O Avô "Inocente" e a Neta Faminta

Um conto erótico de Nivaldo
Categoria: Heterossexual
Contém 1648 palavras
Data: 09/05/2026 09:14:18

Meu nome é Nivaldo. Tenho 65 anos e vivo sozinho no meu sobrado grande aqui no interior de Minas Gerais. Graças à musculação que mantenho desde novo e a uma alimentação regrada, ainda me sinto com vigor. Não sou perfeito, mas estou acima da média para a minha idade. Viúvo há mais de dez anos, não quis mais saber de relacionamento sério. Preferi a liberdade: chamava as meninas quando o corpo pedia. A Juliana, loira de pernas longas; a Isabela, preta de corpo escultural; e a Jéssica, ruiva fogo puro. Pagava bem, de 300 a 800 reais, e cada uma tinha seu jeito de me satisfazer.

Naquela manhã, Isabela estava de quatro na minha cama. Eu segurava firme aqueles quadris carnudos e metia num ritmo gostoso, sem pressa. Ela gemia baixo, empinando a bunda para mim.

— Isso, seu Nivaldo... me fode gostoso...

Aumentei o ritmo, sentindo o suor escorrer. Quando o gozo veio, puxei o pau e jorrei forte nas costas dela, pintando a pele escura de porra grossa e branca. Isabela riu satisfeita, recebeu o pagamento e foi embora. Eu me senti leve, como sempre.

Mal tinha terminado de me arrumar quando o celular tocou de novo. Era a Juliana chegando. Ela mal entrou e já se ajoelhou na sala, baixando minha calça. A boca quente envolveu meu pau ainda sensível. Estava bom, preguiçoso, quando o telefone tocou outra vez.

— Alô? — atendi, com a voz um pouco rouca.

— Pai, sou eu, a Andressa. Olha, eu decidi passar uns dias aí com você. A Camilinha já tem 19 anos e quero que ela conheça o avô direito. Podemos chegar na quarta que vem?

Juliana não parou. Pelo contrário, enfiou mais fundo, babando, chupando com vontade. Meu pau endureceu inteiro na boca dela. Segurei a cabeça loira com uma mão, tentando manter a voz normal.

— Tá bom, filha... pode vir. A casa tá pronta para receber vocês.

— Pai... por favor, se comporte enquanto a gente estiver aí. Nada de trazer mulher para casa. A menina é nova, não precisa ver esse lado seu.

O prazer subiu rápido. Juliana acelerou, a garganta apertando. Eu não consegui segurar. Gozei forte na boca dela, jatos grossos enquanto respondia com dificuldade:

— Pode deixar... eu cuido. Nada que ela perceba.

Andressa ficou em silêncio por um segundo.

— Você é nojento, sabia? Mas tudo bem. Só não deixa a Camilinha notar nada. Tchau.

Desliguei. Juliana engoliu, limpou o canto da boca e sorriu:

— Sua filha vem com a neta, né? Coitado... vai ser uma seca para você.

Ri sem graça. Cancelei os próximos encontros com as meninas. Não queria risco.

A Chegada

Elas chegaram na quarta à tarde. Quando a Camilinha desceu do carro, fiquei realmente surpreso. Parecia muito com a Andressa aos 19 anos: parda clara, cabelo castanho-escuro ondulado, comprido e volumoso, olhos castanho-claros, pouca maquiagem — só um batom suave e uma corzinha nas maçãs do rosto. Corpo bonito, magro na cintura, mas com coxas grossas, quadris largos e uma bunda redonda que marcava o short. Nada que um avô devesse reparar, claro.

Ela correu e me deu um abraço forte.

— Vô! Que bom te conhecer finalmente!

Retribui o abraço com carinho, batendo nas costas dela. Cheiro bom de jovem. Andressa já estava no celular, tirando as malas.

— Oi, pai. Obrigada. Vou trabalhar um pouco mesmo de férias, uns projetos não param.

Os primeiros dias foram tranquilos e bons. Andressa vivia no escritório dos fundos, fones no ouvido, olhos no laptop. Mal notava o que acontecia na casa. Camilinha era carinhosa: conversava comigo na varanda, ajudava na cozinha, sentava do meu lado no sofá. Eu gostava da companhia dela. Era uma neta afetuosa.

Ela andava com pijaminhas finos e confortáveis, muitas vezes translúcidos. Às vezes, quando a luz batia, o tecido revelava que ela estava sem sutiã e sem calcinha. Eu reparava nos contornos, mas virava o rosto rápido. *Velho idiota. É tua neta.*

Depois de uma semana sem tocar nas meninas, meu corpo começou a reclamar. Acordava duro toda manhã, mas me controlava.

A Tensão Começa Devagar

Uns sete ou oito dias depois, os abraços dela começaram a durar mais. Ela encostava a cabeça no meu ombro no sofá. Uma noite, sentou no meu colo como fazia quando era criança. O peso agora era de mulher. Senti o calor das coxas grossas. Meu pau, sem alívio há dias, reagiu devagar, endurecendo contra ela. Fiquei tenso, com vergonha.

— Vô, tá confortável? — perguntou ela, se ajeitando levemente.

— Tô sim, Camilinha. Só o calor — respondi, tentando não me mexer.

Naquela noite, no quarto, a culpa me acertou em cheio. *Que diabo você está sentindo, Nivaldo? Essa menina é filha da sua filha. Sangue do seu sangue.* Tentei afastar os pensamentos, mas eles voltavam. No dia seguinte, eu estava na varanda quando chegou um áudio da Jéssica:

— Oi, gostoso... tô precisando de uma graninha essa semana. Posso passar aí? Saudade daquele pauzão...

Não percebi que a Camilinha estava na cozinha. Ela ouviu. Apaguei rápido, mas ela se aproximou com um copo d’água.

— Vô... eu ouvi sem querer. Não fica assim, não. O senhor é viúvo, mora sozinho... é homem, tem suas necessidades. Eu entendo.

Fiquei vermelho de vergonha.

— Camilinha, isso não é conversa para neta ter com avô. Esquece isso, por favor.

Ela sorriu tímida.

— Tá bom. Mas eu gosto mesmo de ficar perto do senhor. Me sinto bem aqui.

O abraço seguinte foi mais apertado. Senti os seios médios dela contra meu peito, os bicos pontiagudos marcando o pijaminha. Meu pau endureceu inteiro. Ela demorou para soltar. Fiquei confuso: seria inocência ou ela sentia algo também? A dúvida começou a me atormentar.

Aos poucos, ela passou a roçar mais ao passar por mim, a sentar no colo com mais frequência. Eu lutava contra o desejo. Evitava, mas o corpo traía toda vez.

O Primeiro Passo

Andressa foi passar o dia inteiro na cidade vizinha. Só voltaria à noite. Eu estava no quarto, sentado na poltrona velha, tentando ler o jornal para distrair a cabeça. Camilinha apareceu na porta com o pijaminha fino, descalça.

— Vô, posso ficar um pouco aqui com o senhor? Tô meio entediada.

— Claro, minha filha. Entra.

Ela sentou na beira da cama primeiro, depois foi chegando mais perto, conversando sobre a faculdade, as amigas, sobre como se sentia um pouco sozinha em Campinas, mesmo com a mãe sempre ocupada. Eu escutava, respondia, mas sentia o cheiro dela cada vez mais perto. Depois de um tempo, ela simplesmente encostou a cabeça no meu ombro.

O silêncio ficou diferente, carregado. Senti a respiração dela no meu pescoço. Meu pau já estava meio duro só com a proximidade e os dias sem alívio. Tentei me ajeitar para ela não perceber. Camilinha levantou o rosto devagar, olhou nos meus olhos. Estava muito perto.

— Vô... eu gosto tanto de ficar assim com o senhor. Nunca me senti tão... segura e ao mesmo tempo... diferente.

— Isso não é certo, menina. Você é minha neta. Eu sou um velho...

— Eu sei... — sussurrou ela, mas não afastou o rosto.

Eu hesitei, mas quando ela inclinou levemente a cabeça, eu não resisti mais. Nossos lábios se tocaram de leve, um beijo tremido.

— Camilinha... não... isso é errado... pelo amor de Deus...

— Eu sei que é errado, vô... mas eu quero.

O segundo beijo veio dela, e dessa vez eu não consegui recuar. Nossas línguas se encontraram com culpa, medo e um desejo que tinha crescido escondido por dias. Minhas mãos tremiam quando tirei o pijaminha dela. Chupei os seios empinados com reverência e vergonha. Deitei ela na cama, abri aquelas coxas grossas e lambi a bucetinha rosada com lentidão. Penetrei centímetro por centímetro, olhando nos olhos dela. Metemos lento, cheio de pausas e sussurros. Gozamos juntos, abraçados forte.

Depois veio o peso. Eu me sentei na beira da cama, de cabeça baixa.

— Isso nunca mais pode acontecer, Camilinha. Nunca mais.

A Transgressão

Os dias seguintes foram um inferno. Eu evitava ficar sozinho com ela, mas o olhar que ela me dava quando a mãe não estava olhando era mais quente. Mais faminto. Uma noite, com Andressa de fones trabalhando até tarde, Camilinha apareceu no meu quarto e trancou a porta.

— Vô... eu tentei esquecer. Juro que tentei. Mas não consigo.

Dessa vez foi mais urgente. Ela se ajoelhou e fez um boquete molhado, com fome crescente. Coloquei ela de quatro e meti fundo contra aquela bunda redonda, consciente do perigo. Enfiei o dedo no cuzinho enquanto socava. Ela gozou tremendo. Gozei na boca dela; ela engoliu, com os olhos brilhando de desejo.

Na última semana, a tensão ficou insuportável. Andressa estava na sala com fones, completamente concentrada. Camilinha me puxou para o quarto.

— Hoje eu quero tudo, vô. Não aguento mais só pensar.

Ela fez o boquete mais safado: babando muito, engasgando, olhando pidona. Comi ela de todos os jeitos. De quatro, puxando o cabelo volumoso. De frente, com as pernas no meu ombro, socando fundo. No colo, ela rebolando enquanto eu chupava os mamilos grossos. Lambi buceta e cu com devoção.

Camilinha gozou três vezes: a última com o pau socando e o meu dedo no cu ao mesmo tempo. No final, meti fundo de lado, sentindo todo o tesão represado. Tirei e jorrei na boca aberta dela. Uma quantidade enorme de porra. Camilinha deixou escorrer um pouco pelo queixo, passou o dedo, recolheu e engoliu tudo.

— Obrigada, vô... estas férias viraram as melhores da minha vida.

Ainda repetimos mais duas vezes antes de elas irem embora: uma rapidinha no banheiro e outra no sofá, quase sem barulho, com o coração na boca.

A Despedida

Na despedida, Camilinha me abraçou forte e sussurrou no meu ouvido:

— Volto logo, vô. Prometo. E, da próxima... a gente continua.

Fiquei na varanda vendo o carro sumir na estrada de terra. Coração pesado de culpa, vergonha e um desejo que eu nunca imaginei sentir na vida. Lutei o quanto pude. Mas, no final, perdi.

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