Passos ecoam pelo saguão do térreo misturados a nosso ofegar. A escada do prédio está deserta, moramos no quinto andar e veremos qual de nós chega lá primeiro. São 6 da manhã, e já está bem quente. Parados ao pé de escada, Diego e eu tiramos as camisas, úmidas em suor após a corrida de 10km da qual chegamos. O síndico nos vê e tenta chamar atenção, mas subimos as escadas o ignorando.
Ganhei, sou mais atlético... Mulato, 19 anos, 1,85cm e abdômem trincado. Paro a porta do AP de Diego com as mãos nos joelhos, ofegando...
- Qualé Tiago, já tá moído, desse jeito se reprova no TAF, não aguenta não...
Diego é mais baixo, 1,75 cm, mas em compensação é mais musculoso do tipo marruco. Seu peitoral, trapézio e abdômen são um pouco mais destacados que os meus, além do que, é branco feito um americano.
- Se eu reprovar, você muito pior que perdeu pra mim viado...
- É que você tem mais explosão, eu tenho mais resistência mano.
- Deixa de faladeira e me dá um copo de água gelada.
Diego gira a chave e me convida pra entrar, tiramos os tênis e os deixando ao lado da porta.
Tomo um copo de água e conversamos amenidades, em tom de sussurro pra não acordar sua mãe, Helena. Ela é como minha segunda mãe, sempre fomos vizinhos, sempre moramos neste prédio, neste andar. Perdemos os pais no mesmo acidente, e nossas mães se apoiaram mutuamente e assumiram a sociedade no negócio de troca de óleo que os velhos tinham.
-Bom dia meninos.
- Bom dia tia, tá gatona hein !
- Bom dia mãe, assim se me constrange mãe, olha essa roupa.
- A culpa é de vocês dois, eu tava dormindo, e trate de ir tomar banho que eu não quero você fedendo no sofá Diego! Até vocês passarem nessa prova da polícia, você ainda mora aqui e aqui mando eu.
Diego saiu pisando duro e eu comi a dona Helena com os olhos...
- Caralho tia, que mulher, é cavalona nos dois sentidos hein.
Helena é uma ruiva corpulenta e enxuta, nada frágil, de ancas largas e imponente, apesar de seus 1,68cm. Com seios grandes que desenham perfeitamente o corpo violão . Branca, quase rosada, cabelos de cor cobre e uma segurança que só uma coroa possue. Ela usa um baby doll, do tipo vestido que deixa sua bunda amostra. Bunda está que engole um fio dental preto com bordados vermelhos do conjunto.
- Gostou né moleque safado, se tá gostosinho com essa barriga chapada e esse peitoral saltando...
Diz ela passando a mão em meu peito, o pau na hora salta...
- Assim se me mata dona Helena...
A filha da puta ri, passa por mim e se abaixa na pia, como fosse pegar alguma coisa e empina o rabo... Consigo ver seu cuzinho marcando os lados da calcinha, nem da pra pensar, aperto aquela delícia e passo a mão sobre o buraquinho rosa...
- Aí safado, tá assediando a mãe do seu melhor amigo, tarado.
- Diego já me falou na cara que bate umas punhetas pra minha mãe. Então eu não me sinto culpado em fazer o mesmo pra senhora.
Helena riu e saiu andando requebrando sua enorme bunda a qual ela alisava me provocando.
- Fique sonhando, só na punheta mesmo seu moleque.
Gargalhou saindo de cena.
Diego saiu do banho e fomos pro meu AP, eu também tinha que me lavar.
Enquanto eu pegava roupas no quarto ouvi minha mãe acordar. Ela tem hábito de dormir só de calcinha, então gritei pra ela que o Diego estava na sala.
Voltando com as roupas na mão, em direção ao banheiro, vi minha mãe, Rosa, passando pela sala em direção a cozinha com os seios de fora e usando só uma calcinha de algodão branca enterrada no rabo. Diego a cumprimenta com um bom dia quase se babando enquanto descaradamente aperta o pau olhando pra ela que o responde mas passa direto.
Rosa, minha mãe, é uma morena clara, pele branca, cabelos pretos longos que recaem sobre sua garupa. 1,70 cm, corpo esguio, facilmente poderia dizer que tinha 29 ou 30 anos, apesar dos seus 40. Seios médios, durinhos pois era siliconada, suas coxas eram duras, marcadas, assim como as panturrilhas. Frutos de anos de academia. Ela se cuidava, a bunda então, nossa... Eu que sou filho fico de pau duro olhando aquele rabo empinado.
Diego a seguiu até a cozinha e eu fui atrás, mas não entrei fiquei espiando escondido.
- Tia Rosa, você tá igualzinha a Demi Moore naquele filme que ela dança poli dance. Só faltou o olhão verde...
Ele está de costas pra mim e mesmo assim noto que ele alisa o pau..
Minha mãe está de costas encostada na pia e ri do comentário... Então ela se vira, mostrando os peitões.. Firmes como os de uma adolescente.
- Você acha mesmo é?
- Acho, só que mais gostosa, bem mais gostosa que ela...
- Mas que baixaria, mãe vai por uma roupa porra. E você Diego, respeita minha mãe, filha da...
- O louco irmão se me chama de filho da p*mas olha a calcinha da dona Rosa..
Levanto os olhos e foco no capô de mamãe, a calcinha branca possue uma frase: Quente, ardente e gostosa.
Além do desenho de uma pimenta, tudo sobre a testa da buceta que marca perfeitamente o tecido.
- Vocês dois são sortudos, tem duas mães e as duas são gostosas. Vai lá chamar sua mãe pra gente tomar café todo mundo junto Diego.
Diego saiu e quarenta minutos depois estamos todos a mesa.
- Rosa, seu filho sem vergonha meteu a mão na minha bunda hoje de manhã, olha que tarado, sou quase mãe dele...
- Helen, então são dois meninos sem o mínimo respeito, Diego tava praticamente batendo punheta olhando minha bunda num faz uma hora ainda...
Riram juntas brindando com suco de laranja.
- Um brinde a nossos homens jovens e tarados. Homem tem que ser isso mesmo, tarado. Se não a mulher faz oque quer.
- Verdade Rosa, e digo mais, meninos. Vocês são dois gostosos. Esses corpos sarados, a mulherada vai cair matando. Mas hoje vocês vão sair com as mamães, semana que vem é dia das mães e essa semana toda vocês tem que nos mimar!
- Ah mas no sábado? Hoje é dia de caçar gostosa mãe...
- Vão com a gente sim, vamos dançar hoje. Cada nenê com sua mamãe...
- Então pelo menos, deixa a gente trocar ué. Cada um com a mãe do outro, pelo menos. Falei de imediato.
- Tá vendo Rosa, seu menino querendo me assediar.
- Eu faria esse acordo. Fala Diego.
- A noite a gente vê se trocamos ou não, a noite.
Minha mãe responde.
Antes que vocês estranhem, sexo nunca foi um tabu para elas. Perdi meu pai aos 10 e Diego aos 9. Então elas nos criaram no pleno diálogo e desde a pré adolescência conversaram sobre sexo conosco.
Nossos papos sempre foram assim, cheios de malícia, é só foi piorando com os anos.
A noite finalmente cai, estou pronto. Calça jeans, camiseta branca e tenis. Minha mãe, no entanto usa uma saia de corte vertical, preta, curtinha que na lateral quase deixa escapar a calcinha.
Uma blusa de cetin, vermelha com um generoso decote, sem sutiam e a barriga chapada toda amostra. Nos pés uma sandália de salto, cujo fecho sobe até seu tornozelo. Unhas vermelhas, 212 sexy exalando, no rosto uma maquiagem discreta na qual apenas o batom vermelho se faz notar.
- Oque achou gato, to bonita?
- Tá zoando mãe? Se vai humilhar todas as mulheres, se tá gostosa pra caralho, vai dar trabalho pra mim os caras te secando...
- Mas você prefere a Helena, queria dançar com ela hoje e não com sua mãe.
- Não é isso não, é que dela eu posso me aproveitar, eu adoro uma mulher mais velha mãe, vai que ela topa eu dar uns amassos nela?
- Ah seu safado, ela é sua segunda mãe, qual a diferença dela pra mim?
- Então posso dar uns amassos em você? Isso?
- Eu não falei isso, tarado.
A campainha toca, são Helena e Diego. Ele pra surpresa de ninguém, usa o mesmo quit que eu. Variando apenas marcas e cores.
Helena por sua vez, está simplesmente um tesão...
Vestido preto com detalhes em amarelo, um corte generoso em V no decote que mostra boa parte dos seios de minha mãe postiça.
Cobrindo das aureulas, pra baixo, no cumprimento, se encerra pouco abaixo da xoxota, se ela abaixar muito, mostra, mas deve estar de short por baixo, imagino.
Pulseira prada no braço direito, mostrando seu nivel social. E uma sandália de salto agulha, com uma cinta que passa sobre o dorso dos pés, um acabamento que envolve seu calcanhar do qual sai uma fita que amarra a mesma abaixo do tornozelo.
Suas unhas exibem um tom purpura, com uma francesinha branca.
Batom rosa, naquele rosto branco, maravilhosa exalando Carolina Herrera.
- Hoje nos vamos estar com as duas minas mais tops da balada Tiago.
-Verdade Diego, as duas estão absurdamente lindas e gostosas.
Embarcamos no Jeep comander de minha mãe e partimos pra balada...
Entre danças e drinks, o clima vai esquentando. Ao contrário do que pretendiamos, não nos deixaram trocar as mamães. Mas tudo bem, minha mãe estava deliciosa e eu sentiria ciúmes do Diego, apesar de querer muito, tirar uma casquinha da Helena...
Minha mãe rebola, desce até o chão abrindo as pernas e mostrando sua calcinha pra todos, apesar do breu da balada, todos no camarote a olham.
Tem algo escrito na calcinha, algo que não consigo ler. Um homem se aproxima com dois copos que entrega a elas, Helena agora está ao lado de mamãe.
Ela é mais comedida, não bebeu o suficiente ainda, ou sei lá, só tem mais juízo mesmo. Ele diz alguma coisa e sai, fica as olhando a distância enquanto tomam o copo, parece ser whisky com gelo. As duas seguem dançando e o homem volta, começando e roçar nas duas... Imediatamente, Diego e eu assumimos posto atrás delas, assustado ele sai de fininho... E eu não resisto, puxo Rosa pela cintura e colo seu corpo ao meu, nem me lembro mais que é minha mãe, está muito provocante e meu instinto de macho grita...
Ela rebola jogando o rabo sobre meu pau que está duríssimo, em resposta eu inicio movimentos de bombadas contra sua garupa...
- Você tá pagando calcinha mãe, quando desce todos vêem sua calcinha.
Digo-a ao ouvido, mordendo sua orelha...
Ela geme e rebola mais, levando a mão até minha pica... Ela aperta...
- Põe a mão pra tapar minha buceta Tiago, não deixa os outros verem, cuida de mim, tá... Eu acho que tinha algo naquela bebida.
Após dizer ela desce e arreganha as pernas, exibindo o tecido pra todos, desço junto e enfio a maõ entre suas pernas a levantando pela buceta.
- Caralho, que gostoso Tiago. Que delicia sentir a mão de um macho em mim...
Eu já não pensava, enfiei os dedos pela lateral da calcinha e comecei a alisar o grelo que me trouxe ao mundo, meus dedos melaram.
Rosa estava ensopada e rebolava pra mim me oferecendo a boca, um beijo quente e cheio de tesão começa, linguas invadindo um a boca do outro.
Sua mão aperta meu cacete por sob a calça. Estou quase gozando, tamanho tesão. Passo os dedos nos labios e os cheiro, o sabor, o perfume daquela buceta... É tudo bom demais pra ser verdade, é um sonho... Levanto os olhos e vejo Diego agarrado atrás de sua mãe cavala, mordendo seu pescoço enquanto ela tem as mãos para trás, certamente o está punhetando também. Todos ao redor pararam, homens nos olham apertando o pau, cheios de vontade. Mulheres, algumas puxam as roupas, certamente contendo o tesão, outras com seus maridos nos olham com olhar de fúria...
Puxo minha mãe pela mão, e chamo Diego. Saimos da balada, dois casais de mãos dadas, ninguém sabe nosso segredo. Enquanto o manobrista busca o carro agarro Rosa e aperto contra a parede, mais um beijo ardente em que suas mãos entram por baixo de minha camiseta me alisando o peito.
Enfio a mão por baixo de sua saia, abrindo as bandas da bunda, aliso, aperto, belisco aquele rabo, o qual exibo involuntariamente a todos, fruto do tesão.
O manobrista chega e minha mãe está muito bêbada pra assumir o volante, eu sento no banco do motorista. Nem digo nada e ela já saca meu pau da calça e inicia uma punheta ali mesmo... A caminho de casa. Entro na avenida e reparo que Helena resiste aos assédios de Diego, ela não bebeu todo drink que o homem trouxe, não está tão bêbada.
Minha mãe se abaixa cospe na cabeça de meu pau, enquanto me punheta, sinto sua respiração colada a pica. Ela cheira...
- Delícia de cacete, olha Helena é igualzinha a piroca do pai dele, olha... Que saudade do pau do falecido, você não tem saudade do pau dele amiga?
- Cala a boca, Rosa! Tá falando demais já e tá passando do ponto, ele é seu filho. Provocar é uma coisa, mas aí já tá demais.
- Sai daí, antes que você mame seu próprio filho Rosa!
Fala Helena puxando minha mãe pelos ombros.
- Eu tô com muito tesão Helena, tinha alguma coisa naquele whisky. Não fez efeito em você não?
- Eu não bebi, não gosto muito de whisky, disfarcei e joguei tudo fora.
- Caralho Helena, meu pau tá doendo de duro, deixa ela mamar, eu preciso gozar tia Helena, olha aqui.
- Se ele gozar, eu também quero. Olha aqui também mãe.
Diego fala sacando seu pau grosso e rosado das calças...
O celular apita, um alerta de blitz logo a frente, estamos todos bêbados, se passarmos lá, fatalmente vamos perder o carro.
Entro no primeiro posto que vejo, vou direto ao banheiro, assim como as mulheres. Lavo o rosto, jogo água na nuca e molho até o pau e o saco na pia...
O tesão não cede, o pau não baixa... Vou comer minha mãe, não tem jeito.
Volto pro carro e Diego está se acabando na punheta enquanto cheira uma calcinha fio dental preta...
- Que isso brother?
- Minha mãe não vai me dar, eu sei que não... Mas ela me deu a calcinha dela pra eu me aliviar... Vou me acabar na punheta.
Ele guarda o pau e sai do carro em direção ao banheiro, levando seu troféu. Ele vai gozar pra mãe dele. Mas eu vou comer a minha, tenho certeza.
Depois de uma hora as duas retornam, em suas mãos copos de café...
Minha mãe senta ao banco e já meto a mão em sua buceta e abocanho suas tetas com fome...
Ela me afasta, e cobre os peitos.
- Não podemos filho, não é certo, eu passei da conta nas provocações, tava fora de mim. Mas a Helena foi meu anjo da guarda.
- Porra mãe, tá de sacanagem? Olha minha pica como tá? Não vou dormir desse jeito.
- Bate uma punheta filho, bate uma que você relaxa...
Mantive a pica fora da calça, não dava pra guardar dura daquele jeito.
Diego voltou pro carro, não vi a calcinha em sua mão, deve ter guardado no bolso. Sentado atrás de mim, não pude vê-lo mais, Helena olhava minha pica com olhos gulosos lá de trás.
O alerta de blitz havia desaparecido e pudemos ir embora. Rosa saiu primeiro do carro, sem me dizer nada. Helena desceu e veio pro meu lado do carro, achei que ia me dar um " presente " , mas foi acordar o Diego.
Mesmo assim, desço do carro com o pau em riste em sua frente, a olho deixando claro oque quero...
- Guarda esse pau menino, quer ir preso, se alguém te vê assim em público.
- Tia, meu saco tá doendo...Tô a horas de pau duro e tá doendo o saco, além disso o pau não abaixa tia.
- Da um jeito de guardar, depois na sua casa você toma um banho gelado ou sei lá, agora me ajuda com seu amigo por favor.
Ajeitei o pau do jeito que deu, dentro da calça, a ereção não passava. Minha mãe subiu pro AP sem nos esperar. Helena abre a porta do carro e Diego está desmaiado, bebeu muito e depois de gozar, relaxou. Helena tenta segura-lo e neste momento vejo que ela não estava com short por baixo, a puta só usava a calcinha, aquela que entregou a seu filho pra punheta ...
Que vadia gostosa... Está vulnerável, sem calcinha, no AP dela, ela querendo ou não, vai me dar buceta.
Pegamos o elevador carregando Diego, cujos braços passam sobre nossos ombros, o rabo de Helena está exposto pelo vestido curto, eu queria ficar olhando mas não dá.
No AP colocamos Diego em sua cama, a luz está acesa e quando Helena se abaixa para tirar os tênis e a calça de seu filho, finjo amarrar o cadarço para ver sua buceta vermelhinha, rosada... Que tesão, vou comer ela, mesmo que seja a força.
Já estamos na sala enquanto ela me agradece a ajuda.
- Tia, que história é essa da minha mãe te perguntar se você não tinha saudades do pau do meu pai?
- Sua mãe, tá bêbada Tiago.
- Isso eu sei, oque não sei, é porque você conhece a caceta do meu pai, e aí?
- Olha filho, isso é assunto nosso, particular. E se sua mãe quiser te contar, é com ela.
- Ok, e é igual mesmo?
- Oque é igual?
- A pica, é igual a do meu velho?
Falo desabotoando a calça e deixando o mastro respirar livre. Meu pau está babado, cheirando forte, são horas em riste.
- Tô com dor no saco tia, preciso meter, mete comigo e mata a saudades do pau do meu pai.
Helena levanta as mãos e avança com um tapa em minha cara.
A seguro pelo braço e puxo já acariciando seu rabo. A tomo um beijo quente e forçado, meto a língua em sua boca...
- Me solta Tiago... Por favor.
- Tia a gente vai meter, não vou sair daqui sem esvaziar o saco. Vocês duas provocaram e eu vou comer uma de vocês hoje...
Puxo seu vestido, expondo os peitões. Auréolas e bicos rosados que mamo e aliso com força. Helena tenta se esquivar mas tropeça, caindo de costas sobre o sofá... Me jogo sobre ela, beijando, um beijo que ela não retribui mas não escapa, minha língua está na sua boca e meu dedos alisam sua buceta exposta...
- Você deu a calcinha pro seu filho gozar Helena, deixa eu gozar nessa buceta agora, ou vou fuder a Rosa, tenho certeza que ela tá dormindo, vou comer ela se você não me der.
- Você tá me estuprando, Tiago, estuprando sua mãe de consideração?
- Tô! Vocês pediram por isso, agora vou comer, ela ou você.
Subi seu vestido, que agora era como um sinto, compactado sobre sua barriga.
Peitos e buceta amostra, minha Marina Ruy Barbosa, da bucetona rosada estava ali, trajando só suas sandálias.
- Tudo bem Tiago, meta em mim, antes em mim que na sua mãe biológica. Mas eu não quero isso, vou contar pra sua mãe que você me violentou.
- Abre as pernas, vagabunda... Quero mel dessa bucetona vermelha!
Helena levantou os joelhos, abrindo as pernas, desci e respirei o aroma de minha mãe postiça pela primeira vez na vida. Um cheiro suave de buceta suada me tomou os pulmões. Salvei litros enquanto passava o nariz na faixinha de pelos vermelhos, pelos cumpridos. Abocanhei sua buceta e senti seus pelos tocarem o céu da minha boca.
Chupei, lambi, mordi, e linguei aquela buceta, linguei até tirar todo sabor que havia alí, foram sete minutos de desfrute daquela fruta madura...
- Fica de 4, tia.
Helena não disse nada, apenas obedeceu. Botou os joelhos no tapete felpudo, abri suas pernas e abaixei seu rosto encostando-o na tapete, ela esticou os braços e pude remover seu vestido.
Abri suas ancas e lambi gostoso seu cuzinho rosado. Era pequenino, mal cabia a ponta da língua, mas forcei seu anel e pude meter a língua lá dentro...
- Aí, Aaaaaaaaaaaaaaaiiiiii
Helena gemia...
- Você tá gostando tia?
Abri mais suas bandas e lambi como fosse um pirulito daqueles achatados, passando a língua por todas as frutas, de fora a fora...
- Não, aaai, aaaai, não tô nã... Aiii.
- Moleque tarado, aiiii.
- Você tá gostando sim, puta!
O cheiro da buceta e o aroma do cu se misturam em minha pele, aumentando ainda mais minha ereção e meu desejo. Minha mão direita já se enrola na crina cor de fogo de minha égua de ancas enormes... Acaricio sua bunda, que bunda perfeita, não tem uma estria, e branca como a neve... Linda.
Coloco a cabeça em sua gruta, e não introduzo penas forço o tarugo, a deixando aquela linda buceta com as bandas emoldurando meu membro... Um cm pra frente e finalmente comerei minha mãe postiça...
- Pede pica vagabunda!
Plaft, plaft, plaft!
Ecoam tapas que dou em sua bunda esquerda, deixando ruborizada e ainda mais bonita aquela maçã do Éden.
- Tentação, tentação de moleque! Ela joga o rabo na tentativa fazer seu bucetão devorar meu sexo... A cabeça entra e ela geme...
-Aaaaaaaai, estuprador imundo! Come, come sua tia, me violenta seu puto!
Contra golpeio, e enterro o pistão inteiro em suas carnes, 21 cm de calibre grosso agora estão alojados na mãe de Diego.
- Aaaaaaaaaaaih, estuprador maldito, maldito, sujo, comedor de mãe!
Helena espera pelas bombadas, mas elas não vem. Puxo-a pelos cabelos, ainda estamos engatados mas agora ela está de joelhos. Cheiro o pescoço da agora, minha mulher. Aperto seu seio com uma mão e a outra aliso seu grelo...
- Eu te amo tia, sua buceta é a melhor do mundo, obrigado por me dar...
Helena vira seu rosto me oferecendo a boca, um beijo lento, apaixonado e com todo sabor do pecado é indiciado, sua buceta ensopa meu dedo, aumento a masturbação e inicio as bombadas.
- Caralho, caralho... Você mete igual seu pai, filho, que delícia... Eu não quero mas não aguento, que pau gostoso...
- Me viola, Tiago!
Tiro o pau de sua buceta, e me ponho em pé com o mastro frente a seu rosto.
- Põe a língua pra fora, vadia!
Ela obedece e início uma surra de rola em sua língua e rosto. Seguro-a pelos cabelos fazendo um rabo de cavalo. Forço sua boca e atravesso o peru pela goela de minha deusa ruiva parando o saco em seu queixo, Helena engasga deixando cair baba sobre minhas bolas, escorrendo sobre o tapete. Ela tosse, seus olhos lacrimejavam mas estavam visivelmente emocionados, matando as saudades do pau de meu pai.
Puxo pelos cabelos minha puta e trocamos um apaixonado beijo em pé, na sala... Helena caminha diretamente pra seu quarto parando a porta onde se curva e abre seu rabo...
- Vem tarado, vem estuprar sua vizinha indefesa. Não vai cometer o pecado de arrombar sua própria mãe. Eu me sacrifico, laceia minha buceta Tiago!
Helena me espera de 4, oferecendo sua suculenta buceta, me abaixo e lambo novamente, ela rebola me dando bucetadas no rosto...
- Vou gozar Ti, vou gozar, eu, eu...
Abro a garganta e engulo o gozo de minha fêmea, é agridoce, é bom. Quero mais...
- Gostei do sabor da sua porra tia, quero beber mais, me dá!
Introduzo o pau em seu útero e golpeio com toda minha força, preciso gozar pra aliviar as bolas...
Ploc... Ploc, Ploc...
Soam as bombadas pelo quarto, pelo ap e para além dele..
Nhec - nhec, nhec - nhec...
Sofre a cama com o peso das bombadas, a está altura já estou sobre a cama com as pernas por fora da anca de Helena e o pau cravado até as bolas em seu útero... Surro pesado aquela buceta. Enquanto uso seus cabelos como rédea, vou cavalgando minha puta..
Nhec - nhec, nhec - nhec... Nhec, crac, crash, cabrum...
A cama quebra descendo ao chão sua parte de baixo, solto toda minha gala na gruta da tia Helena...
- Tomaaaaa, Ahh., toma vadia, toma gozo. .
- Aaaaaaaaaai Ti... Aaaaaaai Ti, eu vou de novo Tiiiiii, eu tô indoooooo.
Ela goza e eu gozo, gozamos um no gozo do outro, já são 40 segundos de jorrar da minha porra em seu íntimo. Mantenho a pica lá, até que ela amolece totalmente. Retiro e vejo minha pica lambuzada de branco, mistura de gozos... Helena morde os lábios, segura o instrumento e limpa por inteiro, sem esquecer do saco. Deixa tudo limpinho e ainda lambe os dedos... Caída sobre a cama, sua linda buceta escorre gala sobre os lençóis.
- Tá aliviado Tiago? Salvei minha amiga?
- Salvou tia, mas ainda quero saber, como e porque você dava pro meu pai?
Pergunto enquanto seco o suor do rosto...
- Filho, eu e sua mãe somos safadas, seu pai e meu marido eram taradões... É só juntar A+ B. Mas eu não vou te dizer nada além do que já disse. É sua mãe quem deve lhe contar. Se é que ela acha que deve.
Dou um longo e apaixonado beijo em Helena, que
dessa vez retribui, estou entre suas pernas, minha pica balança esfregando em sua buceta... Acaricio seu rosto dando selinhos, dois, três... No quinto emendo mais um beijo quente e longo, mordo sua orelha e sussurro...
- Posso meter de novo tia?
Ela não responde com palavras, me beija voluptuosamente e arreganha as pernas, nos abraçamos num beijo de amantes e meu pau desliza pra dentro de Helena... Meto firme, a olhando nos olhos.
- Obrigado por me aliviar, tia, minhas bolas não doem mais... Agora vou te dar meu melhor.
- Me chama de mãe, Ti, chama e come, pode comer meu homem... Faz da minha buceta sua morada meu macho.
Acelero as bombadas a olhando nos olhos, trocamos beijos e Helena geme pesado a cada estocada, estocadas lentas e pesadas...
-Huuuuummm
- Huuuuuuuuuuuuuuum, huuuuuuuuum, uuuuuui, delícia de macho.
Sua buceta está totalmente espumada, esperma, um milk shake de porra sendo pilado na buceta de minha fêmea.
Levanto o busto a olhando nos olhos e meto, meto mais forte, meto mais pesado, meto fazendo a porra saltar de sua buceta já toda espumada... Helena entrelaça os braços em meu pescoço...
- Mete macho, mete na mamãe...
Poc , poc, poc, poc, - Aaaaaaaah Aiiiiiiiii
Poc, poc - Aaaaaaaaaaaaaah Cavalo gostosoooooo, TESÃO, TESÃO, TO GOZANDO FILHO DA PUTA, TO GOZANDOOOOOOO
Helena goza aos gritos, eu não resisto, sinto o saco fisgar...
- Toma porra mãe, toma porra no útero mamãe.
- Aí caralho, vagabunda deliciosaaaaaaa
AAAAAAAAAAAAH, AAAAAAAHHH!
Gozo grunhindo em seu ouvido. Uma foda maravilhosa.
Helena me olha, ofegante, derramando suor, com os cabelos todos bagunçados, sua buceta aberta e vermelha parece uma escova delicada cujos pelos estão espumados... Ela passa as mãos e lambe o milk shake que bati em seu ventre..
- Delícia de filho que eu ganhei, você será meu filho e meu marido agora...
- Não conta pro Diego, coma quieto que vai comer sempre, Ti.
- Pode deixar tia, te amo.
- Também te amo lindo, agora vai mimi vai.
Peguei as roupas do chão, e saí pela porta totalmente nu, minha pica escorria porra e o cheiro de sexo exalava de meu corpo, o cheiro daquela fêmea.Titia fechou a porta, sua buceta derramava gala pelas coxas e ela sorria me olhando.
A porta está aberta. Vou direto ao quarto de mamãe, ela dorme, nem tirou as roupas. Me aproximo e vejo sua calcinha, na qual vê - se escrito.
" Come com força "
Que puta é minha mãe, dou uma bela cheirada em sua buceta e uma línguada... O pau dá sinal, mas me lembro de Helena, a prometi que não estupraria minha mãe.
Controlo o tesão e vou dormir, mas vou meter nela. Podem apostar que eu vou.
Se o conto tiver um volume grande de comentários e estrelas, posto a parte 2. Com a mãe, Rosa.