Aventuras de uma jovem médica - IX

Um conto erótico de Lianna
Categoria: Heterossexual
Contém 2703 palavras
Data: 08/05/2026 19:50:59

Passei a noite pensando e planejando como faria no outro dia para ver aquele pau novamente, fiquei remexendo na cama durante muito tempo, até dormir. Acordei no outro dia, fui arrumar minha maleta para levar para meu "atendimento", a roupa eu ia decidir depois de tomar banho e tomar um lanche.

Desci para o café da manhã e conversei com a Dona Otila e ela me explicou onde ficava as casas dos moradores mais antigos e me disse que já tinha pedido para selarem um cavalo para mim, ao qual eu agradeci e voltei para o quarto para tomar um banho e, também aproveitei para me depilar, ficar gostosinha, estava empolgada pelo dia, estava afim de diversão, então pensei em ir com um vestido de malha, bem colado, sem calcinha e sutiã, que deixava minhas curvas bem marcadas e, com um decote generoso, em V, mas eu iria usar um jaleco para disfarçar, pois teria que tomar cuidado para não ficar mal falada, afinal eu tinha que manter a minha imagem, de acordo com a minha posição de médica.

Terminei de arrumar as coisas e peguei meu cavalo e fui em direção, mas fui devagar, afinal eu queria aproveitar bem o dia, a natureza, aquela fazenda estava trazendo um frescor diferente para a minha vida, novidades, sensações. Logo avistei algumas casinhas, com algumas pessoas sentadas na porta, procurei um lugar para deixar o cavalo, em uma sombra, com um capim para ele comer, coloquei meu jaleco e comecei a caminhar, encontrando um povo sorridente, animado, fui visitar a dona Emerinda, que estava sentada na porta, fazendo um artesanato com palha, ela me recebeu com um grande sorriso, me dando um café com biscoito delicioso, com uma conversa alegre, me agradecendo por estar ali, já que é muito raro vir médicos até eles. Saí dali feliz pelo serviço prestado, logo passei na casa do seu Jorge, de acordo com o indicado pela dona Emerinda, lá foi mais rápido, pois a sua nora estava lá ajudando ele, já que ele não andava mais, estava de cadeira de rodas, mas também um ambiente alegre e acolhedor, procurei me informar sobre a casa da dona Maria, onde me indicaram e, me direcionei até lá, chegando lá não encontrei ela, somente uma neta que me disse ela tinha saído e que já voltava, perguntei a ela sobre a mãe dela, onde estava, já que era bem novinha, ela me disse que se chamava Ester e que tinha ido na casa de um amigo e, equanto isso ela ficaria com a avó. Nesse momento eu percebi o que estava acontecendo, era a filha da mulher que estava dando para o velho Tião, então perguntei para ela onde era esse amigo e ela disso que era na casa do seu Tião, atrás da mata, onde a dona Otila tinha indicado, era o único que morava mais afastado dos outros, então eu resolvi ir lá. Me despedi da menina e disse que voltaria depois, queria espiar o que estava acontecendo.

Chegando perto da casa eu vejo a mulher saindo da casa do velho, fiquei um pouco decepcionada, pois eu queria ver os dois novamente. Quando ela me viu ela ficou super sem graça e me cumprimentou discretamente, mas resolvi continuar, pois o velho estava na porta olhando sua presa indo embora, fui me aproximando e o cumprimentei, já tremendo de ansiedade:

-Boa tarde! O senhor é o seu Tião?

-Tarde moça, sou sim

-Eu sou a Dra. Elianna, que estou atendendo no postinho da comunidade e estou morando, por enquanto, aqui na fazenda que meu pai comprou

-Ah, então a senhora é a famosa doutora que veio atender aqui?

-Famosa eu não sei (falei sorrindo timidamente, ele era bem sedutor na sua fala)

-É famosa sim, e eu entendi agora o porque, mas o que trás a senhora aqui?

-Por que sou famosa?

-Disseram que senhora era uma bela doutora, e é verdade

Fiquei sem graça e excitada.

-Bom mas, eu vim aqui para visitar os moradores da fazenda mais antigo, então o senhor é último de hoje

-Que bom, alguém para cuidar bem da gente, hoje vou ter a melhor consulta da minha vida. Vamos entrar?!

Ele fez para que eu entrasse na frente, quando passei por ele senti o peso do seu olhar no meu corpo, me fazendo arrepiar e me fazendo questionar eu estar ali, já que eu sabia um pouco do perfil predador dele. Chegando na sala eu me sentei no sofá e ele em uma poutrona na minha frente. Me sentei cruzando as pernas, para começar a provocar o velho.

-Como o senhor tem se sentido ultimamente?

-Muito bem

-Tem algum histórico de dores?

-Não, minha saúde é muito boa

-O senhor fuma?

-Só um cachimbo de vez enquanto, para espantar o tédio e a solidão

Resolvi me arriscar um pouco mais.

-Aqui é um pouco quente, posso tirar meu jaleco

-Claro doutora, se sinta em casa

Enquanto eu tirava, não tive coragem de olhar nos seus olhos, mas percebi como os bicos dos meus seios estavam marcando meu vestido e como eu estava excitada, na frente de um homem tão imponente, quando eu leventei o olhar percebi a cara de prazer estampada em seu rosto, mas tentei retomar, buscando manter o "profissionalismo".

-O senhor é casado?

-Já fui, hoje sou viúvo

-A quanto tempo?

-Há uns 20 anos

-Muito tempo, aquela mulher que saiu daqui é sua neta ou filha?

-Não

-O senhor tem filhos?

-Muitos

-Quantos?

-Já perdi a conta

-Nossa, são tantos assim?

-Sim, eu estou no mundo para procriar

Falou isso olhando para meu rosto e descendo pelo meu corpo, me deixando mais molhada ainda.

-É.....É... tá bom (fiquei meio desnorteada com a respota dele, apesar de já saber o por que).

Tentei, meio perdida em meus pensamentos e lembranças, dele transando com a Ester, continuar.

-Preciso que o senhor tire a camisa para que eu possa fazer um breve exame.

-Claro doutora (disse rindo e me fitando)

Me levantei, indo em direção a ele, me tremendo toda, fui chegando perto dele e analisando seu corpo, era um velho muito magro, estatura mediana, bem negro, faltando alguns dentes, barba branca e bagunçada e poucos cabelos. Coloquei o estetoscópio no seu peito, para escutar seus batimentos, sentia meu corpo se arrepeiar chegando perto dele, comecei a suar e ficar cada vez mais excitada ao lado daquele pedrador.

-Tudo certo doutora?

Acordei do meu transe e respondi:

-Sim, tudo certo

-A senhora parece meio "nervosa"... Precisa de alguma coisa?

-É..... Não, estou bem

Voltei para meu lugar e sentei, sem prestar atenção, deixando minhas perna descruzadas, deixando uma visão privilegiada para o velho, enquanto isso, tentava focar na "consulta".

-O senhor disse que é viúvo, tem muitos filhos, mas ainda mantem a vida sexual ativa? (Eu estava em um transe que já estava avançando mais que devia e "queria")

-Claro! Ainda tenho um vigor de cavalo

-Mas o senhor usa preservativos?

-O que é isso doutora?

-O senhor na conhece?

-Nunca ouvi falar, para que serve isso?

-É para prevenir que se tenha mais filhos e outras doenças

-Hahahaha nossa nunca usei isso e nem preciso disso

-Por quê?

-Por que minha função no mundo é fazer filhos! (disse me fitando por completa e olhando diretamente, por alguns segundos para o meio da minhas pernas)

-Mas é preciso usar, pode ser perigoso...

-Pra quem? Só se for para as mulheres que me procuram hahahaha

Ele disse isso com uma força que me travou e deixou queimando.

-O senhor não acha melhor conhecer para usar?

-A senhora pode me apresentar?

Ele disse se levantando e caminhando lentamente e depois se sentou ao meu lado, colocando a mão de leve na minha coxa e repetiu:

-A senhora pode me apresentar o preservativo?

Aque voz me deixou arrepiada e com o coração acelerado, não estava conseguindo me controlar, parecia que ele estava me controlando e me levando para o abatedouro.

-Eu.... posso... lhe mostrar

Falei isso sem saber o que estava falando, pensando ou fazendo. Então abri minha maleta e peguei um pacote de preservativo, desses que dão em postinhos e abri para mostrar para ele.

-Isso é um preservativo masculino

-Ah é um plástico e como se usa isso?

-Se coloca no pênis

-A senhora pode demonstrar?

Quando ele falou isso ele foi puxando sua calça e saiu o monstro que eu tinha visto ontem, bem de perto, bem duro, com as veias salientes e uma cabeça enorme, já com um pré gozo, deixando ele brilhoso e hipnotizante. Eu fiquei travada naquela imagem, perdida e alucinada.

-Doutora, estou esperando. (Disse isso masturbando e me olhando nos olhos)

Levantei meu rosto e fui sendo guiada pelo instinto, peguei o preservativo até perto do colosso dele, hesitei em um lapso de sanidade, mas quando toquei naquele pão, meu cérebro parou de me guiar e o instinto me fez sentir o calor daquele pau, fui sendo levada a ir pegando mais firme naquela tora, e fui tentanto, com a outra mão, colocar o preservativo, mas ele não entrava dentro da camisinha, a cabeça impedia.

-É doutora isso não é pra mim, meu négocio é fazer filho.

Falou isso e eu sem me dar conta, ja tinha jogado a camisinha no chão e estava segurando, com as duas mão o pau dele, começando subir e descer, lentamente, olhando fixamente para isso.

-A doutora é muito cuidadosa com seus pacientes!

Ele disse isso subindo sua mão pelas minhas coxas até encontrar a minha bucetinha, molhadinha.

-Estou percebendo que a doutora veio preparada para uma consulta também, está até sem calcinha.

Ele foi passando aqueles dedos grossos na minha xana e tirou a mão e levou na boca, chupado os dedos.

-Seu mel é uma delícia, mas precisa de um tratamento especial.

Ele se levantou, se ajoelhou, abriu as minhas pernas, levantando o meu vestido até a cintura e caiu de boca na minha xana, começando um oral forte em mim, ele mão tinha começado eu já tinha gozado, segurando sua cabeça contra a minha boceta, ele continuou como se eu não tivesse gozado, mas alguns minutos eu já estava gozando novamente, com aquela língua firme, me penetrando firme, enquanto eu terminava de gozar ele se levantou e colocou o pênis na minha frente e foi dizendo.

-A senhora pode preparar a injeção por favor, a senhora está precisando de umas dose de leite

Já fui pegando aquele mastro e colocando na boca, como uma cadelinha obediente que não pensa, só obedece e, meu corpo estava entregue as ordens dele, comecei chupar a cabeça, que já era grande, depois fui tentanto colocar mais, mas estava complicado, pois era muito grande, mas fui colocando o máximo que conseguia, fui com uma das mão acariciando seu saco e depois passando a língua por toda extensão.

-A doutora entende bem do corpo humano hehehe

Continuei fazendo esse oral nele, sentindo meu corpo ficar cada vez mais quente, como se estivesse pedindo mais, minha xana já estava molhada, como nunca tinha visto.

-Agora está na hora de eu retribuir, dando a senhora uma boa injeção

Ele sentou no sofá e segurou o pau dele para cima e me chamou fazendo um sinal com as mãos, para ir até ele. Fui indo lentamente, hipnotizada por aquela ferramenta e pelo instinto animal de fazer sexo. Me aproximei dele, de frente para ele, levantei meu vestido até a cintura e fui me abaixanda, parei quando senti a cabeça do pau, encostar nos lábios da minha buceta, eu estava tão melada que escorregou, de leve, a cabeça, mas eu segurei o mastro e fui soltando, lentamente o peso sobre aquela estaca que, já estava forçando para me empalar, cada vez que soltava mais meu peso, mas me rasgava, mas eu não parava, era uma mistura incrivel de dor e prazer, que perdi a consciência do que eu fazia, só sentia um prazer intenso, que me fez gozar quando eu senti ele quase todo dentro de mim, quando abri os olhos, após esse gozo tão forte, vi ele sorrindo e dizendo:

-Doutora, ainda não colocamos a seringa

Eu sabia o que ele estava falando, entendia, mas meu corpo não seguia mas comando, tanto que logo ele jogou o corpo para cima, terminando de me empalar, eu só gritava de prazer.

-Pronto, agora podemos continuar com o procedimento de injeção, afinal a senhora veio preparada para isso.

Ele puxou meu vestido, exibindo meus seios e pegou neles com muita força.

-Vai minha putinha, cavalga nesse preto velho, que hoje você vai receber o que veio buscar.

Comecei a cavalgar num ritmo devagar, pois sentia aquele pau me rasgando ao meio, mas ele me puxou para mais perto dele e começou a chupar meus seios e me deixou ainda mais assanhada, me fez acelerar um pouco mais e, a cada minuto que passava a dor sumia e o prazer aumentava ainda mais, tanto que não demorou muito para meu próximo orgasmo, terminei o gozo e cai sobre seu peito.

-Tá gostando né?! Nunca sentiu o que é um pau de verdade, agora vou te mostrar a minha força.

Ele me tirou do colo dele e me colocou de 4, apoiada no sofá, rasgando meu vestido e jogando ele longe, se posicionou atrás de mim e deu uma estocada forte e firme, chegando muito fundo em mim e a cada cravada eu ficava sem ar, de tanto prazer, era muito diferente do que eu já tinha experimentada até ali, pois me preenchia de um jeito diferente, era forte as estocadas e me acertava em pontos nunca antes acertados, eu mal consegui gemer direto, pois a cada estocada era um pazer profundo e único. Se passaram algum tempo, pois já não sabe quanto tempo eu estava ali, mas parecia que o tempo parou ali e ali eu queria ficar, então eu me apoximei de mais um orgamos e ele percebeu e acelerou dizendo:

-Agora a doutora vai receber o que veio procurar, a minha porra nutritiva

Quando ele disse isso eu fiquei ainda mais excitada, pois tudo que eu vi, ontem, e o que eu estava sentido e prester a receber a porra dele dentro de mim. Comecei a gemer tão alto que nem me preocupava se alguém poderia me ouvir. Quando eu senti ele pronto pra soltar seu esperma dentro de mim gozei loucamente com e cai no chão inconsciente, acordei com ele me chamando.

-Acorda doutora putinha.

Levantei meu rosto procurando entender onde eu estava, até que entendi.

-É uma pena que não te engravidei hoje, mas você vai voltar aqui para eu fazer isso!

Meio sem entender como ele tinha chegado a essa conclusão, olhei para a cara dele perdida.

-Hoje não é o seu dia fértil

Fiquei assustada com seu comentário, ainda meio perdida fui me levantando, procurando algo para me limpar, encontrei os pedaços do meu vestido e fui me limpando, com ele olhando lascivamente pra mim.

-A senhora é um prato cheio, quero comer sempre e quero te engravidar

-Não posso, sou casada e uso DIU, para não engravidar

Disse isso bem discretamente, com seu eu estivesse com medo.

-Então tire para ser minha reprodutora!

-Não posso

-Então vá embora e só volte aqui quando tirar esse trem

Peguei minhas coisas, e como não tinha roupa pra vestir, meu vestido estava em pedaços, coloquei o jaleco sobre o corpo e saí dali rapidamente, buscando subir no cavalo, mas no meio do caminho encontrei alguns moradores que vieram me cumprimentar e tentei me esquivar dizendo que estava com pressa. A verdade é que eu estava perdida, como se outra pessoa tivesse no meu corpo, um misto de vergonha e loucura , sem rum, subi no cavalo, mas como estava sem nada por baixo do jaleco o movimento me fez ficar excitada novamente lembrando do velho, tive que apressar para chegar em casa, chegando lá corri para o quarto nem parei, para não dar margem para alguém suspeitar de nada, a verdade é que eu só pensava em terminar com aquilo, não reparei em mais nada, no caminho ou na casa. Cheguei no banheiro e me masturbei pensando no melhor sexo da minha vida, tomei banho e caí na cama.

Continua….

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