– Filha, puta merda! Fazer amor com você não deveria ser tão bom assim. Ainda mais aqui…
– Eu sei, papai… Isso é tão bom… Se o padre aparecer e nos pegar assim, não vai ter como explicar.
Ela quicava no meu colo e soltava sons fofos, quase como soluços misturados com gemidos. Seus seios lindos balançavam para cima e para baixo, com a cruz balançando entre eles. Ela vestia o uniforme de freira.
– Se o padre entrasse agora, eu não conseguiria parar. E você, papai?
– Acho que eu não parava nem se sua mãe entrasse aqui.
Mudei de posição, puxei-a para um beijo profundo enquanto segurava um dos seios. Quando separamos os lábios, ela perguntou com um sorriso safado:
– Como é o gosto da sua filhinha, papai?
– Desgraçada… Sabe que eu adorei, mas sei exatamente o que você quer que eu diga.
– Então diz. É tão fácil meter o pau na buceta da filha vestida de freira… pelo menos mais fácil que na mamãe.
Eu sussurrei, quase que negando este fato incestuoso.
– Como é? Não consegui ouvir direito… Talvez isso possa te ajudar a falar?
Ela jogou o corpo sobre mim e me beijou com vontade. Depois, sentou-se novamente e começou a cavalgar, com os seios e o cabelo balançando.
– Não dá… Você é muito mais gostosa que ela — falei ainda ofegante, entre um beijo e outro.
– Ela quem? — perguntou minha filha, olhando nos meus olhos enquanto apertava um dos próprios seios.
– Você é mais gostosa que a sua mãe! Ficou feliz?
– Finalmente… Papai, não se preocupe, a mamãe não vai ver problema em ter que dividir um pouquinho.
Nós continuamos nos amando intensamente, eu e minha filha. A missa estava acabando e alguém poderia entrar a qualquer momento, mas nada nos fazia parar.
– Precisamos acelerar, senão vamos ser pegos — ela sussurrou. — Estou perto de gozar. Papai… e o senhor?
– Também, logo vou tirar.
– Como? — Ela ficou surpresa por um momento logo antes de soltar essa pérola. — Nada disso papai, é pra gozar dentro.
– Como é, menina? Eu já to fudendo a minha própria filha na igreja e sem camisinha. E você ainda quer que eu goze dentro?
Ela me beijou suavemente e murmurou contra meus lábios:
– Papai, eu te amo. Quero tudo. Nem uma gota para fora. Quero sentir o senhor até o fim.
Estava quase gozando quando ela começou a falar mais alto:
– ISSO, PAPAI! O SEU PAU É TÃO GOSTOSO!
– Que está fazendo, garota? A igreja toda vai ouvir.
– Acho melhor decidir rápido ou todo mundo na igreja vai ver o senhor metendo gostoso na sua filha querida.
Ouvi vozes se aproximando e cochichando. Ela continuava falando alto sem parar.
– ISSO PAPAI GOZA NA MINHA CARA, OU MELHOR ME ENCHE DE PORRA!!!
Não tinha mais tempo para pensar. Gozei forte, enchendo aquela bucetinha apertada de porra quente. Ela sorriu, extasiada. Poucos segundos depois, algumas pessoas abriram a porta. Por sorte, deu tempo de ela vestir a roupa. Fingimos que estávamos movendo um galão de água pesado que havia escorregado — por isso os gritos. Não sei se acreditaram, mas serviu como desculpa.
Logo depois, saímos do culto normalmente, como se nada tivesse acontecido. Eu transei com a minha própria filha… Eu sei. Mas foi tão bom, tão perfeito, que não consigo mais olhar para ela do mesmo jeito. E acho que ela também não. Não tenho certeza de quase nada nessa vida, exceto de uma coisa: quero comer minha filha de novo.
