Morávamos de frente um pro outro há quase dois anos. Todo dia eu via Fanny saindo de casa com aquelas roupas coladas que não conseguiam esconder a bunda gigante e empinada. Casada com o Júnior, mas os olhares que trocávamos eram cheios de tesão reprimido.
Num sábado à noite rolou uma festa no quintal do vizinho. Fanny apareceu com um vestidinho preto curto, justo, que marcava cada curva daquela bundona. Bebemos, dançamos colados e ela roçava a bunda macia e pesada em mim sem disfarçar. Em certo momento, fui mijar atrás de uma árvore no fundo do quintal escuro. Enquanto segurava o pau grosso na mão, senti alguém me olhando. Era Fanny. Ela parou, olhos fixos no meu membro semi-duro, mordendo o lábio. Depois disso ficou visivelmente inquieta, bebendo mais, me encarando do outro lado da festa com as coxas apertadas.
A festa já estava no fim quando recebi a mensagem: “Ainda tô com muita sede… Posso ir aí beber mais com você?” Quinze minutos depois ela atravessou a rua sorrateiramente e entrou pela porta dos fundos.
Sentamos no sofá com uma garrafa de whisky. O clima estava elétrico. Ela confessou, voz baixa e rouca:
— Não consigo parar de pensar no que vi na festa… aquele pau… caralho.
Sem dizer nada, abri o short e deixei o pau cair pesado pra fora. Fanny arregalou os olhos e soltou um suspiro longo.
— Puta que pariu…
Ela levantou rápido, pegou uma fita métrica na gaveta da cozinha e ajoelhou na minha frente. Enrolou a fita na base grossa e foi subindo devagar, tremendo.
— Vinte… vinte e cinco… vinte e nove centímetros… — sussurrou, incrédula. Depois mediu a circunferência da cabeça. — E essa cabeça… parece um cogumelo inchado, roxo, grosso pra caralho… Meu Deus.
Fanny lambeu os lábios, os olhos brilhando de tesão puro.
— Posso chupar esse monstro?
Ela não esperou resposta. Agarrou o pau com as duas mãos e enfiou na boca quente e molhada. Chupava com fome selvagem, babando muito, descendo o máximo que conseguia até engasgar, olhos lacrimejando enquanto me olhava por baixo. A franja preta grudava na testa suada. O barulho molhado e obsceno enchia a sala enquanto ela massageava as bolas pesadas e girava a língua na cabeça grossa.
— Que pauzão da porra… nunca vi nada igual — gemia entre as chupadas, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos.
Eu segurava firme no cabelo dela e fodia sua garganta fundo, cada vez mais bruto. Quando avisei que ia gozar, ela tirou o pau da boca só pra implorar, voz manhosa:
— Goza na minha cara… goza bastante, por favor.
Segurei a cabeça dela e explodi. Jatos grossos, longos e abundantes de porra jorraram com força: testa, olhos, bochechas, nariz, boca aberta e queixo. Uma quantidade absurda, grossa e branca, escorrendo pelos lábios carnudos e pingando no colo. Fanny ficou com o rosto completamente destruído de esperma, lambendo tudo que conseguia alcançar, sorrindo como uma vadia satisfeita.
Ainda de joelhos, rosto melado, ela olhou pro pau latejando e disse, nervosa:
— Esse pau é muito bruto… nem pensar em colocar no meu cu. Vai me rasgar toda.
Eu não dei ouvidos. Levantei ela, virei de costas e joguei seu corpo contra o sofá, empinando aquela bunda monstruosa. Puxei a calcinha pro lado, cuspi direto no cuzinho rosado e apertado e posicionei a cabeça inchada.
— Não… por favor… tá muito grande, vai doer demais… — implorou ela, tremendo.
Segurei firme na cintura fina e empurrei com força. A cabeça grossa forçou a entrada, abrindo o anelzinho apertado centímetro por centímetro. Fanny soltou um grito abafado:
— Aaaaiii caralhooo!! Sai!! Tá muito grosso!!
Ignorei o pedido e meti mais, até enfiar os 29cm inteiros até o talo. Quando minhas bolas bateram nela, Fanny tremeu violentamente, olhos revirados, corpo em choque:
— Vou me cagar… vou me cagar toda… porraaaaa!! — gemeu alto, quase chorando de prazer e dor.
Comecei a meter com força bruta, estocadas longas e pesadas. O cuzinho dela esticava ao máximo ao redor da rola grossa, pulsando desesperado. Eu agarrava a carne farta da bunda com as duas mãos, dava tapas fortes que ecoavam na sala e socava sem piedade. O barulho molhado e o cheiro de sexo tomavam conta do ambiente. Fanny babava no sofá, franja grudada no rosto, gemendo feito uma puta:
— Tá me arrombando… seu pau é enorme… não aguento… continua… me fode esse cu!!
Depois de minutos de anal intenso e selvagem, enfiei tudo e gozei fundo dentro dela, enchendo seu intestino com jatos grossos de porra. Fanny tremeu inteira, gozando violentamente ao mesmo tempo, o cuzinho apertando meu pau em espasmos enquanto uma mistura de porra e lubrificação escorria pelas coxas grossas.
Ela ficou ali, ofegante, bunda empinada, cuzinho vermelho, aberto e piscando, vazando meu gozo abundante.
— Você me arrombou de verdade… — murmurou, voz destruída de tanto gemer.