Beijando o filho por impulso 7

Da série Eu e meu filho
Um conto erótico de LidiaLi
Categoria: Heterossexual
Contém 2163 palavras
Data: 01/05/2026 18:17:52

Beijando o filho por impulso 7 – O Desabafo na Casa de Débora

Olá a todos. Estou de volta para contar um pouco mais sobre minha amiga Débora e nossa conversa mais recente.

Débora, minha amiga de décadas, acabou percebendo algo estranho entre mim e o Rodrigo. Não foi apenas aquele descuido na cozinha que contei antes; foi o acúmulo de olhares, o jeito que ele me protegia, a maneira como eu floresci fisicamente depois de dez anos de seca. Ela não é boba.

Depois daquele "quase flagra" o clima em casa estava tenso. O Rodrigo, com aquele ímpeto de jovem, achava que a gente devia "abrir o jogo" com ela, mas eu quase morri de pavor. Ontem, a Débora me ligou. "Lidiane, vem tomar um café aqui em casa. Só eu e você. O Rodrigo não precisa te buscar, eu te levo depois."

Eu sabia o que aquilo significava. Era o acerto de contas. Ela estava curiosa e iria querer saber mais.

Cheguei na casa dela por volta das 15h. Ela mora em um apartamento antigo, com teto alto e cortinas pesadas, um lugar que sempre me trouxe paz, mas que ontem parecia uma sala de interrogatório. Ela me serviu um café forte e um pedaço de bolo de rolo que eu mesma tinha levado.

Débora: "Pode sentar, Lidi. Bebe o café devagar. Você está tensa."

Eu: "É o cansaço, Débora. Muita coisa no trabalho..."

Débora: "Não mente para mim. A gente se conhece desde que você chegou de Pernambuco com uma mão na frente e outra atrás. Eu vi você criar esse menino sozinha. Eu vi o esforço que você fez para ele ser o homem que é hoje. Mas eu também vi o jeito que ele te pegou pela cintura na sua cozinha. Aquilo não foi abraço de filho, Lidiane. Aquilo foi posse de verdade."

Eu baixei a cabeça. O silêncio durou uma eternidade.

Eu: "Débora... eu não sei por onde começar. Eu estou perdida. O que quer saber mais?"

Débora: "Começa pelo começo. Já sei do caso de vocês, mas quero entender melhor! Naquela noite na boate, no seu aniversário. Eu vi vocês dançando. Eu vi o Rodrigo se esfregando em você e vi você retribuindo. Eu achei que era a bebida, que era carência... mas depois daquilo, vocês mudaram. Conta para mim, Lidiane. O que está acontecendo naquela casa quando a porta se fecha?"

Eu respirei fundo. Olhei para as mãos dela, calejadas como as minhas, e decidi que não dava mais para esconder. Se eu perdesse a amizade dela, que fosse pela verdade.

Eu: "Aconteceu, Débora. Naquela noite, depois da dança, a gente se beijou. Um beijo de verdade, de língua. Eu achei que seria só um erro de uma noite, mas o Rodrigo... ele não me deixou esquecer. Ele começou a me cercar, a me chamar de gatinha, de linda. E eu, depois de dez anos sem ninguém me olhar como mulher, eu me deixei levar."

Débora arregalou os olhos e se inclinou para frente.

Débora: "E até onde isso foi? Vocês realmente estão... vocês estão tendo um caso de verdade? De cama? Como é?"

Eu (com a voz embargada): "Sim. No começo era só beijo. Depois eu comecei a me mostrar para ele de calcinha e soutien. Ele ficava louco, Débora. Ele dizia que eu era a mulher mais gostosa que ele já tinha visto. Ele começou a se masturbar na minha frente, olhando para a minha bunda, pedindo para eu me virar. E eu sentia um tesão que eu nunca senti com o pai dele, nem com homem nenhum."

Débora: "Meu Deus, Lidi... Mas ele é seu filho! Como você consegue separar as coisas na hora H?"

Eu: "Essa é a questão: eu não separo. Parece que o fato de ser ele deixa tudo mais forte. Quando ele me pega pelo pescoço e me chama de 'minha putinha', eu esqueço do mundo. Em julho, a gente transou pela primeira vez. Foi na minha cama. Ele entrou no quarto, disse que não aguentava mais só olhar. Ele me jogou na cama com uma força que me deixou sem ar. Ele tirou a minha roupa como se estivesse abrindo um presente que ele esperou a vida toda para ganhar."

Débora: "E você não sentiu nojo? Não sentiu vontade de parar?"

Eu: "Nojo? Débora, eu senti que estava viva! Ele beijou cada centímetro do meu corpo. Ele dizia: 'Mãe, você é muito perfeita, olha esse peito, olha essa bunda'. Ele me fez sentir como se eu fosse uma deusa. Naquela noite, ele me comeu de um jeito... ele foi fundo, Débora. Ele queria sentir meu útero, ele dizia que queria gozar dentro de mim para eu nunca mais esquecer que eu era dele."

Débora tomou um gole longo de café, parecendo precisar de oxigênio.

Débora: "E depois? Como é olhar para ele no café da manhã? Como é pedir para ele comprar pão depois de uma noite dessas?"

Eu: "No começo era estranho, a gente ficava tímido. Mas agora... virou a nossa rotina. De manhã, ele me dá bom dia com um aperto na bunda e um beijo de língua. Às vezes, antes de ele ir para o trabalho, ele me encosta na pia da cozinha, levanta o meu vestido e a gente faz ali mesmo, rapidinho, só para ele sair 'aliviado'. Ele diz que passa o dia pensando em voltar para casa para me ver nua."

Débora se levantou e começou a andar pela sala. O sol da tarde batia nas cortinas, criando sombras longas.

Débora: "E aquela viagem que vocês fizeram? Para a serra? Eu lembro que você postou umas fotos de paisagem, mas estava muito misteriosa. Ali já foram mesmo como casal, né?"

Eu: "Foi ali que eu percebi que não tinha mais volta. O Rodrigo reservou um chalé. Ele fez questão de ser uma suíte de luxo, com banheira e espelho no teto. Na recepção, eu quase morri de vergonha. A moça olhou o documento e viu o mesmo sobrenome, deve ter percebido algo estranho, nos olhou super estranho e questionou se o quarto era aquele mesmo. Eu gelei, achei que ela ia nos falar algo. Mas o Rodrigo foi frio, só disse que sim. Ele pegou a chave, sorriu para ela e disse: 'Vamos, querida'. Ele me chamou de querida na frente de todo mundo!"

Débora: "Ele é atrevido demais, Lidiane. Ele não tem medo das consequências?"

Eu: "Nenhum. No chalé, ele me fez usar umas lingeries que ele comprou escondido. Coisas de renda, vermelhas, transparentes. Ele ficava me filmando com o celular enquanto eu caminhava pelo quarto. Ele dizia que queria ter gravado para ver no trabalho quando sentisse saudade da minha bunda. Naquela viagem, a gente não saiu do quarto quase. A gente fez de tudo, Débora. Ele me fazia ficar de quatro na frente do espelho para eu ver o pau dele entrando e saindo de mim. Ele dizia: 'Olha aí, Lidiane, olha como o seu filho te come gostoso'. Eu gritava, eu perdia o juízo."

Débora (sentando-se novamente, com a voz baixa e séria): "Lidiane, você tem noção do que isso é? Que se alguém descobre, vocês dois podem acabar com a vida destruída? O Rodrigo é jovem, ele tem uma carreira pela frente. E você... o que as pessoas iam falar de você na vizinhança? 'A mulher que dorme com o próprio filho'?"

Eu comecei a chorar. O peso da realidade, colocado assim de forma tão crua pela Débora, era como uma facada.

Eu: "Eu sei, Débora! Você acha que eu não sei? Eu rezo, eu peço perdão, eu digo para ele que a gente tem que parar. Mas aí ele chega perto, me cheira, me chama de 'minha gatinha' e diz que o que a gente faz entre quatro paredes não é da conta de ninguém. Ele diz que o amor dele por mim é maior que qualquer lei. Ele diz que prefere morrer do que me ver com outro homem."

O silêncio que se seguiu à minha última frase foi pesado, quase palpável. Débora me olhava com uma mistura de incredulidade e uma curiosidade que eu nunca tinha visto em seu rosto. Ela se levantou, caminhou até a janela de seu apartamento e ficou observando o movimento da rua lá embaixo, as cortinas pesadas emoldurando sua silhueta tensa.

Débora: "Você tem noção," ela começou, sem se virar, "de que se isso vaza, não existe volta? Lidiane, a gente mora num bairro onde as paredes têm ouvidos. O Rodrigo tem 24 anos. Ele é um homem feito, mas para o mundo, ele sempre será o seu filho. E você... você é a mãe que o criou com tanto sacrifício."

Eu enterrei o rosto nas mãos, sentindo as lágrimas voltarem. "Eu sei, Débora! Você acha que eu não passo noites em claro pensando nisso? Mas ele diz que não se importa. Ele diz que o amor dele por mim mudou, que ele me vê como a mulher da vida dele. E eu... eu me sinto viva de novo. Pela primeira vez em dez anos, eu não sou apenas 'a mãe' ou 'a empregada' ou 'a mulher sozinha'. Eu sou desejada."

Débora se virou bruscamente. "Desejada pelo próprio filho, Lidi! Isso é... é algo que a minha cabeça não consegue processar. Eu até entendo isso tudo que você me disse… mas, não sei… não sei o que dizer"

“No começo era difícil," admiti, a voz falhando. "Mas agora, quando a gente está junto, parece que o mundo lá fora some. No chalé, naquelas noites... parecia que éramos apenas duas pessoas que se amavam desesperadamente. Ele me fazia sentir a mulher mais linda do mundo."

Débora “Lidi… eu só quero te trazer pra realidade… mas se você está feliz assim… continue! Com cuidado!”

Voltei para casa naquela noite com o coração em frangalhos. Débora me levou em casa e no caminho reforçou o que havia dito “Se é isso que você quer… Se isso te faz bem… Então viva! Eu sou sua amiga apesar de tudo!”

Rodrigo estava me esperando em casa. Quando entrei, ele viu meus olhos inchados e veio ao meu encontro, tentando me abraçar.

Rodrigo: "Ela sabe de tudo, não sabe? Você foi lá e contou mais detalhes ainda?" ele perguntou, a voz baixa.

Eu: "Sabe. Contei sim filho. Rodrigo. Ela tem razão. O que estamos fazendo é uma loucura que vai destruir nossas vidas."

Rodrigo: “E você liga mãe? Vai querer parar?”

Eu: “Não consigo parar… morro de vontade de você filho!”

Rodrigo: “Isso que eu queria ouvir gatinha! Então não vamos parar! Foda-se Débora pra lá!”

Eu: “Filho… só dentro de casa, ok? Nada de sairmos mais pra lugar nenhum! Mesmo assim, em casa escondidos! No quarto, porta e janela fechadas!”

Rodrigo: “Que medo é esse mãe!?”

Eu: “Estou com medo sim... Assim será mais seguro filho.”

Rodrigo me agarrou com força e disse “Então vamos pro quarto mãezinha! Nós dois agora peladinhos nos pegando! Topa?”

Eu: “Eu sempre vou topar meu gatinho”

Chegamos no quarto e ele começou a me comandar, como de costume, mas dessa vez ele parecia irritado, nervoso por conta de toda essa situação. Me agarrou pelo cabelo e disse.

Rodrigo: “Se for pra ser escondido assim eu quero acabar contigo mãe!”

Eu: “Uhmmmm o que filho? Como assim?”

Rodrigo: “Cala essa boca sua puta! Vou te dar um assunto pra ficar de papo com a Débora depois! Tira a roupa!”

Apenas obedeci olhando sem parar para ele. Quando terminei de me despir, ele também tirou a roupa dele, chegou perto de mim e me beijou!

Depois disse.

Rodrigo: “Deita e abre essas pernas mãezinha”

Eu me deitei lentamente na cama que antes era apenas minha, mas agora era nossa. Olhando para ele me abri.

Rodrigo: “Que menina obediente eu tenho”

Ele chegou por cima de mim e me beijou, começou a passar o pau por toda a minha buceta. Ele sabe que isso me atiça, me deixa morta de tesão e vontade!

Eu: “Ai filho… esfrega vai… que pau gostoso!”

Rodrigo: “Quer só esfregada mãe?”

Eu: “Quero você todo! Quero fazer o que você quiser filho!”

Rodrigo: “Eu quero comer minha mamãe gostosa… quero enfiar até o talo mãe… pede meu pau, pede! Pede pra comer essa delícia de buceta!”

Eu: “Come filhinho… mete, eu quero! Eu quero!”

Rodrigo começou a enfiar o pau e dizer “Assim vagabunda?”

Eu só conseguia gemer e as vezes dizia: “Assim amor… aiii”

Rodrigo também só gemia e metia cada vez mais fundo! Cada vez mais forte!

Depois de tanto tempo já sei bem do que ele gosta. Então disse: “Quer gozar dentro da mamãe amor? Você é que manda, tá?”

Ele só conseguiu gemer alto e dizer “Que delíciaaaa porraaaa! AIII mãe!!!” E gozou dentro de mim como se não houvesse nada mais no mundo!

Eu gozei no mesmo momento! Automaticamente!

Espero que tenham gostado. Não sei quando vou voltar a relatar, mas espero que seja em breve!

Beijos,

Lidiane

lidianelima@myyahoo.com

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