Como me tornei corno

Um conto erótico de Corno sonhador
Categoria: Heterossexual
Contém 2349 palavras
Data: 09/05/2026 14:08:29
Última revisão: 09/05/2026 19:31:53

Olá leitores,

Me chamo Thomáz e sou casado a quase dez anos com a Cris.

Desde minha primeira namorada, era comum que depois que começava a comer, depois de alguns meses, sentia curiosidade de imaginar minhas namoradas trepando com outros homens. No início isso era confuso pra mim mas com o passar dos anos organizei meus pensamentos e cheguei a conclusão que eu isso me atraia por curiosidade de assistir sexo em terceira pessoa. Ficava olhando as vezes minha primeira namorada, valeria, que tinha uma bunda gigantesca, quicando no meu pau e imaginando “como deve ser a vista de trás?”. Durante algum tempo, me satisfez filmar minhas putas nesses ângulos e depois ficar assistindo, mas hoje em dia, gosto de ver isso em tempo real.

Pois bem,a uns dois anos atrás, Chris e eu fomos a uma praia no interior do Pará, na ilha de algodoal, um lugar paradisíaco e pouco conhecido no cenário nacional. Algodoal até que é movimentado em algumas épocas do ano, mas na maioria do ano é um lugar muito reservado.

Desde algum tempo antes dessa viagem, já vinha provocando a Cris a usar biquínis menores, o que constratava com sua vinda enorme. Ela é uma morena de 1,65m, um pouco acima do peso e com alguma celulite na raba, o que particularmente sempre me deixou louco. Além disso ela tem uma pele que pega uma cor com muita facilidade no sol, além de uma cara de safada. Mas mesmo com esses atributos, pra mim a maior qualidade é o quanto ela é puta na cama, sempre foi daquelas que grita, xinga, fala besteira e topa quase tudo (quase,porque não dá o cu de jeito nenhum, pelo menos não dava até a data dessa história). A coisa que Cris mais gosta na vida é porra. Ela é daquelas que se ajoelha e coloca até na taça pra beber até a última gota.

Ao chegarmos na ilha, fomos de charrete até nosso hotel, um estabelecimento muito bonito na beira de uma praia afastada que tinha apenas 6 quartos, uma restaurante e uma sacada no topo que tinha umas cadeiras de praia. Deixamos nossas bagagens e admiramos um pouco a vista do quarto que tinha uma porta de vidro e dava para uma sacada de frente pro mar. Me lembro de dar uma encoxada nela e dizer “dá pra te meter a vara aqui olhado para o mar”. Ela se arrepiou toda respondendo “você acha que vou embora daqui sem isso?!”. Nesse momento dei um beijo bem demorado nela,enfiando meus dedos na bocetinha que ficou encharcada.

Alguns minutos nessa pegação ela disse “Thom,para com isso, vamos lá aproveitar a tarde na praia”. Estava com o pau muito duro, mas concordei por um único motivo: queria ver aquela raba gigantesca com o pequeno biquíni que tinha comprado e guardado na mala pra dar a ela de presente. Respirei fundo, tentei me recompor e fui até a mala. Peguei o embrulho e entreguei a ela. Cris fez uma cara de surpresa e imediatamente abriu. Ao ver aquela pequena peça preta, me olhou com cara de espanto e disse: “safado! Você quer que eu coloque esse bundão pra jogo é?”. É claro que eu queria.

Sem cerimônia, ela tirou o vestido, o sutiã e a calcinha na minha frente e já colocou o biquíni após arrancar as etiquetas.

Meu Deus, parece que eu tinha errado a mão. O biquíni era realmente pequeno pra ela. A bunda praticamente engoliu a parte de traz e parte da frente, mal tampou os pelinhos da buceta que ela tinha deixado em forma de bigodinho. Na hora pensei, puts, deu errado meu plano. Nunca que ela vai querer sair assim, ainda mais com o complexo de gorda que ela tem.

Só que pra minha surpresa ela foi pra frente do espelho se olhou por alguns instantes e disse: “nossa, até eu fiquei com tesão em na minha bunda. Bora?”

Confesso que me deu um frio na espinha, mas não adiantava arrepender pois foi ideia minha. Além disso meu pau estava trincando de duro.

Então descemos as escadas e fomos em direção a praia. A puta nem se deu ao trabalho de vestir um short ou uma saída de praia. Saiu andando pelo hotel praticamente nua, de óculos escuros e uma cara de vagabunda de dar inveja a qualquer uma.

Já na recepção, que tinha umas poucas pessoas, casais e famílias, todos olharam, sem exceção. Porém o que mais me chamou a atenção foram as duas recepcionistas. Uma loira gordinha, dos peitos enormes e uma morena, que não era bonita mais tinha uma bundinha muito redonda. Ambas estavam na casa dos quarenta anos aparentemente. Elas me olharam com um sorriso sútil como quem pensa: mais um corno feliz. A loira gordinha ficou me olhando nos olhos e eu senti nitidamente um olhar desejo, só não sabia se era por mim, por minha esposa ou pelos dois.

Seguimos para a praia.

Após alguns minutos no mar, me sentei na areia e chamei um vendedor ambulante que passava de longe. Pedi uma cerveja e uma água de coco pra Cris. No momento que estava pagando, ela veio até mim e me deu um beijo. O vendedor que estava de óculos tentava disfarçar mas era impossível. Ela se debruçou na areia sobre uma toalha com o rabo pra cima. O vendedor puxou assuntos aleatórios comigo, mas não dei muita atenção pois sei que ele queria só ficar olhando aquela raba mais um pouco. Então ele se despediu e foi embora.

Mais dois rapazes que caminhavam pela praia, pararam perto de nós e ficaram próximos fingindo que olhavam para o mar. Ficaram durante um tempo e foram embora.

Também teve um casal com uma loira muito bonita e um negro que se aproximaram mas pelo que deu pra perceber, o biquíni pequeno da Cris incomodou a moça pois logo foram embora.

Ficamos lá na praia falando safadezas e vez ou outra eu alisava a bunda, os peitos e as vezes até o buceta dela de forma discreta.

Quase no pôr do sol, um rapaz se aproximou. Era moreno na casa dos trinta anos. Se apresentou como Fernando e não se intimidou com minha presença. Puxou assunto na cara dura e foi aos poucos se aproximando até se sentar ao nosso lado.

Com a chegada dele, algo mudou na minha esposa. Até então ela estava cheia de si e sem parecer se importar muito, mas a partir de agora ela estava muito mais expansiva e falando mais, se comunicando diretamente com o rapaz. Inclusive ficou em pé próxima a ele removendo a areia do corpo, com a buceta a poucos centímetros da cara dele. Algo tinha mudado, minha mulher estava com tesao! Eu conhecia ela o suficiente pra saber disso.

O que é mais louco é que eu também estava, e por mais que nunca tivéssemos falado abertamente, ambos víamos a oportunidade de realizar uma fantasia. Continuamos ali conversando por um tempo até que a intimidade foi aumentando e já estávamos falando de assuntos mais íntimos. Ele contou que morava ali na ilha e sempre cantava nos hotéis e restaurantes, inclusive no que estávamos hospedados.

“Vocês já foram na cobertura que tem no hotel de vocês? O pôr do sol lá é top”. Essa fala soou quase como um convite pra Cris que prontamente se dispôs a irmos pra lá. Caminhamos pra lá com a Cris na frente e Fernando e eu alguns metros atrás. Ambos estávamos de sunga e camiseta regata, o que aliás, era o que me impediu de mostrar meu pau duro. Se o meu, que já era acostumado a ver aquela bundona estava assim, imagino como na estava o dele.

Chegamos ao hotel e fomos até a cobertura. Havia uma escada pelo lado de fora que nos permitia subir sem passar pela recepção do hotel.

Ao chegar lá, vimos realmente um belo fim de tarde. Nós encostamos na mureta e ficamos conversando. Cris se encostou em mim e dava algumas esfregadas discretas em mim. Percebi que aos poucos, a média que íamos conversando, ficávamos cada vez mais perto até que chegou um momento que Fernando e eu estávamos praticamente com os paus encostados na bunda dela. Sem aguentar mais ela veio até meu ouvido e disse: “amor, você vai deixar ele assim?” Dei sinal positivo e disse suavemente no ouvido dela que sim. Nesse momento ela virou de frente e começou a me beijar de língua. Fernando se aproximou ainda mais e encaixou por trás dela que começou a rebolar devagarinho. Ela novamente me sussurrou: “amor posso pegar no pau dele?” Imediatamente respondi que sim, mas não ali. Imediatamente ela entendeu o que eu disse e nos convidou pra descer. Passamos pela recepção e as duas recepcionistas já não estavam mais lá, provavelmente tinham encerrado o expediente. Quem estava lá era uma senhora que provavelmente era a dona da pousada.

Fomos para o quarto e ao chegar, entramos imediato para o banheiro. Cris abriu o chuveiro e nos chamou pra entrar.

Nesse momento não dava mais pra voltar atrás. Eu seria corno pela primeira vez.

Sem fazer muita cerimônia, a puta da minha esposa se ajoelhou e puxou nossos paus pra fora, enquanto tirava a parte de cima do biquíni.

Não sei se mencionei mas tenho um pau de 20 cm que costuma satisfazer muito as mulheres. Fernando sacou um pau do mesmo calibre, porém um pouco mais grosso e mais moreno.

Pela última vez naquela viagem, Cris me pediu permissão para algo, quando já com um pau em cada mão ela disse: “Amor, posso chupar ele?” Diz sinal que sim e a partir daí senhoras e senhores, ela tomou a forma da mulher mais puta que vocês podem imaginar.

Ela chupou de forma voraz aqueles dois paus, sempre revezando de forma justa e olhando nos olhos de quem era chupado naquele momento. Cuspia, batia as picas na cara, pediu pra batemos na cara dela e a chamar de puta. Fernando estava nas alturas e eu não fica pra trás.

Durante quase vinte minutos ela desempenhou esse papel de boqueteira profissional e após esse tempo, ela me deu a primeira ordem dessa viagem: “amor, termina seu banho que vou levar esse gostoso pra cama agora!”. Fiquei boquiaberto com a ousadia da safada, mas não me opus. Eles saíram com

Os corpos todos molhados e eu ainda consegui ficar por uns 3 minutos ali no box do banheiro com o pau duro na mão. Quase gozei na punheta mas pensei: de jeito nenhum que vou perder o melhor da festa.

Saí do banheiro e ao chegar no quarto, lá estava ela, cavalgando ferozmente no pau de um cara praticamente desconhecido sem nem mesmo usar camisinha. Fiquei ali alguns instantes com o pau na mão observando e em seguida me aproximei. Ela me olhou sorrindo e disse quase como um rugido: “achei que não ia vir ver sua puta em ação meu corninho!!”

Aquilo me deu um tesão tão louco que subi na cama e coloquei imediatamente o pau na boca dela. Agora ela estava nas alturas, chupando uma rola enquanto cavalgava em outra. Não demorou muito ela gozou de forma intensa, deixando o pau do Fernando todo cheio de gozo dela.

Mas o rapaz seguia firme, pelo jeito, além do tamanho da vara, ele tinha outra coisa em comum comigo: não gozava com facilidade.Em minha mente pensei: isso é bom, vamos dar pra essa puta o que ela merece pra ela aprender a me chamar de corno.

Assim fizemos, nos revezamos com ela em todas a posições, ficando mais tempo de quatro, onde um metia até o talo e outro colocava o pau na boca dela até ela engasgar. Não marquei o tempo mas acho que ficamos quase uma hora nessa meterola desenfreada, até que ela já toda suada, após gozar várias vezes, se ajoelhou no chão e colocou a língua pra fora.

Nesse momento, caros leitores. Aconteceu a maior supresa de toda essa história até aqui. Enquanto eu me posicionava pra punhetar até dar o leite pra minha esposa vagabunda, Fernando , ao invés de fazer o mesmo, se ajoelhou e começou a beija lá de forma intensa enquanto colocava os dedos na buceta dela.

Fiquei muito confuso no primeiro momento, mas o tesão não me deixa pensar direito e continuei a me tocar em direção ao gozo.

Ao chegar ao êxtase direcionei o pau para eles, gozando intensamente na cara dos dois. Minha esposa gemia enquanto era beijada por ele e gozada por mim. Contei uns oito jatos de porra e quando terminei eles continuaram a se beijar.

Fernando finalmente se levantou, mirou na cara dela e gozou como eu nunca tinha visto um ser humano gozar, parecia que não ia parar nunca. Cris engoliu o que deu e o resto escorregou pelos peitos, barriga até chegar na bucetinha já inchada. Os pelinhos da buceta dela ficaram melados de porra, que pingava pelo chão.

Caímos os três na cama e ficamos por alguns minutos em silêncio recuperando o fôlego. Fernando parecia estar um pouco envergonhado, eu estava com medo de como seria em seguida o relacionamento com Cris, mas a puta parecia nas nuvens. Ficou ali deitada toda esporrada por vários minutos. Fomos juntos novamente ao banheiro, e ficamos ali conversando pra quebrar o gelo. Fernando disse que comia de vez em quando as meninas da recepção. Brinquei que podia trazer las pra gente completar a brincadeira. Cris não gostou muito mas não pode nem se opor muito, afinal, tinha dado igual uma cadela no cio pra um desconhecido por mais duas horas.

Após esse papo, no chuveiro, Fernando disse que precisava ir pois tinha que se encontrar com a namorada mais tarde em um show que ia fazer num restaurante ali perto. Inclusive nos convidou pra ir, mas esse assunto é pra outro conto.

Ele se vestiu e foi embora. Quando ele saiu ainda comi mais uma vez minha esposa e adormecemos por um tempo.

Ah, o biquíni estava pendurado na sacada secando porque ainda seria muito útil nessa viagem…

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Comentários

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A sua história é muito boa, mas está digitada igual "a sua cara", como dizia uma namorada que eu tinha no Rio de Janeiro. Porra, "man", passa um corretor nisso, edita e melhora a escrita. Ficará mais fácil de ler. Leva as estrelas, mas fica a crítica. Não custa nada ver os erros. 3 Estrlas.

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Beleza amigo, obrigado pela dica. Você tem razão. Já fiz as correções. Pede a sua namorada pra ler também pra dar mais uma revisada 😄

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