês dois? E ele foi bem pago para isso, né? Mesmo que ninguém saiba o valor, ele recebeu para estar aqui, só olhando, só assistindo?
Roger sorriu, pegou na minha mão e respondeu devagar, confirmando cada palavra:
— Exatamente isso, meu amor. Foi tudo um plano, sim, tudo armado com muito carinho, só para realizar os seus desejos. Conversei com ele há alguns dias, contei tudo o que você me dizia, tudo o que você queria viver. Ele topou na hora, fechamos o acordo: ele receberá um valor bem alto, que não vamos divulgar quanto é, para ninguém ficar sabendo, e a única regra é essa: ele só assiste, só vê, só filma, só admira. Nenhuma participação, nenhum toque, nada que ultrapasse o que combinamos. E ele está aqui cumprindo tudo direitinho.
Virei-me então para o Gutão, que nos ouvia com um sorriso tranquilo, e perguntei diretamente, olhando bem nos seus olhos:
— E você, Gutão… me conta uma coisa que eu tenho muita curiosidade de saber: você faz isso sempre? De ser pago para ver casais, para assistir, para filmar? Isso é algo que você já faz há tempo, que já está
