Fui parar na pica do meu filho (Incesto) - Parte 01

Um conto erótico de Juh
Categoria: Heterossexual
Contém 1157 palavras
Data: 08/05/2026 22:15:17

Meu nome é Laura, mas não sei porque não consegui criar uma conta com esse nome, então criei como Juliana. Aos 16 anos engravidei e, com ajuda de uma professora querida, arranjei pais excelentes para criar meu filho. Entreguei ele porque eu não tinha o apoio da minha família, e não queria abandonar os estudos. Tanto é que depois dessa gravidez eu me dediquei totalmente a trabalhar e estudar. Fiz engenharia civil em uma universidade pública com muito sacrifício. Demorei 7 anos para concluir tudo, pois a rotina era muito puxada.

Confesso para vocês que sou um pouco desnaturada, e não fiz muita questão de acompanhar o crescimento dele. Achei que o melhor para nós dois seria não mantermos contato, e foi algo que eu havia prometido pros pais adotivos dele, e sou muito firme com minhas promessas e acordos.

Claro que, com as redes sociais, fica mais fácil de você dar uma bisbilhotada eventual, e eu fazia isso de vez enquanto, principalmente em datas comemorativas. Mas os pais dele eram muito reservados, e assim o tempo passou, primeiro abandonaram o Facebook, depois deixaram de postar tanto no Instagram, e eu não ousei seguir o perfil do Caio, meu filho biológico, quando ele criou uma conta, ali nos seus dez anos de idade.

Cogitei fazer uma conta fake, mas fiquei com receio de acabar estimulando ele a aceitar qualquer um, então me contentei em verás fotos dele quando ele trocava no perfil, o que as vezes demorava muito.

Falando da minha vida pessoal, eu meio que me desapontei com os homens muito cedo, então não dei mais chances para ninguém. Quando um relacionamento começava a ficar sério, lá para 3 ou 4 anos de namoro, eu colocava um ponto final, com medo que ele descobrisse que eu tinha um filho e que havia entregue para adoção. Acho que fui meio babaca com meus namorados, mas a vergonha de contar a verdade era maior do que qualquer sentimento por eles. Então fui tomando a decisão de ficar sozinha, mesmo quando gostava muito de alguém.

Dos meus 18 até meus 29 anos, tive 3 namorados. Nados longos, mas que eu fui a responsável pelo fim pelo motivo que falei. Mas depois dos 30 algo aconteceu: eu passei a receber mais cantadas de meninos mais novos. Meninos de 17 a 20 anos. De início achei meio estranho, mas depois comecei a reparar bem neles e a me sentir muito atraída por meninos dessa idade.

Os de 20 e 21 são os melhores. Lindos. Gostosos. Descobri que gostava de meninos que treinam, que cuidam do corpo, vaidosos, cheirosos e, principalmente, possessivos. Nada mais gostoso e tesudo do que um menino de 20 mandando em você. Nuss! Que loucura. E eu acabei aprendendo a obedecer na marra, pois não estava acostumada com isso nos meus namoros.

Foi justamente por essa época que acabei sendo surpreendida com uma reaproximação do casal ao qual havia entregue meu filho, Caio, 14 anos antes. Não que uma coisa tenha a ver com a outra, mas é para explicar o contexto do que aconteceria depois. Foi através de muita conversa entre nós (eu e os pais dele) que resolvemos dar uma chance para que nos conhecêssemos finalmente.

Eles me contaram que nunca esconderam dele a sua origem, e que algumas vezes durante sua criação Caio havia perguntado por mim. Se era por curiosidade ou por falta eles não sabiam dizer, mas que Isa nunca saiu do controle a ponto deles precisarem de ajuda. Foram ocasiões naturais, que acreditaram se dever do fato dele saber a verdade sobre o nascimento. Achei eles tão responsáveis quanto eu havia pensado na época da minha gravidez, e ali tive a certeza que havia entregue meu filho ao casal certo.

Falaram também que quando ele completou 13 anos, numa conversa franca, tomaram a decisão de que se ele quisesse mesmo me conhecer, que ele esperasse mais 2 anos, para que amadurecesse a ideia, mas a verdade era que o casal queria que eu também me preparasse. Por isso conversaram comigo para saber meu interesse, já que também fazia anos que não me procuravam nas redes sociais para saber como estava minha vida.

Comentaram que nos primeira 3 anos de Caio, eles ainda tiveram medo que eu retornasse a sua procura, por isso sempre buscavam saber por onde eu andava e o que estava fazendo. Mas que depois se tranquilizaram. Me surpreendi ao saber que eles também pesquisavam sobre mim, e que até se surpreenderam quando viram que eu havia mesmo seguido pelo caminho que mencionei para eles na época.

Enfim, foram muitas conversas que tivemos, por meses seguidos, onde fomos nos alinhando nessa situação desse encontro. Até que, mesmo ele não tenho completado nem os 14 ainda, começamos a nos falar, com ajuda dos pais dele, por telefone e por chamadas de vídeo.

Meu filho estava lindo! Um menino enorme, pele douradinha, diferente de mim que sou branca e loira. Puxou ao pai. O cabelo dele era liso e castanho. O rostinho encantador. E ele era muito desenrolado. Nunca demonstrou timidez ao falar comigo. Achei ele um pequeno homem de 13 anos de idade. E, sendo bem honesta, acho que esse pai adotivo dele devia ser um home espetacular, pois o menino sempre demonstrou atitudes de macho mesmo. Fiquei muito orgulhosa dele.

O tempo foi passando e eu não queria ser uma intrometida. Aguardava as chamadas deles, e também que me procurassem. Não sei, acho que por receio de estar invadindo a vida da família. Por isso fiquei meio sem graça uma vez, já depois dos 14 anos dele, quando ele fez um comentário por chamada de vídeo pra mim. Ele deu a entender que eu era fria e não se importava (diferente doq eu falava), afinal nunca nem tinha tido o interesse nem de procurá-lo no Instagram.

Fiquei um pouco constrangida. Falei pra ele que não imaginava que ele fosse ativo por lá, mas a verdade era que eu não segui por receio mesmo. Nós morávamos a 5 horas de distância um do outro, mas nessa época, quando segui ele no Instagram, começamos a fazer planos de nos encontrarmos.

Então passei a visitar mais a cidade dele. Nossos primeiros encontros foram em locais públicos, em restaurantes, parques, lanchonetes e locais assim onde dava para bater um papo legal e descontraído. Os pais dele o deixavam lá e o buscavam.

Assim o tempo foi passando e notei que ele mesmo quem controlava o tempo e o avanço da nossa relação. Como falei, ele sempre foi muito decidido. Muito másculo meu filho. Tomava as rédeas das situações numa facilidade gigantesca.

Mas aí veio a pandemia, e nós contato teve que se restringir a mensagens de texto e vídeo chamada. Fiquei quase dois anos sem o ver pessoalmente, porque ele estava no exterior quando tudo aconteceu. Quando o reencontrei, ele já estava com 19 anos. E é aí que minha louca história começa.

(Continua)

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Comentários

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Laura...

Já estou te seguindo!

Vamos conversar?

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Se a história for de fato real como aparenta ser me mande um e-mail, alternativareddit99@gmail.com

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