Levei uma cerveja para Ricardo e sentei-me aos pés dele.
Era sábado de tarde. Estávamos na casa dele. Assim que chegamos, ele ordenou que eu ficasse nu e disse que, daqui pra frente, era assim que eu ficaria enquanto estivesse na casa dele.
Passava futebol na televisão, mas eu não estava prestando atenção: nunca gostei de futebol tanto assim.
— Como foi que você conheceu minha esposa, senhor? — Perguntei. A questão havia surgido na minha mente poucas horas atrás; estava remoendo esse tempo todo se devia ou não perguntar.
Ricardo me lançou um olhar ponderante.
— Ela é professora do meu sobrinho. Minha irmã pediu pra eu buscar ele na escola e a gente acabou conversou um pouco. A piranha não parava de me comer com os olhos — contou Ricardo, sorrindo malicioso.
— E como foi que… como foi que vocês começaram a se relacionar?
— Você quer mesmo saber?
Encarei ele e assenti com a cabeça.
— Ela me seguiu no Instagram e mandou uma DM por lá. Começamos a conversar e um dia ela me chamou pra ir num barzinho. Ela tava dando mole e eu não sou do tipo que nega uma foda fácil.
— E você sabia que ela era…
— Casada? No início não. Eu só fui descobrir num dia que eu tava comendo ela e você ligou. Eu fiz a puta atender e falar no celular enquanto eu arrombava a boceta dela. Foi um tesão do caralho quando eu percebi que ela tava conversando com o marido enquanto tava dando pra mim que nem uma vadia.
Meu rosto queimou de vergonha, mas estava ficando tão exitado imaginando ele fodendo minha esposa.
— Porra. Agora eu tô dê pau duro. Vem me chupar, corno. — Ele baixou os shorts, expondo o falo grande e grosso.
Enfiei o caralho que eu tanto gostava na boca. Ele segurou minha cabeça e fodeu minha garganta. Não demorou muito para Ricardo gozar, e eu engoli até a última gosta de esperma do pau dele.
Após almoçarmos, Ricardo avisou que alguns amigos estavam vindo. Senti meu coração martelar com nervosismo.
— Eu devo me vestir, senhor? — Perguntei.
Ricardo deu um tapa na minha cara.
— Não! Você vai ficar peladinho como o bom putinho que você é. E se algum dos meus amigos quiser usar você, você vai ficar de quatro e aceitar sem reclamar, entendeu, viado? — Ele agarrou e puxou meu cabelo.
— Sim senhor! — Respondi tremendo.
Algumas horas depois a campainha tocou. Ricardo foi até o portão para receber os amigos. Eu estava ajoelhado no centro da sala como ele havia mandado. Meu coração batia forte e eu suava frio.
Escutei risadas do lado de fora e então Ricardo entrou acompanhado de outros dois caras. O primeiro tinha pele clara, cabelo moreno, musculoso e alto. O outro era preto, com cabelos longos trançados em drads e amarrados num rabo de cavalo, musculoso, e era o menor dos três.
Eles me olharam com surpresa.
— Que porra é essa mano? — O moreno se virou para Ricardo.
— É mesmo, eu esqueci de avisar. Esse é meu novo putinho. Ele está ficando aqui em casa esse fim de semana — disse Ricardo, sorrindo maldoso. — Corno, vem cumprimentar meus amigos!
Engatinhei até eles, meu rosto queimando de vergonha.
— O-Olá senhores… — eu gaguejei. — É um prazer conhecê-los.
O preto riu, dando um soquinho no braço de Ricardo.
— Mano, sabia que tu tava escondendo algo. — Ele ficou na minha frente e se apresentou com um sorriso. — O prazer é nosso, viadinho. Meu nome é Thiago. E esse aqui é o Davi. — Ele fez um gesto para o moreno. — Espero que o Ricardão não esteja sendo muito duro com você.
— Esse puto corno consegue aguentar mais do que parece. Só olhar pro pauzinho dele. Tá todo duro só de ficar exposto assim pra nós. — Ricardo riu.
Era verdade. Meu pau estava todo duro e pingando. Ao mesmo tempo que eu sentia um nível novo de humilhação, eu estava com um puta tesão. Quem diria que seria assim que eu descobriria um novo fetiche por exibicionismo.
Ricardo conduziu os amigos até a sala. Ele mandou eu ir buscar bebidas e alguns petiscos para eles.
— E aquela mulher que se tava vendo? Qual é mesmo o nome dela? Tu largou dela? — Perguntou Davi.
— Mano, tu não vai acreditar! Ele é o marido dela!
Novamente, Thiago e Davi ficaram surpresos.
— Sério mesmo? Ela era casada? E tu tá pegando o marido também? — Davi riu incrédulo. — Conta como isso aconteceu!
Ricardo contou sobre o dia que apareci para confrontá-lo sobre o caso dele com minha mulher, como ele me fez chupar o pau dele e gozou na minha garganta. Davi e Thiago estavam ficando exitados com a história, os shorts deles marcados pelas ereções. Meus olhos se arregalaram ao ver o tamanho do monte de Thiago. Ele poderia até ser o menor cara na sala, mas o pau dele era enorme!
— Que tesão! Agora fiquei com vontade de foder a boca dele também — disse Thiago.
— Pode ir em frente. O corno vai fazer o que quisermos, certo, viado? — Ricardo sorriu de canto.
— Sim senhor!
Thiago sorriu ao ouvir isso e tirou os shorts. O pau dele era gigante! Maior que o pau de Ricardo, mas mais fino.
Engatinhei até ele e, sem mais delongas, engoli aquele pau preto.
— Puta que pariu! Que boca gostosa! — gemeu Thiago.
Enquanto eu estava ocupado servindo Thiago, não percebi a movimentação atrás de mim até sentir um dedo lubrificado alargando meu rabo. Gemi alto. Minha garganta vibrou, arrancando um grunhido de tesão de Thiago.
— E essa porra de cuzinho! — grunhiu Davi. Ele enfiou o rosto na minha bunda e lambeu meu cu. Gemi alto sentindo a linguá invadindo meu rabo.
Assim que se cansou, Davi cuspiu no pau, se masturbou por uns segundos e me penetrou de uma vez. Meus olhos arregalaram e eu grunhi de dor e prazer. O pau dele não era tão grande quanto o de Ricardo e Thiago, mas era o pau mais grosso entre os três. Meu cu tava sendo alargado até o limite por aquele pedaço de carne quente.
— Caralho! Que rabo apertado! E assim que eu gosto! — Davi deu um tapa forte na minha bunda.
Eu estava em estase, sendo fodido em ambos os lados.
PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! PLAP!
— Deixa eu experimentar esse cuzinho — Thiago pediu, tirando o pau da minha boca.
Ele e Davi trocaram de lugar e eu abocanhei o pau de Davi. Meus olhos reviraram quando o pau de Thiago me invadiu, atingindo partes dentro de mim que nunca foram tocadas.
PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! PLAP!
Eles ficaram nesse troca-troca por não sei quanto tempo. Esse tempo todo, Ricardo assistia tudo com um sorriso no rosto e bebendo uma cerveja. Por mais que eu estivesse adorando a foda intensa que esses dois caras estavam me dando, meu corpo clamava pelo toque de Ricardo.
O primeiro a gozar foi Davi. Com um rugido alto, ele se enterrou até o talo na minha boca e liberou uma torrente de esperma quente direto na minha garganta. Alguns segundos depois, Thiago enfio fundo no meu rabo e leitou meu cuzinho.
Os dois se afastaram de mim com sorrisos satisfeitos e eu fiquei largado no chão.
Ricardo se aproximou e empurrou meu corpo com o pé, virando-me de barriga pra cima.
Ele tirou o pau das calças, cuspiu nele e enfio em mim sem cerimônias, usando a porra de Thiago como lubrificante.
Puxando meu cabelo, ele virou meu rosto e me beijou, entrelaçando nossas línguas. Será que ele conseguia sentir o gosto do leite de Davi nos meus lábios?
— AHH! AHH! AHH! AHH! — Meu rabo estava sendo destruído pela foda intensa, e eu estava amando cada segundo.
— Isso mesmo, corno! Aperta esse cu! — Ricardo rugiu, metendo em mim com ferocidade. — Você adora dar pro seu macho, não é?!
— Si… Auugh! Augh…! Sim, senhor!
Ricardo agarrou meu cabelo, puxou com força, arrancando um guincho de dor meu.
Meu corpo estava quente e tremendo. O cheiro de suor e almíscar estava tomando conta da sala. Apertava meu cu, ordenhando o pau de Ricardo.
PLAP! PLAT! PLAT! PLAT! PLAT!
— AUH! AUH! AUH! AUH! AAUUH! — Uma estocada na minha próstata foi o suficiente para fazer meus olhos revirarem e meu pau jorrar esperma por todo tapete.
— Seu puto! Goza pro teu macho, corno! Goza!
PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! TWAP!
Senti um calor se espalhando no meu rabo. Ricardo se enterrou o mais fundo possível dentro de mim e galou dentro.
Ricardo me deixou jogado no chão e ele e os amigos foram para a cozinha buscar mais cerveja. Meu buraco piscava e tremia, tentando fechar, mas, após três paus, estava totalmente arrombado, vazando esperma.
Meu corpo estava destruído, e eu nunca me senti tão satisfeito.
