Fui parar na pica do meu filho (Incesto) - Parte 02

Um conto erótico de Laura
Categoria: Heterossexual
Contém 1999 palavras
Data: 09/05/2026 22:20:36

Sobre esse conto, tem uma coisa que precisam saber. Em primeiro lugar, há alguns anos eu fui finalmente diagnosticada com transtorno de personalidade borderline, e isso me fez entender certos padrões de comportamentos repetitivos na minha vida. Me fez sentir vontade de entender também essa minha compulsão sexual desregrada. Pra mim, sexo é muito performático. O sexo acontece dentro da minha imaginação, e a parte física se torna só um meio.

Pra mim, o corpo físico obedece ao mental. Então, controlar a mente da pessoa é muito mais gostoso. Eu simplesmente viro uma puta quando encontro um macho que sabe me comandar. Eu gosto de homem que sabe do poder que tem sobre mim, e que sabe usar isso como arma pra me deixar ainda mais vulnerável e obediente. Conseguem entender? Eu dou todas as armas na mão do cara, armas capazes de me destruir psicológica e fisicamente, e me entrego a ele.

Sou muito sadomasoquista comigo mesma. Eu vou virando uma escrava sexual eu acho. Cada vez mais puta do cara.

Claro que ocorreu poucas vezes, pq eu só sou assim quando tenho um vínculo muito forte com a pessoa. Não consigo dar pra qualquer um não. Gosto de ser usada e abusada por um macho só, como uma fêmea fazendo o papel dela pro macho que conseguiu a atrair com seus feromônios. Adoro isso. Ser usada até o talo por o único macho capaz de satisfazer essa fêmea específica da espécie. A fêmea dos humanos, dos trinta e poucos anos e sua fome inigualável pela necessidade descontrolada de satisfazer um macho.

Porque é da nossa espécie isso. É da nossa espécie que nos reproduzamos. Nosso corpo espera por isso todo mês. Em algumas fases do ciclo, o nosso corpo exige ainda mais, nos deixando descontroladamente provocantes e sedentas por sexo. Somos animais. Esse é nosso instinto natural.

E, olha que loucura: vocês, meninos, estão no período fértil todos os dias. Deve ser insano. Kkk Ou será que o feminino é mais concentrado? Porque eu viro outra pessoa. Fico insaciável. A situação é tensa mesmo. Inclusive, no meu período fértil meus peitos ficam doloridos e bem duros, deixando os biquinhos bem durinhos marcando a roupa. Quando tá assim, adoro uma boquinha maltratando sem parar, só para continuar me ouvindo gemer e rebolar feito louca.

Adoro essa dorzinha. É a melhor mamada que eu recebo, quando estou nesses dias de peitinho dolorido. Os meninos para quem eu dei de mamar dos meus 33 a 35 anos todos adoraram. Falaram que era mais gostoso ouvir do que gozar. 🫣 Particularmente confesso que não faço para provocar, é que na hora minha cabeça criar toda uma ilusão, toda uma criatividade, que eu incorporo o espírito de puta mais baixo e me entrego completamente ao meu homem. O macho que me come.

E, a outra coisa que vocês precisam saber para entender minha história, é que eu gosto de me arriscar. Eu morro de medo que um dia isso vaze, chego a ter crises de ansiedade com isso, mas o que eu faço para me proteger? Eu decido escrever em forma de conto! Kkkk Sim, meu transtorno está em tratamento, mas em se tratando de sexo eu deixo ele comandar.

Transei com meu filho poucas vezes até agora. Claro que fui liberando aos poucos, então me aproveitei de cada avanço de fase dele, me esbaldando como pude, as vezes por horas, só em uma coisa só. Só mamando num peito por horas, sem desgrudar e sem fazer mais nenhuma coisa. Só mamar e mamar, sugando, apertando e maltratando o biquinho com a linguinha. Isso por semanas. As vezes até meses, a depender da nova permissão dada pela minha consciência.

Porque as vezes eu demoro muito a ser convencida, mas quando me convencem, eu acho mesmo tudo bem deixar o bichim mamar, afinal, vc passou muito tempo longe e ele não teve isso com ninguém. Então dar os peitinhos pra ele era a compensação, e ele poderia descontar neles tudo o que quisesse.

Mas o sexo em si ocorreu tem pouco tempo, porém já fazia tempos que brincava de outras coisas. Por isso estou um pouco nervosa, pq se ele encontrar essa história e ler, vai com certeza saber que sou eu. E a forma que estou contando é muito reveladora, inclusive em se tratando dos meus sentimentos e pensamentos libidinosos cada vez mais baixos com ele.

Meu nome realmente é Laura, mas meu filho não se chama Caio. Enfim, como eu falei anteriormente ele estava visitando uma tia no exterior quando vieram as notícias sobre o coronavírus. Eles acabaram ficando lá por 3 anos, dos 15 anos de idade de Caio até seus quase 18.

Por isso ficamos nos comunicando ainda mais virtualmente nessa época, principalmente por todo mundo estar trabalhando e estudando mais em casa, então parecia que tínhamos mais tempo para ficarmos “juntos”, da nossa maneira. E acho que esse foi nosso maior marco da quarentena: nós nos aproximamos ao ponto de conversarmos todos os dias. Algumas vezes ficávamos horas em vídeo chamada só pra ficar um com o outro.

Vou tentar passar para vocês de uma forma que vocês entendam a minha mente. Sou muito criativa e meus desejos me levam a ter muitas e muitas fantasias, uma atrás da outra, uma mais maliciosa que a última, com falas e pedidos de punição, me tornando cada vez mais vagabunda. É assim que eu sou.

Eu penso muito. Fantasio muito. Por isso o sexo vai ficando cada vez mais intenso e sujo. O único problema é que; quando se é assim, você faz tudo de forma natural, mas o outro não percebe assim. O outro entende que você tá dando corda, mas não entende que você só foi ingenuamente burra.

Por que é da minha natureza sem lerda e burrinha, e dar trela para alguém que mexa com meu instinto feminino de agradar um macho alfa, principalmente se estivesse em fase final de desenvolvimento. Imagine só! Fazer dele um homem. Do jeito que só uma mulher mais velha pode fazer!

Mas não estou mentindo para vocês quando digo que fiz de forma inocente. Esse é um dos padrões de comportamento que eu segui a vida toda sem saber por que era assim. Eu acredito cegamente em alguém e deixo minha vida toda exposta para ele. Quando acaba, ele detém todo o poder de denegrir minha imagem da forma que quiser. E, embora eu não tenha ficado sabendo de nada de ex meu, eu sempre pirei muito com os ficantes.

Ficante é uma desgraça.

Meu último ficante acabou com meu psicológico. Passei 9 meses com ele. Ele tinha fotos e vídeos meus no celular, de tudo que era maneira. Quando comecei trabalhar e ganhar conhecimento na minha área, fiquei morrendo de medo dele acabar soltando minhas mídias em algum grupo de fofoca da cidade. Como falei: eu me ponho em situações muito complicadas.

E tipo: é o básico para uma mulher, saber que não se envia vídeo para ficante baixar! Burrei muito. Espero que ele tenha deletado todas.

Com Caio foi parecido. Eu falava com ele por semanas, aí um belo dia eu notava algo estranho nele ou alguma frase dele que me paralisava. Aí eu ia fazendo uma retrospectiva, e via que eu tinha dado corda. Que eu tinha provocado. E não eram provocações simples não. Eram provocações nível hard para um menino dessa idade.

Ficava com vergonha. Ficava mal por dias quando isso acontecia. Eu percebia que o uso da cannabis era o que mais estimulava, pois eu fazia uso dela antes de ligar pra Caio. Fumava e ligava. Ligava até por chamada de vídeo, olha só! Nem conto a vocês as coisas que a gente conversava.

Eu adoro fumar porque me relaxa. Eu me sinto sexy e sinto um tesão do caralho. Meu olhar fica caído, e já ouvi alguns caras me dizerem que é sexy e provocante. Dizem também que eu fico fofa. Falando mansinho. Dando carinho e pedindo pica com o olhar.

Então eu realmente não sei o que eu estava pensando das primeiras vezes que fumei e fui fazer chamava de vídeo com ele. Quando me dei conta do que tinha feito e falado, fiquei com muita vergonha e prometi que nunca mais faria aquilo. Só que minha mente pirada não me deixava ir longe com isso.

Logo eu comecei a ter fantasias. Fantasias baseadas naquelas conversas. Não resisti e voltei a fazer. E isso se repetiu várias e várias vezes nesses 3 anos de distância.

Por isso peço que não me julguem de fácil, quando eu contar como foi nosso reencontro, porque a coisa é muito mais complicada do que parece. É coisa de longa data. Coisa cozinhada lentamente. Coisa que já vem sendo discutido nas entrelinhas há um bom tempo. E tem provocação, mas tem peso na consciência, e crise de ansiedade, e medo de o perder. Porque o perdendo, não perco só um macho, como perco meu filho.

- O que você vai fazer para mim quinta-feira?

Caio me perguntou isso, quando retornou ao Brasil e estava se arrumando para vir morar comigo por um tempo. Ele decidiu isso sozinho. Disse que faria vestibular para a cidade onde resido. Na verdade aqui é um pólo educacional mesmo. As melhores universidades, cursos e faculdades estão concentradas aqui. As próximas, só nas 3 capitais menos distantes daqui.

- Farei escondidinho de carne seca e vou buscar você na rodoviária.

- Ué. Como assim vai me buscar?

- Vou buscar você.

Caio me olhou pela câmera, com cara de incredulidade.

- Não foi isso o que me prometeu.

- Eu prometi algo?

Era verdade. Eu não lembrava de nenhuma promessa. Fiquei olhando para ele com uma enorme interrogação no rosto. Pela cara de impaciência que ele me botou, entendi que eu devia ter prometido algo de cunho sexual do qual não ia poder cumprir, pelo visto.

- Ahhh!!!

- “Ahh” Vc se finge demais, vei.

- Não estou me fingindo. Só não lembrava mais disso. (Falei, rindo sem graça). Nossa, vc vai mesmo me cobrar essa aposta? Sério mesmo?

- Claro que vou.

- Faz tanto tempo. Nem me lembrava. Poxa, Caio, vc vai me pedir isso mesmo? Logo no primeiro dia?

Acho que meu rosto estava queimando em brasa. Fiquei muito envergonhada. Isso foi em uma dessas benditas conversas, das mais recentes. Nesse dia eu tava bem altinha. Tinha fumado e bebido vinho. Péssima combinação para quem quer manter a dignidade. Fiz uma aposta na intenção já.

Porque as últimas apostas que perdi tive que ficar conversando com ele só de blusa branca, sem sutiã. Uma blusa minúscula que tenho, o tecido quase transparente, todo colado em meu corpo. Chega estica o tecido na parte dos peitos. Fica ainda mais transparente.

E era só isso mesmo. Nem calcinha eu podia usar. Mas eu tava deitada no sofá. Não dava para ver todo o meu corpo. Ele só sabia que eu tirei pq me movi quando estava retirando. E deixei claro pra ele “que tava só retirando porque sabia que ele não iria ver”. Como que dizendo que só por isso que estava ficando sem calcinha. porque senão eu não iria retirar. Falei como uma boa mãe. Bem sonsa.

Ele entendeu que vacilou por não ter deixado claro no acordo que era pra ficar sem calcinha, e que ela deveria ser retirada na frente da câmera. Ele nunca mais esqueceria de deixar tudo esclarecido numa nova aposta, isso eu tinha certeza.

- Não quero que vá me buscar. Quero que me receba do jeito que me falou que ia receber.

Olhei para ele, meio envergonhada. Havia colocado em aposta ficar de topless, quando o encontrasse. E perdi a a aposta. O que a erva não faz, amores.

- Não fale como se eu não fizesse. Sabe que eu faço sim.

- É. Não entre numa aposta se for capaz de cumprir com o que estava em jogo.

- E alguma vez eu deixei de pagar as minhas?

- Não. Nunca. Você é uma excelente perdedora.

- Kkk seu cu.

- Quinta estou aí.

(Continua…)

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Foto de perfil genéricaJúh Contos: 2Seguidores: 5Seguindo: 0Mensagem Sou uma mulher 30+ que curte meninos mais novos e incesto.

Comentários

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Fiquei toda melada escrevendo essa Parte 02. 🫣😳🔥🔥🔥

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Já quero a parte 3 urgente kkkk

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🫣🫣🫣🫣 kkkk

Perdi as forças aqui nesse instante.

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Kkk não conseguir vê as mensagens no PV,manda mensagem lá nesse e-mail alternativareddit99@gmail.com

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Fala comigo nessa conta: https://www.spiritfanfiction.com/historia/adoro-dar-pro-meu-filho-quando-fumo-erva-incesto-26725850

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