O amigo tímido do meu namorado – (2)

Um conto erótico de Silvânia (Por Leon Medrado)
Categoria: Heterossexual
Contém 11065 palavras
Data: 08/05/2026 19:31:18

Parte 2.

Acordei por volta das 8h da manhã, o Lian não havia dormido na cama comigo, pois a pedido meu, ele havia pegado um colchão de solteiro e colocado no chão.

Porém, naquela manhã, ele já havia se arrumado e descido para a sala. Do quarto eu já podia ouvir a voz dele conversando com seus familiares, que falavam em volume bem alto, dada a algazarra que faziam. Me deitei de bruços na cama e fiquei lembrando da noite anterior, da loucura que havia feito. Eu me sentia desconfortável com aquilo, não conseguia acreditar no meu grau de irresponsabilidade. Me senti mal, infiel, o Gervane era um ótimo namorado e não merecia aquela nossa sacanagem.

Peguei o meu telefone e mandei uma mensagem para ele:

“Amor, bom dia. Acabei de acordar. Eu e o Lian dormimos no mesmo quarto, mas não na mesma cama.”

Depois que enviei a mensagem, fiquei lembrando de tudo que houve, e ao mesmo tempo em que eu ia me lembrando do que aconteceu, eu também ia ficando excitada, o sentimento de culpa estava lá, mas a sensação excitante da minha atitude libertina era bem maior do que o arrependimento.

Havia acabado de acordar, ainda estava com um pouco de sono, mas fiquei deitada de bruços ali na cama. Uma certa preguiça de me levantar. Foi quando chegou a resposta do Gervane:

“Imagino o Lian, dando uma de namorado, louco para se deitar na mesma cama com você, e sem coragem para fazer. Ele conseguiu dormir? Deve ter ficado excitado, só de imaginar a gostosa da namorada na cama ao lado. E certamente, perdeu o sono.”

Eu não esperava aquele comentário, e perguntei:

“Você nem fica com ciúme? E se ele dormisse na mesma cama?”

O Gervane mandou três emojis de carinha piscando o olho com a língua de fora, duas carinhas amarelinhas sorrindo. Depois escreveu: “Agora você é a namorada dele, até voltar. Como vou sentir ciúme da namorada do amigo?”

Eu não sabia se ele estava me testando, ou se estava só de gozação. Sabendo que o amigo era tímido, ele devia duvidar que o Lian tomasse alguma inciativa. Resolvi provocar para saber qual era a intenção dele:

“Amor, eu sem querer, vi o Lian excitado, e de pinto duro. Na piscina, durante os jogos que fizemos de tarde, eu estava com o biquini que já mostrei na foto, e nas brincadeiras dos jogos entre os casais, acabamos nos encostando, ele se excitou bastante, pude ver e sentir.”

Gervane respondeu:

“Normal. Se ele não se excitasse, era de se estranhar. Você é muito gostosa Sil. O Lian é tímido, mas não é de gelo. Com uma gostosa de biquini, com a bunda tentadora que você tem, sendo a namorada dele, era de se esperar.”

Eu estava admirada como ele levava aquilo numa boa, e pensei que meu namorado era muito mais liberal do que eu imaginava. Resolvi ir mais fundo:

“Vou contar mais. Depois, ele subiu para o quarto para se trocar, eu não sabia que ele estava aqui, e vim trocar de roupa para fazer minha caminhada, e quando abri a porta ele estava nu com o pinto duro. Ele não me viu, ainda bem. Fechei a porta e esperei ele sair para me trocar.”

O Gervane mandou três emojis de olhos arregalados e boca aberta, e perguntou: “Você então viu o tamanho do negócio dele? O danado tem sangue de africano! Um verdadeiro “mutumbo”.

Por aquela eu não esperava. Em vez de reclamar ou ficar incomodado, o meu namorado estava de gozação com aquilo. Eu pensei o que devia responder. Precisava ter certeza de que ele não estava achando ruim, mas, me testando. Escrevi:

“Amor, que é aquilo? É um pinto enorme, escuro, cheio de veias grossas, empinado e grosso. Nunca vi nada igual. Fiquei passada!”

O Gervane respondeu com três carinhas de emoji com a língua de fora, e escreveu:

“Pior que com esse equipamento todo ele nem consegue ir à guerra! O Lian é muito acanhado. Será que ele sabe mesmo usar?”

Naquela hora, eu estava ficando já meio invocada com o meu namorado, e teclei:

“Bem, agora, a gente pode testar. Que tal? Você quer que eu verifique se ele sabe?”

Pensava que ele ia estrilar, e me chamar a atenção. Seria o mais comum de acontecer. Engano meu. Ele não se abalou.

“Verdade. Essa é a hora de saber se ele gosta mesmo ou se só finge.”

Aí, naquele momento, senti que ele estava era dando linha. Eu vi uma pequena brecha para me servir de álibi para o que eu havia feito. Escrevi:

“Então, já que você está de acordo, eu vou examinar melhor, amor, e depois eu conto. OK? Mas, olha lá, depois não reclama.”

Ele mandou uns cinco emojis de carinha rindo, mais um de capetinha, dois de pimenta, e de novo, aquela mãozinha com sinal de corno. E escreveu: “Essa namorada do meu amigo é muito esperta e safadinha. Quero só ver o que ela vai aprontar.”

Depois dessa resposta, eu não quis mais dar trela, senão eu ia acabar confessando o que já tinha feito. Eu falei que estavam me esperando para o café. Nos despedimos trocando beijinhos. Mas, eu me sentia bem mais aliviada, sabendo que o Gervane não estava com ciúme ou chateado.

Ali deitada, comecei a me acariciar entre as pernas. E passei a me tocar levemente enquanto lembrava da noite anterior. Estava perdendo a vergonha de assumir meu tesão. Eu não queria admitir, mas no fundo eu sentia que o Lian e aquele pau incrível estavam mexendo comigo.

Fiquei rebolando lentamente enquanto me tocava por uns 5 minutos, estava muito gostoso, mas, do nada tive um momento de vergonha, e resolvi parar com aquilo pois não era certo e eu já havia combinado com o Lian que iriamos esquecer tudo aquilo! Seria como se nada tivesse acontecido.

Me levantei e fui ao banheiro, tomei um banho para ajudar a me despertar e acalmar, coloquei um biquininho cor-de-rosa e por cima um vestidinho solto cor de framboesa, como saída de praia. Desci para sala onde todos já estavam, cumprimentei a todos com um “bom dia” e fui até na cozinha preparar meu café da manhã.

Lian estava na sala também e quando me viu veio até à cozinha, eu ainda estava envergonhada pela noite anterior e fiquei com olhar baixo, evitando cruzar olhares com ele. Porém, ele chegou do meu lado, bem pertinho, falando:

— Bom dia meu amor, dormiu bem?

Ele estava representando muito bem o papel do namorado, já chegou me segurando pela cintura e me dando um beijo na cabeça. Eu olhei para ele com um olhar de susto, não era um comportamento natural dele, que era sempre tímido, porém como estávamos ali para fingir, mantive minha normalidade e falei “Sim...dormi.”

Voltei a preparar meu sanduíche e ele continuou com sua mão na minha cintura, meio abraçado, enquanto conversava com seus tios, durante uns minutos até que ele falou:

— Vou ali nos meninos, e depois falamos.

Me deu outro beijo, porém agora na bochecha, bem próximo da minha boca. Eu não entendi direito aquela atitude dele, pois eu estava ali só para fingir ser sua namorada e ele parecia que nitidamente estava se aproveitando da situação, mas, por outro lado, eu não podia negar que aquele gesto carinhoso, havia mexido comigo. Pensei:

“O que é um beijo na bochecha, comparado à noite anterior?

Eu havia ficado tão tensa e nervosa enquanto o Lian estava do meu lado que a Miranda notou. Tinha percebido a minha mudança repentina, quando ele chegou, e logo que ele saiu ela veio e me perguntou:

— O que foi amiga? Está tudo bem?

Eu disse a ela que estava tudo bem sim, porém, ela perguntou:

— Vocês brigaram né?

Queria saber se eu e o Lian nos desentendemos. Eu não sabia o que dizer e para não ter que inventar outra desculpa eu falei;

— É mais ou menos isso.

Ela me falou para não ficar daquele jeito, pois relacionamentos tinham dessas coisas e como forma de tentar me animar me chamou para a praia, pois parte do pessoal já estava lá.

Miranda, que tinha um ano a menos do que eu, era uma pessoa de ótimo coração, simpática, proativa, e se mostrava, desde o primeiro momento, uma grande amiga ali. Eu me sentia bem sempre que conversava com ela. Terminei meu café da manhã e fui com ela para a praia, e ao chegarmos lá, os familiares do Lian já haviam armado na areia uma espécie de tenda de uns três metros por três, e em baixo havia 4 mesas, e uns 3 coolers cheios de bebida.

Eu fui com a Miranda para um ponto na areia, um pouco mais à frente e colocamos as nossas cangas no chão. Parecia até que foi combinado, pois quando retirei meu vestidinho e fiquei só de biquíni cor de rosa, para passar o protetor solar, o barulho que os tios e os primos do Lian conversando estavam fazendo na tenda parou subitamente. Ficou um silêncio que me deixou até um pouco constrangida.

Passamos protetor solar no corpo para pegar mais uma cor. Reparei que o Lian não tirava os olhos de mim, mas não só ele, como praticamente todos os homens e até as mulheres que estavam na sombra da tenda. Aquilo me deixou um pouco tensa, porém, como era comum eu chamar atenção dos homens, deixei pra lá e continuei passando protetor no meu corpo. Depois disso me deitei de bruços sobre a canga junto da Miranda, e fiquei tomando banho de sol por uns 30 minutos.

Fazia calor naquela hora perto do final da manhã, e nós suadas, fomos tomar banho de mar. Ficamos na água uns vinte a trinta minutos, e logo depois, resolvemos voltar para casa. O pessoal ficou todo na praia.

Tomamos uma ducha para tirar o sal do corpo, coloquei novamente o vestido por cima do biquini, e quando deu 12h, eu saí com a Miranda e fomos almoçar fora, em um self service, para não ter que mexer com comida em casa. Almoçamos em meia hora, e depois voltamos. Ao retornar, tomei um bom banho e coloquei um shortinho de lycra azul celeste, delicado e bem curtinho, que eu gostava de usar. Vesti uma camiseta cinza fininha e fui cochilar um pouco. Eu ainda estava meio chateada com o que havia feito, pois ainda sentia excitação quando me lembrava. Por volta de 15h30, o Lian me acordou, me chamando para assistir um filme na sala, com o restante do pessoal. Eu disse que não queria ir e inventei a desculpa de que estava cansada. Ele saiu do quarto, mas logo depois apareceu a Miranda me chamando, sentou-se ao meu lado na cama, dizendo que o filme era bom. Então, para não ser indelicada, aceitei e fui para sala.

Quando cheguei na sala tinha um casal de tios do Lian, pais do Silvano, primo dele, que estavam sentados no sofá que ficava no meio da sala, de frente para a TV. Havia outro sofá que ficava de lado perto da TV e lá já estava o Silvano e a Miranda foi sentar-se ao lado dele. Sentados no chão, havia uns cinco primos mais novos do Lian, que estavam formando uma espécie de semicírculo para assistir o filme.

O Lian quando me viu, puxou um outro sofá que estava mais afastado e deixou atrás do sofá onde estavam seus tios. O Silvano falou para ele colocar o sofá do outro lado da TV para ficar melhor para nós assistirmos o filme, mas ele disse que não, pois ali estavam os primos no chão. Afirmou que aquele local ali atrás dava para assistir perfeitamente.

Os outros familiares do Lian ou estavam em seus quartos descansando ou ainda estavam na praia.

Eu me sentei com o Lian no sofá e começou o filme. A tia do Lian estava com uma vasilha grande de pipoca e ficava passando de mão em mão, primeiro para nós, e depois voltava para o pessoal que estava na frente, principalmente para os mais novos no chão.

Como eu estava dividindo o sofá com o Lian, eu tentei ficar em uma posição confortável, então fiquei meio que deitada de lado com as costas escoradas no apoio lateral de braço do sofá. Com isso, acabei ficando com as pernas viradas para o lado do Lian, e com os pés apoiados no assento, uma das pernas dobrada encostada no encosto e a outra dobrada e apoiada no assento, assim, ficavam naturalmente um pouco abertas.

Reparei que toda hora o Lian dava uma olhada para as minhas pernas, mais precisamente entre minhas pernas, bem onde ficava minha bocetinha, justinha no short.

Eu podia juntar os joelhos para impedir a visão dele, mas ficava uma postura mais forçada e incômoda, então, relaxei e fingi que não tinha percebido os olhares dele. Resolvi ignorar.

Pouco depois, todos já estavam atentos no filme, a sala na penumbra, reparei que o Lian começou a se acariciar muito suavemente na virilha, por cima do short. Não demorou muito, ele estava excitado e apertando seu pau que fazia volume sob o calção. Eu via aquilo só de canto de olho e continuei fingindo não ver o que ele fazia. Mas, aquilo já estava me deixando inquieta. Sabia que ele sentia tesão em meu corpo. Pouco depois, ele colocou discretamente a mão por dentro do short e começou a se tocar. Eu vi aquilo e meu corpo se arrepiou todo. Foi uma reação automática. Meus seios ficaram rígidos e os mamilos despontaram sob a malha delicada da camisetinha. Entendi que saber que ele estava com tesão por minha causa, me excitava. Mas, tentei não me alterar para não chamar a atenção. Era uma coisa que eu não conseguia evitar.

Não demorou muito e ele, aproveitando que a sala estava meio escura no final da tarde, enfiou mais ainda a mão dentro do short e retirou o pau para fora, e deixou ali, visível, duro, a cabeça toda exposta, enquanto ele olhava para a minha virilha. Ele já não disfarçava o olhar. Minha xoxota parecia ter aumentado de tamanho, e ter ficado quente. Eu não consegui mais fingir, e olhei para ele com a expressão assustada. Ele manteve o pau para fora do short completamente duro e me mostrou. Eu nunca tinha visto o Lian tão ousado. Não consegui entender o que acontecia com ele. Mas, ao mesmo tempo, me excitava com a situação. Dei uma boa olhada naquele pau, e foi como se uma corrente elétrica tomasse conta de todo meu corpo, enquanto eu admirava aquele pau grande e grosso cheio de veias. Vendo aquilo, fiquei assustada com receio de alguém notar, pois tinha muita gente ali na sala, e o casal de tios na nossa frente. Eu falei, sussurrando:

— Tá maluco Lian? O que você está fazendo? Guarda isso daí!

Ele disse, também em voz sussurrada que era abafada pelo som do filme na TV:

— Eu ando fora de controle. Não sei o que se passa. Eu preciso novamente da sua ajuda, urgente.

— Aqui? Está doido? – Questionei.

Nem reparei que não me recusei ajudar, apenas questionei o local. Foi inconsciente. Ele sussurrou:

— Estou assim desde a hora em que vi você na praia. Não consigo esquecer.

Eu questionei.

— O que foi que me prometeu? Ontem foi a primeira e a última. Era para a gente esquecer aquilo!

Ele não respondeu. Em vez de guardar o pau, num gesto discreto, desceu mais o short até na altura do meio da coxa, deixando até o saco aparente, e se recostou mais no sofá, ficando com aquele pauzão duro, empinado, colado na barriga. Era grande mesmo, passava até do umbigo. Fiquei olhando aquilo, meio hipnotizada. Ele pegou com dois dedos e deu uma balançada no pinto duro, e insistiu:

— Me ajude, vai. Pega… Só mais essa vez.

Eu fiquei muito nervosa, com medo de alguém chegar na sala e nos flagrar, ou até mesmo o pessoal do sofá da frente que estava assistindo ao filme se virar e nos ver. Não aceitei fazer nada, e disse:

— Está louco! Trate de guardar logo essa coisa enorme!

Em vez de obedecer, ele me pegou por uma das mãos e me puxou para cima dele. Eu não queria chamar a atenção, então me deixei levar com facilidade. Lian era forte e conseguiu me colocar encostada, praticamente deitada sobre ele. Quando eu me apoiei com a mão em seu peito, sentada de lado, ele pegou a minha mão e colocou sobre o pau duro. Na mesma hora, ao sentir o pau duro, quente, na minha mão, fiquei arrepiada e um tesão absurdo tomou conta de mim. Ao mesmo tempo, eu estava com medo de que alguém nos pegasse daquele jeito, o que aumentava o nível de tensão. Então, meio que justificando para mim mesma acabar logo com aquilo, resolvi masturbar o safado, antes que desse merda. Mas, eu estava quente por dentro como se tivesse febre. Era incrível como aquela situação maluca me deixava excitada, e como aquele pau grande e grosso me dava tesão. O Lian que antes era tímido, se revelava agora um arrojado aventureiro. Eu comecei a bater uma punheta para ele, discretamente, e a minha boca se enchia de água, sentindo aquele pauzão na minha mão. Eu disse em voz bem baixa, no ouvido dele:

— Goza tudo, mas não faz barulho.

Ele suspirou excitado. Um lado meu não queria, mas o outro lado também estava muito excitado com aquilo. Sentia meu short já ficando melado na virilha, de tanto que a minha boceta estava molhada.

Lian, contrariando seu lado tímido, começou a sussurrar em meu ouvido:

— Isso, perde a vergonha e o medo, bate uma punheta bem gostosa para mim. Sua mão é uma delícia, e eu fico tarado demais com isso.

Eu respirava ofegante, nervosa e muito excitada. Masturbava com vontade, apertando a mão no cacete. Ele disse:

— Isso, assim mesmo. Você sabe como fazer... está gostando, que delícia.

Com medo de que escutassem algo, eu murmurei:

— Xiiiiuuu! Quieto. Goza gostoso, mas sem fazer barulho...

Ele gostou de me ouvir, como se eu estivesse gostando daquilo, e falou:

— Isso, você gosta de me punhetar, né? Gosta de pegar no meu pau? Continua...me faz gozar muito.

Aquilo começou a me deixar mais louca ainda. Eu já me tremia inteira e sentia que minha boceta até escorria.

De repente a gente ouviu barulho de passos e voz de pessoas descendo a escada, então, o Lian puxou o calção e se cobriu rapidamente, e eu me ajeitei um pouco melhor no sofá. Limpei a minha mão melada do pau dele na minha camiseta. Mas ninguém entrou na sala.

Depois de um tempo, a tia do Lian pausou o filme e se levantou do sofá à nossa frente. Ela falou:

— Gente, vou fazer mais pipoca porque acabou, então, vamos dar uma pausa no filme, e aproveitar para dar uma esticada nas pernas.

Nessa hora, as pessoas se levantaram, e todo mundo se dispersou. Eu aproveitei e fui até ao quarto para trocar o meu short que estava bastante melado, e com uma mancha de molhado na virilha.

Quando retirei o short e a minha calcinha reparei que já estavam mesmo bem melados. Eu tinha ficado muito excitada.

Admirada como o Lian havia mudado, e parecia muito mais solto e arrojado, não estava entendendo direito o comportamento dele. Parecia até outra pessoa.

Peguei um shortinho branco bem coladinho, e vesti sem calcinha mesmo, e já iria voltar para a sala. Porém, quando eu saí do quarto o Lian estava no corredor em frente à porta, com as costas escoradas na parede, parecia que estava me esperando. Comecei a andar para sair do quarto e ia passar por ele como se não estivesse ali, só que, quando fui passar ele me segurou pelo braço e me puxou para perto dele.

— Calma, não tenha pressa. Temos uns minutos. – Ele falou baixo.

Quando eu menos esperava ele colocou o pau para fora e novamente pediu:

— Vai, Sil, termina o que começamos na sala.

Eu fiquei espantada com aquilo, estávamos bem no corredor, alguém poderia aparecer a qualquer momento. Eu olhei para ele e falei:

— Lian!! Para com isso! Que doideira! É perigoso, alguém pode aparecer!

Ele não ligou.

— Vai, relaxa, não vem ninguém.

Pegou na minha mão novamente e colocou no pau dele, dizendo:

— Eu não demoro, só termina de bater uma para mim. Estou precisando, cheio de tesão. Meu pau chega a doer.

Quando eu toquei naquele pau de novo, senti a mesma coisa que havia sentido antes... toda aquela onda de energia de tesão passando por todo meu corpo, me deixava louca! A emoção do risco de sermos flagrados aumentava mais o tesão. Entendi que eu não tinha escolha, ele estava sendo dominante, e não ia parar enquanto eu não fizesse o que ele queria. E no fundo, eu admiti que estava com vontade de fazer. Então, me encostei ao lado dele e comecei a bater uma punheta para ele ali mesmo no corredor.

O Lian aproveitou e passando o braço por trás, colocou a mão na minha bunda e apertou. Eu imediatamente protestei:

— Ei! Aí não!

Ele falou em tom baixo:

— Calma, não é nada demais, estou apenas ajudando. Você não quer que eu acabe mais rápido? Me deixa pegar nessa sua bunda linda.

Eu gostei de ouvir aquilo. Pensei:

“Bem, se for para ajudar a acabar mais rápido, então...”

Deixei ele pegar na minha bunda, até porque, naquela altura, já não era nada demais mesmo, já que eu segurava no pau dele. E eu estava gostando.

Em vez do Lian ficar só com a mão parada na minha bunda, ele começou a apertar toda ela, puxava, parecia querer arrancar a nádega, abria e separava as duas, e passava o dedo no rego bem no meio delas. Ao passar sobre o meu ânus eu gemi, estremecendo. Fiquei ainda mais arrepiada.

Ele olhava fixo nos meus olhos para ver minha reação, enquanto eu continuava batendo uma bronha para ele. Eu tentava mostrar naturalidade, mas era difícil pois eu estava louca de tesão segurando aquela pica, respirando forte, enquanto ele se acabava apertando e alisando a minha bunda. Eu estava ofegante e devia ter uma expressão de tesão estampada no rosto.

Ele chegou a aproximar o rosto e ficou com a boca bem próxima da minha. Eu me segurei para não beijar, mas mantive a compostura e fiquei apenas encarando enquanto o masturbava. Mas eu devia ter também uma expressão de satisfação ao ver que ele também suspirava.

Em dado momento ele enfiou mais a mão, me fazendo ficar meio empinada, enterrando mais ainda o meu shortinho, quase pegando na minha boceta por trás. Senti seus dedos rijos no meu rego. Nessa hora eu dei um leve gemido e disse, meio manhosa:

— Ahiiimmm... Lian, isso não, aí não. É demais...

Ele retrucou com a voz cheia de tesão:

— Isso...assim, geme também, vai cachorra... Você está tesuda. Bate para mim bem gostoso!

Eu já estava muito excitada, mas quando ele me chamou de cachorra, daquela maneira., quase gozando, meu Deus! Fiquei mais molhada ainda. A minha boceta já tinha contrações.

Ele passou a apertar a minha bunda com mais força ainda, e sua respiração começou a ficar ainda mais ofegante. Foi quando percebi que ele ia gozar, e murmurei:

— Goza, isso, goza comigo, bem gostoso!

Quando olhei para o pau dele, vi surgirem aqueles jatos de porra indo bater direto na parede e na porta bem na nossa frente. Voaram para o outro lado do corredor. Era muita porra, e ele jorrava forte, mais até do que na noite anterior. Ele se segurava para não gritar. Nossa! Que delícia ver aquele pauzão gozando! Minha mão também ficou melada.

Estávamos tentando controlar a respiração, quando ouvimos a voz da Miranda conversando com alguém, enquanto se aproximava para subir as escadas.

O Lian, imediatamente colocou o pau para dentro do short e retirou a sua camisa, passando a limpar rapidamente aquela porra na parede, na porta do quarto, e no chão.

Eu limpei a minha mão toda melada de porra na minha camisa mesmo, e desenterrei o shortinho branco que já tinha virado uma calcinha fio dental de tão enterrada que estava na minha bunda. Abracei o Lian para disfarçar.

Miranda veio subindo e quando nos viu no corredor, parou e falou:

— Ei pombinhos! Já se acertaram? Vamos, só falta vocês para a gente continuar o filme!

O Lian olhou para a Miranda e falou:

— Sim, já estamos acertados, vamos.

Ele passou por mim em direção à escada. Eu ia logo atrás, mas antes, dei uma olhada para o chão e vi que ele na pressa tinha limpado bem porcamente, mas também, não deu muito tempo para nada.

Retomamos a sessão. Fiquei assistindo ao filme na sala, no sofá ao lado do Lian, que agora assistia todo relaxado, estirado no sofá. Eu, por outro lado, estava em chamas ainda, minha mão estava grudenta, e com o cheio forte do esperma dele. Eu não aguentava de vontade, e por vezes, fingia coçar o nariz e dava uma boa fungada naquele cheiro que me deixava louca!

Quando o filme terminou, o Silvano chamou o Lian para irem ao mercado comprar mais bebidas e outras coisas. Eu me levantei para ir para o quarto, ainda estava louca de desejo, muito excitada, porém, quando estava indo para a escada a Miranda me puxou para a cozinha para conversar. Lá, ela me perguntou como eu estava com o Lian, se já nos acertamos mesmo. Eu falei que sim, que estava tudo bem. Eu conversava com ela, mas só pensava em ir para o quarto...Meu corpo ainda vibrava, meus seios latejavam, e eu estava para ficar louca.

A Miranda continuou falando de suas experiências de antigos relacionamentos, como se quisesse me dar alguns conselhos, porém, eu não estava interessada naquilo, fingi que ouvia, mas no fundo, só queria voltar para o quarto. Vi que tinha que tomar uma atitude. Interrompi a conversa e falei:

— Amiga, desculpe, já a gente conversa, mas agora, tenho que ir ao banheiro, e já volto.

Ela concordou, descontraída:

— Está certo amiga, vai lá.

Eu saí às pressas, subindo as escadas até o nosso quarto, entrei e tranquei a porta, despi o shortinho branco que estava bem úmido por baixo, ficando apenas de camiseta. Me joguei sentada sobre um pufe quadrado de couro cor de café que tinha no meio do quarto, com as pernas abertas, e já fui me masturbando freneticamente. Eu precisava de um orgasmo urgentemente. A minha boceta parecia que ia pegar fogo de tão louca de tesão que eu estava. Fiquei uns 10 minutos naquela esfregação, me lembrando do tesão do Lian ao gozar na minha mão.

Usava os dedos enfiados na boceta, com a mesma mão que tinha segurado aquela pica, e não tirava da cabeça aquele pau do Lian. No fundo, eu já fantasiava dar para ele. Eu gozei feito uma cadela louca, pensando nele. Gozei muito gostoso, fiquei ainda um bom tempo ali no pufe, olhando para o teto.

Mas, conforme fui me recuperando, logo a seguir a consciência veio pesada como uma tonelada sobre mim. Me senti tão mal, que peguei o telefone e liguei para Gervane. Ele atendeu e perguntou:

— O que foi, minha loira mais linda? Deu saudade?

Disse que sim, e fiquei conversando com ele, buscando conexão, estava cheia de culpa, falei que o amava muito e que estava com muitas saudades. O Gervane era inteligente e muito esperto, e me conhecia bastante bem. Ele falou:

— Seu olhar não me engana. Está com jeito de quem tá com dor na consciência. Toda descabelada. Alguma coisa mexeu com você. Bateu o remorso de ficar cheia de chamego com o seu novo namorado? Me diga, já levei chifre ou está quase?

Ouvir aquilo me causou um arrepio na coluna. Um calafrio. Deu até medo. Não tive como negar, não disse nada, e olhando para a minha expressão na tela, ele viu que eu parecia desnorteada. Ele falou:

— Não fique assim, amor. Não se culpe e nem se preocupe comigo. Relaxe e aproveite para viver essa ficção de ter outro namorado nesse filme imaginário. Depois volta para mim, que eu adoro você. Eu não vou deixar de gostar.

Nossa! Parecia que ele até sabia o que estava acontecendo. Deu até vontade de confessar. Resolvi falar alguma coisa, para medir o que ele entendia da minha angústia:

— Acabamos de assistir um filme, na sala, eu e o Lian, como namorados, sentados bem juntinhos num sofá, bem atrás dos outros.

Dei uma ligeira pausa. Ele escutava atento, eu continuei:

— Eu não sei o que houve, amor, mas desde que o Lian me viu de biquíni na praia, estando perto de mim ele fica quase todo o tempo excitado, com aquele pinto duro. E eu olhando aquilo, fico assustada. Me sinto muito culpada por isso.

Gervane sorriu. Parecia muito calmo, quando disse:

— É natural, Sil, imagina o Lian, Sem uma namorada, e quando arranjou uma, emprestada, é logo uma delícia como você. De biquíni na praia, se passando por namorada, abraçada, deve ter deixado o coitado alucinado. Passou um filme na cabeça dele, eu aposto. Eu não o condeno por ficar tarado. Ele nunca deve ter tido uma gata semelhante, e ainda, poder dormir no mesmo quarto, ver você de biquíni, de pijaminha, até dormindo de bunda empinada, com essa carinha de safada, poder abraçar, ficar juntinho de uma gata sexy como você... É difícil resistir mesmo.

Eu fiquei até emocionada quando ele falou aquilo, e algumas lágrimas escorreram dos meus olhos. Ele viu, e perguntou:

— Está chorando, por quê? Não fique assim. Você foi aí para se divertir também. Nós combinamos. É uma aventura diferente, isso será um segredo entre nós três.

Eu não podia mais ficar escondendo o que me incomodava. Falei:

— Amor, eu fiquei com muito tesão, vendo o Lian excitado, com aquele pinto duro. Me deu sentimento de culpa. Não sei o que se passa, acho que é carência minha também. Mas eu me senti quente e tremendo por dentro. Bati “palminhas” aqui.

Dei uma pausa mas ele continuava escutando, com olhar tranquilo e um sorriso malicioso. Continuei:

— Quando acabou o filme eu vim aqui no quarto, me tranquei e me masturbei muito, acabei de gozar, me tocando. Por isso me viu descabelada. Depois, senti remorso e culpa. Estou confusa... Liguei. Não queria fazer nada que você pudesse se magoar.

Vi o Gervane se levantar da cama no seu quarto, e me mostrou o volume do pau duro marcando a cueca. Ele disse:

— Magoar? Que nada! Só de imaginar você com tesão, se masturbando, excitada com o que viu, olha como eu fiquei.

Ele mostrou a “tenda” armada. Eu estava confusa:

— Você não acha ruim, amor? Não pensa que agi mal? – Perguntei.

— Como posso achar ruim, amor? – Ele disse. — Adoro quando você fica com tesão. Me deixa com muito tesão também. Só de você me confessar eu já fico assim.

Eu estava cada vez mais confusa, mas, mais aliviada, o peso da culpa diminuiu. Resolvi arriscar e falar o que eu achava complicado:

— Amor, mas eu também fiquei excitada de ver o pau do Lian. Ele tem um pauzão escuro, bonito, e ficou tarado. Me excitou demais saber que sentiu tesão por mim. É isso que me deu sentimento de culpa. Você não acha ruim? Acha que fiz errado?

Ao ouvir aquilo, o Gervane retirou o seu pinto duro para fora do calção, com a cabeça bem vermelha, parecendo um morango grande, e me mostrou. Ele falou:

— Caralho, Sil, olha isto! Assim eu gozo nas calças. Sentimento de culpa por quê? Ter tesão é a coisa mais normal de acontecer. Então, se eu visse aquela atriz gostosa, da novela, nua, excitada, mostrando a boceta, na minha frente, acha que eu não ia sentir tesão? É o nosso instinto animal. Sem falar a imaginação, que logo cria fantasias. É a mesma coisa.

Fiquei pensativa. Não sabia o que dizer. Ele deu uma pausa, respirou, e completou:

— Se eu bater uma punheta pensando nessa situação, acha que vou deixar de gostar e desejar você? Não sou hipócrita. Sei que somos de carne e osso, e cheios de instinto.

Deu uma pausa, ficou sério e falou:

— Deixa essa culpa para lá… Pode se masturbar à vontade. E depois me conta, que eu também quero ter tesão com as suas fantasias.

Fiquei admirada. A mente liberal do meu namorado me surpreendia ainda mais. E me senti aliviada, sorri achando graça no jeito dele, e disse:

— Amor, você não existe. Obrigada. Assim, eu fico muito mais sossegada. Sem culpa. Amo você demais.

Ele pediu:

— Me conta, você fantasiou com o Lian? Imaginou o quê? Pode dizer a verdade.

Na hora me deu um certo frio na barriga, mas entendi que ao mesmo tempo, era a chance de eu testar os limites da liberalidade do meu namorado. Até onde ele poderia aceitar. Falei.

— Tenho um pouco de vergonha, amor. Eu mesma me condenei por isso.

— Isso o quê? Pode contar. Eu gosto de sinceridade. Não tenha receio.

Ele deu uma ligeira pausa, e perguntou:

— Botou chifre no seu namorado com o novo namorado?

Eu sorri com o jeito dele falar. Vendo a calma e a confiança dele, resolvi confessar:

— Eu fantasiei pegar naquele pinto bonito e duro do Lian e masturbar, sentir o membro grosso pulsando na minha mão. É um pinto muito bonito, e grande. Vontade de fazer ele gozar. Acho que o Lian precisa muito disso, coitado. Você disse que ele quase não teve mulher. Mas eu não queria trair você, nem fazer algo que você não aceitasse. Foi somente o tesão do momento...

Quando vi, o Gervane estava se masturbando. Excitado, ele disse:

— Caramba Sil, que tesão ouvir isso. Imagino como você ficou. Meladinha, né? Se você quiser, tudo bem, amor. Eu acho que ele precisa mesmo. O Lian é como meu irmão. E você assim realiza a sua fantasia. Só explica para ele que está autorizada por mim, temporariamente, enquanto dura esse namoro aí, para ele não ficar achando que é traição.

Naquele momento, a minha cabeça estava quase dando um nó, me sentia confusa, pois jamais esperei ouvir aquilo do Gervane. Ao mesmo tempo, fiquei orgulhosa de ter conquistado um estado de intimidade, sinceridade, e cumplicidade, que demonstrava o quanto ele gostava de mim, e do amigo também. Exclamei:

— Gervane do céu, você é completamente louco. Juro! Onde já se viu? E como eu vou me segurar depois? Se começar… tenho medo. Essas coisas tomam conta do corpo, sabe como eu sou quente, fico alucinada, e posso perder o controle.

Gervane estava tarado, se masturbava lentamente, sua respiração era ofegante. Ele respirou fundo, e falou:

— Amor. Vou confessar. No começo eu achei que estava sendo um louco por aceitar esse esquema. Essa ideia maluca do Lian.

Ele estava ofegante e com isso, interrompia a fala, só para respirar. Prosseguiu:

— Só que depois… fiquei pensando… Você é mesmo a minha paixão, e eu gosto demais do Lian, meu melhor amigo de sempre. Não me custava nada colaborar, se você aceitasse. No início tive até ciúme, imaginando vocês dois juntos, dormindo no mesmo quarto, mas depois, eu relaxei. Claro que eu imaginei que essa aventura poderia levar a momentos mais íntimos e de muita tentação, para os dois. Foi quando eu me convenci de que nada do que acontece em Vegas, precisa sair de Vegas. Tenho confiança em vocês, são as pessoas que eu mais gosto, além dos meus pais, e o que acontecer aí, será porque vocês quiseram. Não me preocupa mais. Juro.

— Como é? Ficou louco? – Perguntei, intrigada. Ele falou:

— Se você perder o controle é porque a vontade foi mais forte do que o medo do desconhecido. Não tenha medo, amor, nem se preocupe, eu só quero a sua sinceridade e confiança, para me contar tudo, sem omitir. Não me esconda nada. É só o que eu peço.

Eu voltei a chorar, emocionada, nunca tinha visto uma prova de desprendimento e ao mesmo tempo, de amor e confiança tão grande. Eu disse:

— Amor, você não existe mesmo! Eu o amo de paixão, agora ainda mais. Pode deixar, sempre vou me abrir com você. Prometo, contarei tudo que possa acontecer.

O Gervane estava bem excitado, talvez, por isso, falou:

— Me conta mesmo, Sil, sentiu vontade apenas de masturbar o Lian, ou de dar para ele? Sentiu vontade?

Fiquei calada um instante. Tentei evitar me abrir completamente, porque ainda não me sentia segura de assumir aquilo. Falei:

— Amor, eu travei tudo, tive medo, foi na hora do tesão, eu fantasiei sim, mas ainda tentava me conter, não deixava a fantasia tomar conta. Mas, me diz, em vez de ficar bravo comigo, você ficou excitado com isso?

Ele respondeu com voz já bem embargada pelo tesão:

— Ah, que loucura, Sil, imagino você tarada, cheia de vontade, vendo aquele pau grande e duro, e se segurando, e depois indo se masturbar no quarto pensando naquele pau do Lian. Acho que sentiu o desejo de dar. Eu fico muito tarado. Me diz. Pode contar. Gozou imaginando o quê?

Reuni toda a coragem que eu tinha, e falei:

— Na hora, amor, imaginei pegando no pau dele, apertando, masturbando, fazendo ele gozar na minha mão, sentindo os jatos saindo, e vendo ele tarado. Foi isso. Fiquei maluca. Minha bocetinha molhou tudo. Não me permiti pensar em mais nada.

Nesse momento eu vi o Gervane batendo a punheta acelerada, e gozando, gemendo e jorrando porra:

—— Ahhh... Sil, que delícia! Eu gozo muito só de imaginar o seu tesão.

Eu estava novamente cheia de tesão de ver aquilo, ouvir o Gervane, e abaixei o meu telefone, me mostrando nua, sentada no pufe, com a xoxota toda melada e vermelha de me tocar com os dedos. Eu disse:

— Assim, eu fico mais louca de tesão, de novo! Amor, se continuar eu não respondo mais por mim. Aí, perco o juízo.

Gervane estava ainda terminando seu orgasmo. Ele respirou fundo, e falou:

— Eu vou me acabar na punheta também. Por favor, me conta tudo, não tenha medo, eu gosto muito de ouvir.

— Você é maluco. E me deixa mais louca. Mas eu amo você demais. – Eu disse.

— Eu também amo. A ponto de deixar você fazer o que tiver vontade. Eu digo: Se me fizer de corno, que seja com o meu melhor amigo. Mas, me conte tudo. – Ele respondeu.

Falei assustada:

— Pelo amor de deus, Ge, não faça isso! Estou tentando manter o juízo e as coisas sob controle. E você me bota mais fogo? Vamos mudar de assunto. Diga o que tem feito.

Ele falou que ficou em casa, assistiu filmes e séries, e jogou um bocado de videogame. Eu sei que ele adora jogar on-line. Depois, ele falou:

— Mas, tem mais. Também andei navegando na internet, pesquisando, sobre esse tesão louco que eu fiquei, quanto penso e fantasio você fazendo loucuras aí com o Lian. Segundo a explicação dos especialistas, que eu li, dizem que eu tenho o fetiche de ser Cuckold.

— O que é isso? – Perguntei, pois eu não conhecia a palavra.

— Cuckold é o termo em inglês para o corno. O homem que sente tesão de saber que a sua parceira sente tesão de ficar com outro homem.

— Que loucura! – Exclamei. Leu isso?

Ele prosseguiu:

— Segundo a descrição que eu li, esse meu tesão, é do fetiche de ser corno. Não tem muita explicação. Nunca tinha sentido antes. Eu não tinha nada disso. Só com essa situação do Lian viajar com você, é que eu passei a fantasiar isso, imaginando coisas, e em vez de sentir raiva ou angústia, me deu muito tesão.

Eu estava admirada, e muito surpresa com as revelações que ele fazia. Fiquei um tempo pensativa. Se por um lado, eu ainda me sentia culpada por ter feito coisas antes de confessar, eu me senti também muito aliviada de termos falado tudo aquilo, que de certa forma, liberava o caminho para eu terminar de me abrir com ele. Mas, naquele momento, eu não quis continuar naquele assunto, pois ainda estava envergonhada de contar que já tinha feito, e não apenas fantasiado. Ainda sentia muita culpa e insegura de revelar. Perguntei como ele estava, se sentia saudade, e aos poucos, fomos entrando numa conversa mais amena e normal. Assim, conversamos por mais ou menos 30 minutos, relatei o nosso dia na casa, a amizade com a Miranda, e quando encerrei a ligação, me senti ainda mais em dúvida do que antes. Sabia que teria que ter muita força de vontade para resistir ao desejo, e não fazer o que o meu corpo pedia, e que o meu namorado, até disse que deixava. Só teria que contar a ele.

Fui ao banheiro e tomei um banho para tentar relaxar um pouco e tirar a ansiedade que estava sobre mim. Vesti outra roupa, um outro short branco de malha de algodão, uma outra camiseta cor de salmão, e desci para a cozinha novamente.

Fiquei conversando com a Miranda sobre assuntos diversos, enquanto ela fazia um bolo de laranja, e consegui esquecer por um momento do que eu havia feito em segredo.

O resto do tempo passou normalmente , era já de noite, eu tomei mais um banho, passei bastante creme hidratante perfumado no corpo todo, pus uma tanguinha vermelha fio dental, e me vesti com um vestido vermelho e curto, sem costas, só preso com alcinhas finas nos ombros. Meus seios ficavam livres sob o tecido macio e suave.

Fui lá para o jardim onde toda a família do Lian se encontrava. Eles estavam jogando alguns jogos de mesa e bebendo enquanto conversavam. Silvano ficou fazendo umas caipirinhas e a Miranda trouxe umas para mim. Fiquei bebendo e conversando com ela e com as outras primas e tias do Lian. Todos muito simpáticos e bem divertidos. Até piadas elas contaram e não eram inocentes não. As tias do Lian adoravam falar umas safadezas. Percebi que era uma família bastante animada e liberal.

A noite foi passando e com as doses de bebidas consumidas, fomos ficando mais alcoolizadas.

Alguns tios e primos do Lian já davam sinais de que estavam bem bêbados, com a voz ficando enrolada e os reflexos alterados, isso gerava algumas gozações no meio dos jogos. As primas e tias do Lian também já se mostravam bem alteradas. A Miranda mesmo, já estava mais para lá do que pra cá, e eu quando me levantei para ir ao banheiro senti uma certa tontura, foi quando percebi que também tinha bebido demais.

Foi depois disso que os tios do Lian começaram a empurrar um dos primos dele na piscina, e depois eles começaram a se empurrar uns aos outros para dentro da piscina e virou aquela guerra, um pegando o outro e empurrando na piscina. Mas na base da diversão.

Depois de um tempo, praticamente todos os homens estavam dentro da piscina ou já tinham caído e estavam molhados, e começaram a nos chamar para ir para lá também. Eu não iria de roupa, e as outras mulheres que também estavam bem arrumadas também se negaram a ir daquele jeito e entraram em casa para vestirem biquinis e maiôs. A Miranda me chamou para ir também e eu fui em meu quarto pôr o meu biquini. Como o que usei antes estava ainda molhado, eu coloquei um biquini com estampa de oncinha, e lacinhos cor de rosa. Era o menor biquini que eu tinha levado. Todos que eu tinha pareciam pequenos no meu corpo, principalmente na parte de trás pois eram engolidos pelas minhas nádegas grandes, mas aquele realmente era o mais escandaloso. Tinha pegado na pressa, antes da viagem, só usava com o Gervane, e nem me liguei que era totalmente fio dental atrás e mínimo na frente. Meus seios ficavam com boa parte de fora. Como estava alegre pelas caipirinhas, coloquei aquele mesmo, sem sentir vergonha, e desci. Hoje eu sei que estava mesmo excitada e tentada a provocar. Me encontrei com a Miranda, também de biquíni, na sala, que exclamou:

— Nossa! Que espetáculo! Assim vai deixar todos loucos.

Sorri, fiz sinal para ela ficar calada, e fomos para a piscina.

Quando chegamos lá no jardim já percebi que todos ficaram olhando de canto de olho, tentando disfarçar. Alguns primos do Lian, meio bêbados, já nem disfarçavam e me olhavam da cabeça aos pés, na cara dura. Eu já nem ligava mais para aquilo, bêbada, aí que eu engatei o dane-se.

Entrei na piscina com a Miranda e logo chegaram as outras primas e tias do Lian e ficamos praticamente todo mundo dentro da piscina que não era muito grande. Estávamos meio embolados, uns junto dos outros.

Todo mundo bêbado, juntos, dentro da água, falando bobagem, rindo, se encostando dentro da piscina, estava um clima bastante divertido.

Até que eu comecei a perceber que o Lian passou a ficar mais próximo a mim. E sempre que podia, aproveitava que estávamos bem perto, me abraçava, se encostava, demonstrando carinho de namorado. Claro que ele também estava aproveitando para me provocar, já sabia que eu estava me segurando, também cheia de desejo.

Eu já estava começando a entender a psicologia desse meu novo namorado emprestado. Antes, era tímido e parecia inexperiente, humilhado pela família, tinha muito baixa autoestima, não confiava em si, e se escondia. Nem falar muito ele falava. No momento em que eu apareci como a sua namorada, impressionando os parentes, provando que era capaz, ele conquistou o respeito perante a família, e se sentiu empoderado, com isso, foi perdendo a timidez, ganhando confiança, especialmente num ambiente onde ele estava senhor da situação. Eu, para todos os efeitos, era a namorada, ele tinha direito de ter intimidades comigo, até para ajudar a confirmar a nossa versão da história. Aquilo estava transformando nosso ex-tímido. Ele sabia que era a oportunidade quando podia se mostrar mais solto e ativo, perante os demais, e eu estava colaborando para fazer surgir um outro Lian. Ele agora se sentia o macho mais ousado, que percebia que despertava desejo, especialmente na namorada do melhor amigo. E já tinha sentido que eu fiquei com tesão. Entender aquilo, foi muito importante para eu saber como ele seria cada vez mais autoconfiante, a partir daqueles dias, e que todo o seu desejo e tesão reprimidos estavam vindo à tona. Foi quando eu percebi que não era só ele, mas alguns primos e até tios, também ficavam me olhando com desejo, todos próximos a mim naquela piscina pequena. Com certeza, eles estavam me cobiçando, ainda mais com aquele biquini que eu usava. Aquilo me deixou mais motivada, também com a autoestima elevada. Não sabia se era coisa da minha cabeça, se eu estava criando coisas demais na imaginação, porém aquele tipo de assédio começou a me estimular um pouco. Até que chegou um momento que eu cansei de ficar dentro da água, me sentia com frio, e resolvi sair dali. Vi o Lian e alguns de seus primos que ficaram me olhando. Eu fui subindo na escadinha da piscina e dei uma olhada para trás. Nessa hora, me assustei com o grupinho de marmanjos na água olhando para mim enquanto eu subia. Me sentia a própria dona do pedaço. Saí da piscina me sentindo assediada com toda aquela “atenção”, porém não tinha como negar que aquilo de certa forma me deixou um bocado gratificada.

Me despedi da Miranda, desejando boa noite, aleguei cansaço, e fui para o quarto. Tomei um novo banho, com água morna, passei creme hidratante no corpo, coloquei uma camisetinha preta folgada de dormir e um shortinho de cetim branco curtinho, que ia pouco abaixo da polpa da bunda, sem nada por baixo, e fui me deitar para dormir.

Logo a seguir o Lian apareceu no quarto. Eu estava mexendo no celular, tentando contato com o Gervane, e nem dei bola para ele, querendo agir como se não estivesse ali.

Ele foi para o banheiro, tomou seu banho e em dez minutos saiu, vestindo uma cueca samba canção bege, para dormir.

Mandei mensagem para o Gervane, dando boa noite, dizendo que eu já ia dormir. Mas ele não visualizou logo. Devia estar jogando ou fazendo outra coisa.

Quando o Lian andou pelo quarto, era visível que ele estava sem nada por baixo da cueca, já que dava para ver seu pau balançando de acordo com o movimento que fazia. Só de ver aquilo eu já me arrepiei. Eu estava dividida, queria mais do que nunca voltar a pegar naquele pinto provocante. Ainda mais depois do meu namorado ter dito que eu podia fazer o que desejasse. Mas eu não queria que parecesse já uma conquista feita. Esperei.

O Lian ia arrumar o colchão para ele se deitar, quando eu disse:

— Lian, você pode dormir na cama se quiser, o colchão parece desconfortável. Podemos dormir cada um de costas para o outro sem problemas.

Ele agradeceu, satisfeito, deixou o colchão encostado na parede e veio se deitar ao meu lado na cama.

Depois disso, ficou um silêncio no quarto, um clima até meio constrangedor. Eu me despedi do Gervane com mais uma mensagem, lhe desejando boa noite, e contei:

“Eu e o Lian dormiremos hoje na mesma cama, de costas um para o outro dessa vez”.

Queria ver o que ele me respondi. Mas não veio nada. Em seguida, coloquei o celular na mesinha do lado da cama.

Para tentar estabelecer uma certa postura de respeito, eu logo falei:

— Olha Lian, não foi legal o que você fez hoje a tarde. Você havia me prometido que o que fizemos antes não se repetiria mais. Eu não gostei da sua atitude, foi impositiva, e estou me sentido péssima por ter cedido, ainda mais chateada por conta do Gervane, que confiou na gente e me deixou vir para fazer o papel de sua namorada.

Vi que ele ficou em silêncio por um tempo, parecia refletir sobre o que eu havia falado. Uns trinta segundos de silêncio depois, ele falou:

— É, você tem razão Sil, eu agi por impulso, não pensei em nada, e devia ter honrado com a minha palavra. Estava tão excitado, vivendo o clima de ser seu namorado, que fiquei fora de juízo. Mas, fiquei obcecado por você.

Olhei para ele, admirada. Ele continuou:

— Nunca tive uma namorada, e ainda mais, linda e sexy assim. Minha família ficou toda muito impressionada. Viu meus tios e primos admirados. Acho que isso me subiu à cabeça.

Fiquei feliz ouvindo aquilo de sua boca, parecia que ele tinha entendido a gravidade e falado a verdade naquele momento. Pensei que não iríamos mais fazer nada daquilo, mas logo ele continuou:

— Mas, me diga uma coisa. Tire minha dúvida. Você não gostou de nada? De nada mesmo?

— Por que pergunta? – Questionei.

— Porque quando eu estava tocando em você no corredor, apalpando sua bunda, senti seu short bem úmido e você gemeu, excitada. – Ele falou.

Eu fiquei vermelha de vergonha quando ele disse aquilo, e não tinha como negar que fiquei muito excitada pois fiquei muito molhada e ele havia percebido, então falei:

— É... eu fiquei excitada com tudo aquilo, mas, também, né… eu não sou de ferro, sou um ser humano e tenho emoções e reações também. Mas, eu falei que não gostei por conta de… Lian!

Eu não consegui nem terminar de falar, pois quando olhei para a samba canção que ele usava, vi seu pau subindo e ficando duro instantaneamente.

Eu fiquei surpresa com aquilo, e ao mesmo tempo me arrepiei, involuntariamente. Quando vi o pau duro esticando a samba canção, meu corpo se arrepiou todo, já sentia minha boceta dando sinais de vida. Não sabia controlar.

Eu exclamei:

— Lian, você já está de pau duro de novo?

Ele falou com um tom calmo, de naturalidade:

— Ah, me desculpe Sil, mas eu não controlo “ele”, e esse seu cheiro gostoso, esse seu rosto lindo, e esse seu corpo sensual, falando e me lembrando do que fizemos, mexeu comigo. Falar do que a gente fez me excitou... bem... não consigo controlar.

O pau dele não parava de crescer, a samba canção parecia que ia se rasgar. Eu fiquei abismada com aquilo, sem saber o que dizer. Ele falou:

— Olha Sil, eu sei que eu prometi a você que não faríamos mais nada novamente. Mas, confesso que foi a coisa mais deliciosa que eu já fiz na minha vida. Jamais vou esquecer. Não fiz por sacanagem com o Gervane que sinto como meu irmão. Vai saber, só foi um momento em que você me fez muito feliz.

— Que bom Lian. Ainda bem que você entendeu. Fiquei satisfeita de ter feito você tão feliz. Mas, você sabe, nós passamos um pouco da conta.

Ele, com o pau duro, disse:

— Então, já que quebramos a promessa hoje à tarde, você bem que poderia me ajudar uma última vez. Só umazinha...

Não acreditei. Ele queria que eu o fizesse gozar de novo, e o pior é que eu também tinha vontade de repetir. Eu falei, tentando ponderar:

— Lian, assim você já está querendo quebrar nosso combinado de novo.

Ele insistiu:

— Vai Sil, eu talvez nunca mais tenha uma noite como essa na vida. Juro que vou explicar tudo ao Gervane. Mas, preciso muito da sua ajuda, uma última vez. Vamos.

No que ele disse aquilo, ele desceu a samba canção de uma vez e seu pau pulou empinado para fora. Era admirável. Lá estava ele de novo, como um mastro duro apontado para cima, cheio de veias... a cabeça exposta, parecendo uma ameixa roxa. Aquilo já começou a mexer comigo. Minha boca se encheu de saliva. Ele não sabia o quanto eu me sentia atraída, mas eu sentia que ele estava começando a desconfiar.

O Lian ficou segurando seu pau pela base, deixando reto para cima, e mexia balançando, como se oferecesse para mim. Eu não conseguia tirar os olhos e entendi que ele já sabia que o pau dele tinha um efeito hipnótico em mim.

Ele falou com voz de segredo:

— Vai, olha como estou...vem, você já fez... Faz de novo… só mais uma vez. Você sabe como fazer bem gostoso.

Como eu fiquei parada, sem tomar iniciativa, ele pegou a minha mão como havia feito mais cedo, e colocou em seu pau. Eu não falei absolutamente nada, em resisti. Não queria parecer fácil, mas não queria impedir. Segurei aquele pau grosso e quente na minha mão e sentia o membro pulsar. A cada pulsada a minha bocetinha também pulsava. Meu corpo inteiro reagia. Soltei até um suspiro. Aquilo ia me deixando louca e sem mais demora já comecei a punhetar bem lentamente, subindo e descendo.

Minha boca se enchia d’água, minha respiração ficou ofegante, e meus seios ficaram de mamilos empinados, enquanto eu punhetava. Ele viu que eu estava colaborando sem reclamar e muito excitada. Se ajeitou melhor na cama, recostou na almofada, ficando meio reclinado na cabeceira da cama e pediu:

— Vem, monta aqui sobre as minhas pernas. Fica de frente.

Eu nem tentei contestar. Me ajoelhei na cama, sem soltar o pau, e virando um pouco o corpo, passei a perna por cima das dele, montei a cavalo sobre as pernas, fiquei de frente para ele, minha bocetinha quase roçando em suas pernas, e continuei batendo uma punheta gostosa naquele pauzão.

Ele sorriu, suspirava, e balbuciava:

— Ahhh, que gostoso. Como uma putinha! Assim que é bom… Ah, safadinha... você é maravilhosa!

Eu nem me incomodava mais com o que ele dizia. A visão daquele pinto poderoso me atraía. Comecei a me inclinar para frente, e aproximar a minha cabeça aos poucos do pau dele, sentindo o cheiro daquele caralho delicioso. Quanto mais eu me aproximava, mais aumentava meu tesão e a vontade de chupar. Ele percebeu que eu estava bem próxima ao pau dele e colocou a mão sobre a minha cabeça, apoiou bem na minha nunca e começou a me empurrar levemente. Puxava para mais perto do seu pau.

Eu não fiz resistência. Minha boceta estava pulsando de tesão. Ele atraiu minha cabeça até minha boca encostar no seu pau. Nesse momento, eu fiquei olhando para ele com a boca encostada bem na base da cabeça do pau dele. Coloquei a ponta da língua para fora. Senti o contato. Ele me olhou com uma expressão de tesão que me deixou mais tarada, e sussurrou:

— Gostou, né? Vem, sua safada, você quer... Gosta do meu pau... você sente desejo também!

Ele voltou a empurrar a minha cabeça sem muita força e eu sem falar nada, abri a boca, encostei a língua, senti como se tomasse um choque de volúpia, meu corpo fervia, e comecei a engolir o pau dele até onde eu consegui. Naquele instante eu me lembrei do Gervane se masturbando, e dizendo:

“Eu também amo você a ponto de deixar você fazer o que tiver vontade. Se me fizer de corno, que seja com o meu melhor amigo. E me conte tudo”.

Eu sabia que estava liberada, mas não ia confessar isso ao Lian. Achei melhor não contar, ele podia ficar ainda mais afoito. Passei a chupar o pau, colocando na boca até onde eu conseguia e voltava sugando bem gostoso. Eu ia fazer o melhor boquete da minha vida e da vida dele também. Estava alucinada. Eu murmurei:

— Eu e você fazendo o Gervane de corno! Essa é a verdade!

Naquele momento minha boceta estava encharcada. O Lian com os olhos fechados, suspirava e se contorcia todo de puro prazer. Ele exclamou:

— Que boca mais deliciosa! Mama na minha pica, safadinha! Eu sei que o corno vai entender que é impossível resistir.

Comecei a tomar iniciativa, e a dar vida naquela chupada, lambia, rodeando a cabeça do pau, que era tão grande e grosso que mal cabia na minha boca. Eu tinha que abrir muito a boca para conseguir engolir aquilo, e o tesão era tanto que a essa altura meu shortinho já estava todo melado novamente, enquanto eu chupava já com todo o desejo.

O Lian segurou nos meus cabelos e os levantou um pouco, acho que para conseguir enxergar melhor eu chupando o pau dele. Eu já estava tomada pela volúpia, olhei para ele, sorri, aumentei a velocidade das mamadas, e comecei a subir e descer mais rápido com a boca, enquanto o punhetava ao mesmo tempo, me deliciando com aquilo.

Senti o Lian se mexer todo satisfeito, e dizer:

— Assim eu vou gozar, sua cadela. Como chupa gostoso! Que tesão da porra!

Eu parei de chupar por um instante, estava com tanto tesão que pedi:

— Goza, eu quero sentir seu gozo. Me dá seu leitinho na boca.

Voltei a chupar e o pau começou a pulsar mais forte ainda. Ele gemia alucinando com meu pedido. Logo, o gozo veio, senti vários jatos de porra quente entrando na minha boca. Minha boceta também babava a cada golada que recebia. Engoli muita porra, mas era tanta que não conseguia reter em minha boca e deixei escorrer pelo queixo, passando pelo pau e pela minha mão.

O Lian não conseguiu se segurar e soltou um gemido mais alto, enquanto gozava em minha boca:

— Ahhhhh... caraaaalhooo... Que puta mamada gostosa!

Fui mamando na pica até o final da gozada, e quando vi que terminou eu tirei o pau dele da minha boca. Nisso, escorreu mais porra ainda. Eu achei que o Lian havia terminado, e ia relaxar, mas ele parecia mais tarado, me pegou pelo braço e me deitou ao lado dele na cama. Eu caí deitada de costas, e ele falou:

— Agora é minha vez de retribuir

Antes que eu pelo menos pensasse no que ele quis dizer com aquilo, senti o Lian segurar com as duas mãos nos dois lados do meu shortinho e puxar de uma vez. Foi muito rápido e quando eu vi já estava nua. Deitada e com a minha boceta à mercê daquele tarado.

Eu ainda tentei protestar falando:

— Lian! O que é isso...

Mas ele logo segurou meus dois joelhos com as mãos e abriu minhas pernas. Eu fiquei sem palavras e sem reação. Ele ficou parado por uns 15 segundos, admirando a minha boceta... e eu sabia que estava molhadíssima pois sentia escorrer. Ele disse:

— Puta que pariu, que boceta linda! Melada e lisinha!

A seguir ele segurou com as duas mãos, por debaixo dos meus joelhos e levantou minhas pernas, me abrindo mais ainda, e ao mesmo tempo, de uma vez, colou a boca na minha boceta. Na hora eu soltei:

— Meu deus! Eu não aguento...

A boca dele era quente e eu fui ao delírio no momento em que ele começou a me chupar!

Que boca gostosa que ele tinha, chupava toda minha boceta de forma tão gulosa que eu não conseguia ficar parada e nem gemer baixinho. Eu não podia imaginar que um sujeito que se dizia inexperiente soubesse fazer aquilo tão bem. Eu soltava gemidos mais altos e suspirava. Exclamei:

— Que delícia, que chupada mais gostosa! Não para... Estou ficando maluca!

Passado uns bons minutos, ele passando a língua no meu grelinho, comecei a gozar feito uma louca.

Meu corpo inteiro se agitou, as ondas de prazer eram avassaladoras, senti minha boceta esguichar, eu nunca havia passado por aquilo, mas o tesão era tanto e o gozo tão intenso que esguichava com força, e nem esguichando nele, o Lian parava de me chupar. Essa atitude dele só me fez delirar mais ainda.

Finalmente, ele parou de me chupar, seu rosto estava ensopado. Ele sorria, e ainda ficou segurando as minhas pernas, e olhando a minha boceta que estava completamente molhada enquanto eu dava uns tremeliques de puro prazer. Exclamei:

— Nossa! Que delícia! Gozei como nunca!

Depois desse orgasmo incrível, eu sentia meu corpo fraco, estava mole! Não conseguia nem mexer um músculo, minhas pernas formigavam, parecia que eu tinha andado subindo ladeira o dia inteiro. Acho que fiquei quase um minuto naquela situação. Quando olhei pra baixo vi que o Lian ainda admirava minha boceta melada, e seu pau vigoroso já estava duro novamente. Foi quando ele me segurou pela cintura e me virou de bruços. Quando cai de bruços na cama, ainda sem forças, ele me puxou pela cintura me deixando de quatro. Nessa hora eu gelei e meu coração disparou. Na hora pensei: “Será que ele vai me comer com esse pau enorme?”

Fazer aquilo seria extremamente errado! Além do mais, sem camisinha. Porém, não havia espaço para culpas naquele momento, o tesão novamente voltava com força em meu corpo, e eu somente empinei minha bunda para ele. Dei até uma rebolada. Perdi a vergonha e o controle. Me sentia safada e sem vergonha. Exclamei:

— Estou tarada, Lian! Que coisa de louco!

Ouvi o safado dizer:

— Caralho, que bunda gostosa é essa!

Ao dar um apertão na banda esquerda da minha bunda, senti ele abrir mais separando as nádegas com uma mão, e vi que já batia punheta com a outra, enquanto olhava minha boceta e meu cuzinho.

Meu corpo chegou a tremer de tesão quando olhei para trás e vi a cena. O Lian estava alucinado, respirando forte de tesão, enquanto me chamava de “Gostosa”, “Rabuda”, “Cadela”. Nem pensei em mais nada. Empinei mais ainda minha bunda e fiquei atiçando-o a gozar logo, falando:

— Vai, Lian, goza para mim, vai! Goza na sua cadela. Goza na minha bunda!

Lian quase enlouqueceu de tesão quando me ouviu falar aquilo. Senti que ele apertava ainda mais a minha bunda, e aumentava a velocidade da punheta, falando de maneira bem safada:

— Puta que pariu! Vou gozar muito na sua bunda grande e gostosa, sua safada!

Nessa hora eu fiquei maluca quando ouvi que me xingava, me deixou mais tarada, empinei o máximo que eu pude minha bunda, me curvei olhando para trás diretamente para ele. Na minha cabeça eu me ouvia dizendo para o Gervane:

“Amor, foi impossível evitar, não aguentei, agora você é mesmo corno, meu e do Lian.”

Vi o rosto do Lian com expressão de tesão por cima do meu ombro direito e falei mais alto, tal como ele tinha feito:

— Isso! Goza na minha bunda seu pauzudo, goza para sua cadela safada, goza!

Não deu nem três segundos e ele batendo punheta, começou a jorrar, foi novamente um mar de porra, lambuzou minha bunda inteira, era porra até nas costas e espirrou até no meu cabelo. Nunca pensei que ele tivesse aquela capacidade.

O Lian gemia alto, praticamente urrava, e naquele momento imaginei que com certeza uma boa parte da casa devia ter escutado! Mas, ao invés daquilo me preocupar, só me deixou ainda com mais tesão. Para todos ali, eu era a namorada dele, e tinha perdido a vergonha, assumi o desejo e o prazer de me deixar fazer tudo aquilo.

O Lian, esgotado, desabou na cama ao meu lado, a sua respiração era ofegante, parecia que a qualquer momento teria um ataque cardíaco. Eu fiquei deitada de bruços com a bunda e as costas todas meladas de porra. O cheiro de sexo no quarto estava fortíssimo. Eu ainda estava deliciada com aquele orgasmo que acabara de ter, e aquele último momento havia me deixado ainda mais louquinha. Ficamos uns bons minutos descansando, estáticos, em total silêncio.

O único som do quarto era a nossa respiração pesada. Passados alguns minutos eu vi o quanto havíamos passado dos limites. Tomei fôlego, e falei com o Lian:

— Lian, agora é sério, a gente passou de todos os limites dessa vez.

Ele sorriu, ainda respirando forte. Mas nada disse. Eu comentei:

— Estamos fazendo o Gervane de corno! Tem ideia do que é isso? Como encarar isso depois? Me prometa de verdade que isso não acontecerá mais, por favor!

Lian olhou bem nos meus olhos, e com um sorriso meio sarcástico respondeu:

— Relaxa Sil, prometer eu prometo, digo que isso não vai se repetir, pode ficar sossegada. Mas eu não garanto nada que consigo obedecer.

Dessa vez não havia sentido muita firmeza nas palavras do Lian, mas sinceramente acho que nem nas minhas palavras eu havia sentido firmeza. Estiquei a mão e segurei na mão dele. Um pacto de dois culpados. Eu disse:

— Você está ficando impossível

Foi bom aquele toque de cumplicidade.

Apagamos ali na cama, lado a lado, em poucos segundos.

Continua na parte 3.

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Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 435Seguidores: 971Seguindo: 222Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

Comentários

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Duas coisas que não se empresta; "CARRO e MULHER"

Empresta teu carro que ele volta todo quebrado e se empresta a mulher é porque quer levar chifre.

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Jampa, carro realmente não se deve emprestar. Mas a mulher, tem muitos maridos que adoram emprestar, é esse o seu maior tesão. E chifre é algo que para muitos, não incomoda, até agrada.

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Verdade que muitos maridos gistam de emprestar a mulher mas quando fazem isso com certeza irão ter um belo par de chifre e se gostam não vou ser o que vai jogar pedra na GENI.

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Caro Leon,

Gostando demais desse conto. Capítulos longos (o que gosto muito) e muito bem escritos!

Gervane e Sil estou gostando muito, casal bonito, cumplices, mas do Lian sinto uma profunda antipatia, talvez imaginando que ele irá ficar extremamente possessivo e fazer muitas besteiras.

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O Lian está descobrindo uma coisa que ele nunca teve. E graças aos amigos.

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